My Sisters Fiance
11 She Makes Me Crazy, But In A Good Way
Chegamos a casa depois do nosso pequeno desvio. Corri para o quarto da Ashley para ver como ela estava mas para minha grande surpresa ela não se encontrava no mesmo.
Mas se ela estava se sentindo mal, porque raio saiu de casa? Assim teria vindo connosco. Procurei por todo o lado e confirmei ela realmente não estava em casa. Peguei no meu celular e digitei o número dela.
– Alô?– ela atendeu.
– Ash, onde você está?
– Estou... estou... na casa de um amigo?– ela respondeu nervosa.
– De um amigo? Mas você não estava se sentindo mal? — perguntei confusa.
– Sim, mas eu não queria ficar sozinha então vim para casa de um amigo. – ela disse.
– Ashley, me diz a verdade. Eu conheço você e sei que não me está dizendo a verdade. — disse e ouvi ela suspirar. Depois de algum silêncio ela respondeu.
– Estou com o Josh.– ela disse num suspiro.
– E o que você está fazendo com ele? — perguntei quase gritando e de olhos arregalados.
– Eu depois explico. O Jason deu por minha falta?
– Ele ainda não subiu.
– Mana, me encobre. Não deixe ele perceber que eu não estou em casa, por favor.– ela disse rapidamente e eu tinha um mau pressentimento.
– Tudo bem. Não demore. — disse e desliguei.
– Sophie!!– ouvi Jason chamar.
– Estou indo. — corri as escadas até à cozinha onde encontrei Jason com uma chávena de chá. Ele é tão querido. A Ashley tem tanta sorte em tê-lo, e não dá valor.
– Ela está melhor? — perguntou Jason.
– Não, está pior. — disse rapidamente mexendo no nariz — faço sempre isso quando minto.
Oh Sophie, você é mesmo boa a mentir (sentiram a ironia?).
– Então é melhor lhe levar este chá. — ele disse pegando no chá.
– Não. — gritei fazendo ele se assustar. — Não — falei calmamente. — eu levo. — sorri e ele me olhou esquisito.
– Ahmm... ok. — ele disse e eu peguei no chá. Sorri e subi as escadas cuidadosamente para não derramar o chá.
Entrei no quarto pousando o chá na mesa, fechei a porta e dei de caras com o Jason no topo das escadas e vinha na minha direção.
– Que você está aqui fazendo? — perguntei assustada. Porra, eu desisto do teatro. Isto realmente não é para mim. Se eu me safar desta então, eu sou muito sortuda.
– Vou ver a Ashley. Você não disse que ela estava pior? — ele perguntou.
– Sim, mas ela... não quer ver ninguém. Você sabe como ela é quando está com dores de barriga. — disse e ele ficou me olhando. — Não me diga que a Ashley nunca teve dores de barriga antes. — perguntei, agora já não estava representando tão mal. Certo? Ele negou. — Bom, então ela é simplesmente chata, resmugona e nunca quer ninguém por perto. Só para que você saiba ela me expulsou do quarto. Você não ouviu os gritos? — ele negounovamente. Pois, talvez por não houve gritos. — Vamos para a sala fazer qualquer coisa. — disse o empurrando para as escadas.
– Você está estranha. — ele me olhou.
– Obrigada, Jason, você também. — ele riu.
Ficámos vendo tv mas assim que passei por um canal de basquete ele me mandou deixar estar ali. Resmunguei, pois não sou grande fã de basquete, e peguei no meu macbook e liguei o twitter e o facebook. Depois de uns longos minutos o Jason se levantou e se dirigiu para as escadas, no inicio não liguei mas assim que me lembrei do que a Ashley tinha pedido me levantei rapidamente e observei o Jason a meio das escadas.
– Onde você vai? — tentei ser normal.
– Vou me vestir, está me apetecendo ir para a piscina.
Agora que digo? Não, espera, eu vou buscar os seus calções e você se veste aqui na sala? Claro que não. Espera... Não, eu não vou dizer isso.... ah, não tenho alternativa.
– Porque não vamos os dois de roupa interior? — perguntei receosa.
– Está falando a sério? — ele perguntou sério.
– Ahmm....sim, eu acho.
Ele sorriu malicioso e desceu as escadas lentamente. Quando ele sorri daquela maneira é porque não vem daí coisa boa. Ele chegou perto de mim e sorriu docemente. Apalpou meus bolsos — que estavam vazios — e sorriu ainda mais. Me pegou ao colo e eu no mesmo instante comecei a gritar.
– Shh, não faz barulho. Ashley está dormindo.
É, está dormindo uma ova.
– Então me põe no chão. — disse e ele riu. Aquilo era um não.
Chegamos ao pé da piscina e Jason me jogou lá para dentro. Que simpático. Quando vim à surperficie gritei.
– Eu te odeio, Jason McCann.
– Porquê? Eu estou sendo cavalheiro, primeiro as senhoras, certo? — ele disse debochado, e começou a se despir.
Quando ele começou a despir a t-shirt até me arrepiei. Ele ficou só de boxers e logo pulou na piscina perto de mim fazendo salpicar água para os meus olhos — já que eu estava distraída, não tive tempo de fechá-los — e mais uma vez gritei.
– Auu, Jasonnn.
– Que foi?
– Entrou água nos meus olhos. — disse com os olhos fechados.
– Abre os olhos. — ele disse serenamente pousando as mãos em meu rosto.
Abri os olhos piscando algumas vezes, mas depois passou e fiquei olhando em seus olhos que estavam a 10 centímetros de mim. Ele sorriu.
– Me desculpe. — ele disse e eu fiquei confusa mas logo percebi que ele se referia ao me ter salpicado água. Sorri e ele tirou as mãos do meu rosto.
–-Jason--
Ficámos a nadar e a brincar, como mandar água um para o outro, ela subir em minhas costas enquanto eu corria ou nadava. Sentir o seu corpo junto ao meu era..... interessante, parecia que ela me dava pequenos choques ou faíscas quando encostava seu corpo. A maneira como ela ria, como ela me divertia e me mantinha ocupado e divertido era algo que me deixava louco... num bom sentido, claro.
Sophie estava boiando na piscina, estava de olhos fechados e completamente concentrada. Me aproximei dela lentamente e pus uma mão nas costas dela e a outra por baixo de seus joelhos, a confortando nos meus braços. Ela passou os seus braços pelo meu pescoço e depois abriu os olhos lentamente enquanto abria um pequeno sorriso. Olhou em meus olhos e eu reparei que estávamos, se calhar, um pouco próximos demais mas eu estava bem assim e ela não parecia se importando também. Ela humedeceu seus lábios e eu por instinto olhei para eles, sentindo um desejo incontrolável.
Na minha mente nada passava, nenhum pensamento surgia, estava apenas...um vazio enorme. Humedeci meus lábios e me aproximei, olhei para ela à espera de algum sinal de recuo ou hesitação mas ela simplesmente já estava de olhos fechados por isso avancei. Continuei olhando em seus lábios, que estavam entreabertos, e estiquei meu pescoço para chegar perto dela o suficiente — já que não podia puxá-la para mim pois ela estava em meus braços — e então aconteceu. Eu beijei-a.
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