My Family and My Vengeance
3 Primeiro Dia
Notas iniciais
Acordei em cima de uma Lange-Rover sendo perseguidos por carros em estilo mais jipe com um design evolucionado. Estávamos subindo em diagonal para noroeste, em direção ao mar, qual era lindo com o nascer-do-sol deitado sobre si-Coisa estranha de se notar quando se está atordoado. Tínhamos despistado eles e vi minhas irmãs a salvo do meu lado, daí consegui descansar.
Acordei numa ala médica com enfermeiros passando de cama em cama. A ala era feita toda de árvores retorcidas de cor marrom claro e eram separadas por cortinas de flores-Achei que era para relaxar, mas isso não me acalmou- e ao olhar para frente da minha cama me deparei com uma garota linda de olhos de cor cinza penetrantes.
–Quem é você?-perguntou ela.
–Primeiro me diz, cadê minhas irmãs?
–Acalme-se, estão nas camas a frente.
Ela abril as cortinas atrás dela e pude ver minhas irmãs nas camas 4 e 5 repousando e tomando líquidos de cor amarelada.
–Ei, o que está dando a elas?!-falei tentando me levantar..
–Acalme-se, são remédios pré-aconselhados por um médico-disse tentando me acalmar.
Me levantei e fique lá olhando do lado de fora das cortinas e falei num tom raivoso:
–Olha aqui garota, eu não sei quem é você ou o quê é, mas você não pode ficar dando remédio sem minha autorização para minhas irmãs e ........
Desse ponto ela se dirigiu a mim e fez um movimento me girando e colocando minhas mãos nas minhas costas, mas eu desviei o que fez ela ficar perplexa.
–Agora você vai me escutar, me respeitar e poderá ver a receita de suas irmãs-falou ela.
–Ótimo, primeiro aonde estou?
–Está no acampamento Meio-Sangue.
–Acampamento o que?-falei num tom indagativo.
–Acampamento Meio-Sangue, é um refúgio para semideuses-Falou num tom ignorante e irritado.
–Pera, semideuses? Filhos de deuses e humanos?
–Sim, até que enfim um pouco de conhecimento por sua parte.
–... Kkkkkkkk- Segurei a risada
–Por que está rindo?-indagou-me
–Cara você só pode ser doida.
Houve-se um silêncio na sala inteira.
–Como é que é?
Na hora um garoto de olhos azuis e de porte físico entrou na sala correndo, pelo que me parece, para me socorrer.
–Aaaaaaaa!-ela gritava furiosa.
–Fique calma — tentava acalma-la.
Quando ele falou ela sossegou num instante.
–Cara, você já conseguiu irritar ela mal acabando de chegar aqui, sou seu fã-brinco ele.
–Meu nome é Percy Jackson, mas me chame de Percy.
–Yan, e só.
–Tudo bem, vejo que já conheceu Annabeth, minha namorada.
–Eu vi. Ela continua olhando feio pra mim.
Olhamos para Annabeth e ela virou a cara com vergonha.
–Bem ela é irritada e sabichona, mas eu não consigo mais viver sem ela.
–Cara ela começou a falar de um acampamento de semideuses, um refúgio para eles.
–Sim, ela deveria estar falando daqui, este é o Acampamento Meio-Sangue, nosso refúgio.
Fiz um sinal para minhas irmãs e elas pegaram suas coisas e saíram andando da ala junto a mim.
–Ei, aonde vão?
–É melhor não ficar aqui.
Percy entendeu meu pensamento, mas antes de cruzarmos uma nascente que estava a nossa frente atrás da ala, uma parede formada da nascente bloqueou nossa passagem. Olhei para Percy que estava numa posição a qual suas mãos estavam viradas para o mar e seu pé direito estava para frente como se buscasse equilíbrio.
Olhei perplexo e não acreditei no que estava vendo.
–Meu Deus-falava Fernanda se aproximando para tocar.
Afastei-a da parede.
–Tá bom, o que querem com a gente.
Nos dirigimos a uma área do acampamento a qual havia várias cabanas, todas enfeitadas de jeitos diferentes.
–Está é a área a qual nós organizamos os filhos de cada deus-falava Percy.
Era uma mistura de cores e decorativos estranhos,, rosa de um lado e marrom do outro. Vai saber.
Um pensamento passou pela minha cabeça: Se eu minhas irmãs estamos aqui, quer dizer que somos semideuses também. Parei um pouco sendo olhado por todos os que estavam comigo.
–O que foi?-perguntou Percy.
–Somos como vocês.
–É isso que vamos ver-Respondeu num tom misterioso.
Chegamos a uma casa um pouco afastada do acampamento de cor azul e branca, com marcas que representavam que era uma casa antiga e que já fora pintada muitas vazes, mas aquela era recente.
–Oi Percy, quem é seu novo amigo-Perguntou um homem sentado numa cadeira de rodas.
–Este é Yan e suas irmãs Kawanna e Fernanda.
–Uau, esta é nova, três irmãos de mesmo sangue
–Sim. Por que é tão impressionante-indagou Fernanda.
–Bem, deuses geralmente não conseguem ter três filhos, na verdade, nem é por não conseguir, é por não querer-respondeu.
–Qual o problema deles?
–Ninguém sabe-respondeu Annabeth.
–Mas somos filhos de quem, nosso pai morreu executado.
–Vocês viram seu pai?!-se espantou Percy.
–Sim, ele viveu até meus cinco anos-respondi.
–Uau, essa também é nova-falou um garoto que estava atrás uns cinco passos de mim.
–Uou!-me espantei.
–O quê?-me indagou.
–Oi Groover, há quanto tempo está ai-perguntou Percy, chegando para bater em sua mão.
–Há alguns cinco minutos, oi Annabeth-respondeu e deu um oi a amiga que levantou a mão dando um oi mudo-quem é esse?
–Yan, acabou de chegar.
–E ai Yan, impressionado com a minha beleza-disse sarcasticamente.
–Bem, vou-me acostumar-respondi aceitando.
–Relaxa, sou o sátiro mais legal que vai conhecer-brincou ele.
–Tá.
–Devem estar morrendo de fome-interrompeu Kíron-Annabeth leve-os até o refeitório.
Ela fez uma cara de porque, mas depois obedeceu. Fomos andando para o refeitório, passando pelo meio das cabanas e por uma fogueira enorme depois, ela nos disse depois de Fernanda perguntar que era aonde acontecia ás reuniões públicas a qual eram dados informes e aonde eram discutidos futuro e a base de proteção ao acampamento.
–E aqui é o refeitório, comam pouco para guardarmos mais suprimentos para as próximas semanas.
Depois disso fiquei pensando: Se é um acampamento tão grande e nele abriga-se vário e vários campistas, como não tem comida suficiente? Será seguro e preventivo ficar aqui?
Fomos para uma mesa e ficamos calados comendo pizza.
–E agora Yan?-perguntou Kawanna.
–Agora vamos passar um tempo aqui e vamos planejar um modo de buscarmos nosso avô-respondi.
–Sinto falta dele-acrescentou Fernanda.
–Calmo tá vai tira-lo de lá-falei, mas por enquanto é saber se eles são confiáveis.
–É esse o objetivo-perguntou Kawanna.
–Sim.
Passado um tempo me dirigi aquela casa de novo procurando respostas e Kíron me chamou para entrar. Cheguei a uma sala a qual tinha várias pessoas, uma diferente da outra.
–Bem, como podem ver, esses são os líderes do acampamento-continuou-estes são Percy de Poseidon, Nico de Hades, Piper de Afrodite, Jason de Zeus, entre tantos outros que vai conhecer-Ele fixou sua voz em Hades, acho que já sabia a minha casa-Bem pessoal este é Yan, o novo campista daqui, ele quer repostas e é mais do que justo de responder a ele. Todos ficaram me examinando, principalmente Nico.
–Tudo bem, pode começar a me perguntar.
–De quem sou filho.
–Você é filho de algum deus que ainda não sabemos
–Ele é filho de Hades, deus do inferno-disse Nico.
Houvesse um silêncio na sala.
–Mas Nico, como sabe disso?- Se espantou Kíron.
–Eu vi o que ele fez lá, e aquilo é de que é filho de Hades-respondeu.
Todos começaram a pensar e discutir em sussurros.
–Ei, alguém pode me falar o que está acontecendo?-perguntei.
–Não se lembra do que fez né?-perguntou Nico.
–Não, não consigo me lembrar d
e nada-disse.
–Bem, é melhor acreditar, eu vi.
–Como posso acreditar nisso se nem te conheço bem.
´-Porque sou seu irmão-respondeu
Olhei para Percy, o único que conhecia bem e ele fez sim com a cabeça dizendo que eu podia confiar.
–Pois bem, irmão, vamos para a cabana então, quero que me apresente a casa.
–Pois bem, vamos
–Irmão-gritou Fernanda indo abraçar Nico.
Ela o abraçou e Nico ficou estranhando e percebi que não era acostumado a fazer isso. Ele a afastou e disse:
–Vamos para a cabana...
Começamos a andar e se desaproximar da casa de Kíron, Nico olhava para o chão e ficava pensando, talvez fosse sobre nós, mas ele não tinha uma cara boa.
Chegamos a uma cabana a qual ela era totalmente incolorada preta — acinzentada em uma mescla assustadora que até parecia queimada, com colunas gregas em cor preta e com panos vermelhos. Fomos passando pela porta vermelha com escudos na frente servindo de enfeite.
–Esses escudos nunca foram usados.
–Pelo que eu saiba não.
–Foram sim-disse uma garota na última cama-por mim.
–A claro, me desculpe Beatriz-disse Nico.
–Eles são novatos.
–Sim.
–Que pena, não vou mais poder ficar trocando de cama a cada noite — se entristeceu.
–Tem muitas camas aqui- respondi a ela como uma indireta- pode usar qualquer uma.
–Prefiro essas aqui-apontou para as camas que íamos nos sentar.
Olhei para ela por um tempo e fui andando para as primeiras camas. Não gostei de Beatriz, ela já me era uma inimiga, no meu primeiro dia, que trágico. Fui dormir pensando no meu plano.
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