Máscara

10 O Fim - Parte I


Notas iniciais
Quero primeiramente pedir desculpas a todos, pela demora dos posts, pela demora que estou tendo em postar agora. Tive um forte bloqueio pra escrever essa fic, espero que entendam. Comecei alguns dias a preparar um cápitulo, o último cáp. e vou posta-lo em duas partes. A primeira parte é essa e vou postar agora (Avá ¬¬). E a segunda, espero que antes do final de semana, ainda estou preparando-a. Vocês se perguntam: "o último cápitulo, já?" E eu lhe respondo que sim, pois era isto ou 'trancar' a fic por tempo indeterminado e eu acho que vocês já sabem mais ou menos o final, e peço desculpa pela minha previsibilidade, mas lembrem-se que vocês podem saber o final assim, resumido, mas acho que terá uma grande surpresa (espero que seja realmente uma surpresa). Desculpem novamente, e espero, de todo coração que vocês tenham gostado da fic assim como eu gostei de escrevê-la pra vocês. Acho que perdi muitos leitores na metade do caminho, mas a vida é assim, acredito também que haja muitos leitores fantasmas e peço a esses que apareçam. Mas agradeço a todos os leitores, principalmente os que acompanharam desde o começo, aqueles que mandaram muitos reviews. Muito obrigada.ATENÇÃO: O CAPITULO A SEGUIR NÃO É RECOMENDADO A MENORES DE 16 ANOS. Vocês foram avisados [=TMJ pertence ao Mauricio de Souza e suas produções, só seria meu se fosse sonho.HOEAHOEAOH

– Narração Mônica –

Eu não acredito nisso. A Magali aprontou comigo, e dessa vez eu não pretendo perdoar. Pelo menos ela pegou detenção. Agora eu estou meio perdida. Tipo, não tenho mais segurança pra desabafar, me preocupo o tempo todo e tenho que cuidar em esconder a barriga. Sim, grávida de cinco meses. As pessoas estão começando a notar, nos quatro primeiros meses não era tão visível, pois sempre fui um pouco gordinha, agora estou recorrendo a usar roupas largas e cinta-liga. A Carmem é a única que sabe, oficialmente. E o pior é que eu nem sei de quem é o filho. Depois de eu ter transado com o Fábio, eu fiz com o Cebola, quase um mês depois e o Cebola não tinha usado proteção. Eu não sei de nada, simplesmente de nada.

– Narração Magali –

Agora eu sei de tudo. A Mônica está grávida, e nem sabe quem é o pai. Sim, ter amigas influentes na hierarquia escolar é muito bom. Mas convenhamos que nem a Mônica merecia estar grávida. Claro que ficar grávida não é ruim, mas no tempo certo e adolescência não é esse tempo. Estamos em constante mudança, sempre sofremos com isso, mas isso que é crescer. Eu estou indo na casa do Cas, ele me convidou pra assistir ‘Atividade Paranormal’. Eu tenho medo de assistir, mas ele vai estar lá então nem preciso me preocupar.

– Narração Cascão –

Magali está vindo aqui e eu estou meio que dando uma arrumada em tudo, coloquei o colchão na sala com o começo encostado na parte de baixo do sofá, e ela chegou. E está linda, como sempre. Um colete xadrez, uma blusa vermelha e uma calça jeans com all star. Combinação perfeita.

_Oi amor. – Eu disse, dando um selinho nela. – Tá linda, entra. – Abri um pouco mais a porta e a deixei entrar. Ela deu um sorriso grande e eu pude ver a felicidade em seus olhos. Eu sabia que ela era virgem e nesse ponto eu me sentia meio culpado, pois não a esperei, tinha uma namorada e isso é bem complicado. Ela se deitou no colchão, eu coloquei o filme e depois me deitei ao lado dela. Eu usava um bermudão jeans e uma regada branca, e tirei os tênis pra deitar. Estava meio frio então nos tapamos. A Magali sentia muito medo do filme, e as vezes eu até ria das suas caretas.

_Do que tá rindo, bobão?

_De ver essas suas caretas. – E eu sorri grande. Ela revirou os olhos. – Mas eu prefiro quando eu não te vejo.

_Como assim? – Por um momento ela parou de prestar atenção no filme, que nesse momento já chegava ao meio.

_Assim ó. — Fechei os olhos e lhe dei um beijo caloroso e cheio de paixão. Demonstrava tudo que eu sentia por ela. Ela hesitou, mas logo em seguida aceitou. Eu coloquei a mão na sua cintura e ela pôs a mão no meu cabelo. Eu dava mordidinhas de leve em seu lábio inferior e a deixava sem o controle da situação, ela segurava os meus cabelos e os acariciava mais fortemente. Eu perdi o controle da minha mão e quando vi, ela já estava na coxa da Magá. Ela soltou um gemido abafado. Ela passava a mão livre pelo meu peito, de baixo da minha blusa. Soltei minhas mãos dela e tirei minha camisa, sem deixar o calor abaixar. As cobertas já estavam no chão e nós já sentíamos calor de mais. Eu coloquei minhas mãos no colete dela e tirei-o vagarosamente.Sentei-me no colchão, com as costas prensadas no sofá, peguei a Maga pela cintura e a coloquei no meu colo, de frente pra mim. Quando ela estava no meu colo, por um momento ela me olhou assustada, então eu percebi que meu bermudão estava com volume, eu estou muito excitado.Mas eu passei a ela um olhar de confiança e voltei a beija-la. Comecei a tirar a blusa vermelha dela e vi seu corpo perfeito, seu sutiã era preto com renda. Eu perdi totalmente a concentração, e ela já me beijava vorazmente. Eu a deitei, ficando por cima dela e deixando nossos corpos totalmente colados. Ela tirou meu bermudão e deixou minha boxer azul totalmente a mostra com um grande volume. Eu parei de beijar a boca dela e comecei a beijar seu pescoço e fui descendo. Beijei entre seus seios, e desci até o umbigo e comecei a subir novamente. Minhas mãos trabalhavam em achar o fecho da sua calça e abri-lo. Missão concluída e meus lábios voltaram a tocar os dela e assim começou o resto da noite. Depois de tudo, estávamos suados e cansados, simplesmente esgotados. Deitamos ali mesmo, já que meus pais estavam fora da cidade, eu a trouxe junto do meu peito e nos abraçamos.

_Essa foi a melhor noite da minha vida. – Ela sussurrou pra mim e logo em seguida dormiu, usando meu peito nu como travesseiro.

_Da minha também. – Sussurrei de volta, mas ela já havia dormido e eu logo adormeci também.

105 dias depois. (três meses e meio)

– Narração Mônica –

As coisas não estão muito boas ultimamente. Não foi fácil dos meus pais aceitarem que teriam um neto tão cedo, quase que fui expulsa de casa. Eu tive várias brigas com a Magali e isso me afeta de certa forma, ela é ou era a única que sabe todos os meus podres, todas as minhas farras, tudo sobre mim. Agora eu nem sei mais em quem confiar, quer dizer, tem a Carmem, mas tenho medo de que ela conte algo para alguém ou espalhe por ai. Mas eu preciso desabafar com alguém, e quem não tem cão caça com gato. Eu estou grávida e porra, nem sei quem é o pai. Bom, pode ser o Cebola ou o Fábio, mas eu não sei dizer ao certo. Eu fiz sexo com o Cebola algum tempo de ter feito com o Fábio, o suficiente pra estar no mesmo mês de gestação, mas não na mesma semana. Eu terminei com o Cê por isso. Medo. Medo de que ele soubesse que estou grávida dele ou do Fábio e que não aceitasse. No entanto, paciência. Toda a escola sabe que estou grávida, por que há uns três meses atrás a Denise espalhou por ai. Tenho certeza que foi a Carmen que contou isso pra ela. O Cê veio perguntar pra mim se o filho era dele, mas eu disse que não sabia, então ele me olhou com desaprovação e saiu andando. Mexeu comigo sabe? Me deixou um pouco pra baixo. Hoje eu vou num dos eventos mais importantes da escola, vou ficar na arquibancada mesmo, não posso participar das lideres por causa da barriga, escolha própria. Tem uns idiotas que ficam me enchendo, mas eu não ligo. Estou indo pra escola, o evento vai ser lá pelas 8 da noite. É um jogo de futebol, aliás, o jogo mais importante da temporada: a final.

– Narração Magali –

A aula passou de uma forma tão chata, mais do que o normal. Acho que é porque estou ansiosa e quero que chegue logo à noite, para que possa ver o jogo do Cas *-*. Aliás, todo mundo tá ansioso pra isso, é a final do campeonato, é final de ano é tudo muito legal. Menos pra quem se mata estudando porque tá em recuperação. Mas tudo é tudo e tudo está bem quando termina bem, lembro que alguém famoso falou isso, mas não lembro quem. Agora estou aqui em casa com a Marina e a Denise, deve ser umas 7 da noite.Estávamos nos arrumando, tudo muito básico, para hoje à noite. Passei uma maquiagem, coloquei uma calça jeans escura, uma blusa preta com uns monstrinhos fofos de estampa e um tênis branco, só pra quebrar o preto. A Marina e a Denise fizeram o mesmo, mas a Marina colocou uma calça jeans preta, um all star e uma blusa branca com um ombro caído e a Denise uma saia cinza claro, e uma camiseta amarela. O Do Contra passou aqui, a pé mesmo, pra nós irmos juntos. Depois do jogo que ele fez um gol contra, o técnico Átila resolveu não arriscar na final. O que pra todos fez muito sentido, haha. Bom, ele tá bem gato, com o cabelo arrepiado como sempre, uma camiseta preta meio solta com a estampa da banda My Chemical Romance, uma calça jeans soltinha e um Nike preto. Eu o vi conversando bem de perto com a Marina e bem, eu nunca pensei neles como um casal, mas ele é o Do Contra, ele vai pra um jogo de futebol todo metaleiro. Você não pode esperar nada concreto dele, é simplesmente imprevisível. Chegamos no estádio e o jogo já tinha começado fazia uns dez minutos. Então o DC foi pegar uns refrigerantes pra gente. Ele voltou com quatro copos numa bandeja, entregou um pra cada um de nós e pegou o dele. Comecei a tomar o meu refri e agora tudo tá ficando escuro, e eu estou ficando com sono...

Notas finais
E é isso por enquanto, espero que gostem e desculpem se ficou algo meio repetitivo, demorei alguns dias pra escrever isso. Mil perdões pela demora e espero de coração que gostem =]Por enquanto é isso e até mais, amores ♥