Mágoas do Passado
4 Jornada
O inverno estava se aproximando e que tudo indicava seria um dos piores, pois o frio já estava chegando e trazendo com ele incertezas para certos humanos, um meio youkai e um Dai-Youkai que estavam ansiosos em descobrir quem estava por trás dos ataques ao vilarejo para atingir Rin.
Ao que tudo indicava essa parceria temporária ia da muito o que falar eles teriam que deixar de lado todas as suas desavenças e aprender a se unirem, pois estavam enfrentando um inimigo desconhecido até o momento.
Os habitantes do vilarejo não estavam cientes do que estava acontecendo assim decidiram todos que formavam a sociedade se assim poderíamos chamar. A decisão tinha vindo da senhora Kaede em não revelar ao vilarejo o perigo que correram todos esses anos para não causar pânico e conflito interno e todos concordaram exclusivamente o Dai-Youkai Sesshoumaru, pois não queriam que sua protegida fosse descriminalizada ou penalizada por aqueles ataques.
— Qual decisão tomaremos? Disse Rin aflita.
— Como assim? Perguntou Kagome.
— Vamos atrás do inimigo ou esperaremos aqui no vilarejo? Respondeu Rin.
Nesse momento todos trocaram olhares e Sesshoumaru não conseguiu deixar de desviar seus olhos do de Rin e foi aí que ele se deu conta que sua pequena cresceu e havia se tornado uma linda mulher inteligente.
— Não podemos deixar o perigo vim para o vilarejo acho que devemos partir em buscar desse inimigo covarde ou atrair ele para o mais longe possível do vilarejo até porque há crianças, idosos e pessoas enfermas e não posso colocar elas em risco por minha causa. Desabafou Rin com os olhos cheios de lágrimas.
— Concordo com Rin e acho que devemos partir atrás desse covarde imediatamente. Disse Kagome de acordo com sua amiga Rin.
— Eu apoio plenamente também. Sango resolveu se pronunciar.
— Concordo com vocês em parte. Disse Inuyasha.
— Como assim Inuyasha? Perguntou o monge Miroku.
— Acho que as mulheres deveriam ficar aqui no vilarejo e apenas os homens partirem em busca deste inimigo, pois quero destroçar ele.
— Boa decisão Inuyasha concordo com você, pois quando retornarmos nossas esposas vão está totalmente saudosas e nos trataram como reis. Disse o monge.
— Como vocês são burros! Sesshoumaru-sama acabará com esse inimigo sozinho não precisa da ajuda de vocês inúteis. Esbravejou Jaken.
— Inuyasha essa ideia sem noção só poderia ter vindo de você ou será que não percebe que se vocês partirem e deixarem nós mulheres sozinhas aqui no vilarejo teremos que nos proteger e proteger os aldeões sozinhas. Disse a senhora Kaede.
E foi neste exato momento que Sesshoumaru percebeu que não poderia se afastar de Rin em nenhum momento e decidiu se pronunciar.
— Não sei quanto a vocês, mas irei partir daqui a três dias e Rin vem comigo, pois eu sou o seu protetor e até descobrir e mandar esse maldito que ousou a ferir Rin para o inferno ela ficará comigo. Declarou Sesshoumaru expressando sua decisão.
— Concordo com você Sesshoumaru e vamos todos juntos com vocês, pois Rin faz parte da família. Disse Kagome
— Keh, isso mesmo. Afirmou Inuyasha.
— Iremos também. Concordaram em uníssono Sango e Miroku.
— Mas quem irá proteger o vilarejo? Perguntou Jaken.
Todos ficaram pensativos e sem querer desistir de partir nesta nova aventura, mas não podia deixar o vilarejo desprotegido até que um deles se pronunciou.
— Eu irei ficar até porque só irei atrasar vocês, pois a minha idade não permitir viajar longas distancias. Pronunciou Kaede.
— Jaken você irá ficar e proteger os humanos e se algum mal acontecer esta velha que cuidou de Rin até a nossa volta eu te mato. Disse Sesshoumaru.
— Sesshoumaru-sama, pode deixar cuidarei dessa velhota e desses humanos inúteis não vou falhar.
— Não sei se fico agradecida ou ofendida. Disse a senhora Kaede.
— Irei pedir ajuda ao Shipoo para que proteja o vilarejo e vou deixar o Kouga em alerta e chamar aquele velho fujão do Myouga também. Disse Inuyasha
— Irei pedir ao Kohaku e a Kirara para que venha proteger o vilarejo também. Disse Sango.
— Vou pedir para o Hachi vim ajudar também faz tempo que aquele tanuki não dá as caras. Disse Miroku
— Façam o que quiserem, mas vou deixar bem claro não me atrapalhem e nem coloquem Rin em perigo ou eu mesmo matarei vocês com minhas próprias mãos. Disse Sesshoumaru com sua voz fria.
— É impressão minha ou inverno já chegou ai que calafrio. Disse Miroku.
— Foi apenas a ameaça de Sesshoumaru mesmo Miroku. Disse Sango.
Kagome, Rin e a senhora Kaede não conteve o riso fazendo Sesshoumaru suspender levemente uma de suas sobrancelhas sem entender o motivo do riso das três.
— Acho melhor começarem a arrumar os preparativos para a viagem vocês terão três dias para arrumar tudo e Jaken ajude Rin com que ela precisar. Ordenou Sesshoumaru.
— Obrigada Sesshoumaru-sama! Agradeceu Rin.
O primeiro dia foi de uma correria disfarçada para os aldeões não suspeitarem de nada Kagome juntamente com Rin colheram ervas medicinais e suprimentos para curativos caso fossem necessários. Já Sango junto com Miroku ficaram responsáveis em colher suplementos para refeições por um determinado momento da viagem. Jaken com muita relutância formou dupla com Inuyasha para pegar lençóis para hora de acampar e procurar as barracas que Kagome trouxe da ultima vez que visitou sua família na outra era.
— Tem apenas três barracas onde Sesshoumaru-Sama vai ficar? Não acredito Inuyasha que vai deixa-lo sozinho no relento se ao menos eu fosse poderia acender uma fogueira. Disse Jaken se lamentando.
— Largue de ser puxa saco Jaken! Você sabe que Sesshoumaru orgulhoso do jeito que é jamais aceitaria a dormir em uma barraca e sabe tão bem quanto eu que ele prefere dormir livremente vendo o luar é da nossa espécie...
— Nossa espécie! Se enxergue hanyou como ousa se comparar ao grande Dai-Youkai Sesshoumaru! Debochou Jaken recebendo um cascudo logo em seguida de Inuyasha.
— Não é porque sou um meio youkai que você vai me desrespeitar Jaken gostando ou não você e Sesshoumaru vão ter que me engolir, pois sou o irmão mais novo dele.
— Tá, foi mal Inuyasha só estou chateado em não poder ir com Sesshoumaru-sama. Confessou Jaken.
Chegou o grande dia em que todos partiram em uma nova jornada para descobrir quem era o novo inimigo e adrenalina corriam solta por aqueles que estavam preste a partir. O coração de Rin estava a todo vapor ela nem estava acreditando que iria viajar novamente ao lado de Sesshoumaru e a apesar do perigo que esperava a todos ela se sentia segura ao lado de seu protetor.
— Senhora Kaede tome cuidado e não se preocupe o senhor Jaken vai lhe proteger.
— Rin, meu bem não estou preocupada comigo mais sim com você. Tome cuidado e fique perto do grupo não se afaste e tome cuidado com Sesshoumaru, pois você não é mais uma garotinha e sim uma mulher. Aconselhou a senhora Kaede e logo em seguida foi surpreendida pela presença de Sesshoumaru.
— Velha intrometida este Sesshoumaru jamais faria mal a Rin. Se defendeu Sesshoumaru.
— Rin, querida você poderia da licença, pois preciso ficar a sós com Sesshoumaru. Falou a senhora Kaede. Após se abraçarem Rin deixou para trás a senhora Kaede e Sesshoumaru a sós e foi esperar com o restante do grupo e assim que Rin saiu a senhora Kaede continuou a falar.
— Sesshoumaru não me leve a mal é porque você estava acostumado em andar com uma garotinha com você e Rin agora é uma mulher tem certos momentos que ela vai precisar de privacidade e acredito que você não vai desonra-la. Acrescentou a senhora Kaede em tom de alerta.
— Pode deixar velha! Não irei cometer o mesmo erro de meu pai e do meu irmão! Se cuide e cuide do Jaken. Respondeu Sesshoumaru dando as costas e saindo.
O grupo partiu para a nova jornada confiantes que logo encontrariam esse inimigo misterioso as meninas estavam empolgadas pois seriam uma nova aventura já os rapazes estavam empolgados com adrenalina correndo no sangue exceto Sesshoumaru que estava imparcial por fora mais por dentro estava ansioso para matar esse suposto inimigo.
Bem longe dali estava uma figura totalmente sinistra sentada numa espécie de trono era quase impossível distinguir a figura da sombra da escuridão.
— Meu senhor eles partiram do vilarejo! Disse um servo daquele ser sinistro.
— E quanto a humana está com ele? Perguntou o ser sinistro.
— Se meu senhor! O grupo saiu a sua procura. Respondeu o servo.
— Deixam que venham! Estou ansioso para este encontro.
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