Notas iniciais
Olá pessoinhas lindas, como prometido, aqui está mais um capítulo....
Bom, só espero que depois que vocês o lerem, não queiram me matar...
Beijos e nos vemos lá embaixo...
Aproveitem o capítulo...
*_* S2 *_*

POV Hermione

Adentrei aquele castelo nervosa, com medo da recepção que me aguardava.

Era 1º de setembro e a noite estava bela.

Eu estava vestida com um simples vestido azul comportado, uma sandália preta de salto médio e meu cabelo estava em um coque desarrumado. No rosto, uma leve maquiagem fazia contraste com a roupa.

Lentamente fui andando pelo saguão de entrada, indo em direção à uma porta secreta atrás de uma tapeçaria que tinha saída para o Salão Principal, exatamente atrás da mesa dos professores.

Vítor queria ter vindo comigo para ver como seria minha recepção, mas disse-lhe para que ficasse em casa e cuidasse das crianças enquanto eu estivesse fora.

Ele sugeriu que chamássemos uma baby-sitter, mas eu não confiava em ninguém que não fosse Vítor ou meus pais para cuidarem de meus filhos.

Por fim, ele acabou concordando e cá estou eu, nervosa, ansiosa e com borboletas no estômago em expectativa.

Afastei levemente a tapeçaria e abri a porta. Vi-me em um estreito e curto corredor iluminado por archotes. Ao final deste, havia uma porta de madeira meticulosamente desenhada.

Adentrei o corredor e fui em direção à porta, parando em frente a esta e suspirando profundamente enquanto girava a maçaneta.

Assim que abri a porta, fiquei um pouco cega por conta da intensa claridade, mas assim que meus olhos se acostumaram a ela, pude ver o que me aguardava.

Várias cabeças estavam viradas em minha direção, o que me fez ficar corada, e Minerva estava em pé próxima à porta me olhando com um suave sorriso nos lábios.

“Ah, que ótimo, agora sou o centro das atenções... Merlin dê-me coragem...”

- Seja bem vinda Hermione! – exclamou Minerva, e virando-se para os alunos e demais professores, continuou: — Meus caros esta é Hermione Granger, a nova professora de Transfiguração de vocês... Os mais velhos já devem conhecê-la, pois ela estudou aqui há alguns anos atrás, talvez alguns calouros também a conheçam... Bom, sem mais delongas, pois creio que todos devem estar famintos, deem uma salva de palmas acolhedora para a Srta. Granger!

Todos aplaudiram e eu me senti ficar mais vermelha ainda.

Apertei suavemente a mão de Minerva e me dirigi à única cadeira disponível que havia na mesa dos professores, que era ao lado de um homem que não conhecia.

“Este deve ser o professor Derek Mackay...” deduzi.

- Olá, meu nome é Mackay, Derek Mackay e sou o professor de Defesa Contra as Artes das Trevas. – disse o homem. – Seja bem vinda srta. Granger.

- Obrigada. Minerva me disse sobre você... Lecionava no Instituto das Bruxas de Salem, não é?

Notei que ele ficou um pouco tenso, mas rapidamente procurou disfarçar esse desconforto, colocando um leve sorriso nos lábios e respondendo:

- Sim, lecionava lá, mas por alguns problemas tive de ser transferido... Mas chega de falar de mim, pois a minha vida não é interessante. Fale-me um pouco sobre você.

Mas antes que pudesse dizer algo, Minerva bateu com um garfo em uma taça chamando a atenção de todos e assim que o Salão Principal estava em silêncio, começou a dizer os avisos:

- Bom, sejam todos bem vindos para mais um ano em Hogwarts! Os avisos de início de ano letivo são: está, e sempre foi, proibida a perambulação pela floresta da propriedade, nada de mágicas no corredor durante o intervalo das aulas e que além da nossa nova aquisição ao corpo docente, estaremos recebendo de volta, de seu longo período de férias, o professor SeverusSnape... – neste momento ouviram-se lamentos vindos de alguns alunos mais velhos e meu estômago deu um salto de nervosismo. Ignorando a reclamação, McGonagall continuou: — O professor Mackay continuará dando aulas, apenas para os alunos do 1º, 2º e 3º anos, já os demais anos serão do professor Snape.

Ouviu-se mais reclamações dos alunos mais velhos que foi novamente ignorados pela diretora.

- A srta. Granger estará assumindo meu lugar como professora de Transfiguração e espero que todos a tratem bem. Agora, vamos ao banquete!

Bateu palmas e a comida apareceu magicamente nas mesas. Ouvi arquejos dos alunos primeiranistas e sorri ao me lembrar do meu primeiro dia em Hogwarts.

Peguei uma taça de suco de abóbora e tomei um gole, para ver se atenuava um pouco da secura de minha garganta.

- Então, vai me responder? – perguntou o professor Mackay.

Tinha até me esquecido que ele me perguntara algo, com a informação de que ele estaria de volta. Tomei mais um gole do suco e respondi:

- Bom, irei fazer 21 anos daqui a duas semanas e como Minerva disse, estudei aqui. Estava morando na França e lá fiz um curso preparatório de Transfiguração.

- Só isso o que tem a dizer sobre você? Pensei que ouviria algo como: “sou extrovertida, tenho 32 gatos, moro sozinha, não sei cozinhar, odeio alunos” e muitas outras coisas que uma jovem mulher com seu tipo físico provavelmente diria. – sorri com a voz de falsete que ele fez na intenção de me imitar.

- Hey, eu não tenho 32 gatos, não moro sozinha, sei cozinhar, não odeio alunos e não sou uma jovem mulher comum. – disse meio que sorrindo meio que repreendendo.

- Hum... Então é casada? Ou mora com os pais?... – “nossa, que curioso...”

Tomei mais um gole de meu suco. Não comia nada, pois estava sem fome.

- Não sou casada e nem moro com meus pais... Moro com um amigo. – resolvi não falar sobre meus filhos.

- Hum... Esse seu amigo é apenas amigo mesmo ou tem um clima entre vocês? – indagou.

- Ele é apenas um amigo mesmo... Talvez você o conheça... Ele se chama Vítor Krum, o jogador do time de Quadribol da Bulgária. – respondi, já ficando cansada do interrogatório de meu colega.

- Caramba, Vítor Krum mora com você? – surpreendeu-se ele. – Como se conheceram?

- Sim, ele é meu amigo. Nos conhecemos no Torneio Tribruxo quando o Harry competiu... Ele foi meu par no baile.

- Hum... – ele ia dizer algo mais, mas nesse momento Minerva se levantou, disse que o jantar estava encerrado e que todos deveriam ir para seus aposentos.

- Bom, a conversa está boa professor, mas tenho que ir para casa. – menti.

- Tudo bem, mas por favor, não me chame de professor e sim de Derek. Somos colegas agora e acho que entre colegas pode haver informalidades...

Levantei-me rapidamente e disse:

- Pode ser... Mas agora tenho que ir mesmo...

Ele assentiu e deu um sorriso de canto de boca que tenho certeza de que qualquer outra moça cairia de amores por ele, mas não eu.

Dei um meio sorriso de volta e virei-me para Minerva que tinha se levantado e estava conversando com Hagrid.

- Com licença Minerva. Oi Hagrid. – sorri para o meio gigante. – Minerva querida, eu tenho de ir embora... Acho que Vítor pode estar precisando de mim...

- Oh, claro querida. Pode ir, mas esteja aqui amanhã para sua primeira aula. – a bruxa sorriu levemente.

- Como você está Hermione? Como foi sua temporada na França? – perguntou Hagrid.

- Estou bem, minha temporada na França foi boa. E você, como está?

- Maravilhosamente bem... Olímpia talvez venha morar aqui na Inglaterra. Irei pedi-la em casamento no natal, pois ela virá festejar aqui em Hogwarts. – disse ele feliz. Seus olhos brilhavam quando falava da diretora de Beauxbatons, a escola bruxa francesa.

- Que boa notícia Hagrid. Acho que Canino não vai ficar feliz em ter que dividir a Cabana com mais alguém que não seja você... – ri ao pensar no ciúmes que o companheiro de décadas de Hagrid teria ao ver que seu lar provavelmente seria habitado por uma terceira pessoa.

- Ele terá que se conformar. Eu amo aquela mulher! – exclamou ele.

Sorri abertamente e despedi-me dele e de Minerva, indo para a porta do Salão Principal e de lá, saindo das dependências do castelo.

Enquanto caminhava, pensava:

“É, enquanto pessoas casam e são felizes, eu estou aqui, sozinha e sem minha felicidade completa... Merlin, que injustiça!”

Quando passei próximo ao Lago Negro, vi a lua refletida nele e parei para observá-lo.

Uma lembrança veio-me repentinamente e fez uma lágrima escapar de meus olhos.

A lembrança que me veio foi deleme pedindo em casamento no dia do baile. A imagem do anel ainda estava vívida em minha mente, mesmo tendo passado tanto tempo desde que o devolvi a ele.

- Está tudo bem professora? – tomei um susto ao ver que não estava sozinha. Uma menina que deveria ter uns 12, 13 anos, que observando bem, poderia se dizer que ela era minha irmã mais nova, estava em baixo da árvore que havia na beira do lago com um livro grosso na mão me olhando com preocupação e interesse. Um gato malhado estava ao seu lado, fazendo-lhe companhia.

Sequei a lágrima rapidamente e respondi:

- Estou bem sim... Mas, você deveria estar no seu Salão Comunal junto com seus amigos e não aqui fora. Por favor, vá para dentro, pois acho que você não está querendo ficar encrencada logo no primeiro dia, não é?

A garota sorriu e falou:

- Gosto de ficar sozinha... Mas a senhora tem razão, não devo ficar sozinha aqui fora depois que anoitece.

Assenti e observei enquanto ela fechava delicadamente o livro, tomando cuidado para não amassar nenhuma folha, colocando-o na mochila, levantando-se e indo para o castelo.

Aquela menina lembrou a mim mesma quando ficava entediada das pessoas e queria ficar sozinha aprofundada nos livros, buscando mais conhecimento.

Despertei do meu pequeno transe, olhei uma vez mais para o lago e pus-me a caminho de casa.

As ruas de Hogsmead já estavam começando a ficarem vazias, as pessoas deveriam estar em suas casas jantando e conversando sobre diversas coisas e tinha aquelas que se encontravam nos pubs tomando whiskey de fogo e jogando conversa fora.

Cheguei em casa e notei que apenas a luz da sala estava acesa.

Entrei cuidadosamente, temendo fazer algum som que pudesse acordar as crianças e vendo que não havia ninguém na sala, rumei para o quarto das crianças.

Alice estava dormindo em seu berço, mas Benjamin não se encontrava no seu. Adentrei o quarto e pude ver que Vítor tinha inclinado um pouco a poltrona reclinável e estava deitado na mesma, com meu filho no colo e roncando de modo assustador.

Quem o visse naquele momento, pensaria que ele seria apenas um pai exausto que de tanto cuidar das crianças, tinha acabado dormindo ali.

A cena era muito bonita de se ver, mas eu deveria acordá-lo para que ele não ficasse com dor no pescoço depois. Aproximei-me e cutuquei-o de leve para que ele acordasse, não obtendo resultado.

Somente quando dei-lhe um beliscão foi que ele despertou assustado, quase acordando Benjamin.

Olhou para mim tentando focalizar sua visão e quando conseguiu, sorriu. Ajeitou Benjamin em seu colo e levantou-se para coloca-lo no berço.

Depois que o colocou, veio até mim e me deu um beijo na bochecha e um abraço carinhoso.

- Como foi sua recepção? – perguntou ele.

- Vamos sair daqui para não acordarmos que eu conto... – saímos do quarto, deixando a porta entreaberta. – Bom, todos me receberam bem, mas o professor de Defesa Contra as Artes das Trevas é muito irritante... Me encheu de perguntas sobre a minha vida e tudo o mais.

- Tome cuidado com pessoas que perguntam demais minha linda... Pode sempre ter algo por trás dessa simples curiosidade. – falou ele pensativo.

- Tomarei cuidado Ursão, mas agora eu só quero um banho e dormir que nem um bebê porque amanhã tenho alunos a enfrentar... – disse enquanto ia para o meu quarto tirando meus sapatos no meio do caminho.

Vítor sentou-se em minha cama enquanto fui tomar um banho.

Depois que eu tomei um rápido banho, coloquei o pijama, escovei os dentes, sai do banheiro secando o cabelo e sentei-me na frente de Vítor para que ele penteasse meus cabelos. Isso havia virado um hábito entre nós, eu lavava os cabelos e ele os penteava.

Ele gostava de pentear o meu e o de Alice, pois falava que era uma coisa muito gostosa de se fazer.

Após ele terminar de pentear, prendi o cabelo em um rabo de cavalo e dei-lhe um beijo na bochecha em agradecimento. Na hora em que fui me afastar, Vítor virou o rosto rapidamente e grudou seus lábios no meu. O beijo dele era desesperado, como o que ele me deu da vez que ficou sabendo que eu iria me casar e tinha uma mistura de desejo e paixão imensa.

Sua língua me pedia passagem e como já estava cansada e carente, cedi-lhe.

O beijo foi aumentando de intensidade e logo estávamos deitados, Vítor em cima de mim, já sem camisa. Suas mãos estavam em minha cintura e aos poucos ia subindo, levando consigo, minha blusa.

Estava sem sutiã e por isso, assim que tirou minha blusa ele parou de me beijar e começou a apreciar meus seios rosados. Seus olhos demonstravam o imenso desejo de me possuir.

Colocou a mão em meu seio esquerdo e começou a acariciá-lo com cuidado temendo me machucar, mas coloquei minha mão sobre a dele e o fiz apertar com mais vontade. Colocou a boca em meu seio direito e começou a mordiscá-lo levemente, me causando arrepios de prazer.

Depois de algum tempo brincando com meus seios ele voltou a beijar minha boca e lentamente foi descendo até chegar ao cós da calça do pijama. Quando chegou nesta parte, com ambas as mãos, começou a retirar vagarosamente minha calça e enquanto ia tirando, foi beijando cada parte de meu corpo, mesmo aquela que estava coberta pelo pano da calcinha.

Assim que conseguiu se livrar de minha calça, voltou para meu sexo e iniciou umas carícias por cima do pano da calcinha que aos poucos foram me enlouquecendo e me fazendo soltar baixos gemidos.

Já cansado de ter aquele minúsculo pano separando as mãos e a boca dele de meu sexo, Vítor pegou a calcinha e rasgou-a com voracidade.Me assustei com este ato, mas logo esqueci o que ele tinha acabado de fazer quando o mesmo colocou a boca em meu sexo e começou a sugar com vontade.

Sua língua movimentava-se em um sobe e desce que fazia com que eu puxasse seus cabelos com força e impulsionasse meu corpo de encontro à boca dele. Após um tempo, além da língua, ele colocou dois dedos dentro de mim e começou um movimento de vai-e-vem que me deixava cada vez mais louca.

Com uma das mãos ele apertava cada vez mais minha coxa conforme eu ia me aproximando do ápice.

- Goza pra mim minha Hermionini...

Mal Vítor disse isso, senti meus músculos se contraírem e um espasmo de prazer percorreu meu corpo. Eu havia tido um orgasmo.

Eu arquejava de cansaço e minhas pernas tremiam involuntariamente. Provavelmente se tentasse me por de pé agora, não conseguiria, pois minhas pernas estavam bambas.

Vítor subiu e voltou a me beijar com ardor e intensidade. Rapidamente ele retirou sua calça de algodão juntamente com a cueca e quando seu membro estava livre, guiou minha mão até ele e eu iniciei um movimento de sobe e desce.

Quando ele não aguentava mais apenas aqueles movimentos de minha mão, Vítor segurou ambas as minhas mãos acima de minha cabeça e olhando em meus olhos com um desejo puro banhando os seus, penetrou-me inicialmente com delicadeza, mas aos poucos aumentando a intensidade.

Eu rebolava de encontro a seu membro e gemia o que parecia deixá-lo mais louco ainda e fazê-lo estocar com muito mais força. Continuamos nesse ritmo até que eu comecei a sentir que mais um orgasmo estava a caminho e pelos apertos que Vítor dava em minhas coxas, deduzi que ele também estava perto de atingir o ápice.

Eu arranhava suas costas com vontade e tinha certeza de que ficariam marcas onde Vítor segurava. Suas estocadas estavam mais violentas e a cada uma eu aprofundava mais minhas unhas em suas costas até que finalmente eu o senti se derramar dentro de mim e poucos depois, eu senti novamente os espasmos percorrerem meu corpo e meus músculos se contraíram em volta de seu membro. Havíamos terminado.

Ambos estávamos ofegantes.

Cuidadosamente Vítor se retirou de dentro de mim, pegou o lençol, nos cobriu e deitou-se ao meu lado, fazendo carinho em meu rosto e cabelo.

Meus olhos começaram a pesar e lentamente eu fui fechando-os, deixando-me ser acarinhada e arrastada para a terra do sono sem sonhos.

Notas finais
E então, gostaram, odiaram ou o que?
Querem me matar? Querem mandar minha alma pro inferno?
Aguardo ansiosamente seus reviews minhas lindas...
Ah, por favor, recomendem a fic também?
Amo vocês flores da minha vida...
Beijos e até mais...
*_* S2 *_*