Notas iniciais
Hey Little Snowflakes! Obrigado elsajackamoreterno, MericcupForever, Luna, AllenAM, noferama, Jackke, Lady Laufeyson, Lady Cipriano e Quinnie Martín por comentarem! Nos vemos lá em baixo!

Nos soltamos de um longo abraço e eu fui para a fabrica. Lá estavam todos os guardiões discutindo algo que eu não consegua ouvir direito.

Me aproximei e eles notaram minha presença.

–Snowflake Frost, oque está fazendo aqui?

–Eu... Vim ver se tinha chocolate...

–Nossa, como você parece o seu pai....Coitada.-Disse o Canguru irritante.

–Bom, ela pode nos ajudar agora...Já que está aqui..-Disse Norte cruzando os braços.-Querida, preciso que chame Breu para vir aqui imediatamente.

"-Acabei de sair de lá."-Pensei comigo, o que me deixou vermelha.-Hummm okay... -Disse com a cabeixa baixa.

Voei até a casa dele "novamente" e bati na porta, novamente Martha abriu.

–Ah, querida....Novamente?

–É que tenho um recado dos guardiões para seu marido.

–Ah! Pode entrar, eu vou ao mercado agora, mas ele está no quarto com Dark.

–Okay...-Disse vermelha e entrei e ela saiu...

Bati na porta e vi Breu curando Dark de seu machucado no ombro.

–Snowflake?Oque faz aqui.-Breu perguntou e Dark corou.

–V-Vim avisar-lhe que os guardiões estão te chamando...Parece coisa muito feia...

–Se eles estão me chamando é porque fodeu...Vocês fiquem aqui até eu voltar.

Assenti com a cabeça e o silêncio percorreu todo o quarto e me deu um abraço silencioso.

Olhei para Dark e ele olhava para o chão. Fiquei parada na porta, sem me mexer. Ainda estava irritada com ele, mas, mesmo que eu não quisesse admitir, estava preocupada com ele.

– Snow, vem cá... Preciso falar com você... — Dark disse e foi mais para o lado da cama, dando tapinhas ao seu lado.

Andei lentamente até lá, hesitando um pouco. Estava estranhando sua atitude, mas decidi confiar nele. Quando me sentei, Dark apoiou os cotovelos nos joelhos e colocou a cabeça nas mãos, passando pelos cabelos negros.

– Queria te pedir desculpas, Snow — olhei incrédula para ele. Onde tinha ido parar o Dark que eu conhecia?

– D-Desculpas pelo que exatamente? — eu disse desconfiada.

– Por tudo. Por ter te beijado na primeira vez que eu te vi. Pelos apelidos. E por ter quase... Bem, você sabe — ele disse, sorrindo de lado.

– Ah... Bom Dark... Claro, eu te desculpo — eu disse e ele olhou nos meus olhos e se aproximou.

Cada vez mais perto, já podia sentir hálito. Nossos lábios estavam a centímetros e finalmente, se encostaram. Foi um beijo calmo no início, mas depois foi ficando mais quente. Sua língua pediu passagem e eu cedi.

Sabia que não deveria, mas não conseguia me conter. Queria parar, mas meu corpo não obedecia as ordens de meu cérebro. Suas mãos estavam descansando em minha cintura, e minhas mãos em sua nuca, brincando com alguns fios rebeldes de seu cabelo. Eu estava irritada comigo mesma por estar cedendo assim tão facilmente.

Suas mãos desceram ligeiramente até a barra de minha blusa e ele começou a levantá-la, e com um movimento rápido, eu a passei pela minha cabeça e a atirei no chão. Sem demora, Dark retirou sua blusa e a jogou, junto com a minha. Minhas mãos foram para o seu tórax, e ele me puxou para mais perto, me encostando mais ainda em seu peito.

Dark deitou na cama e me puxou com ele, me colocando deitada por cima. Quando o ar nos faltou, separamos nossas bocas. Maldito ar!, eu pensei e logo me arrependi. Dark olhou em meus olhos. Verde no azul, azul no verde, e deu um sorrisinho.

Quando achei que ele fosse voltar a me beijar, ele me virou na cama, ficando por cima, e começou a descer longos beijos pelo meu pescoço, e então estremeci. Dark percebeu e senti ele sorrir contra a minha pele, e continuou a beijar meu pescoço. De repente, ele parou e subiu o rosto, enterrando em meus cabelos.

– Se lembra quando eu disse que eu sentia muito pelo que eu tinha feito? — ele perguntou num sussurro, junto a minha orelha.

– Uhum — eu respondi num gemido, quando ele mordeu levemente o lóbulo de minha orelha.

– Eu só disse aquilo para você sossegar — ele disse, dando uma risadinha e voltando a me beijar, antes que eu pudesse protestar. Por fora, eu queria esbofeteá-lo, mas, por dentro, eu estava sorrindo. Agora eu reconhecia aquele cara que estava me beijando. Suas mãos desceram para meus quadris, e começaram a desabotoar meu shorts. Ele estava com uma certa dificuldade, pois ele descolou os lábios do meu e se concentrou no botão do meu shorts. Comecei a rir e retirei suas mãos, e eu mesma desabotoei.

Ele olhou para mim e nós dois começamos a rir. Desci o shorts mim o meio da minha coxa, e Dark terminou de retirá-lo para mim e arremessá-lo no chão, junto com o resto de nossas roupas. Sua boca voltou a encontrar a minha e dessa vez o beijo foi mais feroz. Parecia que necessitavamos daquilo. Em menos de um minuto, seu shorts já estava no chão.

Sabe quando você tem a noção de que aquilo é errado, mas certo ao mesmo tempo? Foi isso que eu senti naquela hora. Nunca tinha ido tão longe com ninguém. Dark percebeu que eu estava insegura, e disse:

– Que foi Snow? Você acha que é tão errado fazer isso comigo? Se quiser podemos parar agora, mesmo eu não queira fazer isso — Dark disse a última parte baixinho, mas num tom que eu conseguisse ouvir.

– Não, não é nada disso Dark... É só que eu estou insegura, por que eu sou... Eu sou... — eu não conseguia terminar a frase de tanta vergonha.

– Já entendi... — ele disse, aproximando-se da minha orelha e falando num sussurro — Você é virgem, não?

– Uhum — eu respondi, sentindo meu rosto ficar vermelho. Dark riu.

– Você fica tão linda quando está com vergonha — ele disse, tentando abafar o riso.

– Quero ver quem tem vergonha agora, senhor Dark — eu disse mordendo o lábio e sorrindo maliciosamente.

– Agora eu gostei — ele respondeu colando o lábio no meu, e me beijando ferozmente. Suas mãos foram para a parte de trás de minhas costas e, num movimento rápido, ele desabotoou meu sutiã. Seu olhar foi em direção aos meus seios, e senti meu rosto esquentar.

– Perfeita — ele cochichou em meu ouvido. Droga! Como eu odiava quando ele fazia isso! Estremeci e suas mãos finalmente chegara em minha calcinha e lentamente ele a desceu, até retirá-la completamente.

Não vou mentir; me senti literalmente sem roupa. Dark percebeu meu desconforto e começou a me beijar. Isso ajudou, e em pouco tempo já estava totalmente confortável.

– Snow, você realmente quer isso? — Dark perguntou ofegante. Coloquei minhas mãos em volta de seu rosto.

– Bom, eu queria fazer isso com alguém que eu ame — eu disse e ele sorriu — mas já que ele não está aqui, vai você mesmo — eu disse, e ele encostou a testa na minha.

– Você é uma chata, sabia? Sempre estragando com o clima! — ele disse sorrindo, e sem mais nem menos, levantou da cama e me deixou lá, sem roupa e sem entender nada.

– Onde você está indo? — eu perguntei, enquanto fuçava em sua gaveta. Depois de um tempo, ele voltou, segurando uma pequena coisa na mão.

– Segurança em primeiro lugar — ele disse e segurou a coisa entre os dedos indicador e médio. Então reconheci: a velha e boa camisinha. Dei uma risadinha.

Ele retirou sua cueca, retirou a camisinha do plástico e em alguns segundos, olhou para mim.

– Você está pronta, Snow? — Dark me sério.

– Eu já nasci pronta, meu amor. Eu sou perfeita — eu disse e ele reviro os olhos e sorriu.

Foi então que eu senti uma dor lancinante. Eu gemi de dor.

– Snow? Você está legal? — Dark tinha parado e me olhava.

– Claro. Estou legal — eu respondi — Já vai passar... Eu acho...

– Posso continuar? — fiz um gesto afirmativo a dor voltou. Gemi mais algumas vezes e depois de um tempo, a dor virou prazer. Agora eu entendia porque tantas pessoas esperavam por aquele momento. Entrelacei minhas pernas em volta de sua cintura, e Dark aumentou de intensidade seus momentos. Arqueei as costas e agarrei ao lençol, tentando abafar meus gemidos, sem sucesso. Dark me beijou, sem parar de fazer movimentos, me fazendo chegar ao meu ápice.

Dark também chegou ao seu ápice, me virando, e me deixando por cima. Apoiei as mãos em seu tórax, ficando sentada e começando a rebolar, enquanto ele colocava suas mãos em minha cintura, me orientando levemente, mas me deixando fazer todo o trabalho.

– Albina, você me leva a loucura — Dark disse, quando nós dois chegamos ao nossos ápices pela segunda vez.

Ele me puxou para junto de si e eu descansei a cabeça em seu peito.

– Essa foi a última vez que eu te vi santa, não é, Frost? — ele disse rindo, enquanto ofegava.

Fiquei tão irritada que virei um tapa em seu rosto.

– Isso é para você aprender.

Juro que ele tinha dito mais alguma coisa, porém não ouvi, pois acabei caindo no sono. A última coisa que ouvi foi sua risada, que me fez sentir segura.

Notas finais
Pronto seus filhos da puta! Capítulo hot pra vocês! Vocês sabem que eu não consigo fazer hot, então pedi pra linda da Filha de Atena fazer pra mim! Leiam a fic dela! Muito top! Agora parem de reclamar! http://fanfiction.com.br/historia/520738/Always_Love_You/