Notas iniciais
Hey guys, me desculpem pela demora, mas tive uns pequenos problemas com a minha internet... Ela tinha resolvido dar chilique e não estava querendo conectar para que eu pudesse postar os capítulos aqui...
Bom mas arrumei um jeito e cá estou eu postando o 37º para a alegria de vocês...
Então, se der, eu posto ainda hoje o próximo capítulo, que na verdade era para ser o 37 só, mas como ficou muito comprido, eu resolvi dividi-lo em dois e o outro postarei mais tarde, porque ainda tenho que terminar de fazer uns ajustes nele ok???
Boa leitura e nos vemos lá embaixo...
*_*

POV Anne

Quando aquela primeira carta chegou, custei a acreditar que fosse dele, afinal quem eu era comparada ao mundialmente famoso jogador de Quadribol Vítor Krum? Eu, uma simples órfã que foi criada em um orfanato trouxa? Mas depois daquela primeira carta veio outra e outra e outra. Nós trocávamos pelo menos uma carta por dia, e a cada dia eu conhecia um pouco mais do Vítor e percebia como ele era diferente do Krum que a imprensa divulgava. Ele não era frio, era atencioso e muito carinhoso com as pessoas que o cercavam.

Depois de um tempo meu irmão, Conrad, me perguntou o motivo de porque eu de repente receber tantas cartas assim. Eu expliquei pra ele o que tinha acontecido quando fui conversar com a diretora de Hogwarts e ele não gostou muito, mais pelo fato de não conhecer o cara do que por eu estar trocando correspondência com um quase completo desconhecido, ele insistiu em conversar com o Vítor antes de eu começar a sair com ele. A oportunidade surgiu junto com um convite para sairmos juntos no domingo, como sábado de tarde eu levaria meu irmão para ficar em Hogwarts Vítor nos esperaria na praça em que nos conhecemos e nos acompanharia até o escritório da Diretora.

~Sábado de tarde~

Assim que aparatamos na praça, meu irmão não acreditou que era realmente Vítor Krum quem estava nos esperando.

Ele insistiu em tentar retirar o feitiço da poção Polissuco, (como ele aprendeu isso eu não sei, acho que tenho que ficar mais atenta ao que ele anda lendo, antes que ele exploda a casa) e quando ele se convenceu de que não tinha feitiço algum e que aquele era realmente o jogador do time de Quadribol da Bulgária, resolvi ir um pouco mais à frente para os dois poderem conversar em paz.

POV Vitor.

Durante essa semana que se passou eu mudei totalmente a minha vida.

Mesmo continuando a cuidar dos Gêmeos eu passava a maior parte do dia olhando o horizonte a espera das cartas que me ajudaram a descobrir muitas coisas sobre ela, coisas da quais ela me falou quando nos conhecemos e outras que não deu tempo.

Eu já sabia que ela era órfã de pais e que tinha um irmão mais novo, Conrad, mas me surpreendi em como ela conseguiu estudar magia sendo criada em um orfanato trouxa e em como sofreu por ser diferente de todos por lá.

Ela me contou que trabalhava em uma empresa trouxa já que a justiça deles disse que mesmo ela sendo rica ela teria que mostrar que tinha condições e reponsabilidades para poder ficar com o irmão, mesmo que para isso ela teria que se matar de trabalhar e quase não falar com o irmão mesmo morando juntos, ela me mostrou também como é esse amor fraterno entre eles e eu pude perceber que eu agia quase da mesma forma com a Hermionini.

Perguntei a Hermionini se ela precisaria de mim no domingo e quando expliquei que queria convidar a Anne para sair, ela logo disse que eu poderia ir numa boa que ficaria bem sozinha com as crianças. Rapidamente enviei uma carta com o convite.

Horas depois de ter enviado, a coruja voltou com um bilhete dizendo que ela aceitaria, mas só que ela tinha uma condição: disse que o irmão dela queria falar comigo no sábado antes de sairmos e perguntou se eu não me importaria de levá-los até o castelo para falarem com a diretora, já que ela gostaria de evitar ter de se encontrar com o “Zelador Resmungão” novamente e eu teria a oportunidade de conversar com o irmão dela no caminho. Concordei e marcamos de nos encontrar.

~Sábado~

Eu não via a hora de revê-la. Iria conhecer o irmão que ela fala com tanto carinho e queria passar a melhor impressão possível.

Quando faltam apenas alguns minutos para as 16 horas eu sai de casa apressado, pois não queria chegar atrasado mesmo morando tão perto e também não queria demorar muito para ser reconhecido por alguma fã grudenta.

Quando eles chegaram, a primeira coisa que eu notei foi o sorriso de Anne. Eu nem tinha percebido como sentia falta dela mesmo trocando mensagens todo dia.

Assim que seu irmão me viu, estranhou e insistiu que eu não era o verdadeiro Vítor Krum. Ele até usou o feitiço contra a poção Polissuco (onde uma mera criança aprendeu isso, eu teria que perguntar pra Anne, pois são poucos os bruxos que sabem como realizá-la), mas após verificar que eu era de fato eu, ele se acalmou e começamos a andar em direção ao castelo. Anne resolveu ir à frente, provavelmente para nos deixar conversar.

Eu não tinha ideia de por onde, mas logo Conrad puxou assunto e fomos conversando sobre Quadribol e o Torneio Tribruxo boa parte do caminho. Eu percebi que apesar de ele ter só 15 anos era bem esperto e maduro para a idade, parecia já ter mais de 17, e o tamanho ajudava também, já ele era quase do meu tamanho.

Estávamos quase no meio do caminho e a irmã dele estava longe o bastante para não nos ouvir quando ele me perguntou:

- Você pretende realmente ter algo sério com a Anne ou está só aproveitando por que ela é bonita e não vai ficar te pedindo dinheiro?

Confesso que aquela pergunta me surpreendeu, mas eu achei bom ele ter perguntado, afinal ela é irmã dele e um é muito protetor com o outro.

- Vou confessar pra você que quando conheci a sua irmã eu não imaginava que ela era assim uma pessoa tão carismática, e não se preocupe, eu ainda não sei se vou pedir ela em namoro ou se ficaremos só na amizade. Veremos com o tempo.

- Mas você pelo menos vai ter a decência de não machucar o coração dela né? Se você não quiser nada sério com ela não tenha um segundo encontro e não a procure mais, já me basta o ex dela que fica nos perseguindo.

Confesso que Anne já tinha me falado de um relacionamento anterior, mas na hora eu não liguei; agora escutando seu irmão falar que o ex anda atrás dela fez meu sangue ferver como nunca antes.

- Vamos fazer assim, vou sair com sua irmã amanhã, se eu decidir que realmente ela é a pessoa certa para mim vou pedi-la em namoro você aprova?

- Está bem, vou deixar, mas se ela não quiser não insista e nem tente me comprar com presentes para impressionar ela, você vai ter que fazer isso sem mim. – o garoto olhava para mim com olhos sérios, olhos de homem e não de garoto.

- Tá, mas pelo menos posso ser seu amigo mesmo não namorando a sua irmã?

- Por que você iria querer isso?

- Você me parece uma pessoa legal de se ter como amigo, e, além disso, você será aluno de uma amiga minha e vai me ver muito por aqui quando vier nas visitas mensais ao vilarejo.

- Tudo bem então, mas eu não vou te ajudar a conquistá-la, isso é você que terá que fazer sozinho.

- Combinado.

Depois dessa conversa, nós nos juntamos a Anne e fomos juntos até a sala da Diretora.

Assim que Conrad ficou por lá eu e a Anna resolvemos voltar para o vilarejo e de lá ela aparataria para Londres. Quando já estávamos no jardim percebi que ela chorava; perguntei o porquê e ela me respondeu que nunca tinha ficado tanto tempo longe do irmão como iria ficar agora, eu logo a abracei e para tentar consolá-la e aos poucos ela foi se calmando, assim que a soltei ela agradeceu e me deu a mão para continuarmos a caminhada.

Pouco antes de me virar pensei ter visto uma sombra em uma das torres, mas foi tão rápido que não pude ter certeza, provavelmente era algum aluno passando.

Notas finais
Hey, e ai, gostaram do capítulo??? Ficou ruim ou o que??? Olha, este foi a Bia que escreveu e eu dei uma pequena arrumada, portanto se tiveram que para benizar ou mesmo xingar, façam isso direcionado à ela ok???
Beijos flores do meu coração, amo muito vocês...
Ah, não se esqueçam dos reviews e se alguém tiver alguma pontinha de dó por nós, recomende por favor???
Beijos e até mais amadinhas...
*_*