My Princess

1 Capítulo único


Notas iniciais
Aproveitem cupcakes!

Pov. Piper

--Vamos, Piper. Não é tão ruim assim.- disse Annabeth pela vigésima vez.

--Mas eu não quero me casar! É tão difícil entender?- eu disse pela vigésima primeira vez.

--Eu não entendo. Você gostava tanto do meu irmão. O que aconteceu?- Thalia perguntou.

--Eu não sei. Eu não quero me casar com ele e pronto!- falei tentando encerrar aquele assunto de vez.

--Pips, eu também fui prometida a casamento. Não acho tão ruim.- disse Hazel. Tão nova e já se conformava.

--Você é diferente, Hazel. Você gosta do Frank. Eu gosto do Jason mas só como amigo, ok?

Maldita hora em que eu disse que não queria me casar com Lord Grace! Agora as meninas ficam me enchendo a paciência. Mas era necessário eu falar, não aguentava mais guardar aquilo para mim mesma.

--Você não sabe o que está perdendo, McLean! O quanto eu daria por um casamento não pode ser contado.- disse Rachel retocando a minha maquiagem.

--Mas não faltam pretendentes pra você, Rach.- falei arrumando meu cabelo.

--Mas falta permissão de sua majestade Apolo. E ele foi bem claro: "Nada de relacionamentos enquanto for minha aprendiz". Agora cá estou segurando vela pra vocês.- ela disse suspirando.

--Pra vocês não. Eu não estou nesse grupo.- falei.

--Ok, estou cansada desse assunto de casamento. Termine logo de se arrumar que o baile começa logo- falou Annabeth com a mão na testa. Ótimo, já estava cansada disso também.

Elas continuaram minhas amigas mesmo depois de casadas, claro com exceção de Hazel e Rachel, sempre quiseram que eu me casasse também. O que eu disse deve ter acabado com elas.

Thalia era casada com o grã-duque Luke Castellan. Annabeth já era rainha, casada com o jovem rei Perseu Jackson. Era para eu estar no mesmo caminho, mas resolvi dar uma de rebelde.

Hoje é mais um dos tantos bailes que a família Grace e a família McLean estão fazendo para o noivado meu e de Jason. Eu realmente gostava dele antes, mas percebi que ele não sentia nada por mim.

Já estava pronta quando minha mãe bateu na porta do meu quarto. Ela entrou sorrindo.

--Estão prontas, meninas?

--Sim, vossa majestade.- responderam as meninas.

--Então vamos logo. Os nomes já serão anunciados.

Saímos porém minha mãe me parou.

--Por que essa cara, Piper? É pra ser um dia feliz.

Revirei os olhos e respondi:

--Você já sabe, mãe. Eu não quero me casar com Jason! Ele não me ama.

Ela suspirou e disse:

--É para o bem do reino, minha filha. Precisamos de aliados, uma guerra pode começar a qualquer momento. Nossa última aliança...

Eu sabia o que iria vir a seguir. Nossa última aliança com a o reino vizinho, minha irmã mais velha Silena estava prometida para casamento com o príncipe deles. Ela não aceitava, havia se apaixonado por lord Charles Beckendorf. Eles fugiram, disseram que nem os mais poderosos reis iriam separá-los. Acho que eu tinha sete anos de idade na época. Eu lembro vagamente daquele dia.

"Era noite, o céu estava estrelado. Eu escutei um barulho no outro lado do quarto. Me levantei para ver o que era. Silena estava arrumando suas roupas em uma sacola. Ela não usava o vestido rosa tradicional, usava a calça de malha e a blusa de manga longa. As roupa que usávamos no treinamento de esgrima e facas. Sim, nós fazemos treinos assim. Minha mãe falava que devíamos aprender a nos defender caso estívessemos fora dos limites do reino. Silena tinha embainhado sua adaga na cintura, estava jogando uma corda pela janela, a sacola de roupas no ombro. Ela já ia pular quando eu a chamei:

--Silena!

Ela olhou pra mim. Por um momento seus olhos azuis ficaram em pânico, mas depois ficaram tristes. Ela sorriu de leve e disse com a voz calma, como sempre falava comigo:

--Deveria estar dormindo, princesinha. Não é legal passar a noite acordada.

--Você vai embora?- perguntei.

Ela olhou para o chão. Podia ver que seus olhos estavam marejados.

--Vou sim, Pips. Não posso ficar mais aqui nessa condição.

--Mas você não pode ir embora!- eu disse chorando e indo abraçá-la.

Ela afagava meus cabelos e disse com a voz embargada:

--Oh, maninha. Eu sinto muito por isso, mas não posso ficar. Mamãe quer fazer eu me casar com alguém que eu não quero. Eu amo o Charlie, não o príncipe almofadinha da Itália!

Eu ri em meio as lágrimas. Ela olhou pra mim e limpou os meu olhos.

--Aprenda uma coisa, Piper: ninguém pode obrigar você a fazer o que não quer. Temos que seguir nossos sonhos aconteça o que acontecer, ok?

Balancei a cabeça afirmativamente.

--Eu vou ver você de novo?- perguntei em meio aos soluços.

Ela mordeu o lábio inferior e respondeu:

--Talvez um dia, maninha. Talvez um dia.

Alguém grita do lado de fora da janela:

--Silena! Temos que ir.

Fomos para a janela. Um jovem negro estava montando um cavalo, Charles Beckendorf. Ele olhou curioso para Silena quando me viu e ela disse que não havia problemas. Ele sorriu e falou pra mim:

--Não se preocupe, alteza. Prometo cuidar de Silena com a minha vida, certo?

Sorri. Charles era um cara legal. Nas poucas festas em que eu o vi ele se mostrou bastante educado e gentil. Dei um último abraço em Silena e ela desceu pela corda. Quando ela já estava montada junto a Charlie me disse:

--Lembre-se do que eu disse, princesinha. Ninguém pode obrigar você a fazer algo que não quer.

Eles saíram galopando pela noite, me deixando com aquelas palavras na mente. Meses depois uma guerra se instalou. Os reinos contra os exércitos de um velho tirano que havia escapado de sua prisão: Cronos. Soubemos que Silena e Charles lutaram bravamente contra os soldados, mas não resistiram e morreram em batalha. Foram heróis."

Minha mãe estava limpando algumas lágrimas que caíram. Ela logo sorriu de novo:

--Nós podemos resolver isso depois, vamos.

Enquanto andávamos pelos corredores do castelo ela me disse:

--A propósito, lord Jason Grace está atrasado. Você irá entrar com um outro rapaz.

Franzi as sobrancelhas. Jason nunca atrasava.

--Atraso?

Ela encolheu os ombros.

--Foi o que soubemos até agora.

Chegamos ao corredor central (N/A: Eu não faço a menor ideia de como seja feito isso, mas vou pela intuição), a maioria das pessoas estavam lá, junto de seus pares de entrada.

Annabeth veio lá do início da fila arrastando Percy com ela. Ela veio tão afobada que sua coroa havia ficado torta.

--Piper! Graças aos deuses, pensei que você ia se recusar a aparecer no baile.

Revirei os olhos.

--Não seria tão louca, Annabeth. Majestade.- eu disse educadamente a Percy.

Ele sorriu e disse:

--Sem essa de majestade pra você, Piper. Como tem andado?

Ri e respondi:

--Ok. Estou bem, só com alguns problemas.

Rachel chegou por trás e disse:

--Que com um bom diálogo serão resolvidos, certo?

Olhei mortalmente para ela porém esta me ignorou.

--Mãe, quem é o meu p...

Fui interrompida por um menino que chegou correndo no corredor, trombando em alguns dos convidados.

--Me desculpem! Mil perdões. Com licença, alguém pode me dizer onde eu encontro sua majestade, rainha Afr...

--Estou aqui, alteza.- disse minha mãe sorrindo.

O garoto se virou e eu pude vê-lo melhor e só digo uma coisa: aquilo que se é chamado de deus grego. Ele tinha o cabelo enrolado e castanho, um sorriso nervoso tão fofo, olhos castanho chocolate, era alto e forte.

Ele veio na nossa direção e se curvou formalmente.

--Piper eu te apresento o príncipe da Espanha, Leo Valdez. Vossa alteza, eu lhe apresento minha filha, princesa Piper McLean.

Ele ia estendendo a mão para mim quando se deu conta que estava suja de graxa. Limpou rapidamente e pegou a minha mão beijando-a.

--Encantado por conhecê-la, princesa Piper.

--Igualmente, vossa alteza.- respondi sorrindo.

--Ele entrará com você já que Jason ainda não chegou. Se posicionem logo, os nomes...

Nesse momento os portões se abrem e começam as apresentações.

--Apresento-lhes a vocês, o rei e a rainha da Grécia: sua majestade, rei Perseus Jackson e rainha Annabeth Chase Jackson!

Todos aplaudem.

--Como eu disse. Encontro vocês depois, crianças.-disse minha mãe se retirando.

Instalou-se um silêncio um pouco constrangedor depois disso, sendo os únicos sons os anúncios de nomes e os aplausos. Leo começou:

--Então, você é noiva do Jason, certo?

Abaixei a cabeça e respondi entediada:

--É, sou sim.

--Não parece feliz com isso. Qual o problema?

Olhei pra ele. Ele deve ter percebido o que falou pois logo consertou:

--Claro, você fala se quiser. Eu só fiquei curioso.

Sorri de lado.

--Tudo bem. Te conto depois, aqui não é o melhor dos lugares.

Ele assentiu. Perguntei a ele:

--E você? Tem alguém especial na Espanha?

Ele deu de ombros e respondeu:

--Nem na Espanha nem em lugar nenhum. Acho que nenhuma garota quer um elfo espanhol como companheiro.

Ri da piada boba. Ele sorriu e disse timidamente:

--Você tem um sorriso bonito, sabia?

Corei com o elogio.

--Obrigada.

O casal a nossa frente foi chamado:

--Grã-duque Luke Castellan e lady Thalia Grace!

Envolvi o meu braço no dele e esperamos sermos chamados.

--Nossa amada e futura rainha, princesa Piper McLean! E o sucessor do trono da Espanha, Leonardo Valdez!

Acenos e sorrisos para a multidão. Vi que Leo rolou os olhos para o "Leonardo Valdez" mas continuou sorrindo. Ao descermos as escadas desenlaçamos os braços, porém por algum motivo ficamos de mãos dadas.

Enquanto íamos andando pelo salão eu ia ouvindo coisas como "Parabéns pelo casamento", "Você tem sorte por Jason" e coisas do tipo. A cada vez meu coração se quebrava mais. Era algum tipo de castigo eu ter que ouvir o nome dele toda a hora. Leo deve ter percebido pois colocou a mão no meu ombro e me guiou pela multidão.

--Vem, deixa eu te levar pra um lugar mais calmo.

Depois de um tempo andando acabamos chegando no jardim da propriedade. Era bonito, ainda mais a noite. O brilho da lua deixava tudo com uma luz prateada. Tinha uma fonte de mármore que era rodeada por canteiros de roseiras e lírios. Nos sentamos na fonte e eu não consegui segurar por muito tempo, comecei a chorar. Chorar por Jason, por ter que me casar com ele, por não ter mais Silena para me consolar, por tudo.

Leo me abraçou. Normalmente eu ficaria constrangida com isso mas não dei importância, eu precisava de alguém para me amparar.

--Ei, não chore. Rainhas não podem ficar tristes.

--Eu não sou rainha.- eu disse entre soluços.

--É sim. Uma ótima rainha. Rainha da beleza.

Olhei pra ele com uma sobrancelha arqueada.

--Rainha da beleza? Leo, por favor. Eu não sou nada disso.

--Ah, você é sim. A mais bela princesa de todas. E eu sou o bobo da corte mais charmoso de todos.

Soltei uma risada com que ele disse. Ele retribuiu o sorriso e disse:

--Tá vendo? Muito mais linda com o sorriso. Agora eu poderia saber o motivo pelo qual você estava chorando?

Suspirei e comecei:

--É o Jason. Não quero me casar com ele, mas minha mãe me obriga. Eu gostava muito dele, até amava. Mas eu me dei conta de que ele não sente o mesmo por mim.

--Sabe, eu sou um grande amigo dele. Ele me falou bastante sobre você, e eu tenho certeza de uma coisa, Rainha da beleza: ele nunca iria querer te ver triste por causa dele.

Olhei naqueles lindos olhos castanhos.

--Sério?

--Palavra de príncipe.- falou colocando a mão no peito.

Sorri e fiquei curiosa com uma coisa.

--Leo, quando você se apresentou pra mim suas mãos estavam sujas de graxa. O que estava fazendo?

Ele corou um pouco e respondeu:

--Montando algumas coisas. É coisa de família, temos um certo talento para a tecnologia. Meu irmão...- ele parou por um instante como se estivesse tentando se lembrar. Seu olhar era um pouco triste- ele me ensinou algumas coisas. Veja.

Ele retirou do casaco algo parecido com uma caixa de metal pequena. Eu conhecia daquelas, caixinha de música. Leo abriu ela revelando uma réplica de uma bailarina dourada que girava enquanto tocava uma doce canção de ninar. Meus olhos brilharam para o trabalho:

--É lindo, Leo! Por que estava fazendo isso?

Ele encolheu os ombros e disse:

--Nunca se sabe quando eu terei que consolar rainhas indefesas, certo?

O olhei curiosamente.

--Isso é pra mim?

--É apenas um protótipo, mas se quiser é seu.- ele disse apertando um botão ao lado da caixinha. Automaticamente ele se compactou em um pingente do tamanho de uma moeda, com uma corrente dourada. Fiquei de boca aberta. Ele sinalizou para eu me virar e eu o fiz. Leo colocou a corrente no meu pescoço, era surpreendentemente leve.

--Se quiser voltar com a forma de caixinha basta girar o aro que circula o pingente, ok?

--Obrigada, Leo. Foi a coisa mais linda que alguém já fez pra mim.

-- Duvido que seja mais linda do que você, princesa.- ele disse passando a mão pelo meu rosto. Eu me sentia tão bem perto dele, onde ele estava todo esse tempo? (N/A: WHEEEEEREE HAVE YOU BEEN?! õ/)

Dentro do castelo a banda começou a tocar. Leo sorriu e estendeu a mão.

--Me daria a honra de uma dança?

Sorri e peguei sua mão.

--Mas é claro, nobre príncipe.

Ele passou a mão livre pela minha cintura e eu pus a minha em seu ombro. Eu não sabia dançar muito bem, mas quem se importa? Estávamos apenas balançando com a música. Em um momento no final da dança, acabamos por ficar a alguns centímetros de distância um do outro. Eu não pensei, apenas fiz. Fechei os olhos e acabei com a distância entre nossos rostos de uma vez com um beijo. Aquilo era tão bom, não existia baile, não existia Jason, não havia mundo. Apenas eu e Leo naquele jardim. De repente ele se separou nervoso, colocou as mãos no meu rosto e falou ofegante:

--Eu não deveria estar fazendo isso. Você está prometida a Jason não a mim.

--Por favor não me lembre disso novamente.- eu falei e o abracei- eu só quero esquecer esse pesadelo e ficar aqui com você.

Ele suspirou e disse com a voz abafada pelos meus cabelo:

--Vamos entrar, sua mãe pode estar preocupada com você.

Assenti mesmo de má vontade. Ao entrarmos no salão ninguém pareceu reparar que eu estava fora. Neste momento a música para e minha mãe fala do alto do andar de cima para todos ouvirem. Sua expressão era triste e séria.

--Um minuto da atenção de todos por favor. Provavelmente vocês notaram a falta do noivo na festa, lord Jason Grace. Acabamos de receber uma carta endereçada do mesmo e soubemos que ele fugiu.- uma série de murmurinhos se iniciou. De onde eu estava pude ver que Thalia havia desmaiado e Luke tentava acordá-la. Minha mãe continuou- Em suas palavras ele diz que fugiu com a jovem lady Reyna Storm por ela ser sua verdadeira amada. Disse que não se pode obrigar alguém a fazer o que não quer.- ela disse olhando para mim culpada- Ele diz que sente muito por tudo, mas essa era a sua escolha e nada o faria mudar.

Os murmuros e cochichos aumentaram. Eu ainda estava tentando organizar tudo na minha cabeça. Jason fugiu com Reyna, disse que não se podia obrigar alguém a fazer o que não quer...

--Isso quer dizer que não haverá mais o casamento?- Perguntou um dos condes da família Stoll.

--Não, o casamento está cancelado.- minha mãe falou de cabeça baixa.

Felicidade. Isso eu que eu sentia naquele momento. Alegria, felicidade, e todos os bons sentimentos existentes. Nada mais de me casar com alguém que não me ama, nada de Jason.

Me virei para Leo e vi que ele concluiu a mesma coisa, pois seu sorriso era maior do que todos os outros que eu havia visto.

--Bem, acho que eu não preciso mais ficar culpado pelo beijo, não é, princesa?

Meu sorriso era tão grande quanto o dele.

--Nem por aquele e nem por esse.- falei e pulei em cima dele beijando-o com mais urgência do que na última vez. Ele correspondeu na mesma hora. Dane-se se todos estão olhando, é bom que elas saibam que ele é que é o verdadeiro dono do meu coração.

ALGUNS MESES DEPOIS...

Tudo ia as mil maravilhas no meu namoro com o Leo. Bem, se você chamar de namoro algo em que um só manda cartas pro outro e o casal se vê uma vez a cada duas semanas...é, estávamos indo bem.

Não tínhamos muitas notícias de Jason ou Reyna desde aquele dia no baile. Recebemos apenas algumas cartas sem endereço. Ele disse que estavam vivendo em algum lugar na Itália como camponeses, que "não é necessário luxo ou dinheiro quando se está ao lado do maior tesouro de sua vida: o amor". Concordo com Jason, fiquei muito feliz de saber que ele estava bem. Em outras cartas ele se desculpava por tudo o que havia feito eu passar, que nunca iria querer me magoar mesmo se algo fosse contra a vontade dele. Aceitava as desculpas, mas não faziam muita diferença agora. Aliás, estava com alguém que me fazia esquecer tudo o que aconteceu ou acontece.

Eu e Leo estávamos caminhando abraçados no mesmo jardim em que nossa história havia começado.

Uma hora ele me pediu para me sentar na fonte junto com ele e eu fiz. Ele passava a mão no cabelo como fazia quando estava nervoso.

--Pips, você sabe que eu te amo certo?

--E eu te amo mais, mais do que qualquer coisa no mundo.

--Então você não ficaria brava se eu fizesse o que vou fazer agora.

Eu já ia perguntar o que ele estava dizendo quando ele fez. Se ajoelhou, tirou do bolso uma caixinha de veludo e de lá revelou um delicado anel de ouro, encrustado de diamantes. Não um trabalho de um joalheiro, um trabalho de Leo.

--Piper McLean, você aceitaria ser minha para sempre, ser minha rainha? Em outras palavras, aceita se casar comigo, princesa?

Eu estava estática. Eu nem pensei, apenas disse com toda a voz que eu ainda tinha:

--Sim! Com certeza sim, Leo!

Ele deixou o anel de lado e me beijou me girando no ar.

--Eu te amo, Piper McLean. Minha linda, minha princesa, minha Rainha da beleza.

--Eu também te amo, Garoto de reparos. MEU Garoto de reparos.

E aquele seria apenas o primeiro dos tantos dias lindos que eu viveria ao lado dele, meu amor, Leo Valdez.

Notas finais
Quem gostou levanta a mão! o o o o o o o o o/ o o o o o o
Obrigda mamãe.
Quem quer bolo?! Feito pelo Tyson!
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!