My Dear Teacher - Naxi
30 Capítulo 30 - "Sabia que ia dar em merda"
POV Naty
Acordei e me deparei com o corpo nu de Maxi bem ao meu lado. Ah, é... minha primeira vez foi com ele. Não imaginei que seria tão prazerosa e perfeita. Ele ainda estava dormindo... tão lindo. Passei minha mão sobre seu abdomen, chegando em seu peitoral. Vejo ele se remexer e logo depois, abrir seus olhinhos brilhantes.
Naty: Bom dia.
Maxi: Bom dia, princesa — disse me dando um beijo na testa — Dormiu bem?
Naty: Sim.
Maxi: Gostou da noite de ontem?
Naty: A melhor da minha vida. E você?
Maxi: Idem — disse e mordi meu lábio inferior — Já está me provocando, Naty?
Naty: Eu... te provocando? — disse ficando por cima dele — Era exatamente isso que eu queria fazer — e o beijei. Nossos lábios estavam em perfeita sintonia. Um beijo quente, desesperado. Ele vira o jogo e fica por cima de mim.
Maxi: Não devia ter feito isso — disse com uma voz extremamente sexy. E me beijou novamente, logo mordendo meu lábio. Ele me olhou e apenas dei um sorriso malicioso de volta.
Ele me beijou com intensidade, seu membro já havia ganhado vida, com uma ereção enorme. Com isso, o fez roçar em minha intimidade que fez com que eu soltasse um gemido de leve. Ele desceu mais seus beijos, chegando aos meus seios que já estavam descobertos. Ele chupava os mesmos.
Desceu mais ainda, chegando em minha parte íntima, começou a chupá-la e eu, arranhando suas costas de tanto prazer. Ele me olhou e lentamente, me penetrou. Deu várias estocadas e começou a ir com muita velocidade e selvageria. Me contorci, havia chegado ao meu ápice, gozei. Ele tira seu pênis de dentro de mim, ele havia gozado. Voltou a me beijar, dessa vez mais calmo.
Maxi: Ah, Naty. Olha o que você faz comigo.
Naty: Você é perfeito — sorri e ele fez o mesmo — Bom, eu tenho que ir. Minha mãe vai ficar preocupada — disse me levantando e me vestindo.
Maxi: Certo. Tchau, meu amor — disse me dando um selinho.
Naty: Tchau, meu anjo.
Saí da casa dele e entrei na minha, bem devagar. Por sorte, minha mãe e Diego ainda estavam dormindo, porque se minha souber que não dormi em casa e ainda tive minha primeira e segunda vez... já era.
Subi pro meu quarto, tirei minha roupa, coloquei meu pijama e deitei na minha cama.
[...]
Acordei, já era 15:00h. Meu Deus. Escuto uma zoada lá embaixo e desço. Encontrando minha mãe, Diego e Fran vendo... UFC?
Naty: Desde quando vocês gostam de luta?
Fran: NATY! E ai, como foi? — ergui minha mão direita, na intenção de ela ver a aliança — Não quero ver suas unhas.
Naty: O anel!
Fran e Mãe: ELE TE DEU?
Naty: Nossa... sim, ele me pediu em namoro.
Fran: OWWNT.
Mãe: Eles crescem rápido.
Diego: Nossa, nunca pensei que minha irmã namoraria um professor.
Naty: Pra falar a verdade... nem eu.
[...]
18:00. Estou no meu quarto com Fran e Violetta acaba de entrar no mesmo.
Vilu: Pode contar TU-DO!
Naty: Tá... mas... prometam que o que eu conto aqui, fica aqui! Ok? Não contem à ninguém, nem ao Didi, nem à minha mãe.
Vilu: HUUUUM — me olhou malicioso — Rolou?
Naty: Sim... a primeira e a segunda.
Vilu: PUTA MERDA... LOGO AS DUAS? — assenti.
Fran: E eu pensando que só tinha ficado na aliança.
Vilu: Aliança? Ele te pediu em namoro? — assenti novamente — Ain, que fofos.
***
SEGUNDA-FEIRA
Acordo... contente. O que é estranho, pois hoje é segunda e a primeira aula é Biologia. Que merda. Tomo banho, coloco o uniforme e vou pro Colégio. Encontrando, o Maxi... aaaii.
Maxi: Bom dia! — disse me beijando. Coloquei minhas mãos em sua nuca e ele na minha cintura. Mas logo, o beijo foi interrompido.
Diego: AFF, essa vida de segurador de vela, não tá fácil. Quer saber, eu vou na frente. Tchau.
Naty: Ops... tudo bem?
Maxi: Sim... melhor agora.
Me deu um beijo na bochecha e pegou na minha mão, indo em direção ao Colégio.
Quando cheguei, o sinal toca, avisando para irmos às nossas salas. Subo as escadas sem fim e entro na sala de Biologia. Logo, o resto dos alunos chegam e ele começa a aula.
Carlos: Bom, hoje vamos fazer um trabalho! Em grupo... no mínimo 5 pessoas. Vamos, formem!
E formamos o nosso grupo, que ficou: Eu, Fran, Vilu, Diego e León. Quando acabamos de montar os grupos, ele explica o que temos que fazer.
Carlos: Bom, como vocês viram no documentário. Nos últimos anos, ouve um aumento nos casos de AIDS das garotas entre 10 e 15 anos... — ok, não sabia que o documentário falava disso. Tava ocupada — Além de mostrar o ponto de vista dessas garotas, também mostrou os das garotas que ficaram grávidas... e como elas retomaram a vida. E é disso o trabalho. Quero que vocês escrevam no cartaz, os pontos negativos e positivos de ficar grávida na adolescência — que ironia não. Um pedófilo que, aposto que já engravidou algumas alunas, falando de gravidez — O grupo da Naty, Camila e Flávio vão falar sobre os pontos negativos.
Discutimos sobre o tema e não sabia que Diego sabia tanto desse assunto. Vilu também, já Fran e eu ficamos boiando. Fui interrompida pela voz irritante de Carlos me chamando.
Carlos: Natalia, será que você pode me ajudar? — meu Deus, assenti, não podia negar, né. O segui, ele ia na frente e eu atrás, o que ele ia fazer comigo?
Naty: Onde estamos indo?
Carlos: Na sala dos professores. Quero que me ajude a procurar uns canetões pra vocês fazerem o trabalho — ok, algo me diz que isso não está me cheirando bem. Por que diabos ele quer ajuda pra pegar canetões? Nem são tão pesados.
Chegamos na sala dos professores e começamos a vasculhar. Sinto uma mão em minha cintura, me virando e me prensando contra a estante cheia de livros. Sabia que ia dar em merda.
Naty: Me solta, Carlos.
Carlos: Oh, não mesmo. Agora você é minha.
Naty: Eu vou gritar... me solta! — disse me movendo, tentando sair dos braços deles. Ele segurou meus braços e chegou mais perto.
Carlos: Não gaste sua linda voz com isso — sussurrou em meu ouvido — Todos os professores estão dando aulas — me olhou com um olhar assustador. Fiquei com medo. Estávamos à milímetros de distância, podia sentir seu hálito quente.
CONTINUA...
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