My Infinite Paradise.
11 Capítulo 10 - Retribuição.
Notas iniciais
CHUPAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA AMANDAAAAAAAAAA. -QQQQ
Dsclp pelo surto, é que eu ganhei da minha amiga no joguinho e to filiz. u-ú
Enfim, boa leitura.
Após algumas horas de sono acordei totalmente assustado, afinal poderia ter dormido demais e perdido a hora para sair com Aron, porém, um suspiro aliviado saiu por entre os meus lábios quando percebi que só tinham passado-se 2 horas, e que o ser mencionado anteriormente ainda dormia ao meu lado, com a cabeça apoiada em meu tórax, como se eu fosse seu travesseiro. Por um momento permitir-me sorrir diante de tal cena, como aquele garoto em meus braços conseguia ser tão fofo dormindo? Parecia um pequeno anjo. Um pequeno anjo que sofria internamente com o descaso do namorado, agora ex. Eu me sentia mal por isso, porque isso tinha sido culpa minha, como me desculpar por algo assim? Ele estava sofrendo e isso me machucava, porque Aron sempre foi um grande amigo, a pessoa com quem eu sempre soube que poderia contar quando precisasse de algo.
Todos sabem que vida de líder não é fácil, e quando me escolheram para isso, eu me senti extremamente perdido. Porque tinham me escolhido...? Tinha Aron que era mais velho e mais propicio a saber lidar com diversas situações, mas não tinha sido ele o escolhido, e isso me corroeu durante um tempo. Quando resolvi que queria seguir tal carreira, não me imaginava no posto de líder, o que é uma categoria importante, algo que necessita responsabilidade algo que eu nunca julguei ter na minha vida. Sempre fui do estilo despreocupado, o que tiver que acontecer, vai acontecer. Porém, mudei desde que soube que deveria ter responsabilidade para saber lidar com tal cargo.
E eis que no meio disso tudo surge Aron, um grande anjo que sempre me ajuda, sempre esta lá para ouvir tudo o que tenho para falar, o hyung com o qual eu mais tenho afinidade, aquele que me entende sem eu nem ao menos falar uma palavra. Ele realmente é um porto seguro, porém não é o meu. Eu sei o que eu quero pra mim, tenho definido isso desde que coloquei meus olhos nele. Ren com sua aparência andrógina – que não era tanta na época – seus colares, suas pulseiras, seu charme natural e a forma de andar que sempre me levou a loucura, as vezes me perguntava o porque de gostar dele, então, eu compreendia apenas ao lembrar de quando eu tinha me machucado treinando e ele me socorreu. Seu olhar atento enquanto limpava o ralado que nem estava tão feio assim, seu sorriso fofo alguns segundos depois de terminar o que estava fazendo... Aquilo que me conquistou nele, seu jeito generoso e espontâneo, algumas vezes até envergonhado e inocente. Tudo isso contribuía para que o sentimento que já existia crescesse cada vez mais, eu simplesmente não conseguia ver minha vida sem aquele ser dos cabelos loiros e pele pálida. Aquele a quem eu tanto amo.
Tirei os braços de Aron que circulavam minha cintura, afastando-o para o lado delicadamente, fazendo assim com que deitasse a cabeça no travesseiro. Fui até meu guarda roupa pegando uma skinny preta, uma camiseta branca gola v e um tênis da Nike. Fui até o banheiro deixando as roupas sobre a pia, fechei a porta de despi-me, precisava urgentemente de um banho se fossemos realmente sair. O banho foi rápido, afinal ainda tinha que acordar Aron. Vesti minhas roupas rapidamente abrindo a porta do banheiro e saindo. Caminhei em silêncio até Aron, balançando-o de leve.
- Hyung... Acorda. – Sussurrei, enquanto continuava a balançar seu ombro.
- O-oi...? – Respondeu ainda de olhos fechados.
- Vá se arrumar, vamos sair, lembra? – Falei simplista.
O maior levantou-se em um pulo, caindo sentado na cama em seguida, por ainda estar sonolento. Ri baixo da cena, as vezes Aron parecia uma criança desatenta.
- Oh sim, tinha me esquecido disso. – Falou, olhando para mim em seguida – Wow, que gato. – E piscou, rindo em seguida.
- Af hyung, vai se arrumar logo. – Falei revirando os olhos, fazendo-o rir mais. – Tchau hyung! – Peguei o travesseiro e joguei nele, enquanto o mesmo saia gargalhando do quarto. – Idiota...
Voltei a me arrumar, esquecendo do ocorrido de mais cedo. Quando já estava completamente pronto, sai do quarto indo para a sala, e qual não foi a minha surpresa ao encontrar Min, Ren, BaekHo e até mesmo DuYun que segurava a mão de Min, todos estavam arrumados e extremamente lindos. Isso só pode querer dizer que eles vão juntos, eu não mereço isso, sério mesmo. Percebi que derrepente BaekHo ficou estático olhando para a escada, e virei-me para trás, observando um Aron extremamente lindo, com uma calça colada branca – que ressaltava suas coxas – uma camiseta preta, um colar em forma de estrela e coturnos pretos. Quando percebeu que todos estavam olhando para ele enrubesceu, parando ao meu lado e fazendo uma careta.
- Parem de me encarar e vamos logo! – Falou indo a frente, sem importar-se com os outros, que o seguiram.
Fiquei para trás enquanto esperava os demais saírem, e só assim pude observar Ren melhor. Ele estava com uma camiseta rosa clara, com uma jaqueta preta por cima, uma calça preta e coturnos pretos – parecidos com os de Aron, a única coisa que mudava eram as tachinhas na parte de trás, quais não continham nos de Aron. – os cabelos presos em um rabo de cavalo meio despojado, deixando alguns fios caindo sobre o rosto pálido que continha apenas um lápis para destacar os olhos e pelo o que pude perceber, um gloss incolor, mas que deixava aqueles lábios ainda mais saborosos a visão – e aposto que não só a ela. – suspirei controlando meus batimentos cardíacos que insistiam em disparar quando eu olhava para aquela face angelical. Os acessórios estavam lá, sempre com ele, pulseiras, anéis, brincos e dois colares, aos quais me faziam lembrar algo.
- Hey, Ren! – Chamei o maknae, enquanto segurava uma pequena caixa nas mãos.
- Oi. – Ele falou tímido, enquanto aproximava-se.
- Toma – Estendi o presente para ele, que me olhou confuso.
- O que é isso,Hyung?! – Perguntou, arqueando a sobrancelha de leve.
- Pegue e abra. – Respondi simplista.
O menor pegou o presente, abrindo a caixa de veludo cor vinho, observando os colares que tinham lá dentro, arregalando os olhos e os olhando de forma admirada. Eram tão lindos... mas pareciam ter sido caros, extremamente caros.
- H-hyung, não posso aceitar isso! – Falou rapidamente, devolvendo a caixa para JR, que a segurou sem entender. – Deve ter sido muito caro!
- Preço não importa, Ren. – Falou sorrindo brevemente e pegando os colares, que entrelaçavam-se, foi até as costas do menor, para colocar-lhe o colar, que caiu perfeitamente e contrastou com a pele delicada e clara do maknae. – Receba isso como um agradecimento por ter me ajudado quando me machuquei.
- M-mas h-hyung! – Protestou o menor, sentindo-se extremamente corado.
- Nada de “Mas”, vai mesmo fazer essa desfeita comigo? – Perguntei, segurando o menor pelos ombros e virando-o para mim – Irei ficar extremamente magoado e ofendido!
- T-tudo bem Hyung, eu aceito o presente. – Falou calmamente, enquanto pegava o símbolo do infinito que estava na corrente, com algumas pedrinhas brilhantes incrustadas. – Pra que esse símbolo?
- É o infinito, quer dizer que estarei sempre com você. – Sorri brevemente e me virei – Agora tenho que ir, tenha uma boa tarde, Ren. – E dizendo isso fui embora.
As vezes me arrependo de não ter me declarado pra ele antes, quando ainda éramos trainees, mas agora é tarde demais pra pensar nisso. Já não adianta ficar choramingando pelo o que passou, isso só traria ainda mais problemas. E já basta os que eu tenho no momento.
Eu não estava ligando muito para o caminho que percorríamos com o carro, tanto que quando chegamos a boate me sobressaltei, como posso ter me desligado por tanto tempo? Isso realmente pode tornar-se um problema se eu não controlar, não posso ser tão desligado assim. Entramos na boate sem problema algum, e logo a música alta soava em meus ouvidos, e eu me divertia com isso.
- Hey, JR, afim de provocar alguém? – Aron lançou-me um sorriso sacana, enquanto encarava Ren que não parecia contente em estar na boate.
- Porque não? – Lancei o mesmo sorriso para ele.
Aron não esperou mais nada, me puxou pra pista de dança e começou a esfregar-se sem pudor algum em mim, suas mãos desciam e subiam pelo meu corpo, enquanto seus lábios ficavam a centímetros dos meus. Aquilo era somente para provocar, não rolaria nada a mais, e ambos sabíamos disso. Resolvi reagir, e deixei minhas mãos em sua cintura, apertando-a algumas vezes, enquanto erguia um pouco meu joelho, encostando-o no membro do rapaz a minha frente, que estava dando sinais de vida. Wow, teremos algo muito interessante essa noite.
Aron virou-se de costas para mim, enquanto descia rebolando e voltava da mesma maneira, encostando propositalmente suas nádegas em meu membro. Pra qualquer um aquilo seria demais, e a pessoa já estaria dura, porém, eu estava me controlando com todas as forças, não queria e não podia ficar com Aron, ambos éramos apaixonados por outras pessoas. Desci minhas mãos de encontro a sua bunda, apertando-a com certa força, olhei para os lados discretamente e vi BaekHo nos observando enquanto segurava um copo com algum liquido azul dentro, em seguida virando-o e fazendo uma leve careta, começando a caminhar em direção a Ren, que também nos observava.
- Eles estão nos olhando – Comentei no ouvido de Aron que permanecia de costas para mim, dançando no ritmo da música, mordiscando o lóbulo do mesmo.
- Todos estão. – Ele respondeu, o que me fez olhar para os lados e ver várias pessoas nos olhando com olhares desejosos. – Acho que estamos fazendo sucesso.
- Tenho em mente que todos querem nosso corpo. – Ri brevemente, voltando a segurar na cintura do maior assim que ele ficou de frente pra mim – Acho que já está bom, não é?
- Acho que sim. – Riu enquanto balançava a cabeça positivamente, caminhando até uns puffes que estavam espalhados pela boate, aonde sentamos.
Passei a observar todo o lugar, vendo as pessoas que antes nos observavam, voltarem as suas danças sensuais. Meu olhos então pararam em duas figuras, dois loiros para ser exato. BaekHo puxava Ren pela mão e corriam de forma desesperada, pareciam que estavam aprontando algo e aquilo não podia ser coisa boa.
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