My Wildest Desire

14 Capítulo 14 - Soberana Novamente


Notas iniciais
n/a: AVISO PRÉVIO: Muita coisa rola nesse capítulo e ele pode soar estranho. Mas tentem ler com atenção, e creio que vão gostar.
Beeeijos e... nos vemos lá em baixo ;**

PS: Mais uma vez eu aqui falando D Você, leitor, que curte a história, INDIQUE-A.
O “boca-a-boca” faz com que as histórias aqui no Nyah se tornem conhecidas e fazem, também, com que os Autores fiquem cada vez mais animados em escrever mais e mais.

Beeijos e mais uma vez, obrigado por acompanharem esta história com tanto empenho ;**

Stefan PDV

“O que? Como Elena podia estar aqui?”

_Parabéns, querida – Katherine usava o tom mais cínico e arrogante enquanto dava passos lentos – Você nos encontrou.

_Katherine, fique calma.

Ela fingiu não ouvir minhas palavras e continuou a se aproximar de Elena.

_Venha aqui, Katherine! – ela lançou seu típico olhar mortífero após deixar de lado o sorriso de canto -.

_Fique onde está, Stefan, ou vai se arrepender – seus olhos brilhavam esboçando um sentimento de êxito e cresciam à medida que ela se aproximava de Elena – Você se divertiu com os meus garotos?

Elena permaneceu parada, cética e assustada. Nenhuma palavra fora pronunciada por ela e então Katherine mudou a pergunta.

_Quem é melhor de cama: Damon ou Stefan?

Ela deu dois passos para trás e entreabriu a boca parecendo perder a voz.

“Como assim, quem é melhor de cama? Katherine estava ficando louca? Elena era minha – mais até do que eu era dela – e Damon não ousaria encostar o dedo nela”

_O que? – perguntei incrédulo -.

_Quieto, Stefan! Eu já disse pra não se intrometer – bufou novemante. Katherine já estava frente a frente com Elena, enrolando seus dedos nos cabelos lisos dela – Eles só estavam te usando, querida, porque você é idêntica a mim – ela abriu um meio sorriso irônico e continuou a insultar Elena – Até na personalidade...

_Onde está meu irmão? – pergntou Elena -.

Katherine fitou o chão enojada.

_Você é mesmo muito corajosa, sua pirralha! – puxou um pouco o cabelo de Elena e fiz menção de impedir Katherine de machucá-la, mas eu sabia que antes que eu pudesse dar meu primeiro passo, Elena já poderia estar morta – Ele já está em casa e não se lembra de nada. Decidi não fazer nada com seu irmãozinho deprimido, já que ele não parava de reclamar.

Eu estava ficando cada vez mais confuso. Elena de repente estava ali, junto a Katherine e Damon. Jeremy estava envolvido na história quando não devia nem saber sobre a existência de Katherine.

Elena soltou um suspiro. Seu rosto pareceu aliviado, mas ela permanecia imóvel enquanto Katherine proferia palavras sem sentido mas cheias de ódio junto ao seu rosto.

_Sabe, a gente podia fingir que somos gêmeas. Brincar um pouco com essa semelhança. Talvez eu pudesse sair com o Matt. Ele é até bem charmosinho, não acha?

_Eles não tem nada a ver com isso, Katherine – Elena gritou por entre os dentes -

Katherine ficou parada de repente, parecia uma escultura feita em gelo. Ela levantou a cabeça e se transformou, mostrando o ser maligno que morava dentro dela para Elena e encurralou-a na parede lateral do galpão com as mãos em seu pescoço deixando Elena sem folêgo e sussurando algo que só nós, vampiros, conseguiríamos ouvir.

_Eles não tem nada a ver com isso, você está certa. Mas você tem ! Que tal brincar com a sua vida?

Damon surgiu do mesmo lugar que Elena havia saído e jogou Katherine com todas suas forças contra o chão, tomou Elena em seus braços e a abraçou fortemente. Meus olhos se encheram de lágrimas e eu estava tomado pela raiva de ver aquela cena: meu irmão salvando a mulher que eu também amava.

Por outro lado, Elena estava a salvo graças a coragem de meu irmão, e não da minha.

_Fique calma. Tudo vai dar certo, vai ficar tudo bem – e após um instante em que o silêncio tomou conta do local, Damon se aproximou de Elena dizendo: Eu te amo.

Tive vontade de me jogar contra ele, mostrar que ele não tinha o direito de proferir aquelas palavras a mulher que, supostamente, deveria ser minha. Mas, também, por outro lado, Elena tinha todo o direito de ouví-las já que eu não estava por perto para fazer o que Damon fizera.

Katherine PDV

Levantei-me enfurecida do chão. Como Damon teve a audácia de me tirar de perto da mulher que só atrapalhava minha, nossa vida.?

Olhei para frente, Damon estava com Elena nos braços, seus lábios encaixados aos dela, mesmo que ela estivesse imóvel, fosse pelo medo ou pela rejeição.

Eu sentia meu corpo emanar a raiva que eu estava sentindo por ver Elena nos braços dele e ver que Stefan também sofria, pela pessoa errada. Eu sentia inveja, mas não queria admitir, meu legado estava sendo passado pelas gerações e Elena conseguia fazer com que os mesmos homens, os Salvatore, a amassem como me amarram uma dia.

Na noite em que sequestrei Jeremy, fui fazer uma pequena visita aos pombinhos – Damon e Elena – e eu tinha de confessar que ver aquela cena, apesar de tudo, me machucava. Damon ainda surtia efeito sobre mim e me peguei imaginando estar no lugar de Elena.

ELE NÃO PODIA AMÁ-LA! Nenhum deles podia amar Elena, pois estavam apaixonados por mim desde 1864! Não seria a minha cópia mal feita que mudaria aquela situação.

Sentia meus olhos escurecendo-se, minhas presas libertando-se, minha mente nublada coberta por um névoa vermelha. Nada mais importava para mim. Elena Gilbert estaria morta naquele instante, mesmo que eu tivesse de morrer para que aquilo se concretizasse.

Olhei ao meu redor, Damon e Stefan estavam colocados em posição de defesa, pois perceberam o que eu pretendia fazer. Os dois vampiros que eu criara estavam contra mim, cuspindo no prato que comeram. Ameacei um ataque e os dois, ao mesmo tempo se jogaram contra mim prendendo meu corpo no chão. Eu não conseguia me soltar e não estava certa de que conseguiria fazê-lo, mas quando pensei estar perdendo a batalha Stefan e Damon colocaram as mãos na cabeça e caíram ao chão se contorcendo e proferindo gritos de dor ensurdecedores. Eu não estava entendendo nada. Foi então que ouvi passos leves se aproximarem lentamente, me virei para olhar quem estava ali e me deparei com a figura de Bonnie, amiguinha bruxa de Elena.

_Eu lhe devo lealdade, Katherine, e estou aqui para garantir que sua vida esteja a salvo.

Elena se levantou assustada, ela estava tão confusa quanto eu.

_Bonnie, o que você está fazendo aqui? Você não deve nada a ela! – ela continuou a se aproximar com seus passos lentos. Elena levantou uma das sobrancelhas e continuou a falar – Ah não! De novo não! Emily?

A partir dalí entendi o que estava acontecendo. Emily estava ali para me proteger, assim como dissera que faria a 154 anos atrás.

Damon se levantou enfraquecido.

_Você deve Katherine da mesma forma que me devia? – seus olhos estavam cheios de ceticismo e arrogância – Suas promessas não valem nada, Emily, e quando você destruiu aquele colar pude crer nisso.

Emily se virou para Damon.

_Tudo bem, o que quer que eu faça, Damon? – Emily, como sempre, passava calma em suas atitudes e palavras -.

_Deixe Bonnie em paz! – disse Elena prestes a chorar e lançou um olhar para Damon -.

Damon devolveu o olhar a ela e permitiu que Bonnie fizesse o que Elena havia dito. Ao ir embora, o corpo de Bonnie se espatifou no chão e fez um barulho descomunal, como numa grande queda. Damon e Stefan ainda estavam muito fracos, como se alguém houvesse injetado verbena em seus corpos. Olhei para trás e vi Elena forçando seu corpo a ficar de pé. Aquela seria a hora exata.

Meus lábios se entrebiram num sorriso prazeroso. Corri até seu encontro e envolvi seu pescoço por minhas mãos. Ergui-a pela garganta até que seus pés não conseguissem mais tocar o chão e soltei uma gargalhada que cinco quarteirões poderiam escutar. Eu havia vencido e o troféu estava nas minhas mãos.

_Katherine, não! – ouvi Stefan gritar, mas ele não estava apto para impedir nada que eu fizesse -.

Com umas das mãos, segurei seus cabelos deixando seu pescoço pálido a mostra. O cheiro doce de seu sangue entrava em minhas narinas tentando me convencer de que eu deveria mordê-la, mas eu não o faria. Com certeza ela tinha verbena em seu corpo.

Levantei mais seu rosto e afundei minhas mãos em sua garganta fazendo aquele som tão conhecido ecoar pelo galpão silencioso “CRECK”.

Soltei seu corpo sem vida e comecei a rir estéricamente.

_Nãããããão! – Stefan gritava enquanto Damon tentava não olhar o corpo de sua amada caído ao chão.

Elena Gilbert estava morta. Finalmente eu era a única novamente.

Notas finais
n/a: Chocados? ;O Esperem só pelo prox capítulo e verão mais e mais suspense pelo ar.
Espero que tenham gostado do capítulo. Eu ( Lara) e as meninas estávamos muito ansiosas para escrevê-lo D
Beeeijos e comentem o que acharam ;**