Notas iniciais
Bom gente, eu to apenas começando, mas pra frente tem muito mais ! E mandem reviews, só assim eu sei se continuo ou não!
*-*
O Andy tá nessa fic, porém eu ainda não sei se ele vai ser cantor e nem se a banda vai aparecer, depois vocês entendem o porquê.
A namorada dele na vida real, Juliet Simms, é a que eu usarei como base, nas fotos e etc. Mas ela não será como Juliet Simms, a cantora do Automatic Loveletter nem nada, ela será uma garota normal.

As luzes piscavam, tudo estava girando. Minha visão era turva e destorcida. Tudo o que via eram luzes vermelhas piscando e isso machucava meus olhos. Fechei-os e apaguei.

Minutos depois ouvia vozes desconhecidas, respirações abafadas e senti uma mão gelada em meu braço. Abri os olhos e reconheci o local: Um hospital. Percebi que estava numa maca e logo notei os vários tubos e aparelhos presos a mim. Ouvi uma voz distante:

- Não temos muito tempo senhora, sinto muito.

- Mas doutor, o que houve?

- Ele teve um traumatismo craniano, não há mais o que fazer. Em poucos minutos sua vida já não existirá.

Depois disso só ouvi uma voz feminina, familiar, aos prantos. Eu estava confuso demais, e então um flashback veio á minha mente:

Era uma noite fria como outra qualquer aqui em Bristol. Exceto por uma coisa.

Eu estava completamente desligado, praticamente anestesiado. Olhei para as minhas mãos e nelas se encontravam um pequeno pacotinho de plástico. Aproximei o olhar e pude notar o que aquilo continha: Maconha.

Saí andando sem saber o que houve ali onde eu estava, não sabia onde estava, nem como fui parar ali.

Devaneios e alucinações se passavam por minha cabeça e percebi que estava apenas de calça e tênis, meu corpo sofria em choque, pois o clima estava de congelar mas meu corpo ardia em chamas.

Fui andando sem saber pra onde ir e parado na minha frente havia um carro. Era meu.

Não sei como deduzi isso, mas quando tentei entrar, ele abriu. A chave pousava sobre o banco do passageiro então resolvi dar partida.

Acelerei sem destino algum e só avistei um flash.

E depois, nada.

Só um estrondo imenso e minha mente ficou preta.

Ei, Andy, eu sei que você não está ouvindo... — Disse a mulher que estava ali naquela sala comigo. — Mas saiba que eu te amo, e sempre te amarei. Você foi um filho perfeito, um anjo pra mim.

Depois disso ela pegou minha mão direita, a acariciou e depositou um beijo nela e saiu.

A julgar pela sua fala, presumi ser minha mãe.

Não me lembrava de nada, não sabia de nada. Só que ela era minha mãe, eu me chamava Andy e estava prestes a morrer.

Notas finais
bom é isso, espero que gostem!