Notas iniciais
Yo! Peço desculpas pela demora! Eu não tenho muito tempo pra escrever, e quando tenho, a inspiração some. É meio chato isso... :'( Bom, deixando a minha tristeza de lado, leiam o capítulo! Eu só espero que alguém entenda a sacada da fic... HIHI Até mais! Todo o dia eu ouço uma música que, de alguma forma, me deixa de bem com a vida, não importando do que ela fale... A música de hoje é: Vanilla Sky, do Paul McCartney.

Terça-feira, 25 de março de 2014, 06h10m.

Natsu POV

E vou eu pra mais um dia chato de aula... Quero que chegue dia oito de dezembro logo, assim eu acabo com isso... Levantei, fiz a higiene matinal. Desci a cozinha para tomar café. Assim que cheguei, meus pais estavam sentados, se encaravam, mas não diziam uma só palavra. Com certeza havia algo errado.

–-- Gente, o que está acontecendo?

Grandine: Natsu, você tem uma irmã.

Eu fiquei em choque. Como assim eu tinha uma irmã?

–-- Tá. Expliquem por que eu não estou entendendo mais nada.

Grandine: Essa filha é só minha Natsu, ela nasceu durante a época em que fui viajar e fiquei um ano fora. – Ela só pode tá de zoa... – Eu não a trouxe, ela ficou com o pai. Porém agora ele está morto. Então, como mãe, eu vou ter de assumir essa criança. Ontem dissemos a você que seu pai me levaria ao médico, mas ele me levou para falar com o advogado do pai de minha filha, para resolver o que faríamos com ela de agora em diante.

Eu não sabia o que dizer. Quer dizer que... Ela traiu meu pai! Isso é sacanagem com a cara do velhote!

–-- Mãe, eu tenho três perguntas pra você. E eu NÃO quero que o velho interfira, somente você responda. Tudo bem pra vocês dois? – Ambos acenaram positivamente. – Primeiro: Por que traiu o velhote? Segundo: Por que escondeu isso da gente? E terceiro: Essa criança te faz feliz?

Grandine: Natsu, na época que viajei, fiquei muito tempo longe de você e de seu pai. Eu fiquei um ano sem ver vocês dois. Você devia ter cerca de quatorze anos quando isso aconteceu. Eu o traí por que sou fraca, me deixei levar pela paixão. Ela é o resultado dessa paixão. Respondendo a sua segunda pergunta: Não tinha como eu chegar pro seu pai e simplesmente dizer: “Olha Igneel, eu traí você com um cara por quem me apaixonei, e nasceu uma criança. Não fique bravo.” Seria estupidez. Como eu não achei um modo de falar de forma que não o machucasse, eu preferi esconder. Por isso sempre viajava nas datas de feriados. Eu queria ver minha filha. Bom, a resposta para a terceira pergunta é SIM! Ela me faz tão feliz quanto você Natsu.

Pensei o seguinte: Se ela é feliz com a criança, isso é bom, e também sinal de que o amor entre mãe e filha é mutuo. Para uma mãe, isso é imprescindível. Ela só errou em não ter dito isso mais cedo para que resolvêssemos de alguma forma. Iria machucar o velhote de qualquer jeito mesmo... Bom, agora essa criança só tem a ela. E ao velhote, se aceitar, eu não tenho nada contra a criança, por que ela não tem culpa de nada. A felicidade da minha mãe é o que vale agora.

–-- Bom, ela só tem a você agora. Traga ela, se for possível. Velhote, antes de qualquer coisa, precisamos da sua aceitação, senão o clima vai ficar pior, e a garota não pode viver nesse tipo de ambiente. Eu não tenho nada contra ela, afinal ela não tem culpa de nada. Se ela tem o sangue de minha mãe, então ela é minha irmã, mesmo que não tenha seu sangue também. Eu vou tratá-la e conviver com ela como se fosse filha de vocês dois. Se a minha opinião vale algo aqui, então a minha opinião é que a felicidade da minha mãe, e como consequência, da criança também, é o que mais vale por agora. As desavenças vocês podem resolver. Velhote, a mãe está errada de ter feito o que fez, mas você não pode ficar julgando ninguém. Todos falhamos uma vez na vida. Bom, eu vou pra escola. Estou ansioso pra conhecê-la. Até depois.

Hoje decidi ir a pé até a escola. Comecei a pensar como seria a minha irmã. Qual seria seu tamanho, como seria seus cabelos, seus olhos, sua personalidade, eu espero realmente que nesse aspecto ela não tenha puxado minha mãe...

Quando dei por mim já estava no portão da escola. Olhei as horas, ainda faltavam vinte e cinco minutos pra aula começar. Fui até o jardim da escola. Poucas pessoas vão lá. É um ótimo lugar pra pensar. Estava alheio a tudo quando vi a Lucy se sentando ali, no banco um pouco longe da onde eu estava. Ela tinha um olhar indiferente. Agia como um robô. Parecia tão alheia a tudo. Fiquei uns dois minutos olhando-a ali, até que decidi ir lá.

–-- Oi!

Lucy: *Se assusta* Ah! Oi Natsu!

–-- Há algo errado com você? Você está bem pra baixo hoje. Ontem estava tão alegre!

Ela não respondeu nada. Ficou encarando o nada, como se voltasse para o seu próprio mundo. O sinal acaba de tocar. Fui tentando puxar assunto com ela, mas ela estava fora de órbita. Entramos na sala, e vi que todos nos olhavam. Ela nem ligou. Só foi sentar no seu lugar, e eu fiz o mesmo depois de ficar olhando pra todo mundo igual um idiota.

Naruto: Tá pegando né safadão? Deixa a branquela louca saber disso, você vai ficar na merda!

–-- Cala a boca Naruto!

Naruto: Ih, tá com a bunda virada pra lua...

Desgraçado. Quero pegar ele na saída...

Notas finais
© 1971. El Chavo del Ocho. Por Roberto Gómez Bolaños. "Ninguém tem paciência comigo!" - Chaves. Eu ainda não entendi o porque de escrever isso... --'
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.