Notas iniciais
Bom, aí está o segundo capítulo quentinho e com algumas surpresas para vcs. Um aviso, não vou entrar muito profundamente na medicina, profissão da Sam, até tento como nesse capítulo mostra, mas não entendo muito. Então qualquer coisa desculpe algum erro. Mas, claro que se alguém quiser entrar mais nesse assunto, compre um livro de medicina e tá tudo certo ;) Mas acho que no caso isso é o de menos, pq o assunto que vcs mais querem ver é o desenrolar da fanfic e claro muito SEDDIE! Espero que gostem. E como me pediram tirei o negrito, tava mesmo deixando cansativo é que é uma mania mesmo minha, mas achei melhor assim. Claro que só vou colocar, quando for pra deixar algo em destaque como fiz no final. Enfim. Boa Leitura.

Quando estava me levantando da areia que tinha me sentada á um bom tempo imergida nas lembranças, senti meu celular tocar.

Try- Pink

Ever wonder 'bout what he's doin'
How it all turned to lies
Sometimes I think that it's better
To never ask why

Where there is desire there is gonna be a flame
Where there is a flame someone's bound to get burned
But just because it burns doesn't mean you're gonna die
You gotta get up and try, and try, and try
You gotta get up and try, and try, and try
You gotta get up and try, and try, and try

Funny how the heart can be deceiving
More than just a couple times
Why do we fall in love so easy
Even when it's not right

Where there is desire there is gonna be a flame
Where there is a flame someone's bound to get burned
But just because it burns doesn't mean you're gonna die
You gotta get up and try, and try, and try
You gotta get up and try, and try, and try
You gotta get up and try, and try, and try

Ever worry that it might be ruined
Does it make you wanna cry
When you're out there doin' what you're doin'
Are you just getting by
Tell me are you just getting by, by, by

Where there is desire there is gonna be a flame
Where there is a flame someone's bound to get burned
But just because it burns doesn't mean you're gonna die
You gotta get up and try, and try, and try
You gotta get up and try, and try, and try
You gotta get up and try, and try, and try

You gotta get up and try, and try, and try
You gotta get up and try, and try, and try
You gotta get up and try, and try, and try
You gotta get up and try, and try, and try

You gotta get up and try, and try, and try
You gotta get up and try, and try, and try

Olhei o visor, mas o identificador dizia que era número desconhecido.

Mesmo sem saber quem era, resolvi atender.

Sam: Alô

XXX: Alô, gostaria de falar com a senhorita Samantha Puckett, por favor.

Sam: É, ela mesma. Quem gostaria?

XXX: Aqui é do Hospital de Los Angeles(sem criatividade pra nome de hospital L) e desculpe telefonar assim, mas aconteceu que um paciente teve uma parada cardíaca e estamos sem médicos suficientes, sei que começa amanhã, mas gostaria muito que se pudesse comparecer agora.

Sam: Ah, sim. Claro, estarei á caminho.

XXX: Obrigada e desculpe alguma coisa.

Sam: Que nada, sei como é. Tchau.

XXX: Tchau.

Se eu gostaria de adiantar meu serviço?

Não, mesmo!

Mas o dever me chamar.

Isso, soou meio policial.

Coloquei meu chinelo e disparei correndo á minha casa.

O suor caia rapidamente pela minha testa.

Cheguei a minha casa, entrei e busquei meu jaleco, calça branca e meu sapato.

Tranquei a porta assim que sai e disparei a entrar no carro.

A sorte que o maior hospital de Los Angeles, ao qual irei trabalhar era perto de minha casa.

Estacionei de qualquer maneira e saí, entrando rapidamente no hospital.

A única coisa que pude perceber era que o hospital era bem movimentado.

Me dirigi rapidamente para o balcão.

Havia uma morena, alta, nariz empinado, que ao meu ver se empinasse mais ainda chegaria no teto.

Sam: Com licença, me ligaram...

Recepcionista: Samantha Puckett? (fiz que sim com a cabeça) Sala dezoito, segundo andar. A doutora Alexia Andriez estará lhe esperando para passar as informações necessárias.

Sam: Obrigada.

Convoquei o elevador e apertei o segundo andar.

O hospital além de ser o maior de LA, parecia ser chique.

Não que tenha dado tempo de prestar atenção em algo.

Realmente não deu.

Mas o pouco que vi, pareceu-me.

O andar parecia bem extenso.

Assim que cheguei na sala dezoito, uma ruiva estava na porta.

E julgar pela quantidade de branco que havia em sua roupa, assim como eu, só poderia ser doutora ou enfermeira.

Mas pela sua pose, parecia mais doutora.

Era ruiva, tinha olhos verdes e quase da minha altura.

XXX: Imagino que seja a doutora Samantha Puckett(outra vez confirmei com a cabeça), prazer me chamo Alexia Andriez.(estendendo a mão)

Sam: Prazer, Alexia. E me chame por favor de Sam. (apertando as mãos)

Alex: Então me chame de Alex. Bom, lhe chamei como lhe disse no telefone por falta de médicos para está parada cardíaca.

Sam: Não que eu não queira está aqui, mas por mais curiosidade. Com um hospital grande desse, o maior daqui, pensei que tivesse médicos suficientes.

Alex: E tem. (arqueei as sobrancelhas) Mas uns estão de férias, atestados e os poucos que estão aqui não são dessa área. E nem tão competente se quer saber.

Sam: Entendi. E qual seria o caso?

Alex: Esse paciente, senhor Juarez Riquez, teve á pouco tempo uma parada cardíaca em casa e foi trazida rapidamente para cá. Mas não tive como fazer muito, sem ter algum tipo de auxílio.

Alex, como preferiu que chamasse parecia legal, mas bem centrada, profissional.

Ela me passou as últimas informações que precisaria saber e assim fomos para o quarto onde o paciente estava.

Assim que entramos na sala, vi o paciente e percebi ser um senhor de quase sessenta anos.

Fizemos todos os procedimentos.

Primeiramente fizemos uma massagem cardíaca, mas não funcionou como devia.

Rapidamente e sem muito o que pensar, pegamos o desfibrilador colocando no peito do paciente.

Um...dois...três...

Alex: Não está dando certo.

Sam: Vamos tentar de novo.

Alex: Tudo bem.

Um...dois...três...

O corpo ainda continuava frio.

Sam: Mais uma vez.

Um... dois...três...

Porque não está dando efeito?

As lágrimas desciam sobre meu rosto.

O desespero estava evidente.

Coloquei novamente o aparelho em seu peito.

Um...dois...três...

Tem que dar certo, dessa vez!

Estava me preparando para tentar mais uma vez, e quantas vezes fosse possível, mas uma mão me deteve.

Virei pra trás, vendo que era a Alex.

Alex: Não. Já foi.(falou com a voz embargada)

Sam: Deixa eu tentar. Uma hora dar certo. Tem que dar!

Alex: Infelizmente ele já se foi.

Tirei as luvas de minhas mãos, mexendo nervosamente em meus cabelos.

Nunca havia sequer perdido um paciente.

E a sensação era horrível.

Como explicarei para a família?

Porque certamente há de ter uma família ou alguém que o ame muito.

Sam: E agora? Como explicarei para família?

Alex: Se quiser, eu posso explicar. Não me importo.

Sam: Não, eu tenho que fazer isso.

Alex: Tudo bem. Qualquer coisa estarei aqui e lembre-se não foi sua culpa. É porque tinha que ser mesmo.

Sam: Tudo bem. Obrigada.

Alex: Sempre.

Lavei as mãos, arrumei os cabelos que antes estavam bagunçados.

Coloquei um lençol para tampar o corpo.

Respirei fundo e sai da sala.

Caminhei até a sala de espera.

Encontrei uma moça morena, com uns três anos á mais que eu.

Era bonita sem duvidas, mas tinha algo nela que me passou uma certa antipatia.

Logo que me viu, levantou-se junto de um homem que estava abraçando-a.

Assim que os dois estavam na minha frente, esperando eu falar algo, mas não conseguia.

Parecia um fantasma.

Um fantasma do passado.

Ali, bem a minha frente estava nada mais e nada menos que Fredward Benson.

Meu ex namorado e único amor.

Notas finais
Bom?? Ruim?? O que acharam?? Não deixem de comentar, pf. Bjs, bjs Até a próxima