My First Love

18 Capítulo 18


Notas iniciais
To de volta , LALA :9

P.O.V Fernanda

Depois de comer bastante daquele café da manhã maravilhoso, fomos todos para porta, Jonh e Pietro pegaram os skates, eu e Lety pegamos os patins e fomos todos dar um passeio no parque. Sei que eles querem me fazer esquecer de tudo que aconteceu, é bem difícil mas, tenho que enfrentar assim mesmo.

- Amiga? – Lety me chamava.

- Oi.

- Ta tensa, relaxa tá? Estamos aqui com você, não vamos deixar nada de AL acontecer... Vem segura minha mão, vamos fazer que nem nos velhos tempos, vamos ultrapassar eles. – Rimos, Jonh e Pietro estavam indo bem mais a frente da gente.

P.O.V Pietro

Eu e John estávamos testando nossos skates, já fazia um tempinho que não tínhamos ajustado as rodinhas, quando menos esperamos Lety e Nanda passava com tudo em nossa frente e rindo da nossa cara ainda por cima.

- Ah é corrida? Essa eu não perco. – Jonh fala. – Vem cara. –Eu o sigo.

Depois de um bom tempo tentando alcançar as meninas, chegamos ao parque, lá estavam elas segurando dois sorvetes a mais para nós e rindo das nossas caras.

- Nossa. Ligeirinha vocês ein? – Falo.

- Ah Peeh, muitos anos de pratica né Miga? – Diz Lety.

-Pois é amor, ver se vocês correm mais um pouco da próxima. – Elas riam. Nanda estava ofegante e bastante suada, diria o mesmo de Lety. Sentamos na grama perto do carrinho de sorvete, chego bem perto de Nanda e dou-lhe um beijo na buxexa, ela riu tímida e baixa a cabeça.

- Você fica linda assim sabia? –Digo.

- Como? – Ela fala com a cara meia surpresa.

- Assim, toda tímida, eu gosto de te ver dessa forma, é fofo.

- Ai amor, para assim você me deixa com mais vergonha ainda. – Ela fica coradinha na hora, chego bem mais perto e sussurro em seu ouvido:

- Te amo minha linda.

- Eu também te amo... – Ela sussurra de volta, seguro o rosto dela e dou-lhe um beijo romântico. Ficamos ali conversando por bastante tempo, depois de alguns minutos o tempo começa a fechar, em instantes o tempo fica no blado.

- Eh gente o tempo fecho, vamos embora. – Fala Jonh, e todos assentimos. Tentamos correr um pouco mais rápido, mas a chuva nos pegou, chovia muito forte mesmo. Depois de correr muito chegamos em casa.

- Ainda bem que chegaram, fiquei preocupada com vocês. – Quem nos recebia era Dona Joana, ela tinha adivinhado que iríamos chegar todos molhados, ela já havia posto quatro toalhas em cima do sofá, pegamos cada uma e nos enxugamos. Fomos par os quarto e colocamos roupas quentes, eu vesti uma calça moletom com uma blusa de manga cumprida gola V e Nanda Vestiu do mesmo jeito que eu só que em versão feminina é claro, nos dividimos no quarto, eu me trocava no banheiro e ela no quarto,quando saio ela já esta deitada toda coberta.

- Você pode pegar esse controle pra mim amor é que eu to com preguiça. – Ela me pedia com cara de cachorrinho que caiu da mudança, e eu não resistia com aqueles olhinhos puxados, sorri e peguei o controle que estava de uma caixinha em cima da cômoda. Me sento na ponta da cama e penso em que canal escolher.

- Nick. – Nanda fala e eu não entendo.

- Nick ? Quem é Nick? – Admito que fiquei com ciúmes.

- O canal amor, canal da Nick.

- Ata, não tinha entendido. – Rimos. Enquanto colocava os canais no controle dei dois espirros seguidos.

- Iiiih, isso vai dar em gripe, vem cá morzão, deita aqui comigo dentro das cobertas, vamos passar o restinho da tarde aqui deitadinhos. –Essa oferta é imperdível. Vou engatinhando até ela, quando chego dou um beijinho no narizinho dela.

- Vem. – Ela levanta as cobertas e entro, agarro-a e nos beijamos. – Hey, amor, vou pegar uns comprimidos pra você, espera tá? – Quando ela vai pondo os pés para fora da cama eu seguro o braço dela, impedindo-a de me deixar só.

- Não amor, num vai não, fica vai deixa isso para outra hora, agora remédio é o de menos. – Falo.

- Não. – Ela sai da cama e fica em pé ao lado. – Você não vai adoecer não, eu não vou permitir isso. Já venho, fica ai. – Fiquei bravo, mas sei que é para meu bem, então fico lá de braços cruzados de biquinho e cara de quem vai fazer birra.

- [Risos] E essa cara ai, num adianta fazer birra tá? Vai tomar esse remédio que vai preveni sua gripe.

- Não, num quero... Rum’. – Virei a cara.

- Vai não tomar?

- Não.

- Pois bem, eu vou dormir no quarto de hospedes e você... – Eu interrompo-a.

- É não amorzinho, vou tomar, vem me dar vou abrir a boca oh... aaaaa.

- Isso ai, bom garoto. – Tomei.

- Agora deita aqui comigo, já que eu tomei o remedinho.

- Deito sim amor. – Levanto o edredom e ela deita. Ficamos agarradinhos o resto da tarde, até que dormimos.

- Filha, Pietro acordem já esta na hora do jantar queridos. – Dona Joana nos acordava, me espreguiço e acordo Nanda alisando o braço dela.

- Oi amor. – Ela falava com uma voz de sono.

- Acorda bebê, já dormimos demais. – Falo.

- Ta bom, ta melhor vida?

- Eu to com uma dor de cabeça só amor, mas acho que deve ser fome, vai passar.

- Mais alguma coisa? Eu conheço essa carinha de que ta me escondendo algo.

-É... To molinho amor.

P.O.V Fernanda

- Oun, olha eu vou colocar nossos pratos ta certo, vou cuidar de você. – Vou ao banheiro lavo meu rosto e antes de sair dou um beijinho no Peeh. Desço e vejo Lety, Jonh, meu Pai e minha mãe na mesa, todos jantando.

- Olha aqui filhota, já coloquei seu prato e o do Pietro, cadê ele?

- Ele ta com moleza mãezinha, posso levar o nosso prato para o quarto? – Faço aquela carinha de pidona.

- Pode filha, cuidado para não fazerem sujeira lá.

- Ok. – Pego nossos pratos e subo.

- Ta aqui amor, senta ai. – Ele senta e comemos, depois de comermos ficamos conversando e depois de alguns minutos Lety e Jonh subiram.

- Hum, o bebêzão ta dodói é? [RISOS]. – Fala Jonh.

- Não zoa dele Jonh, para de ser mal. – Falei alisando os cabelos dele, enquanto fazia carinha de cachorro que caiu da mudança.

- Bom, só viemos desejar boa noite, vamos sair. – Falou Lety vindo em minha direção e me da um beijo na testa.

- Curta sua noite Miga, te cuida em e muito juízo. – Falo.

- Pode deixar Miga, te cuida também e cuida do Bebezão ai [RISOS]. – Fala Lety.

- Cuida dela Jonh, se liga cara. – Fala Pietro com uma voz cansada, mas com uma cara de autoritário.

- Pode deixar, te cuida cara. – Fala Jonh. Até que eles saem do quarto e fica apenas eu e Pietro.

- Ta um friozinho bom né, quer que eu diminua o ar condicionado mais um pouco amor?

- Não minha linda pode deixar, só vem me esquentar aqui vem. – Fala Peeh.

- To indo mor. – Deito ao lado dele, e ficamos agarrados, até que ele pega no sono e eu fico lá acordada observando o quanto ele é lindo dormindo, fico agradecida a Deus por ele ter colocado esse príncipe em meu caminho, sou feliz aqui por que ele faz meus dias melhores, assisto TV por algum tempo e meu sono chega, vou com cuidado perto dele e dou um abraço e ele sente e me abraça junto, ali cheguei, ali fiquei, incrível como ele consegue me fazer dormir por instantes só por me fazer deitar em seu peito, essa será uma das melhores noites de sono para nós.

Acordo e vejo aquela pessoa mais linda ao meu lado, o estranho é que ele sempre acorda primeiro que eu, então decido despertar ele.

- Mor... Acorda, temos que tomar o café da manhã com a família hoje. – Eu nem toco nele, mas quando chego perto para dar um beijo em sua testa ele já abria bem pouco os olhos, ao beija-lo sinto o como sua testa está quente.

- Bom dia princesa, me desculpe não ter acordado logo... A moleza lembra? – Ele me olhava com aqueles olhinhos brilhando.

- Lembro amor, e você deve estar com febre, ta muito quente. Espera aqui deitadinho vou pegar o termômetro com minha mãe ta certo? – Falo olhando firmemente em seus olhos.

- Ta amor, eu espero. – Dou-lhe um selinho e saio do quarto, no corredor encontro Lety saindo de seu quarto também.

- Oi Miga. – Diz ela.

- Oi... – Respondo meio entristecida.

- O que houve você ta triste? – Ela fica em minha frente e segura minhas mãos.

- É o Pietro. – Ela me olha brava.

- O que ele fez?

- Não, ele não fez nada. Ele adoeceu, parece que ta com febre, vou buscar o termômetro. – Ela me dar espaço para passar e vou até minha mãe.

- Mãe, cadê o termômetro?

- Ta aqui no armário, mas é para quem?

- Pietro. – Grito e saio correndo até o quarto. Ao chegar lá Pietro está saindo do banheiro, pelo que me lembro, pedi para que ele me esperasse na cama.

- O que está fazendo em pé? – Fico parada e de braços cruzados em frente a porta.

- Fui escovar meus dentes amor, posso? – Ele se senta na cama e fica me olhando com carinha de dor.

- Pode, pode sim eu que quero ser protetora demais. Vem levanta o braço. – Coloco o termômetro e ficamos a nos encarar.

- Você é linda, já te falei isso hoje? – Sinto minhas buxexas arderem.

- Não...

- Você é, e muito.

- Você também fofo. Tá sentindo mais alguma coisa?

- Dor no corpo inteirinho, to quebrado. – Tiro o termômetro e ele volta a deitar, quando olho ele está com 39º e meio de febre.

- Amor você ta com febre, tem que tomar remédio, toma isso... – Dou um copo com remédio em gotas que alivia febre e dores. – Vou te trazer ao para você comer, espera.

- Não eu to sem fome, fica aqui por favor. – Ele me pedia com carinha de anjo. O diz dormir em meus braços, e ali mesmo fiquei.

Notas finais
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