My Fairy Tale in Reverse
6 Capítulo Cinco
Notas iniciais
Acordei com um barulho.
Era o toque do meu celular.
Ele tocava insistentemente.
A pessoa que me ligava queria falar comigo desesperadamente e além disso não sabe o quão odeio ser acordada.
Tateei com os olhos fechados á procura do aparelho.
Assim que o peguei, atendi:
Sam: Alô
Carly: Dormindo ainda?(Rindo)
Sam: Nem todos consegue e tem a disposição que você tem pra acordar cedo e ainda de bom humor, Carls.
Carly: Já vi que está querendo dormir. Mas espanta esse seu sono e mal humor, e vamos sair.
Sam: Sair? Vou sair sim, em sonhos. Carls, vai dormir vai. Ainda é de madrugada.
Carly: Ah, por favor, vamos. Madrugada? Só se for pra você, já são 11:30 am.
Sam: Não e não. Não vai ter jeito que me faça sair da minha caminha quentinha.
Meia hora depois
Não acredito!
Como pode um ser tão doce que chega a ser enjoativo, ser tão insistente?
Agora estava me arrumando para ir ao shopping, um dos meus lugares preferidos.
OBS:: Sintam a ironia!
Carly conseguiu contragosto me fazer ir encontrar ela e os garotos no shopping.
Obviamente que não queria ir.
Por dois motivos muito simples:
Primeiro: Estava dormindo ou seja com MUITO sono. Por isso não queria nem um pouco sair da minha cama.
Segundo: Ir ao shopping, um lugar destetavél para mim. Fora que minha doce amiga vai aproveitar pra querer ir dar uma passadinha nada rápida nas lojas.
E isso levaria duas horas e meia.
Porque só pra trocar e colocar inúmeras roupas leva muito do seu tempo.
E eu que o diga!
Ainda mais que tenho que dar a minha opinião.
Dizendo o quão ficou bonita e linda.
E quando a Carly cisma que engordou?
É um completo inferno!
Pois até você convence-lá, fazendo-a acreditar mesmo nisso, não é nada fácil.
Essa é a minha nada mole vida!
Coloquei um vestido de alças florido e uma sandália verde água.
Olhei no espelho vendo meu reflexo.
Em pensar que antigamente sequer usaria um vestido.
Jamais!
Era algo com que você nunca me veria vestindo!
Ainda não gosto muito, me sinto um pouco desconfortável ou estranha.
Mas aprendi á me acostumar.
Porque realmente é necessário uma mulher vestir e também saber vestir.
Credo!
Tô falando igual a Carly, que horror!
Convivência é terrível!
Peguei a chave do carro e minha bolsa.
Assim que sai tranquei a porta pelo lado de fora e entrei no carro.
O shopping não era nem tão longe e nem tão perto de minha casa.
Na verdade eu morava bem ali no centro.
Então tudo era ali perto.
Assim que entrei no estacionamento percebi está cheio o local.
E percebi que estava certa quando entrei no shopping.
Mas como era Domingo não era uma grande surpresa.
Caminhei diretamente para a praça de alimentação como havia indicado onde ficariam.
A praça de alimentação estava cheia assim como qualquer parte do shopping.
Observando as pessoas e procurando, avistei uma cabeleireira morena que bem conhecia.
E não foi surpresa ao constatar que a mesma estava com de rosa.
Ela e a Melanie, minha irmã gêmea tem amam essa cor.
Suspeito que o mundo delas sejam rosa!
Mal cheguei e já me sentei.
Qual é, estava cansada?!
Andar por um lugar cheio chega a ser cansativo.
Carly: E como sempre atrasada, Samatha Puckett. (rindo)
Sam: E como sempre pontual, Carly Shay.
Gibby: Touché.
Na mesa estava a morena, a baleia humana = Gibby, Spencer, Griffin e Wendy. Desde o término do colegial, Gibby e Wendy continuaram namorando.
Ainda não entendo como uma pessoa pode namorar uma baleia.
Quer dizer, Gibby emagreceu, mas mesmo assim é estranho.
Carly e Griffin haviam terminado um pouco antes dela ir pra faculdade, mas depois voltaram.
Sam: Já fizeram o pedido?(faminta)
Gibby: Como sempre faminta.
Sam: Yes, baby! Fizeram ou não?
Spencer: Não, mas acho melhor já fazemos.
Gibby: Concordo.
Carly: Não!(olhamos pra ela) Acho melhor esperamos mais um pouco.
Sam: Porque?
Carly: Porque(nervosa)... você acabou de chegar.
Sam: E tô com fome.
Spencer: Eu também.
Wendy: Esperamos muito até.
Carly andava muito estranho e nervosa.
Porque não fazer o pedido agora?
O que ela está escondendo.
Eu conhecia bem quando ela estava nervosa e naquele momento estava.
Só não entendo o porquê.
Meus pensamentos foram interrompidos quando ouvir uma voz que arrepiou toda.
Era ele.
Eu sabia!
Era como se eu pressentisse de uma forma ou outra.
XXX: Eai pessoas. Não mereço um abraço de boas vindas?
Carly: FREDDIE!(Abraçando)
Não sei porque mais sinto que tem um dedo ou a mão inteira da Carly envolvida nisso.
Com certeza!
Não foi por acaso que ele está aqui agora.
Como também não é por acaso que o reencontrei no hospital daquela forma.
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