My Dear Kira

12 Uma missão para Matsuda.


Notas iniciais
Esse capítulo não é muito emocionante, mas eu decidi postar pois é muito importante para que vocês entendam o que vem a seguir.
Capítulo dedicado para a Duda Lawliet.
BOA LEITURA!

Raito ficou indignado com o que houve e foi para casa. Passados três dias, Shinobu se perguntava o por quê de Misa ter desmaiado e acordado totalmente diferente alguns minutos atrás. Ela não tentaria se fazer de inocente, não assim. Ela já fora atriz e Shinobu sabia que ela podia fazer muito melhor. Talvez... Shinobu pegou seu celular e discou o número que gravara.

— Kamui? — perguntou ela, atraindo a atenção dos policiais e de L.

— SHINOBU! — ele exclamou, feliz.

— Poderia vir aqui, por favor? — ela mordeu a unha.

— Te visitar? — ele perguntou.

— Sim... — ela suspirou — Me desculpe, sei que é tarde...

— Não, eu estou mesmo com saudades suas! — ele disse — Chego aí em um instante.

Ele desligou e Shinobu levantou, andando em círculos. Cinco minutos depois (ESSE CARA VEIO DE AVIÃO OU O QUÊ?), Kamui apareceu na porta do apartamento. Mal Shinobu abriu a porta, ele se lançou nos braços dela, a envolvendo num abraço de urso. Ryuzaki ficou vermelho de raiva.

— Não... Respiro! — disse Shinobu com dificuldade.

— Ah, me desculpe, mas você estava sumida! — ele disse.

— Eu estou enrolada no caso Kira. — ela falou — Me diga uma coisa... Se alguém abdicar o Death Note, ele perde as memórias?

— Sim, tudo o que tem relação com o Death Note some. — ele falou.

— Matsuda... — falou Shinobu — Tenho uma missão de vital importância para você.

— Sim, S! — disse Matsuda, se sentindo feliz por ser chamado para algo importante.

— Amanhã, Raito vai acordar às seis e sair de casa às sete da manhã. — ela falou, desenhando algo num bloco de papel que achara.

— Como sabe? — perguntou Matsuda.

— Conheço Raito, ele gosta de chegar na Universidade com meia hora de antecedência. — ela falou — Preciso que vasculhe tudo, tudo mesmo, Matsuda. Se achar um caderno igual a esse, tire fotos. — ela lhe mostrou o desenho.

— Ok, S! — ele disse.

— Verifique se existem fundos falsos em gavetas, mas não os puxe demais. — ela pediu — Por favor, Matsuda, estou confiando a maior parte da investigação à você. Se você errar nessa, estaremos todos muito encrencados.

— Ok... — ele falou, receoso, mas orgulhoso.

— Se Raito lhe pegar... — ela disse, rabiscando um bilhete em outro papel — Diga que veio com minha permissão para lhe entregar isso.

— Ok. — ele falou.

— Vá dormir, Matsuda, precisa estar bem atento para isso amanhã. — ela falou.

Antes de Matsuda partir, ela segurou o braço dele.

— Isso é realmente muito, muito importante. Tome cuidado. — ela pediu.

— Obrigado, Shinobu-chan! — ele falou — Não vou decepcioná-la!

— Espero mesmo, Matsuda. — Shinobu passou a mão na testa franzida.

— Isso é mesmo importante ou está fazendo isso para fazer Matsuda se sentir importante? — perguntou Ryuzaki.

— É mais do que importante. — ela falou — É como se, agora, ele tivesse todo o futuro da investigação em suas mãos.

— Não acho uma boa ideia confiar isso a Matsuda. — falou L.

— Ele é o tipo de pessoa certa para o serviço: curioso, hiperativo... Pena que não é um pouco mais cuidadoso, mas ele terá uma desculpa caso for pêgo.

— Então confia nele? — perguntou Ryuzaki.

— Confio nele o bastante. — ela disse.

Notas finais
Reviews?
P.S.: Desculpem a pobre autora aqui se houver erros de ortografia e gramática, não tive tempo de revisar.