Notas iniciais
Demorei, eu sei eu sei! Mas minhas explicações são que eu viajei pra fazer prova de vestibular, então vocês me perdoam né?? Sdds ♥ Boa leitura!

POV Hermione

Eu odiava isso, mas as semanas em Hogwarts estavam voando. O fato de eu e Draco estarmos tão ocupados parecia fazer tudo ir mais rápido pelo tempo ser tão tomado, mas eu tentava fazer tudo o que eu fazia com excelência, principalmente ensinar meus novos alunos. Draco também não estava diferente, eu nunca o vira tão entretido e animado em algo, e eu ficava feliz com isso, já que isso iria tomar o tempo dele até o resto do ano.
No dia atras, eu ficara sem ve-lo o dia todo, já que eu acordei atrasada para o café da manhã por ter ido dormir tão tarde depois de estudar, e ele já havia ido pra sua aula. Mesmo que fosse só um dia, meu coração estava apertado de saudade. Mas graças a Merlin, hoje tinha aula junto com a sonserina, então eu estava tranquila.
Já sentada na cadeira da sala, senti seus lábios gelados na minha bochecha, e quando olhei com um sorriso, senti uma enorme vontade de pular em seus braços. Ele me olhava de uma maneira tão inexplicável, e eu tinha certeza que o olhava do mesmo jeito. Seus olhos me penetravam de uma maneira apaixonante, e o sorriso no canto da boca mostrava uma enorme felicidade, mesmo que pequeno.

– Bom dia turma, sentados por favor. — disse o professor olhando diretamente pra Draco.

Quando ele sentou do meu lado, sua mão foi direto para a minha coxa, a acariciando carinhosamente. E eu pousei minha cabeça em seu braço, prestando atenção na aula.

– Como as provas do Niems são principalmente práticas, e usam pouca teoria, a partir de hoje iremos treinar todos os feitiços do livro manualmente. Teremos duelos, provas orais com respostas rápidas — ele enfatizou o "rapidas" — e quero muita atenção, nada de conversas paralelas.

No meio da aula, após ele arrumar as duplas de acordo com suas próprias escolhas, me fazendo ficar com uma aluna alta da sonserina, ele mandou que abrissemos na página 439, em que ensinava a maneira de agitar a varinha em cada feitiço. O decorrer de toda a aula foi normal, alguns voavam do outro lado da sala, mas nada acontecia, já que nesse ano treinamos muito o protego, e todo mundo estava sabendo conjura-lo.
Mas como eu disse, o decorrer da aula foi normal, já o final dela, após eu ouvir um barulho alto vindo do outro lado da sala, corri para ver o que havia em meio ao tumulto. Quando consegui enchergar em meio a todos, um aluno da sonserina estava caído no chão com a cabeça sangrando muito, e deduzi que tinha batido a cabeça muito forte, já que além de estar sangrando, ele estava tendo um ataque de convulsão. Enquanto todo mundo olhava sem o que fazer, o professor correu da sala, provavelmente para chamar a madame Pomfrey, mas então ouvi a voz de Draco, berrando impaciente "sai da frente logo", e com a varinha na mão, ele sentou do lado do garoto e conjurou um feitiço que eu nunca ouvira na vida, e quase na mesma hora, conjurou vários aparelhos médicos, e em poucos segundos, o menino estava perfeitamente normal, apenas um pouco confuso.
Não houve nem tempo de entender o que havia acontecido, e o menino já estava bem. Passaram mais alguns minutos, e a madame Pomfrey chegou correndo, e perplexa olhava para o menino no chão, e para Draco que estava sentado do seu lado, cuidando de sua cabeça que estava cortada.

– Senhor Malfoy, você...?

Draco olhou pra ela, e abriu um pequeno sorriso, então ela sorriu de volta, mas com um sorriso enorme, e após todos perceberem como ela estava orgulhosa, começaram a bater palmas a Draco. Foi engraçado, tanto que eu ri escondido dele, Draco estava todo vermelho, e tentava esconder um sorriso no rosto.

POV Draco

OK, esse foi o segundo dia da minha lista de "dias mais constrangedores", depois da conversa com Potter no ministério. Eu sentia meu rosto quente, provavelmente estava corado, e não sabia se ria ou se continuava sério cuidando do ferimento de Peter. Na verdade, eu não sentia orgulhoso de mim mesmo, nem que precisava de palmas, eu apenas fiz o que aprendi no livro enorme que a madame Pomfrey me deu, aliás, fora mais do que minha obrigação não é?
Aquele dia inteiro eu fiquei meio envergonhado, ainda mais depois de ver Hermione segurando riso de mim, e me abraçando em todas as aulas dizendo "estou tão orgulhosa de você", com aquela vozinha fina. Eu amava ela sentir orgulho, mas não precisava me lembrar toda hora da vergonha que eu passara mais cedo.
Naquele dia mais tarde, na enfermaria, eu quase perguntara se era a Hermione que estava vestida de Madame Pomfrey, pois foi só eu chegar que levei um abraço apertado, ouvindo "estou tão orgulhosa de você".

– Não fiz nada demais. — eu disse gaguejando.

– Claro que fez! Você tem lido os livros, e soube fazer tão rápido quanto qualquer outro curandeiro já estudado faria, não sabia que tinha tanto potencial pra medicina bruxa senhor Malfoy!

– Não tenho potencial, eu só li os livros! — disse confuso.

– Não é tão simples assim! Não é qualquer um que após ler esses livros vai conseguir aprender e fazer tão rápido quanto você.

– Acho que é porque eu gosto, só isso.

– Se gosta, devia aprofundar mais seus estudos, pois você tem talento! — disse ela ja saindo, percebendo que estava me deixando constrangido.

O resto da noite aquilo ficou na minha cabeça, eu nunca dissera, ou sequer pensara que eu gostava dos livros, ou do que aprendia neles. Ou até de ficar tarde da noite na enfermaria, nunca reclamei ou me senti entediado, pois eu gostava do que fazia. Após ser liberado mais cedo aquela noite, fui até a sala de porções, e esperei Hermione sair de lá. Como eu estava do lado da porta, quando ela saiu e não me viu, eu andei devagar até ela e pousei minhas mãos em sua cintura, ouvindo seu berro logo depois.

– Que susto Draco!

Eu não aguentei, caí na gargalhada, pois a cara dela fora inexplicável. Ela me olhou com os olhos arregalados depois de um pulo, e com a varinha apontada pra mim quase fora conjurar um feitiço, mas apenas disse isso.

– Desculpa! — eu dizia em meio as gargalhadas

– Não tem graça! — dizia ela andando irritada até a sala comunal.

– Não tive a intenção, sério! — eu dizia ainda rindo.

– "Não tive a intenção" — dizia ela me imitando com uma voz grave.

– Não fica brava. — supliquei

– Fico sim, eu morta de cansaço e você me irritando a essa hora!

– Já esqueceu do que eu fiz hoje de manhã?

A vergonha que eu passei serviu de alguma coisa. Até porque sua feição brava mudou na hora, um pequeno sorriso surgiu do canto da sua boca e seu rosto ficara menos vermelho. Então eu vi que já dava, e a abracei, sentindo seus braços me envolverem delicadamente, e sua cabeça pousar em meu peito devagar.

– Precisa mesmo ir pra sala comunal agora? — sussurrei.

– Tenho que estudar Draco.

Eu sabia que discutir com esse "tenho que estudar", era perda de tempo, então apenas forcei um sorriso e segurei sua mão, a guiando até a sala. Quando chegamos na porta, me inclinei e dei um demorado selinho em seus lábios doces, e sussurrei "boa noite" em seu ouvido, já me virando para ir embora. Não dei três passos, e senti minha camisa sendo puxada, me levando de volta a porta e quanto me virei, ela sorria me chamando para entrar com o olhar.
Não demorou nada, e já estávamos esparramados no sofá nos beijando. A sala estava vazia, então o cômodo era todo nosso.
Enquanto nos beijávamos, ela subia em cima de mim aos poucos, e eu estava entendendo o recado. Quando eu já estava deitado no sofá, e ela em cima de mim, eu a olhei preocupado.

– E se alguém entrar ou acordar?

– Vamos ouvir. — disse ela rápido, já voltando a me beijar.

A melhor parte de ver Hermione assim, é pra quem a vê na sua forma natural, certinha e focada. Mas quanto estamos juntos assim, suas principais características somem, ela não liga mais pras regras, para o que os outros pensam, pro ambiente, compromissos, nada. Ela só quer seguir em frente.
Quando ela já estava só de roupa íntima, e eu já explorara todo o seu corpo com a minha mão, ela começara a tirar a minha roupa delicadamente, sem parar de me beijar. Sua boca que estava na minha, foi deslizando até minha bochecha, depois pescoço, peito, barriga e parou em minha intimidade. Ela segurou firme e pousou sua língua, me fazendo suspirar. Minha mão instantaneamente foi até seus cabelos, o segurando como um rabo de cavalo, e ela lambia todo o cumprimento. Minha outra mão foi até o sofá, e eu o apertei com força, ainda mais quando ela colocou toda a minha intimidade dentro da sua boca. Quando eu a olhei, quase gozei ali mesmo, pois a visão que eu tinha era totalmente excitante. Hermione segurava minha intimidade com uma das mãos e fazia o movimento incessante com a boca, sem tirar os olhos de mim. Seu decote no sutiã estava todo a mostra, e logo atras sua bunda empinada. E dali em diante, eu não queria ela onde estava nem mais um segundo.

– Puta que pariu Hermione! — sussurrei.

– Te machuquei? — ela parou e olhou preocupada.

– Você não me deixa aproveitar o oral nem um segundo! — eu disse já a puxando pra cima de mim.

– Por que? — falava ela totalmente confusa em cima de mim.

– Por que? Simplesmente, por que eu não consigo te olhar gostosa desse jeito, e não querer estar dentro de você na mesma hora.

Ela corou na hora, mas me ajudou a tirar suas roupas intimas rapidamente. Então eu a encaixei, e ela sentada, subia e descia devagar, gemendo baixinho, quase inaudível.
Minhas mãos pousadas em sua cintura, a ajudava no movimento, e uma de suas mãos segurava seu cabelo, e a outra em um de seus seios. Cada estocada dela me fazia ter vontade de dar um grito de tanto prazer, mas eu apenas respirava fundo. Ela mordia os lábios, e as vezes fechava os olhos, ou me olhava profundamente, mostrando tudo o que sentia naquele momento. Eu a queria cada vez mais e mais e apertava com força sua cintura a implorando para ir mais rápido e mais forte. E ela entendia, pois estava indo cada vez mais forte e rápido.
Seus gemidinhos baixíssimos entravam em meu ouvido e causaram algo inexplicável, assim como minha visão perfeita, dela sentada em cima de mim fazendo seu movimento. De segundo em segundo, estava cada vez mais rápido e forte, e nós dois já suados continuávamos incansavelmente.
Enquanto ela estocava, eu vi sua cara e reconheci perfeitamente, ela fechou forte os olhos e mordeu o lábio, ela ia gozar. Então ela foi mais devagar, pois sabia que eu não tinha gozado ainda, mas mesmo assim, ela soltou um gemido prolongado e foi tão devagar quase parando. Depois de sentir todo aquele prazer, ela sorriu pra mim e continuou, esperando a minha vez. Ela me olhava nos olhos sorrindo, e ia rapidamente. Já não bastou eu ve-la gozar, ela ainda tinha que me provocar desse jeito. Então no ápice, meu corpo todo ficou cheio de um prazer enorme, e eu sem tirar os olhos dela nem por um segundo, apertei sua cintura, e ejaculei dentro dela mesmo, já que sabia que ela se previna com anticoncepcional, então não me preocupava.
Após meu ápice, ela praticamente caiu em cima de mim exausta, e com a cabeça no meu peito, respirando rápido.

– Foi rápido né? — ela disse com ofegante.

– Foi. — eu ri.

– Acho que é porque já tem tempo que não fazemos.

– Deve ser. — eu disse a envolvendo em meus braços.

Após nossa respiração voltar ao normal e antes de dormirmos, fizemos mais duas vezes, tão rápidas quanto a primeira, mas o bastante para nos compensar do tempo que ficamos sem o outro desse jeito.

Notas finais
COMENTEEEEM E RECOMENDEEMM!!