My Hero. My Light.
12 A esperança podia ser pouca, mas não inexistente.
Notas iniciais
Dedico esse capítulo pra Julia Parker (fanfiction.com.br/u/171847/), Miss Rogers (fanfiction.com.br/u/85210/), Blood Crazy and Absinthe (fanfiction.com.br/u/164008/) por sempre me darem ideias mesmo sem saber uaheua GENTE EU AMO ESSAS GAROTAS ♥ ♥
E eu também dedico esse capítulo pro Pedro, EU ACABEI DE SABER QUE ELE TÁ LENDO MHL EU TÔ GRITANDO MUITO PORQUE TIPO ELE É O OFF DO STEVE ENTÃO DÇQWKQL~DQWJDWJQFKQW parei, parei... vamos logo pro capítulo, boa leitura!
— Sargento Barnes! — chamou Debby, com as mãos entrelaçadas nas costas, tirando seus olhos dos papéis que estavam postos em suas mãos, e dirigindo-se para Bucky, que até o momento ainda não tinha se pronunciado. — Eu... Eu gostaria de lhe agradecer pela dança de ontem. — falou ela, com um sorriso tímido crescendo pelo canto dos lábios.
\n\n— Como é? — indagou o sargento sorrindo de leve, já tendo entendido suas palavras.
\n\n— A dança que dançamos ontem à noite, me fez bem... Eu estava mesmo precisando aprender a dançar mesmo. — ela sorriu descontraída por um segundo, colocando cada um de seus braços na lateral do corpo.
\n\n"Pra não pisar mais no pé de ninguém.” acrescentou por pensamento, encontrando finalmente o olhar do Barnes.
\n\n— Por isso? Não foi nada, Agente Grey. — começou Bucky, ajeitando a postura de seu chapéu, enquanto olhava sorrindo para ela. — Foi incrível. Mesmo você não sendo umas das melhores dançarinas do mundo... — ele completou divertidamente, fazendo Debby estreitar os olhos em sua direção.
\n\nDéborah, internamente envergonhada, pigarreou, antes de continuar:
\n\n— Essa não é a área em que eu sou qualificada. — ela riu. — Bem, acho que era só isso que queria dizer. — Debby olhou disfarçadamente para o lugar atrás do Barnes, e observou Gisele, lhe mandando um olhar penetrante, como a ordenasse a continuar alguma conversa.
\n\nPassaram-se alguns minutos de silêncio, cada um concentrado em seus pensamentos; até que Bucky, subitamente falou, não conseguindo conter a dúvida que queria ser liberada de seus pensamentos há algum tempo.
\n\n— Eu realmente te conheço de algum lugar, Agente Grey? — questionou, observando qual seria a reação da Agente ao ouvi-lo perguntar aquilo. Há algum tempo o rosto da Grey estava começando a parecer cada vez mais familiar para o Barnes, que nunca conseguia achar o momento certo para esclarecer suas dúvidas com a Grey. Talvez a noite anterior tivesse sido esse momento, entretanto, Bucky não pôde controlar sua vontade de convida-la para dançar, assim, resultando no que aconteceu.
\n\n— Creio que não, Sr. Barnes. — mentiu Debby, desviando seu olhar do sargento e fitando um ponto qualquer. — Por que diz isso?
\n\n— Me lembrei! — exclamou Bucky, depois de passar um tempo em silêncio. Ao ouvir a exclamação do Barnes, Debby não pôde evitar seus olhos se arregalarem levemente. — Você era a garota que perseguia a mim e o Steve no Brooklyn não é? — sua voz adquiriu um tom divertido ao fazer a pergunta; Bucky cruzou os braços e os levou de encontro a seu peito, internamente surpreso. Ela acabara de descobrir que a Agente Grey – sua superior! – o perseguia há alguns anos atrás. E ele não pôde conter a inflamação de seu ego, mandando um sorriso sacana para Debby.
\n\nA mesma engoliu em seco, pousando seu olhar em qualquer coisa que não fosse o homem à sua frente.
\n\n— Não sei do que está falando. — mentiu descaradamente, deixando os braços caírem ao lado de seu corpo — Talvez exista outra Déborah pelas ruas do Brooklyn... — ela virou-se de costas para o sargento, levando os papéis que segurava de encontro ao peito.
\n\n— Eu não citei nome algum, srta. Grey. — Debby, vendo que havia sido pega, soltou um longo suspiro de derrota – pela segunda vez no dia – e se virou novamente na direção do Barnes.
\n\n— Tá, tá, tá, era eu sim. Satisfeito? — admitiu contrariada, lançando um olhar irritado para James, que somente sorrira verdadeiramente.
\n\n— Muito. — Bucky respondeu observando a Grey meticulosamente, antes de adicionar: — Steve ficaria feliz em conhecê-la. — Déborah ao ouvir a fala de James, poderia jurar que se estivesse bebendo água naquele momento, teria a cuspido pelo susto que as palavras lhe causaram. Mas já que de fato não estava, somente tropeçou nos próprios pés, mantendo o equilíbrio somente por ter se apoiado rapidamente sobre a mesa de madeira que estavam a seu lado. — Falávamos muito sobre você, senhorita. — acrescentou, após tentar abafar uma gargalhada pela atitude atrapalhada da Grey.
\n\n— Caham, caham... — ela pigarreou, tentando disfarçar seu evidente desconcerto pela cena anterior. — Falavam é? Bem ou mal, sargento? — sua voz adquiriu um tom curioso, que era realmente o que Debby sentia no momento, com muito mais intensidade do que parecia. Sua mente chagava a borbulhar de hipóteses que se passavam por sua mente; O que Steve achava dela? Achava-a bonita? Interessante? Várias perguntas começavam assombrar a cabeça da Grey entre esses pequenos segundos que se passavam após a revelação de James, e possibilidades e mais possibilidades cresciam pelos miolos da Agente. — E não, eu não perseguia vocês. — adicionou de repente, claramente indignada, fazendo o Bucky soltar uma risada baixa. Debby sabia que o que tinha dito era mentira; ah, e como era! Apesar de não definir que fazia como “perseguição” ou “espionagem”, ela, no fundo de si, sabia que era isso mesmo que tinha praticado e que até agora, ainda praticava de vez em quando.
\n\n— Achou que nós éramos babacas ao ponto de não ver você? — ele sorriu. — Você podia achar que não a víamos, mas acredite, nós a víamos sim. — afirmou Bucky, sorrindo verdadeiramente divertido. Sem nem perceberem, os dois estavam engatando uma conversa paralela, como se fossem velhos amigos. Bucky sentia falta disso. Seu único verdadeiro amigo era Steve, que morava com ele no Brooklyn. Ele realmente sentia falta do amigo, e, de alguma forma, por mais que o Barnes não entendesse, a Grey conseguia lembrá-lo de Steve, diminuir as saudades que sentia. — No inicio, achávamos que era uma espiã nazista — revelou, parando por alguns minutos perdido em seus próprios pensamentos; talvez, relembrando esses momentos passara ao lado do amigo.
\n\n— Acho, que de alguma maneira, vocês realmente estavam certos. — riu-se Grey, internamente pensando o que exatamente eles tinha falado sobre ela naqueles anos. — E a propósito, já o conheci. — confessou, fazendo o Bucky mostrar uma clara expressão de surpresa reprimida.
\n\n— Já?
\n\n— Já... Ele entrou do projeto do Dr. Erskine, sabe, o renascimento, do qual eu também tinha minhas participações. — seu tom de voz fica claramente triste e sofrido, fazendo assim o Bucky querer mudar de assunto, mesmo que tivesse ficado curioso a respeito desse “projeto”. Ele sabia que o tal Dr. Erskine era o avô da mulher à sua frente; os soldados que frequentavam a mesma base, quando não tinham o que fazer, fofocavam sobre a vida de seus superiores, como velhinhas fofoqueiras. E James, mesmo que se mantesse longe desses soldados sempre que possível, nunca deixava de ouvir e entrar na conversa quando se tratava de Déborah Grey; ou melhor, como ele tinha descoberto pouco tempo: Déborah Erskine Grey.
\n\n— Legal. — comentou Bucky, tentando disfarçar seu desconserto por ter entrado no assunto tão doloroso para a Grey — E quais foram às primeiras palavras do soldado? — perguntou divertidamente, não contendo sua curiosidade e tentando fazer Déborah se esquecer de sua pergunta anterior.
\n\n— “Sou Steve Rogers” — falou Debby, relembrando o momento em que eles dois tinham se conhecido oficialmente, e foi inevitável que um suspiro saísse de seus lábios ao ver a cena ser novamente projetada em sua mente. Ele estava tão lindo com aquele uniforme...
\n\nBucky riu, não dando-se conta do suspiro que a Grey tinha soltado. E antes que pudesse falar mais alguma coisa, ouviu seu nome ser chamado ao longe, fora da cabana, fazendo com que os dois ali presentes despertassem de sua conversa tão envolvente e despojada; finalmente notando que, agora, estavam sozinhos dentro da barraca.
\n\nDéborah não conseguiu deixar de soltar um baixo praguejo para Gisele, que não tinha a chamado para escoltar os outros soldados, mas sim a deixado ali, conversando com o sargento.
\n\n— Vamos? Acho que estão nós esperando. — sugeriu James, olhando sugestivamente para a porta da cabana. A Grey somente assentiu, antes de segui-lo a caminho da saída.
\n\n— O que você pensava que estava fazendo, Gisele?! Era para ter me chamado! — exclamou Debby, levemente irritada ao chegar ao lado da Blood, em frente aos portões da REC, que no momento já estavam abertos, a espera da saída dos soldados da cento e sete.
\n\n— Achei que você ainda não tinha tido tempo suficiente para fazer o que tinha que fazer, Agente Grey. Só isso. Não precisa ficar irritada. — replicou Gisele, sorrindo levemente de forma despreocupada para Grey, que somente bufou longamente ao ouvir a resposta da parceira. — Mas e então... conseguiu?
\n\n— Sim. — respondeu Debby. — Mas até do que deveria, se a senhorita quer saber. — completou fazendo a amiga agitar-se.
\n\n— Esse era objetivo. — contou, sorrindo de forma satisfeita para Déborah, que agora tinha o cenho franzido. Debby não tinha entendido o sentido por trás das palavras da Blood, que estava completamente satisfeita por saber que a primeira parte de seu plano, milimetricamente armado, já estava sendo colocada em prática.
\n\n~oOo~
\n\nO sol já havia sumido dentre às colinas há alguns minutos, um silêncio absoluto predomina toda a área da REC. Há algumas horas a cento e sete havia partido, deixando muitas outras pessoas que também trabalhavam na base bastante pensativas e ansiosas por noticias sobre o andamento da missão mais perigosa até agora; entretanto, estava claro não teriam nenhuma novidade tão cedo.
\n\nA agente Grey era uma dessas pessoas. Deitada em seu aposento – que dividia com Gisele – a Grey pensava na conversa que aconteceu entre ela e Bucky na mesma tarde.
\n\nDéborah não podia negar que havia sim uma grande semelhança entre Steve e Bucky, mas também, diversas diferenças. E uma delas era essa, afinal, ela sabia que não seria uma atitude normal do Rogers fazer a mesma coisa que James havia feito. E era isso que a deixava encantada por dele, na maioria das vezes.
\n\nAquele jeito tímido, e amigo. A coragem e determinação... A Grey não conseguiu conter o suspiro apaixonado que saiu de seus lábios involuntariamente, sendo seguido de vários outros que se seguiram, à medida que o rosto e os adjetivos do Rogers vinha a mente de Debby.
\n\n— Pensando no Stévie? — Gisele entrou no cômodo, silenciosa e irritada, pela sua mais recente “troca de ideias” com Howard, que tinha ocorrido há alguns minutos. E ao entrar dentro da barraca que dividia como aposento com Debby, vendo-a daquele jeito bobo e com um olhar perdido direcionado ao teto, não pôde conter-se em perguntar.
\n\n— Como sabe...? — indagou Debby avoada, ainda com o mesmo olhar perdidamente que no momento estava sendo dirigido ao teto extremamente mofado da barraca, devido às chuvas, sem notar realmente o que tinha falado. — Ahn... o quê? — ela ficou desconcerta ao finalmente se dar conta de sua fala anterior, fazendo assim Gisele gargalhar. — E o nome dele é Steve. Ste-ve! Não é tão difícil de decorar, poxa. — adicionou, com o objetivo de tentar fazer a amiga esquecer-se da cena que havia acontecido anteriormente.
\n\n— Já a ouvi falar tantas vezes esse nome que estou começando a me forçar a esquecê-lo, Debby. — riu-se Gisele, pondo-se sentada em sua própria cama, que ficava ao lado da cama da Grey.
\n\n— Tem algum problema com o nome dele, Srta. Blood? — perguntou Déborah, subitamente irritada.
\n\n— Oh, não, claro que não, Debby. — adiantou-se Blood, com medo da reação da Grey. Ela havia notado há pouco tempo que Debby sempre ficava bastante... Diferente às vezes quando se tratava do “amor secreto”, mesmo ela mesma não entendendo muito bem o motivo disso. — Não há nada de errado com o nome do Sr. Rogers. — reforçou. — Mas, oras, você não iria querer que eu saísse por ai chamando-o de Capitão América, né? Não seria legal, iriam achar que a senhorita era uma fanática louca. — concluiu fitando a Grey, e ao se virar-se para olhá-la, tornou a falar. — Melhor falar chama-lo de Stévie mesmo. — terminou, querendo deixar a Grey mais irritada.
\n\n— Primeiramente, — começou Déborah, pondo-se sentada na cama, com uma expressão séria e dirigindo seu dedo indicador para o rosto da Blood. — Você não vai “sair por aí” falando alguma coisa, Gisele! — continuou, em tom de indignação. — Ficou doida? — Debby se levantou e sentou-se ao lado da Blood, na cama da mesma. — Segundo, eu não sou uma fanática louca! — chiou mais uma vez indignada. Fazendo assim, Gisele rir e lhe mandar um olhar de descrente, pela segunda vez no dia. — Certo, talvez... Mas só talvez, eu seja um pouco. Algo razoável.
\n\n— Os gibis agradecem pela sua consideração, Debby. — Gisele implicou, levantando-se de sua cama e indo em direção ao banheiro improvisado.
\n\n— Ah, sim. Fascinante. — resmungou a Grey ironicamente, jogando-se de costas na cama de colchão duro. Voltando assim a fitar o teto do lugar, só que dessa vez, com o cenho levemente franzido. Ela realmente não era tão fanática... Era?
\n\nDe alguma forma, os gibis conseguiam acalma um pouco as saudades da Grey, que sempre sorria ao lê-los. Cada página que lia parecia trazer um pouco de Steve a sua mente, fazendo assim, ela não conseguir parar de ler quando tinha um em mãos.
\n\n— E afinal, por que não está os lendo agora? — surgiu Gisele, saindo do banheiro e adentrando novamente no suposto quarto; acabando assim o devaneio da Grey, que se assustou ao ver a chegava inesperada da amiga.
\n\n— Não sei. — respondeu Debby, sincera. — Acho que estou muito preocupada com os acontecimentos recentes para dar atenção à coisas assim. — completou se levantando da cama da amiga e deitando-se novamente em sua própria.
\n\n— Acontecimentos recentes que posso citar como exemplo a repentina “atenção” do sr. Barnes na senhorita, Agente Grey? — Gisele questionou com cautela, mas mesmo assim, com um pequeno sorriso preso nos lábios.
\n\nDéborah espremeu os olhos na direção da Blood, que somente alargou seu sorriso travesso.
\n\n— Gisele! — exclamou Debby chocada. — O que está acontecendo com você? — indagou fingindo decepção. — Estou começando a achar que a senhorita está passando muito tempo ao lado do Stark. — advertiu, divertindo-se com a cara de indignação que ocupou o rosto da amiga. — Está até falando igual a ele! Pelo visto o caso é grave... Trágico. — fez piada, fazendo Gisele lhe mandar um olhar claramente ofendido.
\n\n— Não. Me. Compare. Àquele. Ser. — recitou pausadamente, apontando o dedo para a cara da Grey, que somente se divertiu com o gesto. — Não somos semelhantes e muito menos parecidos, Debby. Deve estar vendo coisas. — terminou, indo apagar a luz. — Ele é um idiota machista e veja só: eu não!
\n\n— Certo, está bem, irritadinha. — alfinetou Debby, também se ajeitando na cama para dormir. — Boa noite. — desejou, por fim, fechando os olhos; pronta para ser consumida pelo sono e cansaço.
\n\n— Boa noite. — desejou Gisele de volta, deitando-se em sua cama de bruços, realmente sem vontade de dormir, pois não estava com tanto sono assim; já tinha se acostumado bastante com as madrugadas conversando com – ou melhor, só ouvindo – Debby falar e falar. Mas na verdade, desta vez, o motivo não era seu sono não aparecer. O motivo era simplesmente um dos piores que poderia ser, na opinião pessoal da Blood. Howard Stark. Os dois haviam se esbarrado há alguns minutos pelos vastos terrenos da REC, e obviamente, como sempre acontecia quando se viam: alfinetaram-se. Tendo como resultado, uma Blood irritada e um Stark definitivamente mais arrogante que o comum.
\n\nGisele ainda não conseguia compreender completamente como o homem que tinha a ajudado de uma maneira tão gentil poderia ser ao mesmo tempo alguém tão convencidamente arrogante.
\n\nDando um suspiro de lamento, Gisele virou-se de lado na cama, aconchegando-se ao travesseiro da melhor maneira possível. Entretanto, quando já estava pronta para fechar os olhos, uma pergunta vem a sua mente. E a mesma sai de sua boca antes que ela mesma percebesse.
\n\n— Debby... você não irá ler hoje, não é? — indagou hesitante, com a voz um pouco abafada por sua boca estar tão próxima ao travesseiro.
\n\n— Não, por quê? — respondeu Grey, com a voz sonolenta, ainda sem abrir os olhos.
\n\n— Obrigada. — disse Blood, claramente animada por saber que pelo menos esta noite, teria sua cota de sono completa. Déborah riu baixo.
\n\nUm silêncio aconchegante se estendeu pelo local por alguns minutos, onde somente o vento poderia ser ouvido por fora da barraca.
\n\n— Debby... — chamou Gisele novamente, quebrando o silêncio que se acomodara no local.
\n\n— Sim? — disse Debby, com a voz sonolenta, mostrando que estava prestes a cair no sono.
\n\n— Sonhe com as estrelas. — declamou Blood, não contendo sua risada ao imaginar a cara que a Grey havia feito ao ouvi-la falar aquilo.
\n\n— Ah, cale a boca. — mandou Debby, também não contendo o riso baixo por alguns segundos. Estava cansada, os últimos dias tinham sido duros, não estava fácil para ninguém. E o pior, não parecia que estes tempos estavam prestes a acabar, e por isso, ela tinha certeza de que os próximos dias seriam longos. Ela e Gisele sabiam. E no interior de si mesmas, elas ansiavam por eles. E principalmente, pelo momento em que tudo aquilo iria acabar. A esperança era pouca, mas não inexistente.
\n\nElas refletiam sozinhas algumas vezes sobre a situação de alguns soldados, que tinham que ficar longe de sua família durante a guerra, suas esposas, filhos... E principalmente pensavam na situação dos judeus. Céus. O quanto estavam sofrendo...
\n\nEram nesses momentos em mais se perguntavam: quando será que aquilo tudo ia acabar? Quando é que chegaria a vez da paz reinar?
\n\nNão sabiam a resposta, mas sabiam, que em cada momento como aquele que havia acontecido a pouco, cada momento em que sorrisos eram vistos no rosto das pessoas... Sim, a esperança ainda existia. E ninguém seria capaz de por um fim nela. Pelo menos, era nisso que acreditavam.
Notas finais
Eu tô ficando muito ocupada esses dias, tem os rps (gostaria de compartilhar com vocês que agora A DEBBY tem um: @DeborahErskine), a escola, essas coisas... Mas acho que já deixei bem claro que eu nunca vou abandonar MHL porque essa fic é o meu orgulho auheuahea
AGORA VAMOS PRO MOMENTO PROPAGANDA! Sigam os rps:
O Steve: @FirstAvenger_ (EU AMO ESSE HOMI OLHA TODAS SAIBAM DÇLQWJFJÇLWJDLQJFJQ~DKQWÇFJKÇLQWJ ELE É O MELHOR STEVE DE TODOS!)
O Logan: @OJamesHowlett (pfvr gente EU AMO ESSE HOMI TAMBÉM)
A Jessika: @TheMissOhara
A Debby: @DeborahErskine
EU: @pervesmcfly OU @fuckmerogers (ESSE MEU USER É A+, NÉ?)
e tem o meu ask também: ask.fm/pervesmcfly
E OBRIGADA A TODAS VOCÊS QUE CONTINUAM ACOMPANHANDO A FIC! ♥
Até próxima semana.
Fale com o autor