Não Me Deixe Ir

5 Estou no quarto 24, se você quiser...


Notas iniciais
Hello, It´s me! Não vou desejar feliz Natal porque nos veremos antes disso, então deixo todo aquele blabla sentimental para o capitulo 7 :) Eu amo essa época do ano! Gostaria de agradecer o imenso carinho que muitos de vocês tem por mim, sério, e quem perguntou nos comentários, sim, eu passei sim no vestibular! 1º lugar em Jornalismo! Yey!! Obrigada por me apoiarem ainda em outras fics, as palavras de incentivo de vocês me ajudaram muito! Prometo nunca decepcionar vocês, e sempre dar o meu melhor :) Demorou, mas minha hora chegou. Já me matriculei na faculdade, então sou oficialmente uma universitária! Yeyy! Muito obrigada! Para saber mais sobre tudo, me adicionem no facebook, twitter, snap, instagram, é tudo Juliane Bee hahah Sobre Hello, eu amei ver rostinhos conhecidos nos comentários, sejam suuper bem vindos!! Continuem comentando e especulando, muitos de vocês estão acertando certas coisas sobre a Claire. E que bom ouvir que vocês gostam dela, que se identificam. Como já disse antes, a Claire é real, ela não faz rodeios, é 8 ou 80. To muito feliz com o resultado final :) Espero também que vocês curtam esse capitulo, que olha. TA UM CAPITULO MARAVILHOSO, NÃO QUERO FALAR NADA! Para quem sentiu saudades do Adam, olha quem está de volta! E esse tal de Mike, hein... o que aconteceu entre ele e a Claire? Não, ele não é o ex dela, já vou deixar claro. Que vocês curtam a Jenny como eu, ela é uma pessoa incrível - E CHEIA DE ATITUDE! SIM. MUITO. Não esqueçam de comentar, né? Adoro conversar com vocês, e esse capitulo merece muitos reviews! kkk Uma boa leitura! Até breve! Beijão~ PS: O trecho com * é de algum texto que li no face. Se é seu, me avise que vou creditar imediatamente! Achei que combinou demais com o capitulo e quis usar. Obrigada pelas lindas palavras :) PS: A música do capitulo é mega especial, espero que gostem. Eu amo o Troye, vocês sabem disso :)

Without losing a piece of me
How do I get to heaven?

Heaven — Troye Sivan

(...)

Afundei de novo na banheira.

Já sentia meus dedos enrugados, mas não queria sair dali. Estava tão bom não pensar em nada que não fosse a temperatura da água. O cheiro de sabonete caseiro, feito ali mesmo, me lembrava de quando eu era criança e minha mãe me banhava.

— Meus olhos estão ardendo. — choraminguei uma vez.

— É porque eles são sensíveis, muito azuis. — respondeu passando a toalha levemente no meu rosto.

— Como os seus. — seu olhar era o mais bonito que já tinha visto. Continua sendo.

— Exatamente. — sorriu — Toda vez que você se olhar no espelho vai lembrar de mim, não é legal?

Não, mãe. É um pesadelo.

O ar foi necessário, então voltei a superfície. Meus pés tocaram o chão gelado provocando pequenos choques pelo meu corpo. Ótimo, eu continuava viva.

Passei direto pelo espelho, parando em frente ao guarda roupa. O que eu vestiria? Querendo ou não vou ser julgada independente do que estiver vestindo. Se usasse um decote seria uma puta, gola fechada uma puritana solteirona. É tão ridículo.

A vida seria mais simples se as pessoas fossem elas mesmas. Se elas olhassem nos olhos dos outros e falassem sobre seus problemas, seus medos. A vida seria mais simples se a gente não precisasse provar que é bem-sucedido o tempo todo. Seria mais simples se a gente pudesse gostar das pessoas independente da vida que elas levam. Se a gente pudesse dizer sim sem constrangimento algum que está se sentindo um monte de merda e que a vida pode ser bem complicada sim. Talvez, se admitíssemos mais o caos que é sobreviver, não sofreríamos tanto. Talvez, se desfocássemos mais daquilo que dizem que é importante, mas que não faz sentido para nós, fossemos mais bem sucedidos no que realmente importa, viver.*

Mas isso não vale nada.

No final do dia eu volto para uma casa vazia, enquanto elas voltam para seus maridos e filhos. No saldo final eu não tenho nada.

Escolhi uma roupa que me sentia confortável, saia preta e camisa leve, com um casaco por cima. Salto baixo, e cabelos soltos, bagunçados. Não queria focar meu rosto no espelho, muito menos meu olhar.

Respirei fundo. É pela Jenny.

****

Na recepção Gemma sorriu ao me ver, suponho que minha aparencia estava melhor que nosso último encontro.

— Você está linda, Claire. — assenti.

— Obrigada, Sra.Hampton. Bem, será que você pode me dar o número de um taxista aqui do centro? — ela riu.

— Querida, só temos um taxista no aeroporto, não lembra? — revirei os olhos. Droga. — Joshua pode te levar até a casa da Jenny, o movimento está fraco e ele só pode usar o carro com supervisão de um adulto, já que completou 16 anos recentemente.

— Se não for problema.. — mordi o lábio — Eu só não lembro muito bem aonde fica a casa dos pais dela. — não estava no luxo de recusar.

— Joshua! — gritou — Venha cá!

O garoto apareceu com fones de ouvido e vidrado no celular.

— Jura? — arregalou os olhos com a proposta da mãe. — Levo sim, valeu! — me encarou.

— Obrigada, Sra.Hampton, sério. — me despedi.

— Se divirta, okay? Sorria um pouco, viva. — pegou em minhas mãos — Vai te fazer bem rever essas pessoas. — balancei a cabeça. Eu não tinha tanta certeza assim.

Andei até a entrada do hotel, indo em direção ao carro.

— Como você sabia que esse é o nosso carro? — Joshua franziu o cenho. Abri a porta do carona, me sentando. Ele fez o mesmo, colocando o cinto.

— Você não deve lembrar de mim, era muito pequeno quando eu fui embora, mas estive no seu batizado, sabia? — me olhou surpreso.

— Seu nome não é estranho, Walsh..

— Sim, sou eu. — cortei sua fala, não queria falar sobre isso. — Você sabe o caminho até lá?

— A Srta.Nelson me deu aulas particulares no verão passado, matemática.

— Ah. — não fazia ideia — Bem, obrigada pela carona.

— De nada, eu que agradeço. — sorriu.

Depois de alguns minutos paramos em frente a uma casa amarela, sem grades, com muitas flores no jardim. Desse detalhe eu lembrava bem.

Continuei parada.

— Já destranquei as portas. — disse sem jeito.

— Eu sei. — balancei a cabeça.

Um pé depois o outro, sussurrei enquanto saia do carro. Não voltei a falar com Joshua, poderia assim perder a coragem de continuar o caminho até a porta.

Toquei a campainha.

Depois de alguns segundos em silêncio uma Jenny 10 anos mais velha abriu a porta. Os mesmos olhos verdes e cabelos escuros, agora enormes. Ela me fitou estática. Segui suas mãos achando que ela fosse me abraçar, mas não, ela bateu. Um tapa de verdade. Com força.

— Isso é pra você aprender a não sumir por uma década e achar que está tudo bem. Não está, tá legal? Não. Está.

Coloquei a mão na bochecha e consegui sentir o calor do local.

Ela.me.bateu.

— Jenn, eu sinto muito. — meus olhos já estavam marejados, mas a dor do tapa não superava uma dor ainda mais profunda.

— Porque você fugiu, Claire? Por que? — e então ela me abraçou, também chorando — Eu estava aqui, sempre estive.

— Sei disso. — afaguei suas costas — Eu fui egoísta.

— Foi mesmo, você não pensou nas pessoas que estava deixando pra trás. Ir embora de Madison resolveu alguma coisa por acaso? — balancei a cabeça — Claire, eu sinto muito. — assenti.

— Não mais do que eu. — sorri fraca.

— Não vou pedir desculpas pelo tapa porque você mereceu, mas posso te convidar para entrar. — sorriu afastando a porta — Entra, vai. Estamos entre amigas aqui.

Segui seus passos, passando da sala para os fundos, onde toda uma estrutura tinha sido montada. Cadeiras espalhadas pelo jardim, balões coloridos em todo lugar, e uma fonte de champanhe.

Para mim a melhor parte.

— Meninas, quem faltava já chegou, então podemos começar! — Jenny disse empolgada. Fitei as outras mulheres ali presentes, que me encaravam da mesma forma. — Eu já volto, sinta-se a vontade.

— Já estou. — ela sorriu.

Eu estava apavorada.

Notei que elas ainda me encaravam, então fiz o que parecia certo. Arrumei uma taça e me servi de champanhe.

— Claire Walsh? — não demorou tanto quanto eu esperava. Me virei.

— Sim. — preferi não sorrir entusiasmada, seria falso.

— Eu não sabia que você viria. Na verdade, a Jenny comentou alguma coisa essa semana, mas eu não acreditei. Depois de 10 anos, imaginei que nem se lembrasse de nós. — assenti quieta — Sou Becca, Becca Kylie, mas agora Jhonson. — riu — Me casei no verão passado.

— Que bom, felicidades para os noivos. — ergui a taça.

— Essa é Tory Vega, ela estudou com a gente no terceiro ano. — chamou a amiga que estava ao lado escutando a conversa. — Ela se casou com Mike Vega, um dos principais jogadores do time de Lacrosse.

— Ah, claro! — fingi que lembrava delas — É um prazer rever vocês.

— E você, Claire? É casada? — a tal Tory, ou a Becca, não sei — as duas eram muito parecidas — perguntou.

— Não, não. — virei a taça — Não encontrei um homem que fizesse jus a esse título. — ri enérgica, as duas me seguindo por educação.

Consigo imaginar o que estão pensando.

"Coitada".

— Ela está vindo!!! — todas as mulheres se arrumaram em um circulo, ficando em volta de uma cadeira.

Vi uma garçonete servindo a mesa, e corri até ela.

— Oi. — me encarou desconfiada — O que elas estão fazendo? — ela riu tímida.

— A Srta.Nelson colocou muitas roupas por cima da que estava usando por que ela vai ter que adivinhar o que é cada presente. Se errar, tira uma peça de roupa.

— Ahh.. — faz sentido — Obrigada. — voltei para onde estava.

— Tudo bem, vamos lá. — Jenny disse. Alguém alcançou o primeiro pacote, e ela começou a tatear. — É um eletrodoméstico?

— Sim! — disseram em um coro.

— Tem que especificar! — uma das duas, Tory ou Becca, disse.

— Batedeira?

— Não!

— Liquidificador?

— Não! — riram — Mais uma chance e você vai ter que tirar uma peça..

— Torradeira?

— Não! É uma creppeira. — e com isso Jenny tirou a primeira blusa.

Assim se passaram as horas.

A lista de presentes era interminável, e logo ela já estava com a blusa normal e uma calça. Os utensílios não eram lá muito uteis, e mesmo sabendo os nomes eu não entendi as funções.

— Tudo bem, esse é o último. — pegou uma caixa retangular.

— Com certeza é o da Claire! — rainha da obviedade, quase respondi.

O efeito das taças de champanhe já estava começando a fazer efeito, levemente, mas já me sentia mais ácida.

— É um eletrodoméstico? — me encarou.

— Não.

— Hum.. — fechou os olhos — Uma joia?

— Não.

— Eu não faço ideia! — franziu o cenho — Um tablet, sei lá!

— Não! — ri da careta que ela fez ao abrir o pacote.

— Claire, eu, nossa! — sorriu correndo para me abraçar — Eu não posso aceitar.

— Claro que pode, está no seu nome, não está? — mostrei as passagens.

— O que é? — ToryBecca perguntou.

— Passagens para o Caribe!

— Uau!! — me encararam.

— A Jenny merece. — sorri — Agora pode tirar uma peça de roupa, querida.

— Com esse presente minha vontade é ficar de biquíni! — gritou.

— Eu ouvi biquíni? — uma voz masculina veio da sala.

— Sam! O que você está fazendo aqui? — ela correu até ele.

— Achamos melhor traze-lo para cá, você sabe como ele é fraco com a bebida. — Não. Não. Não. Eu sabia que conhecia essa voz.

Virei a cabeça para a fonte de champanhe.

— Obrigada. Parece que agora a festa é mista, meninas! Agarrem seus maridos que a verdadeira festa vai começar.

Gritinhos eufóricos.

Pensei novamente em como conheci Jenny.

Nós éramos tão diferentes já naquela época. Talvez a história de que os opostos se atraem deu certo pra gente. Ela era animada, comunicativa. Eu sempre fiquei na minha, falava o necessário. Nunca tive amigos da minha idade, as pessoas que conversava eram amigas dela, e que por educação conversavam comigo.

Peguei um mini-churros na mesinha, e mais uma taça para engolir tudo aquilo. Não o churros, mas esse lugar, essas pessoas.

É estranho você sentir falta de um lugar em que não se sente completa, mas sinto falta da minha casa na Califórnia. Principalmente agora.

— Claire, esse é o Sam 2.0 — Jenn se aproximou.

— Oi, Claire. — ele me abraçou — Você continua emburrada, né? — não contive meu riso.

— Sam! — a noiva o advertiu.

— E você sempre bem humorado. — sorri — Faça essa mulher feliz, está me ouvindo? Senão eu contrato Deus e o mundo para te fazer se arrepender.

— Sim, senhora! — bateu continência — Bom te ver, Claire emburrada.

— Digo o mesmo, Sam. — Jenny revirou os olhos.

— Me desculpe por isso, ele anda tão nervoso com o casamento que acho que bebeu demais na despedida de solteiro.

— Não se preocupe com isso, Jenn. Hoje é o seu dia, se divirta. — ela sorriu.

— Obrigada pelo presente, de verdade. Eu não sei nem como te agradecer.

— Se divertindo, talvez? — a abracei — Aproveite sua festa de despedida, seu casamento, e sua lua de mel.

— Com toda certeza. — me largou — Eu vou dar uma água para ele.

— Faça isso, até amanhã. — virei seguindo para o lado oposto.

— Claire.

— Sim? — me fitou em silêncio.

— Ele vai estar lá, você sabe.

— Sim. — tinha uma chance grande disso acontecer, eu sabia.

— Eles são amigos do futebol, e ele só não veio hoje por conta do pai que, bem, você sabe.

— Sim, mas não tem problema, sério. — falei alto o bastante tentando me convencer — Já é hora de seguir em frente, não é?

— Eu te conheço como ninguém, Claire.

— Eu também me conheço, Jenn. Não vou voltar atrás.

— Não adianta discutir com você, é pior do que um bêbado. — disse irritada.

— Eu não to bêbado! — Sam levantou o dedo como se estivesse discursando.

— Até amanhã. — Jenn apoiou o noivo nos ombros, entrando em casa.

A noite já tinha caído, assim como a maioria dos maridos. Notei que perto deles garrafas ainda cheias de bebida estavam intactas. Uísque da melhor qualidade, caro. Pra que desperdiçar?

Fui até lá sorrateiramente e peguei uma das garrafas. Eu não ia dirigir mesmo.

Abri o lacre devagar, a garganta coçando.

— Todas as mulheres estão no champanhe..

— Minha mãe já dizia que eu não sou todo mundo. — despejei o líquido no copo.

— Então é verdade o que Sam disse, Claire Walsh, a rainha do gelo, voltou para casa. — me virei para encara-lo.

— Olá, Mike. — estendi a garrafa — Você não deveria estar lá com sua esposa? Becca, Tory, algo assim.

Ele riu.

— Típico de você essa superioridade. — levantei uma sobrancelha. Ele continuava o mesmo, só que o cabelo agora estava grisalho. — Tory é uma boa esposa, decente. — sorriu com o canto da boca.

— Guarde seus insultos para você, Mike. — me aproximei dele, chegando perto do seu ouvido, quase sussurrando — Utilize essas palavras que estão na ponta da sua língua para falar para ela durante o sexo.

Ele apertou meu braço.

— Continua violento, não é? — seus olhos soltavam faíscas de raiva.

— Está acontecendo alguma coisa? — Virei-me para a porta.

— Não. — Mike respondeu de supetão, me largando. — Só estou conversando com uma velha amiga. — riu falso — Adam, essa é a Claire.

Permaneci parada.

— É um prazer, Claire. — ele estendeu a mão. Apertei por educação.

— Eu tenho que ir. — peguei a garrafa em cima da mesa — Foi bom falar com você, Mike. Felicidades ao casal. — mostrei os dentes e saí.

Passando pela porta notei que uma névoa pairava pelo ar, e com ela o frio apareceu. Fechei os botões do casaco, eu tinha alguns quarteirões até o hotel.

— Pensei que só eu tivesse a sorte de ser tratado tão amistosamente por você, mas parece que não sou tão especial assim. — me limitei a fita-lo.

— Só pelo fato de que você conhece Mike, isso demonstra que você é especial, que é burro. — sua risada ecoou.

— Nossa, realmente estava acontecendo alguma coisa ali.

— Não estava, e me mesmo se estivesse eu não lhe devo satisfações. Não nos conhecemos.

— Nos conhecemos sim, nós passamos horas juntos no avião. Vai dizer que conversa mais com seus amantes de uma noite do que conversou comigo? — encarei-o — Viu? Você está sem resposta, eu tenho razão.

Continuei andando em silêncio.

— Para sua informação eu não sou amigo daquele cara, na verdade eu acho ele um idiota. Passou o tempo inteiro gritando para todo mundo que trai a mulher com sua secretária e ela não desconfia de nada.

— Ele é um idiota, sempre foi. — tomei um gole — Por que você tá me seguindo? Eu devo gritar e dizer que você quer me atacar?

— Pelo que pude analisar é mais provável você me atacar, não o contrário. — levantei uma sobrancelha — E nós estamos hospedados no Hampton, vi você chegando hoje cedo.

— Aliás, obrigada por ter pego meu táxi.

— Nós poderíamos ter dividido! — falou na defensiva — Não só o táxi, como também o quarto..

— Você é um babaca. — andei mais rápido, já avistando o hotel.

— Qual é, Claire! Eu posso estar levemente embriagado, coisa que você também está, mas não fui o único que sentiu essa atração.

— Boa noite, Adam. — empurrei as grades do portão.

— Estou no quarto 24, se você quiser.. — gritou.

— Tchau, Adam. — tirei o salto carregando-o em uma mão, enquanto levava a garrafa na outra.

Virei para trás.

Ele definitivamente não era de se jogar fora.

Notas finais
Perguntinhas: 1- O que acharam do Adam nesse capitulo? 2- O que aconteceu entre o Mike e a Claire? 3- Curtiram a Jenny? Então? Gostaram?? Não esqueça de deixar seu comentário que me ajuda pra caramba, okay? Muito obrigada pelo apoio! Nos vemos em breve, Um ótimo final de semana, Se cuidem! Beijão~