Não É Fácil

1 A chuva de meteoros


Notas iniciais
*Oi pessoal, espero que gostem da minha nova fic.
Eu quis fazer algo diferente, então como existem fics maravilhosas com Brittana super heroínas em inglês e quase nenhuma em português, eu resolvi escrever uma.
É um crossover Glee/Smallville/Superman.
Os personagens fixos são: Brittany, Santana, Rachel,Mike,Sugar,Sebastian,Quinn, Sam e Amanda(personagem original) além dos pais de alguns deles. Alguns outros personagens de Glee farão aparições esporádicas.
*Espero que se divirtam lendo a fic, que terá um pouco de tudo, romance, humor, drama,ficção científica,ação, etc...

Kryptonopolis, Planeta Krypton, Estrela Rao, 50 anos-luz da Terra.

A mulher de cabelos lisos e dourados abraçava firmemente a sua filha. Em poucos minutos elas estariam se separando para sempre. Seus olhos se fixaram nos olhos da menina, que tinha apenas poucos meses de vida, e ambos eram de um azul profundo.

Seu coração doeu, era triste ter que abrir mão de uma pessoa que ela amava mais que a sua própria vida, mas não havia outra escolha, essa separação era a única forma de salvar a vida de Kara Jor-El, a última filha de Krypton.

“Lara, temos que ser rápidos.” Jor-El, um homem alto de olhos esverdeados e cabelos e barba também dourados . A mulher abraçou a menina mais uma vez, e a beijou na testa. “ A nave está pronta.”

“Você tem certeza que ela vai ficar bem?” A mulher perguntou, mesmo sabendo que não colocar sua filha naquele foguete iria condená-la ao mesmo fim que ela, seu marido e todos os outros kryptonianos.

“Lara, sob um sol amarelo ela será deusa, ela conquistará aquele planeta, todos sucumbirão diante de seu poder.” Ele respondeu, porque sabia que para onde sua filha iria não haveria nenhuma criatura capaz de derrotá-la. Ela seria indestrutível, praticamente imortal. “Eu não posso deixar nossa filha morrer como todos os outros.”

“Eu sei, eu sei.” Lara respondeu, e seguiu o marido até a sala onde o foguete esperava para levar a menina para onde daquele planeta moribundo.

Krypton era um dos cinco planetas que orbitavam a estrela Rao, o único com vida, inteligente e avançada. Os kryptonianos eram uma raça superior, cheias de conhecimentos e tecnologias avançados, respeitados por muitos outros seres de diversos planetas. O planeta vivia seu auge, praticamente uma utopia, mas tudo mudou quando Jor-El descobriu que aquilo teria tempo para terminar.

Há muitos anos atrás um grupo terrorista conhecido como Zero Negro se rebelou contra o atual governo do Erradicador, gerando uma guerra mundial que devastou o planeta por cem anos, e nesse período eles criaram bombas nucleares, que atingindo o núcleo do planeta, e que se transformou em kryptonio, que começou a gerar danos, como grandes cataclismos por toda Krypton.

Jor-El como um grande líder cientista e membro do conselho de Krypton, ao descobrir isso tentou alertar os demais, mas ninguém além de sua esposa e seu irmão mais novo, Zor-El, deram ouvidos aos alertas do cientista, e agora o planeta estava a poucos minutos de sua destruição eminente.

Lara entregou sua bebê para o marido que a abraçou forte, antes de depositá-la naquele pequeno foguete caseiro construído por ele mesmo em semanas para salvar a vida de sua pequena filha.

“Ela vai chegar no destino exato em que eu programei, não se preocupe Lara.” Jor-El disse mais uma vez a esposa. “Adeus Kara.” Ao dizer isso Jor-El fechou a nave e apertou alguns botões afastando-se dela, abraçado à esposa.

Assim que a nave decolou, um forte tremor atingiu Krypton, e esses tremores estavam cada vez mais violentos, o que acabou causando rachaduras nos solos que liberaram as substâncias altamente tóxicas esverdeadas que mataram milhões de kryptonianos nos últimos meses.

Naquele momento essa substância havia tomado conta de todo o solo Kryptoniano, e os que ainda estivam vivos não restaram muito tempo, pois em questão de minutos o planeta alcançou seu ponto de ebulição e irreversível final, explodindo. Agora o que restava de Krypton eram apenas meteoros esverdeados, as kryptonitas, e algumas dessas rochas acabaram orbitando em volta do foguete da pequena Kara Jor-El, que seguia rumo ao planeta Terra.

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3 anos depois, Smallville, Kansas, 16 de Outubro de 1998

Smallville era aquela típica cidade de interior norte-americana, de população pequena e em sua maioria rural, que viviam basicamente do cultivo do milho, e por essa razão a cidade conquistou a fama nacional de capital do creme de milho.

Como em outras cidades pequenas do centro dos Estados Unidos, o mês de Outubro era marcado pelas festividades do Homecoming, um festival que celebrava a volta as aulas.

Em Smallville o festival era comemorado com diversas atividades, entre elas esporte, e também a mais temida, a famosa tradição do espantalho (scarecrow). Todo ano antes do baile que encerrava as comemorações, os times de futebol americano escolhia um menino, ou o time de futebol escolhia uma menina, então eles o levavam para o meio do milharal, lhe vestiam com uma camiseta branca com um grande S vermelho na frente, e o deixavam lá amarrado até o final do baile.

“Por favor, não me deixem aqui...” A voz chorosa de Dave Karofsky, um adolescente de 15 anos implorava inutilmente para dois adolescentes maiores que o amarravam naquela cruz de madeira, enquanto um terceiro observava rindo.

“Cale a boca, mariquinha.” O rapaz falou. O time de futebol americano havia escolhido o jovem Dave para ser o espantalho daquele ano devido à sua sexualidade questionável. “Isso é para você aprender a ser homem.”

“Por favor, por favor...” O garoto insistiu, desesperado.

“Não se preocupe, bichinha, nós voltamos mais tarde.” Ao dizer isso, os três rapazes saíram.

“Por favor, não façam isso comigo, por favor, por favor...” Os rapazes apenas riram debochadamente e seguiram seu caminho, deixando para trás um adolescente fragilizado abandonado a própria sorte.

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Os fazendeiros Jonathan e Martha Pierce que viviam em seu rancho aos arredores de Smallville naquela tarde resolveram ir até a cidade, para comprar flores para o jardim que a mulher estava planejando fazer, e para isso eles foram até a floricultura de Laura Lopez, a nora de sua vizinha Alma, uma criadora de cavalos.

Assim que eles chegaram no local, eles encontraram a pequena filha de Laura, Santana, uma menina de três anos, de pele morena, cor de caramelo, cabelos lisos e negros brilhantes, lábios grossos que muito lembrava a sua mãe. A menina usava uma fantasia de fada cor-de-rosa, com um chapéu e uma vara de condão com uma estrela cheia de gliter na ponta.

“Olá.” A menina os cumprimentou.

“Olha só o que temos aqui, uma fada.” Martha falou sorrindo, ela tinha cabelos ruivos e olhos castanhos escuros.

“Uma fada princesa.” A menina a corrigiu. “Faz um pedido.” Martha e Jonathan sorriram, “Já fez?” Quando Martha assentiu com a cabeça, a menina sorriu. “Abracadabra.”

“Ei Santana, o que você está fazendo?” Laura perguntou, saindo do fundo de sua floricultura e encontrando o casal Pierce. “Olá Jonathan, olá Martha.” A bela morena os cumprimentou sorrindo e aproximando-se Santana e acariciando seus cabelos.

“Olá Laura.” O casal respondeu em uníssono. “Vieram comemorar a Homecoming também?”

“Não, nós só viemos buscar tulipas para o nosso jardim.” Jonathan respondeu simpaticamente.

“Ah sim, só um minuto.” Laura foi até o fundo da loja e Martha a acompanhou.

“E você Laura, vai comemorar o final desse festival?” Ela perguntou.

“Eu vou ao baile da escola, daqui a pouco Javier chega aqui com a mãe dele para cuidar de Santana.” A latina respondeu, se aproximando de suas tulipas.

“Vermelhas, por favor.” Laura pegou uma porção de tulipas vermelhas. “Essas são lindas.” Laura entregou as flores à Martha.

“Eu também adoro Tulipas, elas são flores muito bonitas e muito simples também.” Laura comentou, então elas ouviram as vozes de um homem conversando com Jonathan. “Javier chegou.”

As duas mulheres voltaram para a frente da floricultura, onde o professor de história em Smallville High, Javier Lopez e sua mãe, Alma conversavam com Jonathan.

“Olá Martha.” O homem a cumprimentou. Santana estava em seu colo.

“Olá Javier, olá Alma.” Martha disse sorrindo, e a sua vizinha a cumprimentou.

“Mas papai que queria ir...” A menina insistiu, mas Javier.

“Não vai dar Santana, isso é uma festa para adultos, mas eu prometo que se você se comportar na semana que vem nós vamos todos para o parque de diversões de Metropolis.” Santana sorriu. “Você promete que vai ficar boazinha aqui com a abuela?” A menina assentiu com a cabeça. “Boa menina.”

Martha admirou a cena com um sorriso no rosto, um de seus maiores sonhos era ser mãe, mas infelizmente ela nunca o conseguiu, e mesmo sabendo ser inútil quando a pequena Santana lhe disse para fazer um pedido, ela desejou um filho.

“Bom, nós temos que ir agora.” Jonathan falou, e olhou para Laura. “Quanto ficaram as flores?”

“Cinco dólares.” A mulher respondeu, então o fazendeiro lhe pagou com uma nota.

O casal Pierce se despediu da família Lopez, e foi para a sua caminhonete que estava estacionada do outro lado da rua da floricultura.

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“Abra os olhos Sebastian.” Lionel Smythe falou para o filho, que cobria os olhos com as mãos, aterrorizado por estar andando de helicóptero, e altura era o seu maior medo. “Você é um Smythe, e nós somos líderes natos, nós não temos esse luxo chamado medo.” As palavras de Lionel não fizeram nenhum efeito, pois o garoto continuou com os olhos fechados, e tremendo de medo.

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“Santana você promete que vai ficar boazinha com a abuela até a mamãe voltar?” Laura perguntou para a sua pequena filha, antes de lhe dar um beijo na testa. “Logo nós estaremos de volta.”

“Tudo bem, mamãe, eu vou me comportar direitinho.” A menina prometeu e sorriu para a sua avó, que estava ao lado de seu pai. Alma sorriu de volta.

“Santana e eu somos grande amigas, não é Santana?” Alma falou, e a menina concordou.

“Então, está na hora Laura.” Javier falou após olhar para o relógio.

O casal Lopez saiu da floricultura e entro em seu carro que estava estacionado do outro lado da rua. Alma e Santana acenaram para eles mais uma vez, e Laura mandou um beijo para a filha antes do carro sair.

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Assim que o helicóptero dos Smythe pousou no heliporto da ‘Smythe Corporation’, Sebastian se desvencilhou de seu pai que estava distraído conversando com dois sócios, e foi andando pelo campo Riley.

Em poucos segundos, ele estava longe da empresa de seu pai, e pensando em voltar quando ouviu um choro. Ele parou, estava amedrontado.

“Socorro...” Ele ouviu outra vez, e olhou para os lados, mas não havia ninguém lá. “Por favor, alguém me ajude.”

Nesse momento o pavor tomou conta de Sebastian e ele começou a correr, até que tropeçou.

“Socorro...” Ele ouviu outra vez, ainda mais próximo, e quando seus olhos se levantaram ele viu aquele adolescente amarrado na cruz de madeira, chorando. “Por favor menino, me ajude...” Sebastian ficou paralisado, e ele teve muito medo, então quando conseguiu se levantar, deixando o adolescente ali mesmo. “Por favor, por favor...” Karofsky insistiu, mas Sebastian correu sem olhar para trás.

O adolescente continuou chorando, sozinho.

Após alguns minutos ele viu um ponto brilhante surgindo no céu que foi crescendo cada vez mais, e lhe fazendo ficar ainda mais agitado. Quando o ponto atingiu o solo, uma onda de calor e poeira atingiu o garoto amarrado e lhe fez perder a consciência instantaneamente.

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Santana pintava um desenho e Alma folheava uma revista desinteressada quando ela percebeu a movimentação estranha na rua. Ela espiou através da janela e viu que as pessoas estavam todas olhando para o céu. A mulher, curiosa, pegou a neta no colo e saiu para ver o motivo daquela movimentação.

Assim que ela olhou para cima, um risco de poeira escura cortava o céu de Smallville, e as pessoas todas se perguntavam o que era aquilo. Santana olhou para ela e Alma viu o medo nos olhos da menina.

“O que é isso, abuela?” A menina perguntou, mas Alma não respondeu, e foi quando um outro ponto brilhante surgiu no céu. Pressentindo o perigo, Alma correu para dentro da floricultura, e a trancou, escondendo-se com Santana atrás de uma prateleira no fundo.

O enorme barulho da queda do meteorito fez os vidros da floricultura tremer. Santana começou a chorar.

“Papai, mamãe...” Ela falou desesperada.

“Calma Santana, vai ficar tudo bem, vai ficar tudo bem.” Alma lhe assegurou, tentando não perder a calma, mesmo sabendo que algo muito ruim estava acontecendo.

Na rua as pessoas gritavam e corriam desesperadas, e os barulhos das quedas das rochas eram intermináveis. A cidade de Smallville estava sendo atingida por uma chuva de meteoros.

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Martha e Jonathan estavam assustados, por pouco um dos meteoros não atingiu sua caminhonete na estrada.

“Oh meu Deus, o que será isso?” Martha murmurou, quase em lágrimas.

“Eu não sei Martha.” O homem respondeu, no exato momento em que uma das rochas caiu logo em frente de sua caminhonete, fazendo-o desviar bruscamente, e por conseqüência, capotar seu carro.

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Alma e Santana continuavam abraçadas, e a menina ainda chorava sem parar, quando finalmente o tal fenômeno pareceu terminado.

Alma se levantou e abriu a floricultura e surpreendeu-se ao ver a cidade praticamente destruída, algumas pessoas pareciam traumatizadas, outras choravam e outras estavam incrédulas. Alma só pensou em seu filho e Laura, naquele momento, desejando que eles chegassem logo em casa, e para que nada de ruim tivesse acontecido na escola.

Quando um jovem machucado passou por ela, e outro perguntou o que havia acontecido seu coração tremeu.

“Um meteoro caiu na escola, caiu no ginásio, no momento do baile...” O adolescente machucado falou sem força.

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Quando Martha abriu seus olhos, ela agradeceu pelo seu carro ter capotado, porém não ter ficado de ponta cabeça. Ela olhou para o marido que acabara de acordar também.

“Martha, você está bem?” Jonathan perguntou à esposa, que olhava fixamente para uma direção, que os olhos do homem acompanharam.

Em meio a fumaça havia uma criança de cabelos dourados, e os olhos em um tom de azul marcante. Ela sorria para o casal, como se já os conhecesse. Martha olhou para o marido, e os dois saíram do carro imediatamente.

O casal se aproximou da menina que continuou sorrindo para eles, mas não dizia nada. Ela não devia ter mais do que uns quatro anos de idade.

“Oi.” Martha foi a primeira a tentar uma aproximação, agachando-se em frente a menina, que continuava com aquele mesmo sorriso, mas parecia indiferente ao seu cumprimento. “Você está bem?” Ainda sem nenhuma resposta. “Me diga, como você se chama?” A menina não respondeu, e Martha olhou confusa para o marido que observava tudo em silêncio.

“Ela não parece entender nada do que você está falando, Martha.” Jonathan falou intrigado, porque se já não bastasse a estranheza de uma menina aparecer no meio do nada em meio a uma chuva de meteoros, e ainda por cima não entender nada do que sua esposa estava lhe falando. Naquela idade crianças sabiam conversar e tinham certa noção das coisas. O homem porém não acreditou no momento em que sua esposa abraçou a menina. Não era difícil de se imaginar no que ela poderia estar pensando naquele momento. “Martha, não pense nisso, nós não podemos.”

“Mas Jonathan, é como se o destino a estivesse colocando em nosso caminho.” A mulher argumentou, e mesmo sem dizer uma única palavra era como se aquela menina estivesse pedindo o mesmo para o fazendeiro com o seu olhar.

“Martha, essa criança tem pai e mãe, você sabe que as coisas não se resolvem assim.” O homem contra-argumentou, e suspirou. “Eu sei que você quer muito um filho, mas nós não podemos ficar com uma criança que achamos perdida na estrada.”

“Jonathan nós não a achamos, ela nos achou.” Martha disse, e Jonathan sacudiu a cabeça, quando Martha tirou sua própria jaqueta e enrolou a menina que não estava vestida com nada além de uma pequena bermuda, e enrolou em volta dela, protegendo-a do clima gelado. Em seguida ela pegou a menina no colo.

Ainda contrariado deu alguns passos para longe de sua esposa e a criança, quando ele avistou uma cratera de tamanho considerável. Ele caminhou até lá e teve uma grande surpresa. O que a causara não fora um meteoro mas sim um objeto que se assemelhava a uma nave.

Ele engoliu seco diante da imagem que parecia ter saído diretamente de um filme de ficção científica. Quando ele virou-se para contar à Martha o que acabara de ver, ele deu de cara com sua esposa, a menina em seu colo olhando para a nave.

“Sim, Jonathan, ela tem pais, mas eles provavelmente não são do Kansas, ou qualquer lugar perto daqui.” Martha falou, e deu um beijo na testa da menina em seu colo. Jonathan suspirou fundo.

“Tudo bem Martha, vamos ficar com ela, mas esse segredo deve ser mantido a sete chaves, até que chegue o momento certo dela saber.” Ele falou. “Amanhã mesmo nós daremos entrada nos papéis de adoção.”

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Próximo capítulo: O espantalho

Treze anos após a chuva de meteoros que devastou Smallville, a cidade se reconstruiu e mais uma vez está comemorando o festival Homecoming.

Os adolescentes da cidade querem apenas aproveitar as festas e fugir da temida tradição do Espatalho, mas as coisas saem do controle quando uma antiga vítima dessa ‘brincadeira’ volta em busca de vingança.

Notas finais
*Então, gostaram desse primeiro capítulo? Ansiosos para o próximo? Eles serão bem mais longos.
*Por favor deixe um review dizendo o que você achou do primeiro capítulo, o que deve melhorar, seus personagens preferidos, a dinâmica da história, qualquer coisa que vocês achem que eu deva fazer, etc... Todos os reviews serão muito apreciados.
*No mais, quem assistiu Smallville já conseguiu perceber quem foi 'trocado' com quem nessa fic? Ou tem alguma ideia de quem é o aluno que busca vingança? haha
*Obrigado por lerem a fic e até a próxima.