My Daddy Is Zeus
11 XI – Rivalidade
Notas iniciais
3 RECOMENDAÇÕES E 100 COMENTÁRIOS *-* AMEI! CONTINUEM COMENTANDO, NÃO SE ACANHEM!!!
O capitulo terá NaruSaku, afinal Afrodite disse que ambos nutrem amor pela rosada. Não se descabelem fãs de SasuSaku!!!
Boa leitura!
– Capítulo Onze –
Rivalidade.
Acordei com a respiração acelerada, o suor escorrendo pelo meu rosto e um calor insuportável. O que era estranho porque não era verão, e ao olhar para fora, contatava-se que estava chovendo. Se me perguntasse qual é a parte ruim de ser um semideus eu diria que eram os sonhos. Não só faziam você der um sono ruim – dando lugar para olheiras e mau humor –, mas ficar extremamente preocupado, afinal a grande maioria se concretizava.
Meia hora de sono foi tudo que eu tive. Isso era bastante injusto. Na hora da batalha a nossa disposição era perfeita, nosso corpo reagia bem estando cansado ou não, mas após era como se tentassem sugar a nossa alma, embora que fosse sem êxito. – pelo menos até agora eu espero que fosse.
Eu queria muito descobrir quem era o cara sentado sobre o trono, e o porquê dele querer matar Helena, já que esta está morta há muito tempo. Mas algo me dizia que essa ida ao Brooklin responderia muita de nossas perguntas, ou as minhas pelo menos. Eu precisava fazer uma reunião com os meninos e os colocar a par de todas as situações. Com sorte, assim como eu, eles também poderiam ter sonhado algo que nos ajude a ir desvendando essa profecia.
Quando me levantei da cama, preparada para acordar os dois, foi surpreendida por Naruto que abriu a porta no mesmo momento que coloquei minhas mãos na maçaneta. Ele sorriu sem graça. Talvez pensasse que eu estaria dormindo. Sem falar nada, dei espaço para ele entrar. Desde o acampamento não tivesse muitos momentos a sós, e mesmo que não nos conhecêssemos há muito tempo, eu sentia saudades das conversar sem sentido dele.
Naruto sentou-se na beira da cama junto comigo. Os dedos tamborilando uns nos outros mostrava que estava ansioso demais. Fiquei o olhando, enquanto ele observava o tapete do meu quarto, esperando uma reação que não veio tão cedo. Resolvi espero o tempo certo para ele, embora eu não soubesse do que Naruto receava tanto falar.
Com relutância, eu pude constar no tom da voz dele, Naruto pronunciou-se.
– Eu vi você e o Sasuke na sala hoje.
– O que? Quer dizer, desculpe... – Pedi, mas não sabia pelo que.
– Só não quero que se machuque. Ele pode parecer encantador agora, mas depois vai te magoar. – Seus olhos fixaram-se nos meus. Estremeci. Do que ele estava falando?
– Não sei como ele pode fazer isso...
– Existiu uma garota no acampamento, há alguns anos atrás. Sasuke e eu brigávamos muito para conseguir conquistá-la. Lutávamos na arena sempre, vivíamos na enfermaria. Por um lado foi bom para mim, aprendi a manusear muito bem a espada, mas por outro lado, perdi a garota. – Suspirou. – Ela o escolheu. É claro que escolheria. Depois de duas semanas, Sasuke terminou com ela. Ele nunca apanhou tanto em toda vida dele. Fiquei um ano afastado do acampamento, quase fui expulso.
– E o que aconteceu depois? Ela ficou com você? – Perguntei curiosa.
– Eu prometi a mim mesmo que nunca o deixaria magoar outra garota de novo. Depois disso fizemos uma missão juntos, tinha sido nosso castigo, e nos tornamos sociáveis e quase amigos, mas ainda existe a rixa entre nós. – Ele desviou o olhar. Não tinha respondido minha segunda pergunta, e mesmo curiosa sobre isso, não insisti.
– O que quer dizer com isso?
– Quero dizer que não vou o deixar estragar você – Naruto sorriu, voltando a me fitar. Seu corpo inclinou-se para frente, ficando muito próximo ao meu, por reflexo afastei-me, mas as mãos dele na minha cintura puxaram-me de encontro aos seus lábios. Eu estava sendo beijada pela segunda vez, por caras diferentes em um dia! Ele se afastou, colando nossas testas. – Vamos lutar de novo pela mesma garota...
(...)
Eu já tinha passado por muitas cenas constrangedoras. Uma vez na escola um grupo de garotas roubou minha roupa do meu armário no vestiário enquanto eu tomava banho, tive que correr atrás delas só de toalha pela escola, teve outra vez em que passei pelos portões de uma loja com as roupas que eu ia comprar pensando que as escadas rolantes levar-me-iam para o outro andar da loja e os alarmes dispararam, os segurança me cercaram e todo mundo na loja me olhou. Só que nada se comparava a estar sentada de frente para dois garotos que te beijaram no mesmo dia.
Depois da cena inusitada de Naruto no quarto, sai sem dizer uma palavra. Eu não sabia como reagir a toda aquela situação, era tudo muito novo pra mim. Encontrei Sasuke sentado no sofá comendo meus cereais matinais ainda vendo o mesmo filme de quando fui dormir. Naruto alcançou-me segundos depois, mas não disse nada apenas sentou-se ao lado de Sasuke. Ótimo, ele não sabia do que tinha acontecido no quarto.
Peguei o controle e desliguei a tevê. Não podíamos mais adiar aquela conversa – e eu não estava falando sobre a conversa com o loiro. Precisávamos esclarecer e estabelecer algumas coisas para que não acontecesse o mesmo de horas atrás. Tínhamos que nos preparar da melhor maneira possível para enfrentar sabe-se lá o que no Brooklyn. Deixar claro as nossas opiniões sobre o possível mistério da profecia.
– Temos que ir ao Brooklyn. É lá que encontraremos mais uma pedaço da missão. — Falei. Fixando meu olhos em Sasuke. Ele ergueu uma das sobrancelhas, evidentemente perguntando-se como eu sabia disso. Não esperei a pergunta, respondi antes mesmo de ser feita. — Aquela mulher na cafeteria me falou.
– Não é porque qualquer mulher te disse para ir ao Brooklyn que você dever ir. — Disse Naruto.
– Essa teoria não se aplica se a mulher em questão for Afrodite. — Sasuke comentou, girando seus olhos de mim para Naruto.
– Como assim? — O loiro gritou pulando do sofá. Dei um sorrisinho sem graça para ele, e tornei a falar.
– A questão é que meus sonhos estão se concretizando. Sonhei que encontraria ela naquele lugar. Isso é normal?
– Muito e só piora se você estiver em uma missão. Não é algo que eu saiba a origem, só acontece. — Sasuke explicou. Naruto fez um bico de ressentimento. Tinha quase certeza que ele pretendia me responder antes.
– Então quer dizer que vocês tem visões também? — Adaptei melhor a palavra, afinal se tornar-se real, então não era um sonho.
– Eu tenho. Alguns semideuses tem apenas leves borrões que não dão pra entender nada, outros tem uma visão nítida. É, não tem como explica. — Naruto disse.
– E com o que você anda sonhando?
– É o mesmo sonho sempre. Eu tenho que escolher entre duas portas uma para entrar. Ao fundo está acontecendo uma palavras, e acho que uma das portas me levara a ela, mas eu acabo escolhendo a errada e caiu em um poço fundo. — Contou Naruto. Estreitei o olhos. Não parecia algo que nos ajudaria a desvendar a missão. Pelo menos não agora.
– E você Sasuke?
– As poucas que dormir tive apenas dois sonhos. — Começou em um tom seco. Sua mãos brincavam com controle da sala. — Não entrarei em detalhes. Temos que terminar essa missão até o solstício de inverno e a arma que temos que encontrar é de Helena De Tróia.
Meu coração falhou uma batida. O homem com quem eu tinha sonhado queria encontrar Helena, embora esta já estivesse morta, e ele segurava uma espécie de faca! Uma arma! Seria possível pertencer a Helena? Pensei em questioná-los, mas acabei revendo a situação. Isso só os preocuparia mais ainda. Nossa missão agora era ir para o Brooklyn. Depois contaria sobre isso.
– Solstício de inverno? Isso é daqui a quatro dias! — Naruto disse surpreso.
– Então temos que sair o mais rápido possível. Vamos ao Brooklyn, achamos o que tem que ser achado e conseguimos uma pista para a próxima parada. Afrodite disse que conseguiríamos! — Tentei animá-los.
– Tem mais uma coisa. — Sasuke segurou minha mão no momento que cruzava a sala para pegar minha mochila. — Não podemos viajar pelas sombras.
– O que? Por que não? — Perguntei. Eu ia pedir para que ele nos levasse como um meio de transporte mais rápido, perderíamos muito tempo indo de ônibus ou táxi.
– Não foram flechas que me atingiram lá no galpão, foram as benevolentes. Por alguma razão papai não está permitindo minha passagem.
– Ótimo, eu odiava aquela sensação esquisita. — Naruto resmungou, embora notasse que estava bastante feliz.
– Certo! Então é isso! Dentro de vinte minutos sairemos.
Continua...
Notas finais
Beijos e até a proxima!
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