My World Is You.

1 "Liesel Schneider... Braun"


Notas iniciais
Ok, essa é minha segunda fic. Não ta muito bom o primeiro cap, mas vai melhorar, prometo. Até lá em baixo, espero que gostem.

Vôo, destino: Londres.

Eu estou vivenciando o que pode ser o sonho de milharem de garotas. Mas no meu caso ta mais pra um pesadelo. Bem, há dois meses, minha mãe morreu, mas só após 16 anos estou descobrindo que tenho um pai e que o bentido é o empresário do metido do Justin Bieber e agora estou sendo obrigada a ir ao seu encontro, que acontecera daqui algumas horas. E posso falar? Não estava nenhum pouco ansiosa. Ele provavelmente deve ser um cara ocupado que se importa só com uma única pessoa: Justin Bieber. Arrgh. Mas de certa forma eu tinha pena dele por ter que aturar esse garoto que parece ser um metidinho. Mas até ele, Justin Bieber, estava mais para seu filho do que eu. Eu não faço parte dessa historia. Não podia pertencer a ela! Cérebro... Sempre tentando me confortar freneticamente. Queria eu não poder fazer parte dessa historia, mas até onde eu sei, a lei da física ainda não te permite trocar de DNA.

Eu ainda queria encarar essa historia como uma coisa boa. Por um fato de eu finalmente ter um pai, uma coisa que nunca tive. Mas eu não conseguia ignorar o abandono. E o Justin Bieber, o astro R&B metido.

Depois de longas demoradas horas, desci do avião, já estava escuro e eu esperava que estivesse alguém ali esperando por mim. Depois de passar pelo desembarque, varri com os olhos o aeroporto e perto dos detectores de metais, haviam dois sujeitos dividindo uma placa com meu nome pintado em tinta preta, vi um pequeno “Braun” em baixo, obviamente esquecido de ser colocado. Caminhei até eles hesitante. Minha respiração se alterando aos poucos.

– Algum de vocês é Scooter Braun? – perguntei insegura.

O mais alto, que estava com um boné e usava uma camisa xadrez me olhou atencioso.

– Liesel? Você é Liesel? – perguntou estupefato.

Assenti. Ele sorriu pra mim.

– Oi, Liesel. Eu sou Scooter. Ahm... Seu pai – ele disse cauteloso. Então abriu os braços – Posso te dar um abraço?

Aproximei-me de vagar, hesitante. Scooter me aninhou em seus braços, passando a mão em meu cabelo. Eu fiquei imóvel, sem saber exatamente o que fazer ou pensar sobre ele. Nós nos afastamos.

– Liesel, esse é o Alfredo Flores. Nosso amigo e diretor musical, ele nós acompanha na turnê – informou apontando para o baixinho ao seu lado.

– Oi. – Eu acenei.

– Olá, Liesel – disse sorrindo. – Scooter nós temos que ir – disse Alfredo a Scooter, parecia apressado.

Scooter assentiu com a cabeça, parecendo desconfortável devido a pressa de Alfredo.

Abaixei para pegar minha mala e Scooter fez o mesmo. Ambos atrapalhados e hesitantes.

– Tudo bem, eu levo a outra – disse ele pegando a outra mala.

Eles saíram na frente e eu os segui.

– Ela ainda está de luto? – ouvi Alfredo Flores sussurrar para Scooter.

Scooter Braun deu os ombros.

O que eles tinham contra minhas roupas pretas? Revirei os olhos.

Eu tinha uma serie de perguntas para fazer, mas elas teriam de esperar um pouco, acho que era um pouco cedo demais para isso.

Eu esperava que nós fossemos para um hotel ou algo assim, mas não, instantes depois, estávamos no local onde provavelmente ocorreria mais um dos shows do astrozinho Bieber, pois – quanto do lado de fora quanto do lado de dentro – garotas gritavam seu nome.

Nós entramos por uma porta dos fundos e seguimos por um corredor.

– Desculpe por isso, mas realmente precisávamos vir – lamentou Scooter.

– Scooter, precisamos de você. – Se aproximou um moreno forte.

Scooter abriu uma das portas do corredor.

– Hm... Acho que você pode ficar aqui se quiser. – Ele disse colocando uma das malas dentro do que era uma espécie de camarim. – Se precisar estarei no Backstage ou perto do palco – avisou, saindo apressado.

Fiquei alguns minutos ali parados, sem saber o que exatamente fazer.

Acho que era um segundo abandono do mesmo pai...

Entrei no que parecia ser um camarim e fechei a porta, larguei as malas em um canto e observei o local. Uma serie de espelhos, á baixo produtos em cima das prateleiras também branca. Um sofá no canto, uma barra repleta de cabides com roupas masculinas perto do que parecia ser uma cabine e um carrinho de guloseimas. Mesmo com as paredes brancas abafando o som, o show pareceu começar e a gritaria aumentou. Justin Bieber começou cantando aquela uma das suas músicas cujo ele praticamente implorava para ser amado por uma garota. Eu não sabia o nome. Aquilo era tortura?

Olhei pro carrinho de guloseimas. Ninguém iria se importar se eu comesse algumas... Não é mesmo?

Durante uma hora, listei o que eu fiz: Comi algumas besteiras que haviam por ali... O que é? Estava com fome! Troquei o jeans por um short. Aquela calça era bem desconfortável, mas permaneci de coturnos. Dancei na frente dos espelhos ao som de Joan Jett – Bad Reputation, tentando bloquear o som que vinha de fora... E nada de Scooter.

Desliguei o iPod e me sentei na cadeira giratória na frente do espelho e comecei a girar dando impulso com o pé... Entediante... De repente meus olhos debateram com a garrafa de Sprite em cima da prateleira. Ninguém iria se importar... Não é? Estiquei o braço e a peguei. Dei uma golada e depois mais outra percebendo que estava com sede. Levantei decidida sair dali. Não estava mais suportando.

Segui na mesma direção que Scooter tinha seguido antes. Fui parar num lugar onde tinha poucas pessoas circulando. Olhei em volta. A onde estava Scooter? Instantes depois ouvi passos. Virei-me. Justin Bieber apareceu, estava com roupas brancas com detalhes roxos, seu cabelo molhado de suor... Na verdade, ele suava como porco. Ele se livrava de microfones e dos fios dos mesmos. Ele me notou ali e viu que eu estava o observando.

– Ah – ofegou ele com reconhecimento e passou por mim pegando a garrafa de Sprite que estava na minha mão. – Obrigada.

Mas o que aquele idiota pensava que estava fazendo?

– Ei! – gritei a suas costas, me virando pra ele.

Ele se voltou pra mim. Suas sobrancelhas unidas.

– O que foi? – perguntou confuso.

– O que acha que esta fazendo? – perguntei irritada.

– Pegando minha bebida? – indagou coerente. – Que aliais, está pela metade – notou analisando a garrafa.

– Acho que se fosse sua não estava comigo!

– Mas eu acho que devia estar com você – disse me ele.

Fiz uma careta.

– É Sprite! Minha bebida. – Ele disse como se fosse obvio, balançando a garrafa nas mãos.

– E daí? – indaguei franzindo o cenho, colocando a mão na cintura.

– Oh, meninos! Vejo que já se conheceram – uma voz surpresa disse atrás de nós.

Scooter nos olhava.

– E devia? – indagou o astro metido, agora ao meu lado.

Scooter se pós ao meu lado e passou o braço em meus ombros.

– Ahm, Justin, essa é minha filha, Liesel – respondeu Scooter.

Justin se surpreendeu e me analisou dos pés a cabeça. Cruzei os braços.

– Então você não é minha assistente – disse ele por fim.

Jura que ele pensou que eu fosse sua assistente? Que retardado!

– Percebeu agora? – disse ironica, sem deixar-me abalar.

Scooter riu.

– Assistente? – riu de novo.

Justin deu os ombros.

– Bom, eu vou tirar essas roupas. E procurar alguma coisa pra beber – provocou olhando diretamente pra mim.

Semi-serrei os olhos para ele e o esperei se afastar. Girei para ficar de frente para Scooter.

– Onde você estava esse tempo todo? – perguntei indignada.

– Eu sinto muito, querida. É que precisavam da minha assistência, precisaram de mim, você sabe... – explicou-se.

Suspirei e cruzei os braços.

– Agora vá pegar suas malas, vamos seguir para o hotel em breve – ele deu três tapainhas no meu ombro e se afastou.

Voltei ao camarim, seguindo o mesmo caminho. Abri a porta e vi Justin perto da barra com os cabides, ele estava sem camisa. Justin tinha uma boa forma até, sua barriga era travadinha como se dizem por ai... Então tudo fez sentido por causa da Sprite... Ah, mas como diabos eu iria imaginar que aquele camarim era dele?

– Ahm... – desviei meus olhos. – Eu vim pegar minhas malas que ficaram aqui. – avisei.

– Hm, tudo bem – permitiu.

Peguei a mala de rodas que estava num canto e a outra de mão que estava bem próxima de Justin. Curvei-me para pega-la e quando me levantei novamente, meus olhos se encontraram com os de Justin... Constrangedor. Ele já colocava uma nova blusa.

– E... Ahm... – disse desconcentrada, desisti e sai dali.

Santo Deus! O que havia acontecido ali dentro?

Nada! Mas claro que não havia acontecido nada.

– Não tem de quê – gritou enquanto eu fechava a porta.

Idiota – pensei revirando os olhos e indo procurar por Scooter.

Notas finais
EAI? TA MUITO RUIM? DEVO CONTINUAR? DEVO PARAR E DELETAR? ALGUÉM VAI ACOMPANHAR? COMO DISSE TA MUITO RUIM, MAS VAI MELHORAR K K K K ME FALEM A OPINIÃO DE VCS!!! KK OK, ATÉ MAIS!