My Crazy Life

20 "Ezio! Eu deveria saber..."


Notas iniciais
BOAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAS MEUS BOLACHUDOS E BOLACHUDAS! Como vão?! sentiram minha falta? não? sim? *O* mais em fim, eu ando bem feliz, e bem confusa ultimamente '-', tensamente tenso como diz minha melhor amiga, mais emmmmmmmm fim! Que saudade que eu tava de voces, talvez eu fique sem internet, CONTAS MALDITAS! é... é o que dá fica horas a fio no telefone... NÃO FUI EU! Cara, eu sou uma celebridade comediante... :D , mais é... loquiei, kkkkk', um beijo e uma boa leitura!

No capítulo anterior...

- sim, você entrou com mais alguém ai? – ela pergunta preocupada.

- Sim

- isso não é bom.

Oque? Oque vadia?!

- Siga-me Liza. – ela diz dando as costas e andando.

- como você sabe meu nome? – pergunto, mas continuamos andando sem a resposta.

Cara, eu to tão cansada, que se minhas pernas fossem como borracha, que a cada vez que tu apaga mais vai sumindo, minhas pernas não existiriam mais (?)

Chegamos, á uma espécie de cabana, seu interior é escuro, e assustador.

- Entre pequena – diz a velha abrindo uma passagem para a cabana.

Na hora que piso dentro da tal “cabana”, o fogo de uma fogueira que se encontrava dentro se acende por si só.

Solto um grito recuando.

- Não precisa temer – AAAH NÃO? EU TO ENTRANDO DE “BOA” E DO NADA PARECE QUE O FOGO SOLTA UM PEIDO E LIGA SOZINHO?! E NÃO PRECISO “TEMER” QUE ISSO VADIA?!

- por favor senta ali Liza – essa velha tá começando a me apavorar, do nada, ela chega e fala umas bostas sobre o portal do além, que eu não lembro direito de como eu entrei, ou o que aconteceu antes disso, E AINDA POR CIMA! Chega falando meu nome, e eu nunca tinha falado com essa velha antes, POUTS TÁ FEIA A COISA.

- tu pode POR FAVOR me explicar O QUE TÁ ACONTECENDO?! – pergunto meio... desesperada e com raiva.

- Liza, é o seguinte, não se sabe quem exatamente, mas á anos atrás uma família rica, feiticeira – AAH MEU LORD! Oque? Eu fumei? – fez uma escolha errada, incorrigível, e por isso acabou por perder sua fortuna.

Arregalo os olhos, prestando atenção.

- então.. não se sabe como, mas eles abriram esse portal, para que voltassem no tempo e consertassem esse erro terrível – ela diz séria.

- e eles conseguiram? Ficaram ricos? Consertaram o passado? Como foi? – pergunto com os olhos brilhando.

- Não, não não e não.

- e o que aconteceu?

- Eles ficaram muito tempo no passado, se perderam no tempo, entraram na época errada, ainda por cima, morreram – engulo em seco, e começo a me preocupar.

- eu... poderia ter morrido? – digo sentido minha garganta queimar.

- sim – ela diz firme.

- e Peter?! O que eu faço? – digo sentindo que eu iria chorar.

Ela se vira, e pega um pote pequeno de barro, abre sua tampa pequena, e pega um pó, e joga no fogo.

O fogo, toma uma explosão azul.

Me afasto com medo. AI MEU CARALHO SOCORRO!

O fogo sobe tão alto. A velha se aproxima do fogo, como se estivesse escutando alguma coisa que o próprio fogo falava.

Até que o fogo voltou a ser normal, a mulher se levantou e se ajoelhou á minha direita.

- tenho boas, e más notícias. – ela diz, me olhando no fundo dos olhos, o que me fez tremer de medo.

- quais são? – digo com medo.

Pensei que a velha ia começar com aquele ritual “ HEYA HEYA HEYA HEYA” que nem como fez o Homer, do nada minha cabeça iria inchar, e eu ia parar á volta com várias arvores assombradas e com rostos.

Elas iam ficar tirando partes do meu corpo normalmente, e depois me montarem de novo... mas eu preferia que me colocassem um cérebro menos.. tosco?

- na verdade, acho que só tenho más notícias. – ela diz – talvez você perca seu namorado

Eu só sentia lágrimas escorrerem em meu rosto, e nem pensei na palavra “namorado”, o importante era perder o Peter... o que aconteceria sem ele? A segunda pessoa que eu perco que é importante na minha vida?

- não tem nada que eu possa fazer? – digo chorando.

- tem

- o que?!

- arriscaria sua linda vida, por um garoto?

- sim, ele não é um garoto, ele é Peter.

- então tá bom.

- é... CONTE-ME!

- você irá ter que entrar no portal, entrar como Adelina, Herty, e Cristina.. – ela diz firme.

- quem? – digo confusa.

Ela ergue seus braços e coloca os dedos em minhas têmporas, têmporas são aqueles “buraquinhos” acima das bochechas, ao lado da testa, sabe? Se não sabe.. ué... posso fazer o que?

E tudo fica branco.

Vejo uma linda moça... que se parece comigo, seus “ares”, se parecem comigo.

E um amado, que não sei quem é...

E do nada a visão some.

Um homem, andando em um carro antigo, e uma linda moça de manto.

E minha visão volta á da velha.

- oque é isso? – pergunto confusa

- é você

- que?!

- sim, lá é você, claro, á muito tempo atrás, muito mesmo. – ela diz sorrindo.

- como eu estava viva lá?

- era sua alma, mas.. estranhamente, sua alma levou suas características, desde que nasceu. Nunca mudou o seu aspecto de rosto. A única coisa que mudou foram suas ações.

- ok... mais isso não interfere... como eu salvo o Peter?

- primeiro, eu acho, que você irá viver mais uma encarnação, e voltar a ser Adelina, quando você voltar a ser Adelina, tudo vai clarear, e você tem que fazer Peter querer voltar, claro isso custa um tempo.

- quando tempo?

- 1 hora, começa a contar quando você virar Adelina, se não concluir esta tarefa, você e seu namorado... morrerão.

AH CLARO, ISSO ME TRANQUILIZA ASSIM DE UMA MANEIRA ÓTIMA.

- o que eu faço? – digo

- Vá para o portal. Você saberá o que fazer.

(...)

Fico á frente do portal, sem saída.

E entro, com esperança.

(...)

- Quem é? – perguntou Cristina em voz baixa.

Ezio deu um passo, para que ela pudesse vê-lo.

- Eu!

Cristina suspirou, embora não de maneira antipática.

- Ezio! Eu deveria saber...

- Posso subir mia colomba?

Ela olhou sobre o ombro, antes que pudesse responder num sussurro:

- Tudo bem, mas só por um minuto.

- Não preciso mais do que isso.

Ela sorriu.

- é mesmo?

Ele ficou confuso.

- Não... desculpe... não quis dizer isso! Deixe lhe mostrar...

Olhando ao redor para ver se a rua continuava deserta, apoiou o pé em um dos grandes anéis de ferro para amarrar cavalos encravados nas pedras cinzentas da casa e deu um impulso para cima, encontrando pontos de apoio para a mãos e para os pés com relativa facilidade na construção de pedra. Em um piscar de olhos ele havia pulado a balaustrada e ela estava em seus braços.

- Será que, agora que já subi, posso entrar? – perguntou ele suavemente.

-Onde?

Ele se fez de inocente.

- no seu quarto, claro.

- Bom... talvez se você tem certeza de que não precisa de mais do que um minuto...

Notas finais
Quem conhece o "Ezio Alditore de Florença" ? é, pois é, o fim, eu basei no livro de "Assassin's Creed - Renascença" Como puderam perceber, mais então? o que acharam? *O* eu espero que tenham gostado, e se gostaram, deixem review, se tiver algum erro, alguma coisa fora da casa, que ainda não tenha entendido (o que eu acho provável, por que eu sou uma besta quadrada para explicar) eu explicarei suas duvidas, minha pequena e gorda bolacha. Se não gostarem, digam o porque, e se falta alguma coisa, digam, por favor :D , então é isso, eu espero velos no próximo cap. Um abraço e até a próxima!