Não Deixe O Amor Passar

10 Capítulo 10 - Linda como você!


Notas iniciais
Agradeço a vocês minhas leitoras que acompanham a fic pelo carinho e pela paciência comigo... Meu sincero Obrigada!
Mais um capítulo para vocês!
Ah, sem esquecer de dizer que é hot... Então, enjoy!

Ele estava maravilhado. Podia parecer coincidência, mas ele achava que era uma resposta para seus pedidos íntimos. Sara estava vestida da mesma forma que em seus sonhos. Estava maravilhosamente linda. Ele se apressou em dizer:

_ Sara... você aqui! Não devia estar trabalhando? – ele perguntou. O seu lado ético sempre vencia as batalhas.

_ Devia. Mas não agüentei de saudade de você. Eu tinha que te ver... – ela disse olhando para o chão, ainda um pouco tímida pela tomada de iniciativa.

Percebendo a demora em fazê-la entrar, Grissom abriu espaço e disse:

_ Como eu sou tolo! Entre Sara!

Ela entrou e observou fascinada aquela imensa suíte.

_ Sei que esse não é o seu quarto, mas imagino que sua casa ou apartamento em Las Vegas deve ser semelhante a este espaço...

Ele parou para pensar e constatar que de fato era verdade. Devia ser por isso que se sentia tão bem naquele ambiente.

_ O meu apartamento parece sim com este aqui. Com uma pequena diferença. O tamanho. Meu apartamento não é tão grande.

Eles riram. Estavam cientes da corrente elétrica que percorria seus corpos. Sara ainda ria, mas já não era pela conversa que tiveram. Ela não tirava os olhos da parte de baixo do corpo de Grissom. Ao levar o olhar para a mesma direção, só então ele percebeu que a recebera apenas de toalha. Envergonhado, disse:

_ Me desculpe, Sara, recebê-la desse jeito. É que eu não esperava...

Ela não o deixou terminar.

_ Não se preocupe, eu gostei da visão.

Ele se aproximou de Sara, sem se importar com sua aparência. Passou a mão suavemente pelo seu rosto.

_ Você é tão linda! – ele disse e logo enterrou os lábios em seu pescoço.

Ela soltou um gemido de satisfação.

_ Ninguém nunca me disse isso.

Grissom colocou a mão em concha sobre o seio de Sara, acariciando-o através do tecido de sua blusa. Ele fez uma trilha de beijos até o pescoço e a orelha, e começou a mordicar o lobo.

Sara estremeceu, uma dor quente começou a florescer entre suas pernas. Ela emitiu um pequeno ruído engasgado quando a língua de Grissom penetrou demoradamente em sua orelha.

_ Oh, Gil...

_ Mmm-hmmm? – ele respondeu distraído, com a atenção em outro lugar, enquanto lhe desabotoava a calça jeans e tentava livrá-la daquele empecilho.

_ Não acha que estamos indo rápido demais não? – ela perguntou com o pouco de senso de juízo que lhe restava.

_ Não – ele garantiu enquanto jogava a peça que conseguira tirar com êxito. Ele deslizou a mão pela perna dela, observando a minúscula peça que ocultava o objeto de seu desejo.

O sangue latejava em seu corpo. Tudo que precisava fazer era tocá-la, beijá-la, até mesmo olhá-la, e ele já ficava tremendamente, dolorosamente excitado. Ele a pegou no colo e a carregou para a cama. Tirou-lhe a calcinha sem desviar o olhar de seus lindos olhos. Tirou a toalha que lhe cobria a semi-nudez. Sentou-se na cama encostado-se à cabeceira, agarrou-a pela cintura e guiou-a para seu colo, de modo que se sentasse de frente para ele.

Suas línguas se enlaçaram em uma longa dança de amor, enquanto as mãos de Grissom deslizaram ansiosamente sob o seu torso coberto pela blusa. Seus polegares acariciaram os botões de seus mamilos até eles estarem duros e inchados, comprimindo-se sob o tecido. Ele desceu as mãos para suas pernas, acariciando-as dos tornozelos, passando pela pele macia e nua, até finalmente alcançar o tórrido centro.

Quando ele sentiu a umidade descendo entre as pernas dela, deu um suspiro longo e trêmulo.

_ Oh, minha doce, doce menina – era a primeira vez que ele a chamava assim, e ela gostou – Você está pronta para mim tão rápido.

_ Eu sinto muito – sussurrou Sara, envergonhada, escondendo o rosto em seu ombro.

_ Oh, não, não sinta. Isto é maravilhoso. Você é... deliciosa – Sua voz era rouca.

Ela se movia sem parar de encontro à sua mão. E ele a satisfez acariciando gentilmente as dobras macias e lisas de carne até que ela gemesse e tremesse de prazer. Finalmente ele retirou a mão por um momento para se livrar da cueca e deixar a masculinidade saltar, livre, pulsante. Sara o sentiu pressioná-la, e seus olhos se arregalaram ligeiramente com essa excitação. Ela se ergueu um pouco e se moveu ao seu encontro, acariciando a carne túrgida com a própria feminilidade tórrida. Grissom inspirou fortemente com essa sensação e fechou os olhos.

Quando não podia mais agüentar o jogo atormentador, ele a guiou até seu sexo, empurrando seus quadris para baixo até que ela estivesse totalmente encostada nele. Grissom observou o jogo de expressões sensuais – a oscilação entre a surpresa, satisfação e fome – em seu rosto, enquanto ela descia lentamente, até que em fim estivesse totalmente cheia dele. A cabeça de Sara tombou, frouxa, para trás, expondo o longo e branco pescoço, e a expressão de seu rosto se fixou com sensualidade. Vendo seu prazer apaixonado, estando profundamente dentro dela, Grissom sentiu como se fosse explodir. Ainda assim, não poderia permiti-lo; estava ansioso demais por saborear o momento, a alegria de tomar o que oferecera de tão boa vontade, o prazer supremo de chegar ao clímax dentro dela e de senti-la se convulsionar de prazer também.

Ele se ergueu e retirou a blusa, para expor os seios cobertos pelo soutien. Traçou uma trilha de beijos pela extensão alva do seio até a ponta trêmula. Suas mãos penetravam dentro da pequena peça, liberando os globos brancos e macios de seu cárcere. Segurando-os como se fossem frutos suculentos, ele enterrou o rosto entre eles, inalando seu perfume, esfregando as faces e lábios na pele macia. Depois, começou a prová-la, beijando-a, mordiscando-a, e traçando os mamilos com a língua. Cobrindo os dentes com os lábios, ele sugava os mamilos até provar uma ingurgitação rósea, depois suavemente, lentamente, os estimulou com a língua.

A cada nova sensação, Sara se movia inconsciente sobre ele, despertando-lhe novas delícias. Gemendo, ela enterrou os dedos nos cabelos de Grissom, e começou a movimentar os quadris em círculos. Arfando, ele lutou para retomar o controle, para saborear cada momento de prazer enlevado. As mãos de Grissom foram até os quadris de Sara, guiando-a, dminuindo e aumentando a pressão e velocidade dos movimentos, excitando a ambos quase que além de seus limites. Depois, finalmente, ela gritou de prazer e se convulsionou em torno dele, tremendo e sacudindo-se, e ele não pode mais se conter. Escondeu o rosto em seus seios, as mãos buscando seus quadris, enquanto a penetrava, fazendo jorrar sua semente dentro dela, o rouco grito de alegria abafado contra sua pele.

Eles permaneceram deitados enquanto as respirações voltavam ao normal. Ele levantou, e procurou algo entre suas coisas, achando-o logo em seguida. Grissom ofereceu um pijama seu para ela. Por mais tentador que fosse, ele sabia que deveriam descansar. Os últimos dias haviam sido carregados de emoção e fechados com chave de ouro. Ela aceitou e tratou de vesti-lo. Permaneceram na cama, entre deitados e sentados. Ainda estavam exaustos pela amplitude do prazer. Sara descansou a cabeça no ombro de Grissom, tonta e fraca de alegria. Os braços dele estavam a sua volta, e a face descansava em seu cabelo. Eles estavam unidos, tocando-se em toda parte, e de vez em quando ele lhe dava um beijo trêmulo em seus cabelos e rosto, ou a acariciava levemente. Ela se assustou quando ele falou:

_ Desde o momento que te vi, desde o momento que olhei em teus olhos, havia algo sobre você, eu sabia.

_ Sabia o que? – ela perguntou curiosa.

_ Eu sabia que você era única na vida. Um tesouro quase impossível de se encontrar. E eu sei como sou sortudo por ter você.

_ Por quê?

_ Porque eu vi arco-íris que poderiam tirar o seu fôlego, a beleza do sol poente em qualquer dia e quando se trata de estrelas cadentes, eu já vi algumas. Mas eu nunca vi nada tão lindo como você!

Ela enrubesceu ante o comentário e declaração. Nunca ninguém tinha lhe falado palavras tão belas. Ele a aconchegou ao peito ainda mais e continuou:

_ Eu não posso acreditar que tenho você. Eu não posso acreditar que tenho você aqui em meus braços. Eu estive esperando a vida toda por você, por você – ele respirou fundo – E eu sonhei com você, retratada em minha mente que eu podia ver, mas eu nunca imaginei como você seria linda...

_ Sou linda? Mesmo estando com pijamas velhos, chinelos de dedos... – ela pegou uma mecha do cabelo mostrando para ele – e com os cabelos emaranhados?

_ Ainda mais – disse puxando-a para mais um beijo.

Ela adormeceu em seus braços. E momentos antes de render-se ao sono, pegou o caderno e leu o próximo conselho, também curto como o anterior.

”Se você achar a pessoa maravilhosamente linda, mesmo ela estando de pijamas velhos, chinelos de dedos e cabelos emaranhados...”

Com um sorriso nos lábios, ele dormiu satisfeito e realizado.

Notas finais
E aí gostaram? Mereço reviews?
Recomendações são bem vindas e alegram o coração da escritora!
;)