My Dear Teacher - Naxi

17 Capítulo 17 - Fight


Notas iniciais
(Briga) Genten, vcs viram a matéria do Violetta News Brasil sobre o desmaio da Alba? Então, não acho q ela tá grávida (como diz na matéria) mas se estiver, q seja do Facu

POV Naty

Então, deixa eu ver se entendi. Camila armou tudo pra se vingar do Maxi porque ele a rejeitou? Que tipo de pessoa ela é?! Ah, não vai ficar assim mesmo!

Saí do banheiro soltando fumaça. Logo vi uma ruiva na minha frente, a raiva tomou conta de mim e pulei em cima dela.

Cami: Socorro!

Comecei a dar tapas nela e ela começou a revidar puxando meus cabelos. Não sou mulher de brigar puxando cabelos, comigo é porrada mesmo! Logo uma rodinha de alunos ficou em nossa volta. Dei um soco no olho dela e na boca, que logo começou a sangrar. Apenas paramos porque Diego me segurou.

Cami: Ficou maluca? Sua selvagem!

Naty: Maluca é você por ter armado tudo aquilo pro Maxi! Sua idiota!

Cami: Eu fiz mesmo! Ninguém mandou ele me rejeitar.

Vilu: Do que vocês estão falando?

Olhei pro lado e vi a tal da Mariana ou Mathylda, sei lá. Abri um buraco na rodinha e obviamente, "pulei" em cima dela. Ela não demorou como a Camila a reagir, caímos no chão e começamos a nos bater, ela puxava meus cabelos e me arranhava no braço, eu dei um soco certeiro no nariz dela que começou a sangrar, paramos porque...

Xxx: O que está acontecendo aqui? — é, era o diretor.

Mathy: Essa louca do nada começou a me bater... e na Camila também.

Naty: Louca é você!

Diretor: Chega! As duas na minha sala... agora!

Fomos pra sala dele.

Diretor: Se expliquem!

Naty: Eu começo! Ela não é quem diz ser... na verdade, nem professora ela é. Ela é uma atriz que foi contratada por uma das alunas pra fazer uma coisa que não posso dizer...

Diretor: Por que não pode dizer?

Naty: Não se trata de mim... é bem pessoal. Enfim, o nome dela é Mathylda e ela usa documentos falsos com o nome de Mariana.

Diretor: Isso é verdade?

Mathy: Annnh... é...

Diretor: Com essa resposta, acho que sim.

Mathy: Mas...

Naty: Cala a boca, sua voz irrita.

Diretor: Olha só, Mariana...

Naty: Mathylda — o interrompi.

Diretor: Mathylda... isso que você fez é crime, falsificar documentos... como eu sou uma pessoa muito legal, te dou duas opções. Ou você sai da cidade em 24 horas ou eu te denuncio e você é presa.

Mathy: Não faz isso... eu juro que eu saio daqui em 24 horas!

Naty: Que? Mas...

Diretor: Enquanto você, Natalia. Agrediu uma aluna, a Camila e... ela. Não vou te expulsar, mas 3 dias de suspensão no mínimo.

Naty: 3 dias?!

Diretor: Me agradeça, ia te dar 5.

Naty: Tá, tanto faz. O bom é que essa falsa aqui vai sair da cidade.

Diretor: Tá... Naty pode pegar suas coisas, tá liberada. Só volte daqui a 3 dias... e você Mathylda, fica aqui. Quero conversar com você.

Naty: Licença.

Saí da sala diretor saltitando! Tá, sei que fiquei suspensa mas, saber que aquela loira aguada vai sair da cidade e que ainda ficou com o nariz sangrando me deixou bem feliz. Cheguei na sala e era aula do Gregório.

Naty: Licença.

Gregório: Mais uma... qual seu número? Tenho que marcar presença.

Naty: Ah não, o diretor me liberou.

Fran: Como assim?

Naty: Na verdade, ele me deu suspensão de 3 dias mesmo.

Vilu: 3 dias?!

Cami: Isso que dá bater nos outros.

Naty: É, apesar disso, estou bem feliz.

Fran: Por que?

Naty: Vai depois da escola na minha casa, te conto os detalhes do que aconteceu lá na sala do Diretor.

Fran: Ok... até mais.

Naty: Até.

Saí da sala e do colégio! Na volta pra casa, pensei... como eu vou contar pra minha mãe que eu fui suspensa? Tipo, ela vai me matar! Logo hoje ela tinha que tá em casa. Ai Senhor, que medo. Dai-me forças. Estava quase em casa quando esbarro em alguém.

Naty: Desculpa!

Xxx: Tudo bem — essa voz... esse perfume, sim era ele, o Maxi — Naty?

Naty: Anh... oie.

Maxi: Não tinha que tá no Colégio?

Naty: Ah, érr... eu tava mas...

Maxi: Mas? Aconteceu alguma coisa?

Naty: Eu fui suspensa.

Maxi: É só eu faltar um dia que muita coisa acontece.

Naty: Pior que é verdade, hahaha.

Maxi: O que você fez?

Naty: Longa história.

Maxi: Eu tenho tempo.

Ele me convidou pra sua casa. Aceitei, entrei e sentei no sofá, assim como ele.

Maxi: Então?

Expliquei tudo à ele, desde o ocorrido no banheiro até na sala do Diretor.

Maxi: Ah, você já sabe.

Naty: É... ela foi uma idiota por ter feito isso com você.

Maxi: E eu fui um tonto por cair.

Naty: Não, não foi. Acho que você estava meio carente nessa época e só queria saber como é estar apaixonado ou como é se sentir importante pra alguém.

Maxi: Como sabe de tudo isso?

Naty: Ah, as vezes eu fico carente. Querendo ser importante pra alguém... mas, saindo desse assunto, como você acha que minha mãe vai reagir quando eu contar pra ela que eu fui suspensa?

Maxi: Ela vai entender... claro, sabendo o por quê de tudo.

Naty: Espero.

Maxi: É... o que foi isso? — ele disse tocando no meu braço que estava com uns 3 arranhões.

Naty: Bom, eu não saí intacta da briga. Mathylda me arranhou... mas não chega nem perto do estado dela.

Maxi: E qual é o estado dela?

Naty: Ela saiu com o nariz sangrando.

Maxi: Naty, a viol...

Naty: Eu sei... a violência não leva a nada. Mas, eu agi no impulso... eu tava com raiva e não aguentei. Mas, vou sofrer as consequências, tres dias de suspensão... ai Deus.

Maxi: Se você quiser eu falo com a sua mãe.

Naty: Sério?

Maxi: Sim. Ela vai entender, relaxa.

Naty: Minha mãe acredita em qualquer coisa vinda de um professor... principalmente, um professor que fez milagre ao me fazer entender um pouquinho de Matemática — ele riu, bem fraco mas riu — Uhul, te fiz rir!

Maxi: Pois é.

Naty: Maxi, eu... posso... te dar um... abraço?

Maxi: É... tudo o que eu mais preciso agora — caramba, ele tá mal mesmo.

Me aproximei dele e demos início a um abraço, com muito carinho.

CONTINUA...

Notas finais
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