My Crazy Life - Segunda Temporada

11 Um final de semana e só!


Notas iniciais
...beijos ^-^ e boa leitura!

- Só ligando pra você saber. – ela disse séria. – olha, liga para esse número lá pela 1 da manhã, e de preferência lá na nossa avó.

- Tá bom Senhorita Mistério. – eu disse, e ela revirou os olhos.

- Matt, me ajuda aqui com as malas, pra levar até o carro. – minha mãe disse, e eu logo fui ajudá-la.

(...)

Estávamos no meio do caminho, tudo era quieto naquele carro, à frente, eu só via estrada. Coloquei meus fones de ouvido só agora, por que eu tinha pouca bateria... então iria servir direitinho para o resto da viajem.

Depois de uma hora, UMA hora! Eu já não aguentava mais ficar dentro daquele carro. A gente chegou! E quando eu sai do carro, eu tive que beijar o chão praticamente, por que aquilo era um milagre.

- Eu não acredito que a gente chegou! – eu dizia feliz, saltitando para um lado pro outro. – Obrigado santo Bacon! – eu disse. E minha irmã logo me deu um tapa na cabeça.

- Retardado. – ela falou, e andou para dentro da casa.

A casa era de dois andares, era completamente de madeira, as janelas eram grandes e davam um toque especial à casa, era uma casa simples e acolhedora, era da minha avó materna.

- Oi vó! – eu disse abrindo os braços, ela logo sorriu, e me abraçou forte.

- Oi Matt. Querido, tu quer algumas bolachas? Acabei de fazer. – ela disse, mexendo no meu cabelo, nããão!

- Ah, claro! Seria... Perfecto! – eu disse, e ela riu. Logo foi para a cozinha e eu a acompanhei. Eu olhava a casa, era bem aberta, não tinha muitos cômodos, mas o primeiro andar era maravilhoso, era como uma sala só, as janelas eram grandes, e toda a luz da rua entrava, ali havia sofás, enfeites e quadros nas paredes e tudo, mas aquele ambiente era perfeito. Tinha um enorme quintal na frente, e aquela grama verdinha... ah! Eu amo esse lugar... simplesmente.

Depois de comer as bolachas, tomei um suco. Meus pensamentos estavam totalmente arejados... eu não quero pensar nada sobre escola, Shadows, e nada aqui, quero apenas relaxar, e eu seriamente não quero pensar, eu acho que isso as vezes me machuca de uma certa forma, é estranho.

- Matt! – escutei minha mãe me chamando e fui correndo alopradamente até ela.

- Fala mãe. – eu disse respirando rápido.

- Você vai lá comprar pão e frios? – ela disse, já pegando a carteira. Coloquei meus chinelos, eu estava com uma roupa bem simples... calção e uma regata, haha.

- Sim mãe. – bom, se eu disser não, eu vou do mesmo jeito então... Ou eu vou, ou eu vou... a escolha é minha.

(...)

A padaria não era longe de casa, mas como já eram 5 horas da tarde, ela tava simplesmente cheia de gente, por causa do café da tarde. Droga fila! Entrei na fila e esperei, peguei o pão e os frios, e fui para o caixa. E eu pensando que seria um dia normal de padaria.

Meu coração apertou loucamente, quando eu vi uma garota de costas que parecia a Shadows, o cabelo dela era simplesmente muito parecido, mas estava preso... então eu não pensei que fosse ela... até por que, mesmo que seja, eu não quero pensar sobre isso aqui.

O estranho, é que quando eu fui sair da padaria, a garota já não tava mais lá, foi muito estranho. Vish!

Depois eu fui para casa, e todos nós tomamos café, bonitamente. Feel like a boss!

(...)

Já era noite, e todos já tinham ido dormir, realmente estavam exaustos, eu estava ali... me aguentando no sofá, eu estava ali sentado, quase deitado, em um sofá, olhando para fora da janela, a rua estava escura, e só se via as janelas das casas iluminadas.

E eu tentando não pensar... pensei. Imaginei com todos os detalhes.

Eu ali sentado, e me vejo sendo abraçado por trás pela Shadows, eu coloco as mãos sobre as dela, e sorrio que nem um bobo. Ela apoia o queixo na minha cabeça,e escuto sua respiração.

Olho assustado para os lados, vendo que realmente aquilo foi só imaginação. Droga! Eu disse para mim mesmo que não iria pensar sobre isso, cérebro maldito!

Pensei em algo para fazer , e lembrei do papel que a minha irmã me deu hoje... Não vi por que não, e fui atrás do papel e do meu celular, como eu tinha bônus eu podia ligar para todos que eu quisesse com os bônus.

Olhei para aquele papel amassado, e mandei uma mensagem, eu não iria ter coragem de ligar.

- Olá? – coloquei na mensagem. O máximo que pode acontecer... é nada. Fiquei esperando uns 5 minutos, eu já ia me levantando para ir dormir, e o meu celular fez um “bip bip” avisando que uma mensagem tinha chegado, meu coração apertou estranhamente, eu estava ansioso, aquilo era estranho. Na mensagem estava escrito:

- Oi ‘-‘, quem é? – abri a boca espantado, eu não sabia o que eu estava fazendo. Respondi intrigado, me sentei de novo haha.

- Hum... na verdade me deram esse número, eu que deveria saber quem é. – Eu disse e enviei, depois de um minuto a mensagem chegou, a pessoa que escrevia, escrevia tão rápido, que eu pensei que ela escrevesse com os dedos dos pés também.

- Me desculpe, mas eu não vou dizer quem sou. – a pessoa respondeu, e eu nem sequer pensei em responder... mas eu queria ligar. Aí pensei:

Se eu ligar do meu celular, a pessoa não vai atender, por que já viu o meu número. Olhei para o telefone fixo da minha avó e pensei em um plano maléfico. Fiquei em frente ao telefone, nervoso eu não sabia o que pensar ou agir, pensei primeiro em responder, mas se eu responder e for um homem gigamente gigante que é hacker, ou sei lá! E vier atrás de mim, como que fica a situação? Hein hein hein?! Eu me fodo! Claro!

Botei minha “cuca” a pensar mais, e no resultado? Ligar e ficar calado, o máximo que pode acontecer é eu... apanhar de um cara.

Disquei os números, e coloquei o telefone no ouvido, minhas mãos suavam frio. Escutei o “tuu” chamando, e logo quando parou, mordi os lábios forte.

- Alô? – Abri a boca, não... como aquela vadia da minha irmã teve coragem?!

Notas finais
Beijão bolachas, até a minha volta! o/