My Everything
2 Capítulo 2 Volta as aulas
Depois do meu encontro com a terrível Yulli passou-se três semanas e as aulas estavam começando e eu não estava nada animado eu estava no segundo ano do ensino médio e sabia que faltavam dois anos já que o ano letivo estava do inicio então estava a caminho da escola quando meu pai parou para abastecer olhei para fora do carro e vi as três dentro de outro carro que também estava abastecendo e no banco do carona estava à terrível Yulli, mas ao seu lado estava Elizabeth com aquelas bochechas lindas e rosadas, bom não acho que seja algum fetiche, mas eu adoro aquelas bochechas, continuando... Então chegando à escola que não é meu lugar favorito, diga-se de passagem, eu estava andando por aqueles corredores enormes sempre sozinho não sou muito bom com amizades e vi que os outros meninos estavam muito aglomerados e quando olhei, eram as meninas como sempre a princesa Adrianny no meio ao seu lado esquerdo a demoníaca Yulli e ao lado direito a garota mais linda que eu havia visto e elas vieram andando em minha direção e descobri que meu armaria era entre o armário da demoníaca Yulli e da princesa Adrianny e eu senti a sensação mas estranha da minha vida como se eu estivesse no meio de uma guerra entre o bem e o mal não sei como explicar mas eu sentia uma presença maligna e outra angelical era uma coisa louca.
Depois que o sinal bateu alguns caras correram em minha direção me oferecendo dinheiro para que eu vendesse o meu armário eles e um deles me disse.
-Ei emo! Te dou 50 reais no seu armário. Falou com o dinheiro na mão.
- Me desculpa não estou interessado. Respondi com um olhar serio.
-Ei eu te dou 150 reais pelo seu armário. Falou um dos caras que estavam com o da primeira proposta.
-Por acaso esta é uma escola para surdos? . Respondi com grosseria
- Oque você disse moleque?. Respondeu um cara bastante grande.
- Pelo visto esta realmente é uma escola para surdos. Respondi com um sorriso irônico virei-me e entrei na sala de aula.
Era meu primeiro dia naquela escola e não sou do tipo que é muito gentil, logo vi que fiz inimigos já que no meu primeiro ano naquele hospício eu tinha ganhado um armário entre duas das três garotas desejadas da escola, mas isso pouco me importava até por que eu queria saber de Elizabeth e o armário dela era ao lado da demoníaca Yulli, não sei por que aquela garota tinha encarnado comigo mas ela me olhava estranho desde sempre. A Adrianny e a Elizabeth estavam no terceiro ano mesmo a Adrianny sendo um ano mais velha, ela tinha um QI muito elevado se é que me entendem, então ela repetiu de ano uma vez e a Yulli estava no segundo e por acaso estava em minha sala eu realmente não sabia como agir com aquela louca me olhando como se quisesse que eu pegasse fogo apenas com o seu olhar, eu realmente não falava com ninguém, logo a professora Karina que por sua vez era muito agradável me chamou para conversar após a aula.
- Olá Alexander, sei que hoje é o seu primeiro mais acho que se tentasse fazer amigos seria bastante produtivo seu ano letivo nesta escola.
- Não se preocupe professora, se está preocupada com as minhas notas não preciso de amigos para ser um bom aluno acredito que 90% dos trabalhos são individuais, mas agradeço sua preocupação muito obrigado
- Bom se você escolhe assim tudo bem! Respondeu com um grande sorriso.
Acredito que não sou o único que não gosta de escola então vou pular a parte das aulas, como estava estudando parei de ajudar minha mãe no restaurante e sai andando seu destino como de costume e então encontrei um casal no parque que estava namorando, fiquei horas observando aquela cena de carinho e afeto e sabia que algo me faltava, eu também queria sentir isso, compartilhar um amor com outra pessoa, não sou do tipo de cara lindo, mas tenho meus bons atributos.
Passou-se um dia depois da cena dos namorados e eu voltei ao parque estava com meu caderno de desenho e pretendia desenhar algo que me agradasse então sentei em baixo de uma arvore e comecei a observar as coisas estava à procura alguma inspiração e comecei a pensar em Elizabeth e no casal de namorados eu sabia que tinha tudo, pois eu tinha uma boa casa, uma boa escola, tudo e que um adolescente de 16 anos gostaria de ter eu tinha, mas pensando em Elizabeth e nos namorados eu realmente sabia que algo me faltava eu tinha anseio de amor. Eu sei que isso soa meio gay geralmente um cara da minha idade geralmente vê as mulheres de uma forma diferente, apenas como um objeto de desejo, eu não sou bem assim eu às admiro reparando cada detalhe de seu rosto delicado de suas curvas bem desenhadas. Enfim... para mim as mulheres são a obra perfeita de Deus, mas deixando isso de lado quando eu menos percebi eu tinha feito um retrato de Elizabeth e quando olhei para o céu já era noite, imediatamente voltei para casa, chegando lá notei que tinha uma mensagem gravada no telefone então eu ouvi era meu pai que dizia.
- Alex sua mãe e eu fomos a um jantar de negócios não durma muito tarde ok? Tem pizza e refrigerante na geladeira, não nos espere entendeu? Votaremos tarde.
- Beijo filho, amo muito você! Era minha mãe falando ao telefone.
Eu comi e fui para meu quarto e comecei a trabalhar no desenho de Elizabeth eu estava sem sono e também queria me garantir de que aqueles dois malucos chegariam bem então fiquei acordado. Já era quase 3 horas da madrugada quando ouvi barulho de sirenes e desci para ver o que era então meus tios estavam na porta de minha casa, eu abri e logo em seguida minha tia Janice me deu um abraço muito forte, e disse.
- Esta tudo bem ta meu anjo? Logo tudo estará bem! Acredite em sua tia. Falou-me soluçando.
- O que esta acontecendo? O que aconteceu? Fale-me logo droga! Gritei com minha tia empurrei o meu tio e sai correndo em direção aos carros de policia que estavam lá fora e ouvi um policial falando.
- Foi um acidente extremamente brutal aquele caminhão esmagou o carro do casal, os corpos estão intactos, o que para mim é uma surpresa.
- Realmente, mas eles têm um filho não é mesmo? Um moleque de 16 anos? Falou o outro policial
- Sim! Ele tem seus tios aqui, mas a família de seu pai e dos USA, realmente é triste um adolescente de 16 anos ser órfão.
Naquele momento ajoelhei-me e comecei a tremer, senti a pior sensação de minha. Minha tia veio correndo em minha direção e abraçou-me com muita força e disse-me que tudo passaria que ela estaria ao meu lado.
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