My Crazy Life

35 O começo do recomeço. Vish


Notas iniciais
OOOOIII GALERE! kkkkkk parei. Que seis tão tudo fazendo ai?! hun hun hun? Bom, pra esclarecer uma coisa. Uma leitora se confundiu, bom a liza entendeu o nome "pedro" , mas pedro... não é ninguém kkkkk é só um... nada. ok kkkkkk folguei com o pobre pedro. D: kkkkkkk tá, então... boa leitura!

Acordei, e olhei para os lados. Confusa do que havia acontecido. Me levantei e fui ao banheiro tomar meu banho... por que vejamos, a quanto tempo eu não tomava banho? CRÉDO!

Tomei meu banho calmamente, eu tinha um pouco de dor de cabeça. Me vesti,e peguei um remédio no espelho do banheiro. Desci as escadas, e fui andando até a cozinha, para pegar um copo d’água.

Cheguei na cozinha e fiz o que tinha de fazer. Logo depois que terminei de tomar o remédio. Olhei as horas “12:05”, avistei um bilhete na geladeira e fui ler.

“Liza, voltamos logo, eu e seu pai fomos dar uma volta. Não demoramos, se tiver fome, tem sobras na geladeira. Só aquecer. Beijos Mamãe”

- Mamãe? – repeti para mim mesma. Amassei o bilhete, e joguei no lixo. Peguei o meu casaco, e sai de casa.

Eu andava pelas ruas frias de Los Angeles à procura de algo para fazer, eu não via porra nenhuma. Fui até a praça central me lembrando da coisa louca.

Cheguei lá, e tinha bastante crianças brincando e se jogando na lama! OMO... por que se sujar faz bem. Parei!

Sentei em um banco, e fiquei observando. Cruzei os braços e fiquei por ali.

- Puta merda, minha bunda dormiu – sussurrei para mim mesma levantando do banco. Olhei as horas no meu relógio de pulso, e já eram 14h e pouca, que merda!

Fiquei dando voltinhas na praça, a fim de encontrar algo para fazer.

Quando eu estava quase morrendo, fazendo a terceira volta. Vi um rapaz caindo no chão da calçada do outro lado da rua. Soltei uma gargalhada sozinha. Ele não levantou, então corri até ele... eu ainda sorria, merda!

- Você tá bem?! – cheguei correndo no menino, fiquei séria, por que não se ri da desgraça dos outros... não perto deles ao menos.

- Pouco, acho que torci meu pé – ele disse tentando se levantar, ainda eu não tinha visto seu rosto, por que ele caiu de barriga no chão.

- Deixa que eu te ajudo. – eu disse começando a puxá-lo pelo braço. Levantei ele com uma certa.. dificuldade. – Gordo! – eu disse, mesmo que ele ficasse bravo, foda-se! Ele parecia ter a minha idade... pela altura.

- haha... nem um pouco! Estou em forma – ele ria olhando para baixo, e o cabelo liso, castanho escuro caído sobre seu rosto.

- Dá para o senhor, levantar o rosto? – eu disse – vai que você me assalte, daí eu posso fazer um retrato falado de você! Haha – eu disse... o que eu estava fazendo?! Eu não poderia estar nervosa... nem um pouco!

Ele levantou... e para mim parecia em câmera lenta, que menino... LINDO! MARAVILHOSO! DEUS!

Corei, abri a boca para falar, mas as palavras fugiram da minha boca... DIO MIO! Ele arrumou o cabelo para o lado, e olhou em meus olhos, ele ficou vermelho... com certeza quase da mesma cor que meu cabelo...

- Eu... conheço você, mas não me recordo de onde... – ele dizia me olhando com um par de olhos azuis escuros... PERFEITOS! GOD GOD GOD.

- Com certeza... faz mais de seis meses. – eu disse sem graça. Eu não sabia o que eu falava... DROGA!

- Por que? – ele disse, e logo foi andando, o acompanhei... estávamos dando uma volta?

- É ... – eu disse, olhando para baixo. – é que eu.... estava no hospital.

- Nossa! Por que?

- Curioso! – eu disse rindo.

- Sério. Por que?

- Eu, sofri um acidente, seis meses atrás, e eu entrei em coma. – eu disse meio triste.

- Nossa. – ele disse apavorado – você é a filha de Felix Button e tal?

- Sim – eu respondi rápida.

- Ah.. deu nos noticiários... eu estava olhando... – ele baixou a cabeça – logo depois que comentaram de você, comentaram sobre mim também.

- Sobre você? – eu disse olhando para ele, enquanto andávamos.

- Sim. – ele passou a mão na nuca, parecendo nervoso – É que, eu tive um acidente... e também entrei em coma.

- Meu Deus! – eu disse apavorada.

- É... acontece. – Não! Não acontece não!

- Mas, por quanto tempo você ficou em coma? – perguntei espantada.

- Seis meses também – ele olhou para mim com uma cara desconfiado. – Como você conseguiu.. ficar todo esse tempo com os aparelhos ligados?

- Mãe... e pai... – eu disse, não querendo dizer sobre o dinheiro.

- Ah, sim. – ele disse me olhando. – Foi o mesmo comigo. — LEITOR DE MENTES! DIO MIO! – Ahn... para onde estamos indo?

- Não faço ideia! – eu disse, e começamos a rir.

- Quer tomar um sorvete? – ele perguntou todo fofo.

- Claro, seria ótimo.

(...)

Chegamos na sorveteria, e fui pedindo um sorvete de baunilha. Ele pediu de menta com chocolate... uma coisa meio distinta... não? Nos acomodamos na mesa. Devo dizer que estava um pouco cheia a sorveteria... mas o ambiente estava ótimo!

- Então me diga... – ele disse dando uma colherada no sorvete, e falando com o sorvete na boca. – Você mora por aqui, certo? – ele disse de boca cheia, e tive que rir.

- Sim. – eu disse comendo um pouco do meu sorvete.

- Ahn... eu não... – ele disse todo envergonhado... OWN! – eu nunca provei o sorvete de baunilha... será que você... me daria um pouco?

- Claro. – eu disse sorrindo. Ele foi chegando com a colher no meu pote. Recuei o pote. Ele me olhou confuso, mas sorria. Peguei minha colher e dei na boca dele, rindo. Por que eu meio que... tremi a colher e sujei o canto da boca dele. – Me dá um pouco do seu? – perguntei.

- Ahn... sim, claro. – ele pegou e fez o mesmo comigo. Só que... ele encostou a colher com sorvete na ponta do meu nariz. E depois, me deu uma colherada. Rimos juntos.

Olhei o relógio, e já eram 19h e pouca... eu não tava afim de voltar para casa.

- Tá afim de voltar para casa? – perguntei fazendo uma careta.

- Não, nem um pouco. – ele disse – Vamos fazer alguma coisa?

- Sim! – eu disse toda animada.

- Que tal... – ele pensou – que tal uma festa? Eu tenho um amigo meu que tá dando uma festa... – ele olhou o relógio – agora mesmo.

- Perfeito... é longe? – perguntei mordendo o lábio inferior.

- Não... vamos de táxi.

- Tá bom. – Levantamos, e logo pegamos o táxi.

(...)

Eu... estava saindo com um estranho... completamente estranho, eu não sabia nem seu nome, e já tinha tomado sorvete com ele! Meu deus! E ele também.. não sabia meu nome. E outra, minha mãe não faz ideia de onde eu estou... vai que ele me estrupe, aí eu to fodida... literalmente. CRÉDO!

Chegamos, em uma casa bonita, grande... branca, e tinha luzes verdes na frente. E uma música muito alta, que tremia a casa inteira! Dio Mio!

Tocamos a campainha, e logo veio um menino que aparentava ter uns 17 anos, com um cabelo topete preto. E olhos castanhos, parecia já meio tonto... por causa da bebida.

Fiquei conversando um bom tempo com umas meninas, que estavam lá atrás da casa. Elas estavam na piscina. Não sei como elas não estavam morrendo de frio.

Comecei a sentir um pouco de dor de cabeça. E fui atrás do “rapaz” fofo, que eu tinha conhecido hoje, que eu não sabia a porcaria do nome.

- Ah, te encontrei. – eu disse – estou com um pouco de dor de cabeça.

- Ah... tá bom, quer ir agora? – eu ia responder sim, mas se eu chegasse em casa agora, o meu dia seria em vão, o “rapaz” perderia a festa, e eu me fodiria.

- Não, só queria descansar a cabeça um pouco... depois continuamos, tá muito legal aqui – eu disse sorrindo forçado, para “agradar” o dono da festa, que tava do lado, bêbado.

- Subam lá em cima! – o bêbado disse. Não senhor! Vou subir lá em baixo! – Tem cama de casal e tudo. Arregalei os olhos, e fui procurando pela escada. – Ah! E também tem camisinha na gaveta!

MEU DEUS! NÃO CREIO! Escutei o “rapaz” rindo, atrás de mim. Subimos as escadas, e entramos em uma porta, que por sorte não era um banheiro. O quarto era médio... tinha uma janela aberta, com a luz do luar entrando e iluminando o quarto. A cama era de casal mesmo, e tinha edredom verde claro, e mais umas coisinhas.

Me sentei na cama, virada para a janela. Aquele quarto tinha uma calma maravilhosa. O “rapaz” ligou a luz.

- Apaga! Apaga! – eu disse tapando a luz com as mãos.

- Ok! – ele disse rápido, e apagou. Ele veio e se deitou atrás de mim. Me levantei, e deitei do seu lado... um pouco longe claro, com os olhos fechados, tentando amenizar a dor de cabeça. – Você não me disse seu nome.

- Você não perguntou... – eu disse sorrindo.

- Ahn... qual é o seu nome?

- Liza... Liza Button. – eu disse ainda de olhos fechados – E o seu?

- Peter... Peter Jones. – me sentei na cama, olhando para ele, quando tudo voltou na minha cabeça...

Agora... tudo se esclarecia...

Notas finais
EEEEEEEE? Então, estamos aqui... para o final de mais um cap. Devo lhes informar, que já estou escrevendo a segunda TEMPORADA DE MY CRAZY LIFEEEEEEE! UHU! então, eu vou começar a postar ela depois de uma semana do final da my crazy life, então... fiquem de butuca lá no meu perfil, por favor? Se quiserem ler :D , então um beijão, e até a próxima!