Notas iniciais
Me divertir muito escrevendo este capítulo apesar de está pequeno espero que gostem!

O sol estava se pondo e sem ele trazia uma brisa fria o que prometia que a noite seria longa para o grupo de viajantes que decidiram acampar em uma campina cheia de flores e ervas altas cercada pela robusta floresta o lugar tinha um cheiro predominante de capim, madeira, ervas e principalmente das flores o que para os humanos era um aroma agradável já para os yokais o cheiro era docemente enjoativo, mas como as meninas gostaram tanto do lugar que Inuyasha e Sesshoumaru não tiveram outra escolha a não ser acatar a decisão.

— Se para mim este cheiro é insuportável para você deve ser dez vezes pior. Disse Inuyasha sussurrando para Sesshoumaru.

— É só prender a respiração hanyo. Debochou Sesshoumaru.

— Keh corta essa Sesshoumaru que você não vai aguentar ficar a noite inteira sem respirar. Respondeu Inuyasha irritado.

— Respire pela boca então se não consegue ficar sem respirar. Sugeriu Sesshoumaru.

— Nossa este lugar é muito lindo! Nem acredito que estou aqui Sesshoumaru-sama. Confessou Rin.

— Hum, se esta do seu agrado Rin acamparemos aqui. Disse Sesshoumaru encantando como Rin se encaixava perfeitamente com aquele lugar a garota parecia uma fada junto com as flores.

— Realmente é muito lindo aqui parece até que estamos em outro planeta. Disse Kagome.

— Muito bela essa campina. Admirou Sango.

— O cheiro deste lugar está me deixando enjoando Kagome. Informou Inuyasha.

— Oh Inuyasha vou fazer um mingau e um chá para ajudar com os enjoos. Disse Kagome.

— Sesshoumaru-sama o cheiro da campina está lhe afetando também? Perguntou Rin preocupada.

— Não, pode descansar aqui eu estou bem não se preocupe comigo. Respondeu Sesshoumaru.

O monge Miroku armou a barraca dele e de Sango com muito trabalho e depois de vários minutos o monge conseguiu. Enquanto o monge armava a barraca Sesshoumaru o observava atentamente como cada peça se encaixava a mesma coisa aconteceu quando Inuyasha foi armar a barraca dele e de Kagome cada detalhe não passou despercebido por Sesshoumaru e assim como Miroku depois de vários minutos e tentativas Inuyasha conseguiu.

Quando Rin foi para armar a barraca dela Miroku e Inuyasha se ofereceram, mas Sesshoumaru tomou a frente e começou armar a barraca tanto Miroku como Inuyasha duvidaram que Sesshoumaru iria conseguir e com passar apenas de dois minutos Sesshoumaru armou a barraca divinamente.

— Exibido. Bufou Inuyasha.

— Hum não sabia que Sesshoumaru tinha tanta habilidade. Zombou o Monge Miroku.

— Quer que eu abra um buraco na sua mão monge parece que sente falta do buraco do vento. Respondeu Sesshoumaru.

Para cortar uma briga que ameaçava a começar Rin tratou de agradecer a Sesshoumaru por tamanho esforço.

— Obrigada Sesshoumaru-sama!

— Vamos precisar de lenha para ascender uma fogueira para que possamos preparar um jantar e também para nos aquecer. Disse Kagome.

— Pode deixar eu vou catar a lenha quer ir comigo Sesshoumaru-sama? Perguntou Rin sem jeito.

Sesshoumaru apenas assentiu com a cabeça e levantou em direção a floresta com Rin. Já Kagome tratou de juntar algumas ervas para amenizar o enjoo de Inuyasha e Sango estava agilizando os preparativos da janta para quando a lenha chegasse tudo está em ordem.

Rin não precisou ir muito longe pois no chão da floresta tinha vários gravetos dos quais ela começou a catar um a um concentrada na sua tarefa, mas a floresta estava bastante escura e era difícil caminhar por ali para ela que era apenas uma humana já para o Dai-Youkai ao seu lado não estava tendo dificuldade nenhuma quando de repente sem querer Rin tropeçou em uma tronco de uma árvore e senão fosse pela agilidade de Sesshoumaru ela iria dá com cara no chão, pois só não caiu por que ele a segurou pela cintura puxando-a para perto de si e com o movimento brusco e pelo susto todos os gravetos foram ao chão e Rin institivamente colocou uma das mãos no ombro de Sesshoumaru. Os dois estavam tão pertos um do outro e sozinhos no meio da floresta que Rin ao perceber tentou se afastar de Sesshoumaru, mas ele continuou a mantendo próximo a ele segurando-a pela cintura.

— Desculpe Sesshoumaru-sama não enxerguei direito e acabei tropeçando. Se desculpou Rin quebrando o silêncio e abaixando a cabeça.

— Rin, está com vergonha de mim? Perguntou Sesshoumaru ouvindo neste exato momento o coração de sua protegida disparar.

— Não Sesshoumaru-sama! Exclamou Rin.

— Rin, não minta para este Sesshoumaru diga o que está lhe incomodando. Disse Sesshoumaru colocando a mão no queixo de Rin fazendo ela o encarar.

Quando os olhos dela encontram-se com o de Sesshoumaru os dois esqueceram-se que estavam em meio a uma floresta escura e ambos permaneciam hipnotizados com o olhar um do outro. Para Sesshoumaru aqueles olhos castanhos de Rin era tudo que ele mais apreciava estava tão absorto naquele olhar que era como se estivesse sendo purificado com tamanha pureza que Rin emanava e o cheiro e a presença dela estava deixando-o inebriado que pouco a pouco foi se aproximando cada vez mais até que seus lábios tocaram os da sua doce protegida.

Sesshoumaru estava tão inebriado com a presença de Rin e com o cheiro que aquela campina exalava que não percebeu que tinha dois curiosos a espreita de uma moita observando o casal, mas se não fossem pela surpresa que aquele gesto havia afetado os curiosos causando agitação de ambos eles teriam passados despercebidos, mas quando Sesshoumaru deu fé que não estava sozinho com Rin logo rompeu aquele beijo passando a ficar no postura protetora na frente dela.

— Quem ousa a observar este Sesshoumaru? Disse Sesshoumaru desafiando.

Ao perceberem que tinha sido notados um dos curiosos quase teve um treco.

— Não quero morrer hoje Inuyasha! Disse o monge se borrando de medo.

— Cala boca Miroku e mantenha a postura. Disse Inuyasha.

— Apareçam agora ou usarei o poder da Bakusaiga! Ordenou Sesshoumaru.

— Vamos morrer Inuyasha! Afirmou o monge Miroku.

Sesshoumaru já tinha voltado em si e com ele os seus sentidos e descobriu que na verdade se tratava apenas de seu irmão e do monge Miroku e estava assustando os dois como castigo por ter interrompido um momento dele e de Rin não podia deixar impune.

— Keh! Sou eu Inuyasha com o Miroku vocês estavam demorando tanto que ficamos preocupados e resolvemos procurar por vocês. Confessou Inuyasha.

— É não queria interromper nada! Juro que não vimos nada. Se atrapalhou o monge com as palavras.

Rin corou imediatamente, mas ficou aliviada de ser apenas os dois amigos e não nenhum inimigo.

— Por castigo vocês mereciam ter seus olhos arrancados. Disse Sesshoumaru entre os dentes.

— Sesshoumaru-sama eles só estavam preocupados. Disse Rin temerosa pelos amigos.

— Se ousarem a espalhar boatos sobre mim Rin arrancarei a língua de vocês. Ameaçou Sesshoumaru.

— Mas, Sesshoumaru não podemos esconder nada de nossas esposas. Disse o monge Miroku.

Ai foi a gota d’água para Sesshoumaru que avançou em direção ao monge Miroku que a essa altura já se escondia atras de Inuyasha. Rin ao perceber sabiamente correu e segurou a mão de Sesshoumaru antes que ele desse um jeito no monge.

— Vamos voltar Sesshoumaru-sama, por favor não os machuque. Intercedeu Rin.

— Sem mais gracinhas monge. Alertou Sesshoumaru-sama.

— Essa foi por pouco! Suspirou aliviado o monge.

— Miroku você é um covarde. Debochou Inuyasha.

Sesshoumaru e Rin junto com a lenha voltaram em direção ao acampamento os dois não sabiam o que dizer depois de serem interrompidos, mas também não estavam sozinhos, pois logo atrás deles estavam Miroku e Inuyasha. Ambos com apenas uma trocar de olhar decidiram que não era o momento adequado para ter uma conversa apesar dele sentir a ansiedade crescente dentro de Rin e nele mesmo de uma coisa era certo Sesshoumaru havia se rendido aos encantos de sua protegida e ele sabia que não teria mais volta uma vez que provou daqueles doces lábios ansiava por mais uma oportunidade com sua doce Rin.

Notas finais
O que acharam?