My Infinite Paradise.

4 Capítulo 4 - Manhã Conturbada.


Notas iniciais
Então gente... Quando eu estava postando o capitulo (hoje mais cedo) minha querida omma puxou o fio da tomada e desligou meu computador. Mais como ela sabe que eu sou uma filha muito linda ela ligou o computador de novo Ç~LÇ~LSAÇ~LAS
Mentira, na verdade foi porque meu tio brigou com ela. u-ù
Ok,parei de contar sobre minha vida.
Aqui vai mais um capitulo, e só pra constar é a dongs que tá postando.
Boa leitura.

Suspirou, estava deitado na cama desde que tudo acontecera. Ainda podia sentir aqueles lábios contra minha boca, tão doces quanto imaginara que seriam. Aquela língua acariciando levemente a minha em um beijo apaixonante. A intensidade com que tudo foi tornando a acontecer, as línguas movendo-se sem medo algum, explorando cada canto da cavidade úmida. Aquele gosto adocicado ainda estava em meus lábios, impregnado como se fosse algum tipo de droga. Era tão bom... O modo como ele estava, confuso e com medo, deixou tudo ainda melhor. Foi como um sonho vendo ele se entregar ao momento, me deixando fazer o que eu tanto queria. Ou no caso, ele fazendo o que eu tanto queria.



“- C-chupe-e?” – Pedi, voltando a me sentar na cadeira. Ele acenou com a cabeça concordando.


O vi me olhando, percebi que estava me observando mais não falei nada,deveria deixar ele pensar. Sorriu tão fofamente que não consegui me segurar e retribui ao sorriso. Acariciei seu rosto, estava tentando ser o mais carinhoso possível com o meu pequeno, não me perdoaria se fizesse algo de errado.


"– Ah, se não quiser tudo bem...” – Falei, encostando minha testa na dele.


"– Tudo bem, eu faço isso.” – Disse me olhando nos olhos.



E depois... Sentir aqueles doces lábios no meu membro movia-se sem saber o que fazer no começo, como se tudo aquilo fosse novo para ele. E eu não duvidava de que era realmente, eu sabia que Ren era virgem, na verdade tinha uma vaga idéia disso. Então todos os seus movimentos eram calmos e um pouco inexperientes. Mais eu adorava aquela sensação, a sensação de ser o primeiro a fazer aquilo com ele. A sentir aqueles lábios de uma forma que ninguém havia sentido. Eu queria aquilo a tanto tempo...

– Hyung? – Ouvi a voz de Minhyun atrás da porta.

– Sim? – Perguntei sem me mover.

– Os meninos estão chamando você pra comer.

– Tudo bem, já vou.



Meu único pensamento era: Com que cara vou olhar para o Ren? Aí é lógico que todos pensam “Com a cara que você nasceu, animal.” Mais minha vergonha agora era grande. Eu quase fiz o que não devia com ele, e quando eu resolvi parar, eu praticamente sai correndo deixando o pequeno lá. Com toda certeza ele deveria estar confuso com o que eu havia feito. Não é normal uma pessoa ter “algo” com a outra e sair praticamente correndo.


Mais eu fiz isso por dois motivos:

1º — Se eu ficasse com toda certeza faria algo que ainda não deveria fazer com o Ren.

2º — Ele veria que no momento eu estava morrendo de vergonha pelo o que havia acontecido.


Não era vergonha pelo ato em si – Que eu havia adorado – Era só medo de como ele iria me tratar agora. Receio de que ele houvesse pensado melhor e resolvido me esquecer. Isso seria o fim para mim, ainda mais por gostar tanto dele.


– HYUNG! – Ouvi um grito estridente. Nossa, nem eu sabia que o Aron tinha essa voz de menina quando queria.


Levantei rapidamente, até porque se eu demorasse mais 5 minutos eles viriam atrás de mim, parece que não podem comer sem que eu esteja na mesa. Não é porque eu sou o líder que devo estar disposto 24 horas por dia pra eles... Ou é?



Mas não que isso importe muito no momento, estou deixando meus pensamentos sobre o Ren me atrapalharem nos afazeres do dia – a – dia, afinal, não é normal alguém acordar e ficar deitado na cama pensando no que havia acontecido à noite passada. Talvez deva ser normal, mas pra mim isso não deveria ser, porque eu sou um líder, tenho minhas obrigações a cumprir e no momento essas são cuidar do meu grupo.



Desci as escadas rapidamente, o tempo era inimigo da perfeição, certo? Na verdade de certa forma mentira, porque nós temos pouco tempo pra tudo, mais conseguimos a perfeição naquilo que fazemos.



Sabe o que é uma zona? Então, era como a cozinha daquela casa se encontrava. Aron estava sentado na bancada da pia comendo salgadinho. Sim, salgadinho. Minhyun estava sentado na cadeira com os pés em cima da mesa comendo alguma coisa que estava dentro da tigela de vidro. E adivinhem, Baekho estava novamente do lado de Ren, este ultimo assim que me viu corou totalmente, estava tão vermelho que eu quase senti vontade de rir. Olhei dentro de seus olhos e pude ver um brilho neles, eu sabia que muitos sentimentos passavam por ali, mas não conseguia decifrá-los e era isso que me dava medo.



– Olha a princesa aí – Baekho falou irônico me olhando.


– Olha o marginal aí – Sorri falsamente e me sentei à mesa.

Baekho resmungou algumas coisas, mas não teve discussão. Até porque outra discussão que tivesse era bem capaz que eu segurasse ele pelo colarinho da camisa e batesse até ele chorar como uma criança. Estou começando a achar que ‘to um pouco agressivo. Mas Baekho está merecendo, ele sabe que eu gosto do Ren, na verdade todos sabem até o próprio Ren.



– Porque demorou tanto? – Baekho voltou a pronunciar-se.



– Não é como se isso te interessasse. – Respondi secamente e ouvi um “toma” do Minhyun.



– E vai cuidar do Aron, ele só anda comendo porcaria. – Continuei...

– Quem cuida da vida dele é ele – Falou áspero.



Não entendi muito bem, mas assim que ele disse isso Aron saiu da cozinha marchando forte, e murmurando um “Ele só sabe cuidar dessa loira aguada.” Juro que segurar a risada foi difícil, mesmo sabendo que ele estava falando do Ren. Eu sabia que Aron não gostava disso tanto quanto eu, e já estava na hora de algum de nós dois nos opormos a isso, e pelo jeito quem tomou a frente no processo fora Aron.



Baekho levantou rapidamente indo atrás de Aron, não sei o que rolaria a partir de agora com eles, mas espero que aquela anta do Baekho tome jeito e cuide do namorado dele ao invés de cuidar do provável namorado dos outros.



Voltei meu olhar para o Ren, abandonando todos os meus pensamentos sobre o idiota do Baekho. Ren estava tão lindo, com uma camiseta rosa, uma calça skinny branca e um tênis branco com glitter rosa, nunca tinha visto um tênis assim... Mas era bonito, e nele ficava lindo. Ren era lindo e sabia se vestir com estilo, isso é uma das coisas que eu mais admiro nele.

– Vai ficar só olhando? – Ren perguntou e eu arregalei os olhos.



Eu realmente estava dando muito na cara, tenho que parar com isso, tentar disfarçar... Mas quando estou perto dele não consigo, é algo automático.


– To vendo que sobrei – Minhyun deu de ombros saindo da cozinha.



Eu queria rir mais o olhar do Ren sobre mim não deixava com que eu fizesse isso. Aquele olhar penetrante, um tanto tímido, mais ele sabia como esconder a timidez só para me atingir. Ele sabia que eu não agüentava aquele olhar dele, sedutor demais para qualquer ser humano agüentar.



Levantei da cadeira indo até ele, que assim que me viu parado ao seu lado levantou. Segurei na cintura dele puxando-o para mim e selei nossos lábios, ainda de olhos abertos vendo o mesmo fecharem os dele. Era tão linda aquela imagem, ele vermelho, com os lábios colados aos meus e os olhos fechados... Poderia ver aquilo para sempre.


Quando seus braços envolveram meu pescoço eu soube que poderia aprofundar o beijo, fechei meus olhos e dei mais intensidade aquele leve selo. Calmamente nossas línguas exploravam as bocas, entrelaçando-as algumas vezes. Era um ritmo calmo, cheio de carinho e amor da minha parte... Já da parte dele eu não conseguia decifrar, eu ainda não sabia quais eram seus sentimentos, e não fazia idéia de quando saberia.

Prensei o corpo frágil e esguio contra a mesa, segurando na coxa dele e apertando com certa força. Ren suspirou, puxando meu cabelo com certa força. Era tão pouco contato mais que me deixava excitado e com vontade de algo há mais do que tive ontem. Cortei o beijo deslizando meus lábios por aquela pele delicada, até chegar ao pescoço, distribuindo vários beijos e chupões.

– Ren... – Falei e ouvi um “Uhhn?” dele. – Vamos, pro meu quarto? – Olhei para ele e o vi mais vermelho do que antes, sorri levemente com a forma com que ele me olhava.

– L-lídon... É, s-sério? – Perguntou gaguejando.

– Sim pequeno, é sério. – Acariciei seu rosto levemente, a vergonha dele era tão visível e fofa.

– T-tudo Bem – Falou num fio de voz.

Era a única coisa que eu precisava, de algo para poder seguir em frente. Segurei-o no colo, levando-o até o meu quarto. Abri a porta e sentei ele na cama, voltando para fechar e trancar a porta.

Notas finais
Então , eu vi que comentaram sobre o "mais" e "mas" , isso é um erro da dongs aqui u_ù , vou tentar prestar mais atenção nisso, é que digito rápido e tal e acabo não prestando muita atenção.
Enfim, obrigada a quem está lendo, isso dá ainda mais vontade de escrever. E desculpem pela demora, eu estava sem internet e pedi pra unnie não postar enquanto eu não voltasse. ^^
Espero que tenham gostado desse capitulo.
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Hey Hey Mina-san Unnie aqui, como estão? =D
Eu estou ótima, e que bom que voltamos, sentiram nossa falta? *o* Quem sabe né? UHAUHSUHAUSHUAHS -QQ
Eu amei esse capítulo ficou tão engraçado, ri muito aqui com a Dongs enquanto ela estava escrevendo ele ;3
Proximo capítulo meu .-.
ÉÉÉÉ L-E-M-O-N decente minha gente U_U
E é Baron com direito a muitos gemidos do Aron e o Tigre Branco do Bae todo gostoso na cama u.u♥
UIUIUIUI, então fiquei ligados! Review? *O*