My Life is one Sadness
7 I'm a killer!?
Notas iniciais
POV Elsa.
Deixei as lágrimas rolarem pelo meus rosto e depois de longas horas cemecei a dar pela falta de Rosalie, ela era meu obro amigo nos momentos difíceis. Sai para a sacada a tempo de poder ver o final do crepusculo (não o filme, sim o por do sol) e senti a aproximação de alguém. Minha visão periférica não ajudou muito e de novo soltei uma rajada de gelo para algo que estava atrás de mim, formando uma enorme estátua, de gelo e uma espécie de poeira negra.
– Boa noite para você também Rainha Elsa. — disse um homem alto, com a pele acinzentada, vestes e olhos negros.
– Então ... — fiz uma pausa — você é o tal de Pitch? — ele fez uma cara surpresa
– Acho que seu "amigo" já lhe falou sobre mim — ele andou até a varanda e eu fui para a direção contrária. — Mas, onde ele está?
– Se fala do Frost, eu não sei realmente onde ele se meteu, faz dias que não o vejo — falei tentando não expressar a raiva em minhas palavras.
– Bom, talvez você possa me ser util ... — falou analizando a escultura — vocês ainda são muito ligados, ele viria aqui por você. — agora olhava para mim com certo facínio
– Jamais faria algo para prejudicá-lo! — falei erguendo minhas mãos — e mais, por que eu faria algo para você?
Ele ficou quieto e pareceu se deliciar com minha reação. Avancei me preparando para deixá-lo grudado na parede e usá-lo como tiro ao alvo. Não! espera o que isso, e-eu não ... ele já está me manipulando ...
– Querida ... eu quero que faça um pequeno favor e depois deixarei você e seu namoradinho em paz — ele tocou meu ombro, seu tom era cínico e eu nem imaginava o que ele queria de mim.
– E o que é Breu? — falei no intuito de provoca-lo.
– Quero que você ... — sua fala foi interrompida por gritos do lado externo do castelo.
– Mas o que foi isso? — falo descendo as escadas e indo para a porta principal.
Abri lentamente a porta e do lado externo pude ver os meus guardas lutando com ... guardas de Arendelle . Entre eles está Hans e os dois homens do duque de Weselton, que quando notaram minha presença, os ultimos, passaram a me perseguir. Corri pela escadaria e pensei que teria vantagem, mas logo notei que não, afinal era um castelo de gelo.
Com os dois no meu encalço adentro no quarto e noto que Pitch não estava mais lá. Ambos estavam armados com bestas e andavam em circulos a minha volta, estiquei minhas mãos em suas direções e me preparei para seu ataque. Um deles disparou e ,com uma das mãos, fiz crescer uma parede, como um escudo, me protegendo e em seguida a fiz andar em sua direção deixando-o encurralado na varanda. O outro se preparou para me atacar e começei a atirar estacas de gelo nele deixando-o incapacitado e preso a uma das paredes. Uma dessas estacas atingi o lado esquerdo de sua cabeça, deixando um corte acima da orelha fazendo-o dar um gritinho de dor. Voltei-me para o outro, que estava praticamente, agarrado a parede de gelo e disse:
– Ora essa, não havia notado que vocês são os capachos do estorquidor. Vamos, querem mesmo viver? — disse com uma risada cruel.
– Por ... — o pendurado começou — por favor, Rainha Elsa ... — me deliciei com aquela suplica, mas eu queria mais
– O que foi que disse? — me fiz de desentendida — Quer mesmo viver? — seus olhos estavam arregalados e pude ver que ia chorar.
– Rainha Elsa! — alguém atrás de mim disse.
Me virei e apontei as mãos para Hans, que acabara de entrar em cena.
– Ora, ora, ora. Se não é o principezinho das ilhas do sul? — dei uma gargalhada
Ele tentou se aproximar e uma voz dentro de minha cabeça disse: " é ele. Faça isso."
– Rainha Elsa, não seja o monstro que eles temem! — Hans gritava e por um instante me senti fraca, perdida.
– Quero que cuide da minha irmã! — uma suplica, vinda de mim mesma, de um interior puro, o qual não via desde a chegada de Breu.
– A sua irmã? — disse ele fazendo uma cara confusa — Fraca e gelada foi como a encontrei! — eu piscava meu olhos, uma batalha interna estava sendo travada.
– O QUE? — Exclamei, num subto momento de lucides após o tempo que me senti fora de mim.
– Seu cabelo se tornou branco e sua pele era gelo. — falou se aproximando — a sua irmã MORREU por SUA culpa. — algo tomou conta de mim e vi numa das paredes que meus olhos agora eram negros.
Criei uma estaca e camecei a andar em sua direção, o clima esfriou e meus pasos eram pesados. Pitch apareceu e disse:
– Eu sei como isso é dificil para você Elsa ... as pessoas sempre acharão que você é um monstro ... mas você poderia lhe dar um motivo. — ele falou apontando para Hans
– Elsa pare! Não escute ele! — falou Jack aparecendo voando e se pondo um pouco afastado de mim.
Minha mente era um turbilhão de emoções e pensamentos. Anna estava morta, eu estava descontrolada, cheia de ódio e Jack? Onde ele estava quando eu precisei? Onde ele estava para protege-la? Meu odio só aumentava e agora eu o nutria por ele. E por Hans, o idiota a minha frente não era o amor verdadeiro de Anna. Sei disso por que só um ato de amor verdadeiro poder aquecer o coração congelado. Ele mentiu e ela foi atás dele para que a salvasse e ele deve ter revelado suas intenções.
– Não Jack! — falei finalmente — Escute você! Tudo que eu tentei, pra ser a boa menina, esconder minha maldição, nada funcionou! — Olhei para ele que estava perplexo — Eu vou tentar algo um pouco diferente. — me virei para Hans e me aproximei mais — Eu nunca pedi por isso, por nada disso!
– Majestade não faça isso eu lhe imploro — suplicou Hans, agora a poucos centimetros de minha mãos.
– Não adianta, você é um homem morto! — disse Pitch atrás de mim com a mão em meu ombro — Faça querida. Mate-o!
E eu fiz. Peguei a estava e enfiei em seu peito perfurando-o e deixando seu olhos esverdeados sem vida. Jack deu um grito e disse:
– Mais que droga! Elsa por que fez isso? — minha cabeça estava confusa, o que eu fiz?
– Agora eu vou com o Pitch. Obrigada por tentar me ajudar Jack, mas agora é a hora de você ir. Adeus Jack. — falei, mas a voz não era mais minha, era como se outra eu tivesse assumido meu corpo quando Pitch chegou.
– Elsa não! — ele estava abalado — p-por que fez isso?
– Não estendeu albino a rainha de mandou ir embora! — falou Pitch — minha querida nossos negócios acabam por aqui. — ele soltou meus ombros e sumiu.
– Por que Elsa? — disse Jack num ultimo momento antes de sumir.
– Por você ... — sussurrei e desmaiei
* * *
POV Rosalie (um pouco antes, no mesmo momento em que acobou o ultimo capitulo)
– Me chamou? — falou o garoto albino de olhos cinzas, que flutuava sobre nós em um cajado.
– J-j-jack? — gaguejou Emma ao olhar para o albino.
– Emma? V-você est-ta-ta viva? — Jack Frost, desceu do cajado e abraçou aquela adolescente.
– Eu? Você que morreu congelado no lago! — disse entre os soluços.
Foi então que me toquei do que estava acontecendo.
Lembrança modo on:
Elsa estava de mãos dadas com um jovem de cabelos castanhos e eles andavam pelo jardim do castelo, (Anna estava viajando com os pais, por isso Elsa pode sair) pareciam felizes juntos.
– Vamos, quero te mostrar um lugar alem dos muros. — Falou o garoto, animado.
– A-a-além dos m-m-uros? — gaguejou a princesa, apreenciva
– Sim! — falou e quando reparou que sua companheira não apresentava muito entusiasmo disse — Mas não é muito longe não. — ele puxou ela para mais perto de si — e tem mais, eu vou estar lá pra te proteger — sorriu e Elsa olhou para ele um pouco preocupada.
– Mas quem vai te proteger? — disse a princesa com os olhos marejados.
– Ora ... Você! — ele estava convencido de levar Elsa para lá, tocou seu rosto — Vamos nada de ruim pode acontecer, vou estar com meu amuleto da sorte. — ambos riem.
A princesa cede, os dois passam por entre uma das varias falhas nos muros do castelo e Jack cobre seus olhos. Elsa segue pela trilha cegamente até chegarem ao lugar, não muito distante.
– Pode abrir os olhos. — disse Jack tirando as mãos da frente dos olhos da princesa.
O lugar onde estavam era lindo, tinha um lago e ao seu redor muitos salgueiros e cerejeiras, que estavam floridas. Elsa estava encantada com o lugar e quando notou estava em frente ao lago.
– Vamos, eu quero que faça isso ... — disse Jack olhando para Elsa — se liberte um pouco!
– Eu ... não sei não ... se não for forte o baste, pode rachar e ... — ela tinha as mãos trêmulas — vamos cair na agua gelada! (sim, Elsa adora o frio, mas não banhos frios)
– Elsa! Quanto pessimismo, deixa isso para depois! — falou o garoto segurando as mãos dela, mãos quentes e suaves — ainda tem mais, você me prometeu que iamos patinar no SEU gelo. — falou fazendo uma cara de bravo.
– Tudo bem, mas eu te avisei. — disse Elsa congelando o lago.
Jack pisou na pista e viu que era segura.
– Vem Elsa! — gritou — Vamos ou eu não vou te mostrar o caminho para o castelo!- ele estava com a mão estendida, ela a tocou e ele a puxou para o gelo.
– Assim não vale Jack! — disse a loira empurrando o companheiro, que caiu com tudo no gelo.
Nenhum dos dois notou, mas ali se formou uma rachadura tão pequena quanto um fio de cabelo. E eles brincaram ali por horas até perto do crepúsculo e foi quando Elsa sentiu o gelo tremeluzir ao seus pés. Jack a olhou e ela estava assustada e não conseguia se controlar.
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