Notas iniciais
Yo minna o/
Muito obrigada por terem lido.
Hoje é sexta (^-^) mas eu queria muito postar, então não consegui aguardar até domingo. Gomen ne?
Aqui está outro capítulo.
Boa leitura o/

Erza Scarlet sorria. Ela chamava Jellal enquanto corria pelos campos abertos. Ficou presa em pensamentos. Tudo estava se realizando.

Jellal corria a colina em busca da amada. Perdera a ruiva de vista a pouco. Quando chegou ao topo, viu a ruiva, os cabelos dando a impressão de estarem em chamas, balançando.

Ele tentou chamá-la, em meio a um grito que nunca ocorreu. Ela se virou e sorriu, com lágrimas. Caiu.

A robô piscou os olhos mecânicos. Fez uma varredura no local. Avistou o humano de cabelos azuis. Apontou a mão para ele. Iria matá-lo. Uma ameaça era sempre perigosa, e ela precisava exterminá-lo.

Esperou ouvir disparos. Olhou para sua mão. Estava completamente normal. Defeituosa.

- O que está fazendo? – perguntou o homem.

- Exterminar. – ela disse.

Tentou com o outro braço. Oras, por que não possuía armas? Era tão fajuta assim?

- Erza 1. 2. 3. Desativar. – o homem falou e tudo perdeu vida.

Jellal se sentou no chão. Sua sorte foi que tinha desinstalado as armas. Ele quase morreu, foi tudo por um triz.

Mas o que acontecera com ela? Programara a robô com afinco, visando uma Erza robótica doce, gentil e amiga como a dele era. Levantou-se e pegou umas ferramentas. Abriu o braço da robô. Era lá que os mecanismos dela ficavam. Tudo estava em perfeita ordem.

O problema deveria ser pessoal.

Jellal jogou as ferramentas no chão, frustrado. Tudo era uma droga. Ele saiu, batendo a porta.

A robô piscou os olhos mecânicos novamente. Conseguia ligar-se sozinha.

Ela andou pelo porão, e começou a derrubar várias coisas. Não ligava. Analisou todas as coisas dentro do quarto. Conseguiu vários dados e informações.

Ela olhou os braços e as mãos. Uma inútil era o que ela era. Mas resolveria isso. Fechou os olhos e começou sua pesquisa. Ela precisava ser útil. Precisava se defender.

Imediatamente seu sistema foi invadido pela foto de um homem de cabelo azul. Tentou banir aquela imagem, mas um vídeo apareceu em seu visor.

- Testando protótipo Erza 154. – dizia o homem.

Uma garota de cabelos rosa surgiu atrás dele. – Jellal, ainda está tentando isso? Não vai dar certo. Você sabe disso.

O homem revirou os olhos.

- Cale-se Meredy. – o azulado chegou mais perto do visor. – Ativar.

- Jellal, o que é isso? – uma mulher morena surgiu. – Jellal! Isso está funcionando?

O homem sorriu.

- Sim, está. – avisou.

- Ultaer, essa coisa vai tentar nos matar! – gritou a garota de cabelo rosa, se escondendo atrás da morena.

- Jellal, desligue essa coisa! – ordenou a morena.

- Ela não vai fazer isso. – Jellal encostou na máquina. – Não é? Erza...

- Jellal, desligue isso. Está desperdiçando sua inteligência em algo que não tem futuro. – Ultear falou. – Ela não vai voltar.

- Cale-se. – Jellal gritou. – Ela voltou, não estão vendo? Ela voltou!

- Você está insano, Jellal. – Meredy falou.

- Não me importo. – Jellal pegou a máquina e a trouxe mais perto. – Erza 154, eu sou Jellal Fernandes, seu criador.

O vídeo acabou e a máquina desativou. Precisava processar as informações.

Jellal acordou com as batidas na porta. Levantou e correu até a porta, sem se preocupar com o fato de estar de pijama e com a cara de sono. Erza 154 falhou. Precisava começar uma nova.

Abriu a porta. Estava esperando novos equipamentos, e eles sempre entregavam no dia seguinte. Deu de cara com Ultear.

Jellal fez uma careta.

- O que faz aqui? – perguntou. Ultear entrou sem convite.

- Eu avisei que não ia dar certo. – Ultear deu de ombros.

- Se veio aqui só para jogar isso na minha cara, acho melhor ir embora, eu tentarei de novo. – Jellal ficou emburrado.

Ultear suspirou.

- Onde a coisa está? – perguntou.

- Você sabe onde ela está. – Jellal se encolheu. Droga... Ultear era como uma mãe que negava tudo.

Ultear caminhou até o porão e abriu a porta. Levou um tiro no estômago. Jellal correu até lá e abriu a porta.

- Mestre. – disse Erza.

Jellal fechou a porta e ligou para a ambulância. Havia criado um monstro.

Notas finais
Entendedores entenderão porque coloquei 154 ( :3)