Mystic Life

1 01. Onde tudo começou


Notas iniciais
Primeiro capítulo, explicando um pouco o começo dos problemas, no estilo Percy, haha (:
Espero que gostem!

Nathan POV's

Meu nome e Nathan, tenho 14 anos, e estão acontecendo coisas completamente estranhas em minha vida.

De uns tempos pra cá, estou tendo muitos problemas, tais como força descomunal, e vozes do além querendo dialogar comigo, dificuldades em ler, etc. Se você se identifica, feche essa aba imediatamente.

Muitas vezes, durante as aulas, uma voz em minha cabeça me diz que estou em perigo, e que devo ir para algum lugar seguro o mais rápido possível.

Nunca sei do que ela está falando.

(...)

– Alunos, hoje iremos visitar um museu de história greco-romana. Formem filas e vão para o pátio. Comportem-se! Quem vai acompanhá-los é a professora de história — disse o diretor, com cara de sério.

Ótimo, até que enfim uma aula em um lugar diferente. Amo mitologia, e espero que essa aula seja bem interessante.

(...)

O nosso guia do museu estava dando uma explicação sobre uma estátua grega, mas não estava prestando atenção, só uma breve olhada nas escrituras abaixo da estátua: Éolo.

Agora a parte estranha da coisa: estava tudo escrito em grego, e eu podia ler com tamanha facilidade.


– M-mas, como...


– Senhor Nathan, algum problema? — disse a professora, com rapidez. Como ela pôde ouvir?! Isso, definitivamente, foi muito estranho.


– Ah, n-não professora. Pode continuar — antes de virar o rosto, ela exibiu uma expressão brava e... eu podia jurar que seu olhos mudaram de uma cor castanha escura, para um vermelho sangue.


– Você viu os olhos dela, ficarem vermelhos? — uma voz suave, mas que eu nunca havia ouvido na vida, disse baixo, perto de meus ouvidos.

Virei: era uma menina, linda. Aparentava ter a minha idade, e tinha cabelos cor de mel, cumpridos, presos à uma trança, que caía levemente sobre os ombros. Tinha olhos azuis como lagos cristalinos. — nao, nao estou exagerando — Usava roupas rasgadas, mas mesmo assim parecia uma princesa. Nao conseguia parar de olhar para ela.


– Ei... Nathan! — disse ela, corando.


– Como... como... você sabe meu nome? — foram as únicas palavras que consegui pronunciar.

– Eu tenho minhas informações... Na verdade, é uma longa história. Mas a única coisa que você precisa saber é que está em perigo, e precisa sair daqui agora.

– Mas por quê?!

A garota suspirou, e enfim disse:


– Você tem uma história complicada, ou seja, você não e uma pessoa normal, e por isso sua professora de história está querendo te matar, e você tem que fugir daqui agora. Leva essa adaga, para se proteger, e anda logo, você tem pouco tempo! — disse ela, me empurrando, nervosa. Minha professora já tinha notado a conversa. Tinha que ir logo


– Espera, espera! Posso saber o seu nome, pelo menos...? — disse, sorrindo.

– Naya. Sou uma ninfa, e sua protetora. Agora vai!


Fui, escondido entre a multidão, até a saída. Se eu não for ver Naya nunca mais, mesmo assim nunca me esquecerei dela.


(...)


Em vez de sair para fora do museu, acabei parando em uma sala grande, com várias prateleiras altas. Enquanto me distraía...


– Perdido, senhor Nathan? — disse a professora, normal, tirando o fato de que ela continuava com os olhos vermelhos, e estava com a pele mais acinzentada do que o normal.


– Pro-professora, você esta bem? — disse, tentando disfarçar, segurando minha faca com firmeza.


– Me chame, de Alectó — disse ela, adquirindo presas cumpridas, asas, e se transformando em um monstro hediondo.


Droga, por que essas coisas só acontecem comigo?!

Notas finais
Deixem reviews, pessoal!
Até o próximo capítulo...