My Dear Kira
16 Raito... De volta?
Notas iniciais
Gente, estou sentindo falta de algumas leitoras... Cadê a Emika, por exemplo? T.T Não me abandonem, por favor!
Capítulo dedicado à Gabriella Gamer.
BOA LEITURA!
– Ela é S também. — explicou Shinobu — Nós duas usamos esse nome. Ela havia desistido para seguir outra carreira, mas eu a convenci de tomar o caso.
- Mas por quê? — perguntou Ryuzaki.
- Não posso continuar na investigação. — falou Shinobu — Meus sentimentos por Raito vão atrapalhar. Eu vou começar a ocultar coisas ali, omitir outras aqui... Acabarei apoiando-o. Então acho melhor sair logo.
- Mas S, você é a melhor detetive que temos! — disse Matsuda — Quer dizer... Perdão, L.
Ryuzaki estava chocado demais para ligar. Ela iria embora, de novo? Ia deixá-lo para trás? Ele já não conseguia pensar em como tocar sua rotina sem ela. Claro, o centro de seu mundo era sua carreira, mas o seu ponto de apoio era Shinobu.
- Obrigada, Matsuda. — Shinobu falou — Vou continuar com vocês, mas sairei do caso. Se não se importa L, prefiro continuar morando aqui.
- Sem problemas. — Ryuzaki ficou extremamente aliviado.
Shinobu suspirou.
- É, L, agora eu entendo porque resolveu parar de ter sentimentos para ser detetive. — ela disse e foi para seu quarto.
Ryuzaki ficou em estado de choque mais uma vez, porém por menos tempo. Ele levantou e foi atrás de Shinobu. A garota estava deitada em seu quarto, mas não dormia. Ela olhava para o teto, a expressão pensativa. Ryuzaki hesitou na porta, mas ele e Shinobu eram próximos o bastante para que ele entrasse no quarto dela. Ele sentou ao seu lado na cama.
- Sabe quando você constrói uma coisa achando que é concreta e de repente você se dá conta de que ela não vai aguentar? Que você só se iludiu? — perguntou Shinobu.
- Hmm... — Ryuzaki queria dizer que sim, mas não podia mentir — Não, Shinobu. Na verdade, não.
- Foi como o nosso namoro. — Shinobu riu sem ânimo — Eu achei que ia durar para sempre. Que nós íamos nos casar e ter um filho chamado Akira e uma menina chamada Sora. Então iríamos morar no interior com uma família sossegada. — ela fechou os olhos — Aí nós iríamos chegar exaustos do trabalho, dispensar a babá e ficar com nossos filhos. E no fim do dia, eu ia te beijar, pensando que todo o esforço que fizemos no trabalho valeu a pena.
Ryuzaki estava extremamente parado. Ele conseguia imaginar isso. Na verdade, adorou a ideia.
- Eu sou muito burra. — disse Shinobu.
- Não diga isso! — ele falou.
- Eu sempre acho que as coisas vão durar, que elas vão recompensar. Como acreditar em nosso namoro. Como acreditar que Raito... — ela não conseguiu dizer mais nada.
Ryuzaki tomou coragem, deitou ao lado de Shinobu e a fez ficar com a cabeça em seu peito. Ele ficou acariciando os cabelos da garota até que ela pegou no sono.
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O plano de Saya havia acontecido. É, aposto que você, leitor, ficou como L... Confuso e espantado. Como ela fez isso sem avisar ninguém? Saya bolou um esquema no qual ela soltou Raito e Misa com a condição de que o senhor Yagami fizesse uma encenação. Caso Raito fosse Kira, ele iria matar o pai, mas ele não o matou. Então Raito voltara. Isso só não era perfeito para ele porque Ryuzaki ficou tão irritado de vê-lo de volta sem sua opinião e por ele ter interrompido seu momento com Shinobu que os acorrentara novamente. Misa não ficara muito feliz com esse ato.
- Ryuzaki! — gritava ela — Deixa Raito ser de Misa! Para de atrapalhar a gente!
- O que é que está acontecendo aqui? — perguntou Shinobu, chegando à sala.
O choque de Raito e de Shinobu ao se reencontrarem foi imenso para ambos, embora Raito ainda lembrasse de que haviam passado um dia juntos e que ela parara de falar com ele por ele ser suspeito, mas a alegria de Raito ao ver Shinobu foi muito maior do que a dela ao vê-lo. E com certeza mil vezes maior do que a de Ryuzaki ao ver que eles ficariam sob o mesmo teto novamente.
- Shinobu... — falou Raito, percebendo o quanto a garota estava abalada — O que houve com você?
Notas finais
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BOA PÁSCOA, MUITOS CHOCOLATES PARA VOCÊS! *U*
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