Notas iniciais
Volteei *u* Maiis um cap. Para a nossa alegriaa *u* Beijokas... Reviews são ótimos para a minha, a sua, e a nossa felicidade o/ Boa leitura seu (sua) lindo (a) *u*

Ele concordou em me levar de volta para a trilha que levava aos dormitórios, mas em troca eu teria que ficar calada o resto do caminho. É, para mim é vantajoso, afinal, eu não sou muito de falar com desconhecidos. Principalmente desconhecidos que me odeiam. Enquanto eu passava em meio a árvores e vários galhos, senti algo rasgar a minha pele no meu tornozelo torcido. Dou um gritinho abafado e instantaneamente o garoto ranzinza vira para mim.

– O que foi? — pela primeira vez ele me pergunta alguma coisa sem aquele olhar de raiva.

Balanço a cabeça em negativa, afinal, eu não podia falar. Esse negócio de não falar é uma coisa um tanto que estúpida. Ele pensa que eu sou uma criança que irá tagarelar o caminho inteiro? Bom, melhor para mim, afinal, saio ganhando. Ele volta sua visão para frente e quando ele anda, dou uma olhada rápida para o machucado em meu tornozelo, levantando a ponta da calça jeans um pouco clara que estava usando. Estava um machucado horrível, e sangrava bastante. Aquilo não passaria por despercebido, e eu estava começando a ficar com medo. Como um pequeno galho pode ter feito um estrago desses? É, a sorte a meu favor sempre.

– Chegamos. — ele diz por fim. – O prédio da direita é o feminino. — ele aponta para o prédio e vira para mim, e acho que percebeu que eu suava frio.

Acaba por fim a olhar o meu tornozelo e faz uma cara de espanto. Apesar da calça jeans esconder o machucado, já estava bastante manchada.

– O que FOI isso?

– N-na-nada... Tchau...e o-ob-obrigada... — começo uma corridinha para o dormitório, mas com um machucado desses, não dava para ir muito rápido.

Ele caminha tranquilamente a meu lado, em forma de zombaria enquanto eu tentava correr.

– Quando precisar de ajuda, eu estou bem aqui... — ele diz calmo.

– N-não precisa, estou bem. E-eu consigo chegar até... os dormitórios..

Ele nega com a cabeça e me puxa pelo braço me arrastando por entre os prédios, onde tinha uma pequena trilha que levava a escola mesmo. Uma senhora de cabelos brancos caminha em nossa direção.

– MINHA NOSSA! — ela exclama. – O que aconteceu? — ela pergunta a mim.

– E-eu...machuquei?

– Você está perguntando ou afirmando? — ela pergunta. – O que houve afinal Nathan?

– Não sei, ela não me contou. — o modo grosseiro de falar ativado novamente.

– Venha, jovem. Vamos dar um jeito nesse machucado. — ela diz simpática, mas eu hesito. – Algum problema?

– É que...eu... — ela sinaliza para que eu continue. — ...tenho medo...

– De que?

– De agulhas, palhaços, altura, anestesia, escuro, tempestades... — ela me interrompe.

Nathan observa tudo com um risinho no rosto.

– Está com medo de que agora?

– P-para ser sincera...tudo.

Ela me olha de um jeito como se pensasse no que fazer enquanto Nathan ria ao meu lado.

– Nathan! Pare, e vá a jeitar sua coisas, deixe que eu cuide dela. — ela lhe chama a atenção. – Bom, me chame de Sarah, qual o seu nome, minha cara?

– C-coralie...

– Tudo bem, Coralie. Vamos... não terá o que temer, não faremos nada contra a sua vontade, está bem. — concordo com a cabeça.

No final nem me lembro o que fizeram, só me lembro no final quando enfaixaram meu pé. Voltei com Sarah, a simpática senhora, e ela me guiou até o meu dormitório, que para a minha imensa felicidade, tinha perdido o bendito papel com o número do meu quarto. Acabamos tendo que verificar com a diretora que não parecia gostar muito de mim, ou de ninguém. Acabo por ver que o meu quarto era o cento e vinte e um, no primeiro andar. Ao entrar me deparo com duas garotas, gêmeas. Oh céus, eu acreditava que dividiria o quarto com uma pessoa. Socializar com duas... Oh céus.

– Coralie, essas são Gwen e Gothelie. Meninas essa é a Coralie.

Após sermos apresentadas por Sarah, a doce senhora sai do quarto. As gêmeas mostram onde estão minhas coisas e por fim começam a puxar assunto comigo. Gostei bastante delas. Ambas ruivas como eu, porém seus olhos eram verdes, já os meus eram azulados. Ficamos um tempo conversando até der repente chegar para mim uma mensagem de Londres.

"Coralie, aqui é Emma. Precisamos conversar e é urgente.

Estou indo para os Estados Unidos. Não se preocupe, já avisei os meus pais e os seus.

Não conte para seus pais que quero falar com você com urgência.

Deixe-os pensar que estou a fazer uma visita.

Beijos de sua prima, Emma."

Notas finais
Eaai? o/ alguém? Sabia que de acordo com uma pesquisa, comentar em fanfics, faz bem ao coração? Eu não sabia... #Zoa >>>>>>>>>>>Reviews Seus Lindos, Cadê voCês?
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.