Notas iniciais
DRAMA! Essa fanfic tá precisando de drama haha. Boa leitura.

A chuva ajudou um pouco, dormi rapidinho.

Andy

~Casa de Camilla~

Chegamos na casa de Camilla e mano, EU TAVA SUADO! Pelo amor de Deus, por que eles compraram uma casa tão LONGE? É pra matar a gente de cansaço? É isso? Enquanto eu, mentalmente, discutia com os pais de Camilla por que compraram a casa na puta que pariu, eles estavam falando com a própria.

– Filha, gostou da casa? — Disse a mãe dela.

– É, gostei, mas poderia ser perto da casa da Gabs né. — Disse Camilla.

– Ué, mas é perto da casa dela. — Disse o pai dela.

– Pai, a gente demorou 1 hora para vir até aqui. — Disse Camilla.

– Karen, você não disse para Camilla o atalho ? — Disse o pai dela para a mãe. Tia Karen, eu espero ansiosamente que sua morte seja lenta e dolorosa!

– Acho que me esqueci desse pequeno detalhe. — Disse a mãe dela. PEQUENO? Ver um garoto quase cuspindo o pulmão pra fora (não não, pra dentro) é um PEQUENO detalhe? Ah, vá a merda por favor tia Karen.

– Oh senhor.. — Disse Camilla. — Vem, vamos entrar.

E depois desse drama de "Por que comprou a casa longe" e blá-blá-blá, Camilla começou a nos mostrar a casa e por fim a divina piscina. Sério, se ela morasse perto da minha casa, eu iria todo santo dia na casa dela ou melhor, moraria na casa dela!

– E este é o pátio e logo ali a piscina. — Disse ela mostrando o pátio.

– Ai... — Começou Thiago.

– Meu.. — Continuei

– Deus! — Gabs completou a frase. — QUE PISCINA LINDA! CAMILLA, ME EMPRESTA AI TEU BIQUINI E DEIXA A GENTE NADAR NESSA COISA DIVINA.

– Claro, tá lá no meu quar.. — Ela foi interrompida por mim e por Thiago se jogando na piscina, tinhamos que aproveitar, né? ~risos~ — Ok né, vamos lá nos trocar. — Disse Camilla para Gabriella.

Eu e Thiago ficamos numa pequena 'guerrinha' de água. E foi totalmente inútil, por que já estávamos molhados. Ficamos nisso até que as criaturas mais divinas no mundo entraram no pátio e fez nós dois pararem de brigar e apreciar aquela cena; Babamos, no caso.

– Os dois. — Disse Gabriella cruzando os braços.

– Da pra pararem de tentar se matar ? — Completou Camilla e cruzou os braços também.

– Tá... — Disse nós dois e na boa? Não deu pra esconder a baba não. ~risos~. — V-vocês estão lindas. — Disse nós dois gaguejando.

– Obrigada. — Disse as duas ao mesmo tempo e riram. Camilla foi a primeira a entrar, pois Gabriella queria porque queria 'entrar com estilo'. ~risos~

– Se afastem. — Ela pedi e eles nós se afastamos. Ela voltou uns passos para trás e gritou. — BOLA DE CANHÃÃÃÃÃO!

Quando dei por mim vi que Gabriella estava me 'assassinando', ela se desculpou e voltou a nadar. Voltei a nadar, como todos e quando vimos já estava na hora do crepúsculo. Que? Não é só porque lançaram um filme com esse nome que não existe mais o Crepúsculo de verdade. Oush! Nos despedimos de Camilla e fomos para casa. Eu e Thiago acompanhamos Gabriella até a casa dela. Nos despedimos dela e comecei a falar com Thiago:

– Hmm, ér.. Cara! — Disse

– Sim? — Perguntou ele confuso.

– Olha, eu acho, só acho mesmo, que to gostando da Gabriella e.. — Ele me interrompeu.

– Cara, vocês dois se gostam. Tá na estampado na cara de vocês dois. — Ele disse calmo.

– Mas e se você estiver enganado ? — Perguntei.

– Eu nunca estou. — Disse ele com um sorriso malicioso.

– Confio em ti cara. — Disse.

– Relaxa cara, boa sorte, falô! — Disse e nos despedimos.

Cheguei em casa e já era 22:00. Droga! Eu realmente precisava dormir, amanhã ia ter uma prova de português e eu não estudei. Coloquei o despertador para 05:30 e fui rumo ao chuveiro. Fiquei pensando em Gabriella enquanto a água quente me acalmava. Eu realmente precisava fazer alguma coisa em relação a isso. Terminei o banho, coloquei uma camiseta e dormi de cueca. Quando dei por mim já estava dormindo. Acabei tendo um sonho, estranho, no caso.

~No Sonho~

Eu estava em um parque de diversões, Playcenter, eu acho. No sonho, estava normal, tudo normal. Eu estava comendo um algodão-doce, se não me engano. Estava tudo normal, até que vejo Gabriella e Peter, na roda-gigante, se beijando. Eu já havia visto essa cena. Droga cérebro! Você gosta mesmo de me torturar. Depois que os dois sairam da roda-gigante, vieram até mim, Gabriella disse:

– Hey Andy. — Ela acenou.

– Oi, Gabs. Oi, Peter. — Disse olhando para os dois.

– Olá Andrew. — Disse ele sorrindo. Puta merda, sorriso mais falso que a 25 de março!

– Então, o que você está fazendo aq.. — Ela foi interrompida por um som. Uma música. Eu conhecia a música, era o toque do meu celular.

~Fim do Sonho~

Acordei e era mesmo o toque do meu celular. Era Gabriella. Atendi no segundo toque.

~Ligação ON~

– Alô? Gabs? O que foi? — Perguntei, estava com um pouco de sono. Espero que a minha voz não entregue isso.

– Andy, te acordei? Desculpa, foi uma idiotice ter te ligado a essa hora e... — Interrompi. É, ela percebeu.

– Não se preocupe Gabs, pode falar. — Disse.

– Então tá... Olha, aqui tá escuro pra caramba, eu fui inventar de ver filme de Terror e agora to com medo. Então eu pensei que talvez você pudesse vir aqui, sabe ? Mas não quis te acordar, pode voltar a dormir. — Disse ela e quase gritei no celular.

– Gabs, não se preocupe, ok ? To indo ai. Até daqui a pouco, tchau. — Disse e desliguei.

~Ligação Off~

Me levantei da cama e escovei os dentes. Já estava indo quando lembrei que talvez eu precisaria dormir lá e esqueceria a mochila. E foi quando me lembrei, de novo, tem prova de português amanhã e eu não estudei. Droga! Droga! Droga! Parei de tagalerar comigo mesmo, fui pegar a mochila e comecei a ir para casa de Gabriella.

~Casa da Gabriella~

Oh, shit! Hoje estava começando a esfriar e chovia pra cacete. Sorte que a casa da Gabs era perto. Cheguei na porta e toquei a campainha. Eu acho que alguém (Gabriella) tava com medo e alguém deve ter achado que eu era um assassino. Resolvi gritar:

– Sou eu, Andy. Abre a porta Gabs — Gritei. Ela ouviu e veio atender a porta. Graças a Deus ela tinha um ouvido bom. – Finalmente, achei que ia abrir nunca. — Disse entrando.

– Desculpa. Você sabe como eu sou, medrosa. — Disse ela e veio me abraçar. Acho que esse filme provocou muito ela, pra me abraçar né...

– Nossa Gabs, ficou tão assustada assim? — Ela assentiu. — Foi só um filme, calma.

– Não é só isso — Encarei ela — Eu ouvi passos. — Arregalei os olhos e quase dei pra trás.

– S-sério? — Disse gaguejando. Droga! Cérebro, por favor, QUANDO EU ESTIVER NERVOSO, NÃO ME FAÇA GAGUEJAR!

Ela suspirou e respondeu:

– Sim, infelizmente. — Disse ela saindo dos meus braços e me dando um olhar confuso. — Ahn, ér, Andy, pra que a mochila?

– Ué, já que você está com medo, decidi dormir aqui. — Disse tirando a mochila das costas e colocando no sofá. — Quer dizer.. Eu posso dormir aqui, né? — Perguntei inocentemente. Só o que faltava, ela não deixar eu dormir aqui depois de me contar isso. Não, pera, seria até legal se ela não deixasse eu dormir aqui e.. Seja corajoso e proteja ela. Ah, ótimo cérebro, agora você me ajuda, né? Muito obrigado.

– Claro, você sempre pode. — Disse ela sorrindo e eu abri um sorriso.

– Obrigado. — Disse. — Bom, vamos dormir ?

– Claro, só vou tomar banho, ok ? — Disse ela. ISSO, VAI LÁ, ME ABANDONA AQUI!

– Ok. — Disse e fui assistir The Big Bang Theory. Sim, eu gosto desse programa, ainda mais das reprises. Passando-se 20 minutos Gabriella volta do banho e o que ela faz enquanto estou distraído? Vou dar um doce para quem adivinhar. Se você disse que ela me assustou, está absolutamente certo, porém não vou te dar doce por que não tenho tanto dinheiro assim.

– Hey. — Disse ela (me assustando) e entrando na sala.

– Ah, oi. — Disse desligando a Tv.

– Hmmm... Está com fome? — Perguntou ela.

– Não, obrigado. Eu já jantei. — Disse sorrindo.

– Então tá, qualquer coisa tem espaguete na geladeira. — Disse ela.

– Ok. — Disse. Vi que ela bocejou e falei: — Melhor irmos dormir.

– Ok né, cuidando de mim Papai? — Brincou ela.

– Claro oras, não posso deixar minha filha com sono. — Rimos.

– Ok ok, vamos. — Disse ela ainda rindo.

Ainda estava chovendo quando subimos. Eu fui direto para a cama, tirei a camiseta (bora matar Gabriella, aê), o tênis e apaguei (lê-se dormir, enfim..). Não vi que Gabriella me cobriu, estava cansado demais. Passou horas e horas até que o celular de Gabriella começou a vibrar e ela não percebeu. Bom, como sou nada curioso, peguei o celular dela e quase joguei ele na parede. Era uma mensagem de Peter com a seguinte mensagem:

"Obrigado por me dar mais uma chance Gabs, você é demais. — Peter xX"

Será que se eu esganar Peter até a morte, esconder o corpo dele e fingir que nada aconteceu, iriam me culpar? É... também acho que não. Tá, as próximas cenas são idiotas, eu sei, enfim... Corri com o celular da Gabriella até o banheiro e peguei uma lâmina de barbear (beem afiada, no caso) e comecei a me cortar. Tá, eu sei que isso é idiota e tal, porém é o único jeito de tirar a dor de sí próprio. Continuei até perceber que estava chorando e os pulsos cheio de sangue. Parei de me cortar e comecei a mexer no celular de Gabriella. Fiquei vendo nossas fotos, de quando ela não era comprometida, de quando passava mais tempo comigo...

Continuei vendo as fotos dela até que alguém (Se você pensou em Gabriella, acaba de ganhar um doce, porém.. Já sabe) bateu na porta. Gritei com todas as forças que tinha:

– SAI DAQUI GABRIELLA! — Gritei.

– Andy... — Ela começou a falar e interrompi ela.

– Vai embora! — Disse com voz de choro e não adiantou, ela entrou no banheiro.

Gabriella

A chuva se fora e estava frio. Infelizmente sabia que não iriamos ter vôlei e que a comida na cantina iria se acabar rápido (droga de gente esfomeada). Droga, mais um motivo para odiar segunda! Aliás, nem precisa de motivos para odiá-la, a escola que nos obriga a ir na segunda-feira. Na boa? Deveria ter feriado na segunda. Enquanto eu ficava discutindo mentalmente com a diretora da escola (Problemas.. eu tenho sérios problemas mentais..), vi que Andy não estava na cama. Ouvi passos novamente, estavam pesados (lê-se alto). Poderia ser Andy, talvez. Mas pude ouvir claramente Andy no banheiro; Foi ai que comecei a tremer. Eu estava ouvindo vozes também, não masculina e sim feminina (avá, sério?). Passos... Vozes... Ótimo, já podem me colocar no hospício. Droga! Eu conseguia ouvir exatamente o que o (possível) "fantasma" dizia. "Saia ou irá se arrepender..." Eu tremi mais ainda. Se eu fosse uma pessoa inteligente (e não covarde, burra, idiota e blá-blá-blá..), poderia ter gritado ou corrido. Sei lá! Qualquer merda que fizesse eu fugir dali. Não fiz nada, fiquei parada, em choque. O fantasma ou sei lá o que era, se fora, e meu medo caiu para 50%. Resolvi arrumar minha mochila para me distrair — não obtive sucesso, infelizmente. Revisei minhas aulas, hoje teria duas de português. Droga! Droga! Droga! Não que eu odeie português, é que hoje (inferno!) ia ter prova e sabe o pior? Isso mesmo, NÃO estudei! Droga de novo! Peguei meu caderno e comecei a ver meus antigos exercícios, alguns incompletos (Ótima aluna eu sou, né?). Provavelmente (e vamos torcer para eu estar certa) iria ser sobre o último exercício que foi dado e por sorte, eu sabia o exercício. Estudei mais um pouco e guardei meu caderno na mochila. Quando eu tinha acordado era umas 03:20, me pergunto que horas Andy acordou... ESPERA AI! Andy! Aquela criatura ainda não saiu do banheiro! Pude sentir um pensamento (ruim) se formando e eu afastei-os. Corri até o banheiro e, antes de entrar e ver uma cena constrangedora, bati na porta. Graças a Deus, Andy estava bem, porém gritou comigo...

– SAI DAQUI GABRIELLA! — Consegui ouvir um tom de raiva e de choro. O que eu fiz dessa vez?

– Andy... — Ele não deixou eu falar.

– Vai embora! — Dessa vez só ouvi voz de choro. Entrei mandando se foder mentalmente qualquer merda que esteja acontecendo. Entrei e vi uma cena de partir o coração: Andy chorando e se cortando.

– Andy! NÃO FAZ ISSO! — Disse e corri para tirar lâmina das mãos dele.

– Gabriella. devolve! Você não se importa comigo! Nunca se importou! — Disse ele pegando algo... Meu celular! — Leia! Chegou hoje. — Disse ele entregando o celular.

Era uma mensagem de Peter dizendo:

"Obrigado por me dar mais uma chance Gabs, você é demais. — Peter xX"

Tipo, oi? O cara me trai com a minha ex-melhor amiga e ainda me manda uma mensagem dessas? Ah velho, vai tomar no seu orifício anal por gentileza. Ah, ótimo. Pra melhorar, minha cabeça começou a doer e eu fiquei tonta. Só falta aparecer a guria do exorcista para melhorar o dia. Limpei a gargante e falei:

– Andy, me escuta, tá? — Ele grunhiu e assentiu. — Eu juro pelo meu Take Me Home do One Direction (avá, sério que é do One Direction?) que eu NUNCA mandei/falei algo para Peter insinuando que nós voltamos. E aliás, eu sempre me importei contigo, ou seja, nada de falar de boca pra fora antes de saber a outra metade da história. Peter mentiu! É sério, não voltei com ele. — Terminei e me lembrei. — Andy, o que estava fazendo com meu celular?

– Eu acordei com ele vibrando e fui ver o que era. Era Peter, óbvio, então resolvi ver o que era. — Ele hesitou e continuou, olhando nos meus olhos. — Eu não respondi ele, eu estava apenas vendo nossas fotos.. — Ele mordeu o lábio. — Do tempo em que você não tinha namorado e era feliz.

Eu não tinha reação. No momento, nem sabia qual era a minha expressão. O choro tomou conta de nós dois. Resolvi ir abraçá-lo e tentar dizer algo.

– Andy, Peter é passado, sério. Não quero nada com ele. — Hesitei. — Quer dizer, hoje tenho que falar umas poucas e boas para aquele desgraçado.

Ficamos em silêncio até que Andy decide falar:

– Desculpa por todo esse auê, não sei o que deu em mim... — Ele hesitou. — É que.. Você é tão importante para mim e tals... E ver você triste por causa dele...

– Andy, relaxa, ok? — Ele me olhou e assentiu. — Agora... Tô ligada que você não estudou para a prova, então... — Disse sugestivamente.

– Uh, é.. Claro! — Disse ele e reconheci o antigo Andy. Sorri e fui pegar a minha mochila.

Ficamos estudando até dar 04:20 (dooooooorgas manolo RIARIARIAIAIRIARIARIA não, pera..) e resolvemos dormir. Amanhã (ou melhor, hoje), seria um dia cansativamente longo e eu já estava pensando em faltar, porém não podia. Por quê? Por causa da prova, aê. Maravílha...

Dormimos e eu acabei tendo um sonho estranho, aliás, sempre tenho sonhos estranhos, já é hábito isso. O sonho era práticamente inocente (isso é raro porque sou só um pouquinho maliciosa), tinha coelhos, unicórnios, gatos, cachorros, tudo que se pode imaginar. Até apareceu Harry (delicioso e gostoso) Styles me cantando, nem preciso contar os detalhes, né? ~risos~ E ficou nisso até eu e Andy acordar.

Notas finais
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