My Precious Milady Is A... Hard Fujoshi!
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Notas iniciais
Espero que curtam. :3
Reviews são sempre bem-vindos. AUHEUHE
Reviews são sempre bem-vindos. AUHEUHE
"Seus lábios tão finos e rosados, tão rosados quanto as maçãs de seu rosto ! Os olhos de um azul tão escuro e maravihoso quanto o céu desta noite viril. O calor que emana de suas mãos aquecem diretamente meu coração e o faz pular cada vez mais e mais, toda vez que chego tão perto das mesmas ao entregar-lhe o chá. Ah, como é bela minha Senhorita... " pensava, sorrindo disfarçadamente, enquanto dirigia-se para perto de sua Senhorita com uma bandeja prateada. Seus negros cabelos semi-cumpridos e lisos fora pego pelo vento que invadia o local e dançanvam, destacando sua formosa face jovem, com uma expressão cavaleira e gentil, e seus olhos, de um azul tão escuro quanto a noite, brilhavam de admiração enquanto fitava sua Jovem Mestra. "... Se ao menos ela soubesse o que... não, não, não ! Pare de pensar assim, Alphonse D'Granz Nocturein ! " pensava Alphonse, o mordomo, enquanto segurava a bandeja com chá apenas com uma das mãos, e com a outra batia levemente em sua bochecha. "sou apenas um mero mordomo ! ", suspirava fundo.- Al ? — uma voz feminina surgira. Parecia doce e distante, mas de um tom autoritário."Hã? ouvi algo? ah, sim ! " - Ah, perdoe-me, Senhorita ! — dissera Alphonse desconcertado, retornando de seu mundo imaginário e voltando seu olhar para sua Senhorita. Dirigiu-se até mais próximo da jovem e serviu-lhe o chá. Com delicadeza, a jovem tomava vagarosamente seu chá, enquanto voltava sua atenção para as estrelas. Alphonse ficara parado, com a bandeja nos braços e encostada ao peito, apenas admirando a jovem. - Linda — cochichou Alphonse, tendo a palavra acidentalmente escapado de seus pensamentos. Chamou a atenção da jovem, que o fitou curiosa, desconcertadamente ele tentara desfarçar. — As estrelas ! Ah, as estrelas estão maravilhosamente lindas hoje, estou certo? Parece pequenos vagalumes a brilhar no céu infinito, sempre a procurar sua alma gêmia. haha ! — percebendo nenhuma reação da jovem, e desconcertado, tentava dizer algo belo e interessante, enquanto bagunçava seus cabelos com umas das mãos, talvez para impressionar sua Senhorita. — Ah, e a lua nesta fase é realmente admirável. Ela está tão desnunbrante hoje, estou certo?- Normal — respondeu a jovem, num tom seco e desinteressado, depois de alguns segundos em silêncio encarando Alphonse desconcertado." A voz da Senhorita é tão bela" pensava Al, suspirando. - Aaaaal — manisfestou a jovem, num tom de tédio.- O que desejas, Mi Lady? — respondera o mordomo, dirigindo se até a mesa de mármore que ali havia e levando as mãos até uma chaleira de porcelana branca. — Mais chá ?- Não — respondera a jovem, num tom desanimado. — Pergunte pra seu amante se ainda tem aquela torta de limão.- Me-me-me-me-meu o quê? — respondera Alphonse, atrapalhado.- Hã? — a jovem o olhou como se a pergunta da mesma fosse retórica, e encarava-o seriamente.- Ah, bem... é. Com licensa, Senhorita. — dirigia-se até a porta de madeira ao final da sala.- Ora, ora... ficou todo atrapalhado porque falei sobre seu segredinho — respondera a jovem, sentando na janela e cruzando as pernas, num tom sério e desafiador — Tudo bem, estamos a sóis! - Ah, be-bem... não é bem isso — falou baixo para si mesmo, o mordomo.- Nahnáh... que seja. Só não fique demais lá com ele, pois estou com muita vontade de algo doce. - Tome cuidado com a janela, Senhorita. — dissera Alphonse, ao abrir a porta da saida. Fez um reverencia e a jovem o ignorou.Era uma cozinha excepicionalmente bonita e espaçosa. Todos azulejos eram brancos e sem qualquer mancha, os talheres e panelas organizados por categoria em diversas prateleiras. Fornos a lenha no canto esquerdo superior, e no outro extremo fornos elétricos com vidros fumê. Só havia uma pessoa ainda lá. Um jovem de cabelos negros e cumpridos amarrados com um coque, traços orientais, alto, com braços medianamente grossos e fortes, e usando um óculos de armação transparente. Alphonse se encostou em uma das paredes, o outro jovem estava tirando seu avental branco.- Torta de limão — disse o mordomo, num tom sério e suspirando desanimado.- Yoo, namorado ! — respondera o outro, jogando seu avental em cima do mordomo e rindo.
- Seu maldito ! — gritara Alphonse, com o avental em seu rosto, o jogava no chão, irritado e corado.- Hahaha ! Ora, você não faz tudo para agradar a Senhorita Emilly? — começava a aproxima-se do mordomo, sorrindo maliciosamente e fitando-o no fundo de seus olhos. - Não a chame assim pelo primeiro nome, seu retadado ! — gritara Alphonse, ainda corado e se afastando do outro jovem. — E vá logo pegar a torta de limão, Xing-fu.- Ok,ok e ok, Al! — respondera Xing-fu, passando por Alphonse e fingindo decepção — Levei um fora ! Humpf.- Pare já com essa palhaçada, seu chinês de merda ! E não me chame de Al. — respondeu furioso o mordomo — Pra você é Senhor Nocturein!- Ah, ok ok. — o jovem chinês arrumava os óculos — Eu não sou um filho de nobres, não devo chamar vossa alteza pelo primeiro nome, certo?!- Exatamente ! — afirmou o mordomo.- Seu mal-va-do — Xing-fu provocava Alphonse, que estava com o punho fechado para bater no jovem chinês — E de pensar que você é tão gentil e amável quando nossa relação está boa — olhava para o teto, imitando uma timida garota, com as mãos entrelaçadas e próximas ao peito. — E "Moquituri" é um nome dificil de pronunciar...- NOCTUREIN! seu maldito, se pronuncia No-ki-tu-rim, entendeu? Com "Rim" — gritava Alphonse, exaltadamente irritado — E nossa relação nunca foi boa... Digo, que relação, afinal? Idiota.- Quando a Senhorita disse ter descoberto nosso "segredinho", você me tratou tão docemente — falava Xing-fu, suspirando e imitando um garotinha timida. — até sorriu e pegou minha mão para me levar para outo comodo da mansão! Ah!- Pare com essas besteiras ! — dissera, Alphonse, sério e irritado, se dirigindo até a saida.- Ei, oh, uke nervosinho. — dissera Xing-fu, num tom sério e dirigindo-se até o mordomo.- Uke O QUÊ? seu maldito! — gritara Alphonse, virando-se para o outro jovem.- Ok, ok... só "uke" então... — dizia num tom sério, e fazendo bico. Alphonse se aproximava para bater em Xing-fu. — A torta, oh mordomo de segunda classe.- Eu já ia pegar — disse Alphonse, disfarçando. Tomando a bandeja de prata com certa ignorância — Cozinheiro de pior classe.- Mas Emilly come mais meus doces do que os seus, hein. — Xing-fu provocava.- Ignora-ei-o... Ignora-ei-o... Ignora-ei-o.- Nem tentar me ignorar consegue, olha só como habito sua mente, Moquituri-san ! — provocava ainda mais. — Mas desculpe-me, eu tenho uma namorada já, ok?! Nosso amor proibido é muito dificil de manter, sabia?! haha- É NOCTUREIN, anta irritante! — respondera Alphonse, irritado,se retirava.- Oh, não negou o fato do amor proibido... — respondera o jovem chinês, com uma certa expressão irônica e maliciosa. Alphonse apressou seus passos e fingira não ouvir o outro jovem.- Demorou... — disse a jovem garota, assim que Alphonse abrira a porta do comodo onde a mesma estava.- Peço que perdoe-me, Senhorita. Realmente sinto muito — respondera Alphonse, fazendo reverencia e segurando a bandeja com uma das mãos — Perdoe-me.- Eu sei. — respondeu a jovem, num tom sério. — Vocês não teêm muito tempo para os dois, apenas quando todos da cozinha se retira.- Nã-n-não é isso, Senh... — Alphonse tentava falar, mas era ignorado e interompido.- Um amor assim é complicado mesmo — continuava a jovem — Ah, um amor complicado como em BL. — suspirava. — Eu imagino como é, jovem Nocturen.- Ah..bem... Co-como eu disse, Senhorita... não é bem as.... — tentava retrucar.- Vamos lá, desabafe, Al ! — dizia, se aproximando do mordomo e olhando-o no fundos dos olhos com uma expressão séria. Segurava uma revista nas mãos, que estavam para trás, escrito "Boys Love" — Não precisa se acuar... Ah, e me chame pelo nome. - Ce-certo, Senhorita.- Meu nome não é "Senhorita" — dizia autoritária. - É que não... - Ah, sim — interrompera — Emilly, Lizbeth, Lizz ou Emi. Tanto faz !- Se assim desejas, Senhorita Emilly Lizbeth — respondera cortêsmente o mordomo, fazendo reverência.- Ah, você continua com isso... — dizia a jovem, num tom de decepção. — Eu realmente não vou ficar sabendo dos detalhes sobre seu amor proibido.- Nã-não é bem isso! — Alphonse tentava novamente retrucar, mas a imaginação de Emilly não era algo muito mutável. "Ah, se a Senhorita soubesse quem na verdade é o meu verdadeiro amor proibido" pensava, suspirando e observando sua jovem mestre saboreando sua torta favorita, sentada na janela. "Não, não e não... Não posso ter esses tipos de pensamentos. Sou apenas um membro do ramo secundário da familia que serve diretamente o reino, apenas um mero servo. Estar por perto é o máximo que eu posso..."
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