Notas iniciais
oi meu povo e minha pova(velha essa não?)iai como vocês estão? pelo tanto de review não muito bem né ;/
vamos lá galerinha escrevemos pra vocês precisamos saber no que estamos errando meu povo lindo.
Muito obrigado JOO-chan pela linda recomendação, próximo capitulo pervo dedicarei a você guri kkk.
Espero que gostem não ta muito grande,porém vai deixar vocês com um "quero mais"

bjs, leiam as notinhas finais.

pov Sasuke

Estava deitado no sofá pensando em como resolver toda aquela situação. A anos seu pai junto com os pais de Yumi fizeram um acordo onde Sasuke se casaria com Yumi, assim poderiam fundir as empresas das famílias e ampliar seus negócios. Sim casamento arranjado ainda existia em pleno século vinte um, seria fácil desfazer esse trato se não fosse por um pequeno empecilho, seu pai Fugaku já estava morto, e no próprio testamento havia deixado uma cláusula que o obrigava a cumprir tal acordo caso contrario não teria direito a nenhuma parte da herança. Seus pensamentos são interrompidos pelo som irritante da campainha. Ele se levanta e quando abre a porta tem uma grande surpresa.

- Mãe, o que faz aqui?

- Ora, isso é jeito de cumprimentar quem vem de lá da França para te ajudar? — fala a morena encantadoramente — que eu lembre te dei educação.

Ele abre um grande sorriso e a ajuda com as malas.

- Eu já ia comprar as passagens.

- A achei injusto te fazer viajar novamente — fala enquanto se acomoda no sofá — tem tido notícias do Itachi, querido?

Odiava mentir para ela, Mikoto sempre se preocupou em cuidar de sua família, havia largado o trabalho assim que o mais velho nasceu para se dedicar exclusivamente a eles, nunca abrira mão da pintura, porém nunca mais fez para vender.

- Não, não o vejo a muito tempo — mentiu, e foi até a cozinha preparar um chá para tomarem.

- Aquele ingrato nunca mais mandou notícias – fala triste.

-Ele deve ter um bom motivo – digo querendo finalizar aquele assunto. – mãe tem alguma ideia de como anular esse... casamento?

- Filho já tentou conversar com a Yumi? Quem sabe não temos sorte e ela também não queira esse casamento.

Sasuke encara sua mãe com um olhar de reprovação, que faz Mikoto rir com a expressão no rosto do filho.

- Quando éramos pequenos ela vivia no meu pé, me atormentando, grudando no meu braço – terminou fazendo uma careta engraçada.

- Sim, mas vocês cresceram, ficaram muito tempo separados, já pensou que ela pode estar namorando ou algo do tipo – falou alisando os cabelos sedosos do filho.

- Mãe se isso estivesse acontecendo ela já teria anulado esse casamento idiota.

- Sasuke, eu... – ela ficou um pouco receosa – creio que ela não sabe desce acordo.

- Como assim? – fala se exaltando – Explique isso melhor.

- Quando vocês eram crianças o pai dela via como os dois se davam bem e se baseou nessa relação de vocês fez o tal contrato, para futuramente unir as empresa, porém parte do acordo, era Yumi não saber que estava sendo praticamente vendida pelo pai. – jogou tudo de uma vez.

Sasuke ficou pensativo ingerindo todas aquelas novas informações, com isso tramou um pequeno plano para se livrar de uma vez por todas dessa loucura, sorriu com sua ideia, sua mãe o encarou confusa com a expressão um tanto quanto pensativa e diabólica.

****

Pov Sakura

Ainda estava no corredor branco, sendo carregada por Kiba por ter sido tão desajeitada, aquilo era deprimente. Mas mesmo assim me sentia feliz por ser carregada no colo por alguém que não seja meu pai, me lembrei da minha infância de quando meu pai brincava comigo e no final eu sempre acaba dormindo nasala e acordava em meu quarto, muitas vezes fingia estar dormindo só para ele me levar e eu poder sentir o cheiro tão agradável que ele exalava, uma sensação nostálgica e boa passou pelo meu corpo.

Ele abre a porta com cautela e me coloca no sofá delicadamente, fico observando os movimentos do garoto risonho me olhando, Kiba se senta no sofá e diz zombeteiro:

-Primeiro foi o Akamaru que quebrou a pata, agora a garota que salvou ele... – diz dando uma risadinha contagiante.

Também ri com o comentário, realmente era irônico.

Ele continua a me observar por segundos e logo Akamaru aparece, dando alguns latidos amigáveis para o castanho, que o pega no colo brincando com o cão.

-Eu vou ir falar o que aconteceu para o Gaara e pra loirinha – diz Kiba se levantando.

-Não precisa se o Akamaru chegou aqui, logo eles vão subir – digo querendo a companhia do castanho.

-Não quero sujar sua reputação – diz Kiba indo em direção a porta – você acabou de me conhecer, iria pegar mal ficarmos aqui sozinhos.

Logo depois de falar isso, Kiba abre a porta saindo do local, deixando um Akamaru agitado e uma Sakura machucada.

-Akamaru – digo em tom amigável chamando o cão, que obedece vindo em minha direção.

Pego o cachorro e coloco o mesmo de frente para mim, ele brinca um pouco com meus dedos, e logo depois abro um pequeno sorriso quando se esfrega no meu braço, estou deitada de bruços com as pernas pro alto, as balançando um pouco e brincando com o cãozinho:

-Ele tem cuidado de você? – digo recebendo uma lambida do cachorro – Porque o Sasuke não é como você, todo carinhoso? – fala trazendo o pequeno animal para perto do meu rosto.

O cachorro vira a cabeça levemente, como se entendesse o que eu dizia e se faz de desentendido.

-Eu quero mais que Sexo, eu quero atenção, eu quero carinho...eu quero me sentir amada!

Suspiro, olho para mim mesma através de um dos espelhos que tem na sala, Sakura Haruno estava desabafando com um cachorro... oh sim a palavra deprimente era o mínimo que eu podia dizer.

Continuo a abraçar o cachorro quando ouço a porta abrir e um ruivo junto de uma loira entrarem tomando alguns drinques e conversando sobre diversos assuntos, logo depois o castanho entrar com uma bolsa de gelo e um refrigerante na mão, ainda risonho, me lembrava um pouco Naruto, sempre alegre independentemente da situação.

-Uma bolsa de gelo pro seu tornozelo – diz me estendendo a bolsa azul.

Pego o item azulado e sem querer derrubo um gelo, mas escuto um “deixa ai” quando ia pegar, coloco sobre o tornozelo e faz com que a dor melhore um pouco, relaxando o músculo que tinha sido torcido.

Ele abre a latinha de refrigerante que tinha em mãos e começa a tomar, enquanto vê Ino e Gaara se distanciarem de nós, indo para qualquer lugar por ali.

Akamaru dormia serenamente em meu colo, até que Kiba se pronuncia.

-Deixa eu colocar ele na cama – diz Kiba se levantando – Eu não quero que ele acostume no sofá, enche tudo de pelos, e ele já tem seu lugarzinho pra isso.

Ele coloca a latinha na mesa de canto que havia ao lado da televisão e vem em minha direção para pegar o cachorro, porém tropeça no gelo, que agora está derretido, que eu havia derrubado, caindo com as mãos ao lado de meus ombros e o rosto bem próximo ao meu, seu rosto começa a tomar uma coloração avermelhada assim como o meu.

-Você é desajeitado, castanho – digo zombando do garoto e tentando descontrair aquela situação constrangedora para ambos, ele se afasta ainda sem graça, pegando o cachorro já acordado e colocando no chão.

Kiba chama Gaara e Ino que estavam no quarto conversando, vejo a loira se aproximar e digo:

-Vem Ino,vamos embora – digo tentando me levantar – está ficando tarde.

Ino dá um selinho em Gaara, e vem me ajudar com a tarefa dizendo:

-Te vejo depois, ruivo – diz dando uma piscada por de trás do ombro.

***

Logo estamos no carro, a caminho da minha casa, precisava descansar um pouco, mas não podia deixar de provocar a loira.

-O que foi aquele beijo porca? – digo risonha.

-Aquilo? – diz ela se virando a mim e logo depois voltando para a estrada – Foi um beijinho de despedida, só pra deixar o ruivo com gostinho de quero mais!

-Como assim? – digo curiosa com o que a loira poderia estar tramando.

-Ele já sabe onde eu moro, logo, logo vai querer apagar o fogo.

-Você foi tão fácil assim?! – digo espantada, Ino que era do tipo de mulher bem difícil, eram 10 meses de paquera para um beijo.

-Eu to na seca desde que terminei com Sasuke, testuda! – Diz Ino meio risonha.

-Bem, bom proveito do ruivo delicia – digo vendo que já estou na frente de casa, Ino para o carro, e me fita meio curiosa.

-Quem ta ai? – diz arqueando uma sobrancelha, se lembrando de ter visto a mãe dela mais cedo.

-Meus pais, e talvez o Naruto e a Hinata.

-Finalmente – diz Ino referindo-se a Naruto e a morena.

-Até mais Ino porca – digo saindo do carro, batendo a porta de leve escutando um “tchau testuda!” abafado.

Logo depois ando para casa, ainda cambaleando por conta do meu tornozelo, abro a porta, vendo que Tsunade e Jiraya já estavam dormindo no quarto de hospedes, Naruto assistia a TV, meio bolado, mudando de canal sem ter muito sucesso em achar algo que prestasse.

-O que foi, dobe? – digo me aproximando do loiro, meio deprimido.

- Você está com as manias do Sasuke – fala fazendo uma careta — A Hinata tá meio bolada comigo, quando eu fui beijar ela...

-O que aconteceu? – digo o interrompendo curiosa.

-Ela virou o rosto – diz o loiro, sendo tomado pela tristeza.

-Tsc – digo – você nem assumiu que vocês estavam namorando !!

-É porque eu não sei o que nós temos! – diz Naruto me fitando.

Suspiro, me aproximando ainda mais do loiro, pegando em sua mão e dizendo com um tom mais suave:

-Você não acha que tem que mudar isso?

O loiro não responde, fica parado por um momento, logo levanta a cabeça pegando a chave do carro que estava na mesa e sai a passos rápidos de casa, sem me explicar nada.

Dou um sorriso de canto, finalmente iriam se acertar, não posso dizer o mesmo de mim e de Sasuke, quando ele chegar dessa viagem, iremos ter uma conversa para resolver de vez nossa situação.

Tiro o sapato e ando descalço até o quarto sentindo o geladinho do piso no pé, adorava aquela sensação em dias de calor, chego no quarto e me jogo na cama, relaxando todos os músculos de meu corpo, estava precisando urgentemente descansar.

Ouço alguns barulhos na casa, deveria ser minha mãe ou Jiraya que estava procurando por comida, ou algo do tipo.

Continuo com os olhos fechado quando sinto alguém tocar meu rosto com um pano, que tinha um cheiro forte, mas quando tento reagir, fico ultra sonolenta e vou perdendo os sentidos.

****

Escuto um barulho de ferros se chocando, logo após isso vou abrindo os olhos de vagar, vendo uma imagem meio distorcida de um vidro de carro que refletia uma estrada, ainda era noite, estava escuro e só o que se via era a luz que refletia do luar.

Tento colocar minha mãos nos olhos para poder enxergar melhor, porém não obtenho sucesso, meu pulso estava impedido por uma algema de ferro, que estava preso junto a um retrovisor do para brisa, passo a outra mão nos olhos, que por sorte estava solta, minha cabeça latejava e eu estava meio tonta, quase cambaleando, minha visão estava turva ainda, mas consegui com muito esforço ver um homem dirigindo o carro a toda velocidade, o motor entregava isso pois meu senso de visão estava péssimo. Forço a vista um pouco mais para o motorista do carro, até que reconheço a pessoa sentada no banco...Aqueles olhos, aquele rosto...ITACHI !!

Notas finais
Então gostaram? sim, não, claro ou só odiei?
Bem queria pedir pra quem souber de alguém que faça capaz de fics, me mandar uma Mp falando, to precisando pra poder mandar mais uma fic pra vocês. me ajudem please?(olhinhos marejados)

Beijos da kaa!