Notas iniciais
Hey guys, como prometido, aqui está mais um capítulo...
Bom, espero que gostem da leitura e não queiram me matar...
Bom, desculpem-me novamente e pela demora a postar, mas a minha net não anda colaborando mesmo... Tá difícil...
Então, deixarei que vocês leiam em paz e nos vemos lá embaixo... Por favor, não deixem de responder o que vou perguntar...
*_*

POV Vítor

Domingo acordei cedo e muito bem animado, resolvi fazer o café da manhã para a castanha e deixei duas mamadeiras prontas para quando as crianças acordassem e fui procurar algo para me distrair até a hora do almoço.

As 14h quando eu cheguei na praça ela já estava me esperando e infelizmente ela não era a única. Logo que uma das minhas fãs me viu, começou a gritar e num piscar de olhos eu estava cercado por elas; foi um sufoco, mas graças ao treinamento de Quadribrol, consegui achar uma brecha naquela multidão, sai correndo e agarrei o braço de Anne pouco antes de aparatarmos para o parque que eu tinha escolhido em Londres.

Quando eu olhei para traz para me certificar que ela estava bem a peguei dando um sorriso que logo se transformou em uma gargalhada, e foi algo tão inesperado e gostoso que eu logo me vi acompanhando, e nós rimos tanto que até a minha barriga começou a doer.

- Ora, quem diria que o grande Vítor Krum teria medo de meras fãs. – ela disse depois que paramos de rir.

- Aquilo não era medo, é que eu tinha planejado passar a tarde com você e se eu não tivesse corrido dali elas não iriam desgrudar de mim tão cedo.

- Finjo que acredito... — ela disse sorrindo. — Muito bem, o que iremos fazer agora a tarde?

- Eu pensei em ficarmos aqui pelo parque mesmo. O que você... – Eu nem terminei a frase e já notei que haviam algumas garotas do meu fã clube vindo até nós. – Já vi que eu não vou conseguir passar a tarde só com você.

- O que houve? Algo de errado? – assustou-se Anne.

-Não, é que tem gente atrás de mim. – Assim que olhou para trás ela compreendeu.

- Então deixa Vítor, vamos deixar para sairmos um outro dia. – visivelmente ela havia ficado chateada com a possibilidade, então rapidamente respondi:

- E você vai desistir assim tão fácil? – arqueei uma sobrancelha. — Me diz uma coisa, você confia em mim? – No momento em que ela disse que iria desistir do nosso encontro eu tive que pensar rápido, e lembrei-me de um lugar em que eu nunca seria reconhecido e mesmo que fosse as pessoas não iriam me importunar. Eu iria levá-la para lá.

- Pode parecer esquisito para quem só te conhece há pouco tempo, mas eu confio. – suas bochechas coraram levemente. — Hum, por que a pergunta?

- Vou te lavar em um lugar que você vai adorar, feche os olhos e se prepare para aparatar. – Ela imediatamente fechou os olhos e esticou a mão para mim, eu fui um pouco mais ousado e a abracei pela cintura para aparatarmos para a minha cidade natal.

A minha cidade era bem pequena, mas tinha alguns lugares legais em que poderíamos sentar e apreciar a linda vista do mar sobre as rochas.Como era um vilarejo habitado por famílias bruxas tradicionais e mestiças, não me preocupei em nos esconder. Anne adorou o vilarejo.

O lugar era lindo, com casinhas bem simples e pequenas, cada uma pintada de uma cor diferente, e tão brilhantes que pareciam novas, apesar de algumas terem mais de 100 anos, tudo graças a magia.

Eu a levei para um lugar em que costumava ficar quando pequeno. Era uma pequena elevação natural nas rochas e dava para uma pessoa ficar sentada por horas vendo o mar Negro apoiada em outra rocha, como se fosse uma cadeira natural. Me sentei e logo coloquei a ruiva sentada na minha frente para em seguida conjurar um cobertor, afinal aqui era bem mais frio que Londres e estávamos na beira do mar. Assim que estávamos ajeitados ela me fez uma pergunta que sinceramente eu não esperava:

- Vítor?

- Hu? – não olhava para ela, apenas para o mar de minha infância.

- Me responde uma coisa? – eu simplesmente fiz um ruído de concordância. – Quando nós nos conhecemos você estava triste por ter brigado com a Hermione, e naquele dia pelo que você me contou eu percebi que vocês eram como irmãos. Porém, essa semana, durante as cartas que nós trocamos, eu percebi que você tem uma intimidade com ela que eu jamais tive ou vou ter com o meu irmão, e então eu realmente gostaria de saber se você refletiu sobre as minhas palavras e se considera mesmo a Hermione como irmã, ou se ainda pensa nela como mulher.

Aquilo me pegou de surpresa, tanto que eu até demorei um pouco para poder processar tudo o que foi dito, só percebi que estava demorando demais quando ela fez menção de se levantar. Isso me despertou e eu a apertei em um abraço apertado antes de responder.

- Anne, quando você me disse aquilo sobre a Hermionini, eu pensei e pensei muito, e por mais que eu fale dela com muita intimidade é por que nós somos muito amigos só isso. Com irmãos de sangue é mais difícil contar algumas coisas do que outras, eu não vejo mais a Hermione como uma mulher para eu me casar, apenas a vejo como uma irmã que eu tenho que proteger, você estava certa e continua certa, e além disso se você estivesse errada eu não estaria aqui hoje contigo. – Depois das minhas palavras ela pareceu relaxar um pouco mais em meus braços.

-Me desculpe, é que às vezes eu acabo ficando meio insegura com certas coisas. – ela disse isso com um sorriso triste, que eu não gostei.

- O que foi? Conte-me, prometo escutar sem interromper... Não gosto de te ver triste.

- Não é nada... – ela abaixou a cabeça, mas eu segurei delicadamente seu queixo para poder olhar em seus olhos. Vendo que eu não desistiria de querer saber, ela suspirou e continuou:- É que você pode ter qualquer uma, ou qualquer coisa... Por que justo eu?

- Agora sou eu quem pergunto: e por que não você? Você é linda, inteligente, meiga e não está aqui comigo só por causa da minha fama ou do meu dinheiro.

- E vai me dizer que nunca encontrou alguém assim antes?... Não posso acreditar. – fez uma leve cara de dúvida.

-Acredite se quiser. A única pessoa que eu encontrei que gosta de mim pelo que sou é a Hermionini e ela acabou se tornando a minha melhor amiga e irmã. Agora vem você e eu não pretendo deixar que o mesmo aconteça. – olhei resignado para seus olhos verdes.

- O mesmo o que? Não me quer como sua amiga ou não me quer como sua irmã? – Ambos sabíamos que ela havia entendido a indireta, mas eu sabia que ela queria escutar as palavras certas.

Pensei por um momento e ajeitando-a em meu abraço, disse:

- Anne, sabe aquela hora em que eu e o seu irmão nos afastamos de você? – ela assentiu. – Bom, eu aproveitei a oportunidade de pedir permissão para ele pra fazer isso, então lá vai: — segurei firmemente suas mãos entre as minhas e continuei:- Anne você aceita namorar comigo e em um futuro próximo ser minha esposa e mãe do meu pequeno time de Quadribol? – Quando eu terminei, ela me olhava como se eu fosse um ser totalmente esquisito.

- Nossa você teve o trabalho de pedir pro meu irmão só por que sabia que eu me importaria com a opinião dele? E nem bem você fez o pedido de namoro e já me pede em casamento? E ainda por cima quer ter um time inteiro de Quadribol?

A cada pergunta eu balançava a cabeça em sinal afirmativo. Depois de um tempo (que eu achei longo demais e quase pensei que tinha feito alguma coisa errada) ela deu um grito e me esmagou em um abraço de urso (mas espere ai, o Ursão aqui não sou eu???). Tomei aquilo como um sim e comecei a beijá-la com paixão. Eu estava me contendo há tempos para fazer isso, e foi melhor do que pude imaginar, ela não tinha gosto de nada do que eu conhecia e nem dava para descrever, mas foi incrível.

Enquanto eu a beijava pude sentir o seu maravilhoso perfume e a sua pele em contato com a minha onde a roupa não cobria. O beijo estava começando a se aprofundar e em um momento, que não soube dizer ao certo qual, deslizei minha mão para debaixo de sua blusa, começando a acariciar suas costas e apertando-a mais de encontro ao meu corpo.

Depois de um tempo assim, levei minha mão direita suavemente para a parte da frente de sua blusa e comecei a apertar sutilmente seu seio esquerdo, mas enquanto fazia isso, notei que ela tentava se afastar de mim. Separamo-nos e vi que ela estava muito corada (tomates invejariam sua cor) e parecendo desconfortável. Durante o beijo eu havia me esquecido de que estávamos em um local público.

- Me desculpe Anne, acho que passei dos limites... Vou tentar me controlar melhor. – falei colocando as mãos nos bolsos.

- Não, tudo bem, eu que não deveria ter provocado. – ela estava muito nervosa, pois colocava sua deu pra perceber pelo modo como ela ficou vermelha.

- Vem, vamos até um pub que tem ali logo depois da praça. – apontei em direção ao lugar. Da onde estávamos dava para ver a praça pequena, com alguns poucos bancos e umas crianças brincando de Snap Explosivo. – Quer tomar uma cerveja amanteigada?

- Hum... Pode ser um chocolate quente? – Ela perguntou com um sorriso que de agora em diante seria meu.

Depois disso, eu a levei para o tal pub chamado Gato Preto, que se encontrava um pouco vazio, e passamos o resto da tarde conversando e tomando chocolate quente. O dono do pub me olhou com aprovação quando nós chegamos, pois ele havia me visto crescer, era muito amigo de meus pais e não queria que eu me envolvesse com uma aproveitadora.

O melhor veio de noite, pois ela insistiu em ir para Hogsmead primeiro, só para se certificar de que não estruncharia por estar tão longe de Londres, então antes que ela finalmente aparatasse para casa eu roubei mais um beijo bem quente e nós combinamos de almoçar juntos na casa de Hemionini para que elas pudessem se conhecer.

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POV Severus

Eu estava saindo da Torre de Astronomia e descendo para as masmorras quando vi ele agarrado a uma garota que não era a minha Hermione.

“Que porcaria, depois que eu descobri que ainda a amo, não consigo parar de pensar que ela ainda é minha.”

Achei estranho o fato dele estar se agarrando com outra publicamente quando deveria estar em casa cuidando de seus filhos com a castanha. Não sei de onde surgiu um sentimento de fúria por ele estar sendo tão cafajeste, mas resolvi chamar um elfo e pedir para que este seguisse o búlgaro para poder ter certeza de tal traição. Falei para que o elfo me avisasse se o visse com outra mulher que não fosse a professora Granger.

O elfo logo desapareceu e eu voltei aos meus afazeres, mas com a mente a toda hora se voltando para a cena que havia visto.

“Pare de ser tão paranoico Severus, talvez a garota seja apenas uma amiga dele ou irmã.” Disse minha mente tentando me fazer parar de pensar nisso.

“É isso o que veremos...” respondi.

No dia seguinte, o elfo, que descobri se chamar Willy, voltou dizendo:

- Meu senhor, Willy viu o moço jogador de Quadribol em um lugar da Búlgaria, próximo à costa. Ele estava sentando em um rochedo junto com uma moça meio ruiva e bonita.

Rapidamente procurei a poção Polissuco em meu estoque e pegando um fio de cabelo preto (que mantive em um frasco para o caso de precisão) o joguei lá dentro e após misturá-lo, bebi em um único gole e rapidamente senti minhas feições mudarem, transformando-me em um homem magro, cabelo cm corte em estilo militar e duras feições.

Fui até os portões de Hogwarts sendo seguido pelo elfo e segurando a pequena mão que me era estendida, aparatamos no local que Willy tinha descrito.

Estávamos no vilarejo de Lyuben (que era um dos poucos, assim como Hogsmead e Godric’s Hollow, vilarejos inteiramente bruxo) que era próximo dentro do estado de Nesebur. O vilarejo ficava na costa da Bulgária, tendo como vista o mar Negro (até hoje eu me perguntava como os trouxas não haviam vindo aqui acidentalmente ainda, apesar de que se tivessem vindo, provavelmente foram obliviados).

Senti uma leve puxada na barra da minha capa, olhei para baixo e o elfo estava segurando segurando-a e apontando para um ponto não muito longe de onde nos encontrávamos.

Apertei mais os olhos e pude ver algo no rochedo. A primeira vista me pareceu que era apenas uma pessoa que estava lá, mas quando houve um pequeno movimento entre eles, pude ver que eram duas pessoas e que elas estavam se beijando de um modo voraz e nojento. Queria me aproximar mais para ver melhor, mas o lugar era demasiado aberto para que eu pudesse me observar sem ser visto.

Depois de um tempo observando, a raiva em meu peito só crescia e cansado de ver tal traição, aparatei em Hogsmead e fui me dirigi à casa da mulher que eu amava e odiava ao mesmo tempo.

“Ela pode ter me deixado, mas não merece receber como pagamento traição daquele facínora que se diz pai dos filhos dela.” Eu pensava com raiva enquanto andava à passos duros até a casa.

Enquanto andava, pude sentir que o efeito da poção se esvaia, mas a raiva era tanta que nem liguei. Abri o pequeno portão bruscamente e toquei a campainha.

Assim que ela abriu a porta e me viu arregalou os olhos e antes que eu pudesse dizer qualquer palavra ela me puxou para dentro da residência falando atônita:

- Prince, você ficou louco? Sabe que não deve andar por aqui sem a poção Pollisuco! Poderia ter sido morto! – O choque de vê-la falando comigo, se preocupando e me chamando pelo apelido que ela mesma havia me dado há tantos anos atrás me tirou do ar por algum tempo.

A voz dela pronunciando meu apelido me deixou em completo êxtase e nostalgia, fazendo-me relembrar dos momentos íntimos em que ela dizia meu nome entre arquejos e coisas mais.

Não notei que ela me chamava até receber um beliscão no braço. Pisquei freneticamente para poder focar a visão e a olhei.

- Então, está me escutando agora? – ela estava com a sobrancelha arqueada, como fazia quando queria muito saber a resposta de uma pergunta feita durante as aulas.

Após muito tempo distante, esta era a primeira vez que ficávamos frente a frente, a primeira vez que pude olhar cada detalhe de seu rosto, que tinha expressões que a faziam parecer mais velha do que seus vinte e um anos.

Estava vestida com um vestido bege, simples e que ia até os joelhos. Linda como sempre.

“Severus, foque no que você veio fazer aqui, lembre-se de que ela lhe deixou...” o lado torturante de minha mente me avisou.

“Hum... Bem.. Verdade...”

Limpei a garganta e disse:

- Professora Granger, — eu ainda não entendia o porque dela não usar o nome do búlgaro asqueroso. – vim aqui porque preciso conversar contigo.

Notas finais
E ai, gostaram?
Então, o que tinha para falar é que de madrugada eu estava conversando com meu namorido e vendo uns arquivos do meu notebook, dai ele viu uma das minhas histórias que estou tentando terminar faz tempo e ao ler o texto, ele falou que estava bom (o que é muito, vindo dele) e disse que seria legal se eu postasse aqui no Nyah!.. então, o que vocês acham???
A história é original e se passa na segunda guerra mundial; fala sobre uma moça que amava um rapaz que ela conhecia desde pequena, mas quando chega a guerra, ele acaba tendo que ir para o campo de batalha e ao ser atingido pelo inimigo ele acaba ficando entre a vida e a morte, mas a moça intervém para que ele não morra, mas pagando um grande preço...
Por favor, me digam o que acham, porque se interessar a vocês, eu posto o capítulo inicial para que vocês tenham apenas uma ideia do que vai acontecer...
Ah, também postei uns poemas aqui no Nyah! e se der para vocês dar uma olhada também, ficarei feliz...
Beijos e aguardo seus reviews hein???
*_*