Notas iniciais
YAAAAAAAAAAAAAAAAAAAY! Amay os reviews que eu recebi, muito obrigado!
Por isso estou aqui com o segundo capitulo o/
Niiiiii~ fiquei muito feliz em faze-lo
Agora, sem mais demoras, a fic /o/

-A-a-alfred, pare! E-eu...N-nós...Não aconteceu nada!!! – Arthur movia-se tentando levantar e sair daquela posição bastante constrangedora.

-Bem, que bom que você bebe o suficiente para apagar as coisas da sua cabeça... — Alfred assumiu uma expressão séria e recuou, parecendo desapontado. Levantou e sentou-se na grande poltrona de veludo que combinava com o sofá do outro lado da grande mesa de carvalho localizada próxima a maior janela do cômodo.

-O-o-o que você quis dizer com “apagar coisas”?! — de repente apareceram em sua mente cenas bastante chocantes em sua visão. O sentimento de pânico e vergonha dominou o corpo de Arthur, fazendo-o se sentar o mais alinhado possível no sofá e desviar o olhar escondendo o rosto corado. A expressão de satisfação pura nasceu no rosto de Alfred, tudo tinha funcionado como o planejado.

-O que você acha que eu quis dizer? – o americano apoiou os cotovelos na mesa e o rosto sobre as mãos, olhando diretamente para o britânico.

*Cena do flashback do Arthur* ~

Alfred tira Artur bêbado da garupa e joga no sofá.

-Meu deus... você é pesado! E nem sequer come hambúrgueres, só aquele seu chá >_> — Alfred sentasse na beira do sofá aos pés de Arthur, esbaforido e cansado de carregar um bêbado por nove quadras.

Arthur ria incessantemente. Porém, de súbito ele parou e sentou-se ao lado de Alfred. Aos poucos ele se aproximava cauteloso, nervoso. Quando quase encostava seu rosto no ombro de Alfred que estava distraído olhando para o chão. Entretanto preferiu recuar, deitar e fechar os olhos, como se não tivesse nem se movido.

O devorador de fast-food havia percebido a tentativa de Arthur de se aproximar, então, ele cuidadosamente curvou-se sobre o jovem adormecido e começou a afrouxar a tradicional gravata.

Arthur parecia imerso em seu sono, o que realmente o deixava vulnerável e não surpreendia Alfred que depois daquela bebedeira ele tenha capotado aonde fosse. Era extremamente tentador vê-lo naquela posição, a gravata solta.

Mal sabia Alfred que o inglês estava acordado. Arthur o puxou para mais perto, fazendo com que o americano se deitasse sobre ele.

-Você não vai me deixar, vai...? – disse ainda enrolando as palavras e com as maçãs do rosto rosadas por causa da bebida.

-Você realmente acha que eu iria fazer isso? – respondeu Alfred passando uma das mãos pela cintura de Arthur enquanto levava a outra aos ombros do gentleman, colocando o rosto sobre o peito do mesmo.

-Por que você nunca fala algo de útil, idiota...?

-Você não me ensinou a falar alguma coisa útil. Porque útil para você é só o que você QUER ouvir.

-Eu não quero ouvir nada...

-Não, eu sei o que você quer ouvir.

-O que seria?

Aos poucos Alfred foi apertando mais forte a cintura do garoto contra a sua, deixando os corpos quentes colados. A boca se aproximava do pescoço de Arthur, fazendo com que a respiração dele deixasse o coração do inglês disparar. Atenciosamente Arthur passou a ponta da língua desde a clavícula até a orelha do jovem britânico e ao fim mordiscou-a.

-O seu gosto é bom...

Notas finais
HSUAHSUAHSUAHSUAHSUAHUSHAUSHAUHSUASHUAHS
Não ainda não foi o lemon esperado, vou torturar vocês até receber mais reviewsins >_>'
Então, mandem-os, ONEGAI!
Fuiz~ *explode e de fadinha de hamburguer vira uma xicara de chá falante-q*
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.