My Best Friends Wedding

9 Capítulo 8 – Daisies and chocolate cake


Notas iniciais
oiiieee meninas ... aqui está um capitulo novinho
espero que gostem
;D



Caroline

Decidimos ir até o zoologico da cidade. Kath parecia encantada com tudo que via, é claro que já a levamos ao zoologico de Nova York, mas ela era pequena, agora estava aproveitando muito mais.

- Cuidado, Kath! — gritei quando minha filha saiu correndo em direção a jaula dos elefantes – Fique aonde eu possa ver.

- Fica tranquila, Car – Stefan passou o braço em volta dos meus ombros – Não vai acontecer nada com ela.

- Mas é que eu fico com medo – admiti – Já li tantas histórias de crianças que somem assim. Ficaria arrasada se isso acontecesse comigo.

- Sei disso meu amor – ele deu um beijo no topo da minha cabeça – Também me sentiria assim.

Deitei a cabeça no ombro do meu marido e ficamos observando Kath de onde estávamos. Ela estava segurando a grade com as duas mãozinhas e olhava os animais, que se alimentavam tranquilamente nesse momento.

- Ela está linda, não acha? — comentei dando um sorriso bobo.

- Sim! — Stefan concordou – Nós fizemos um bom trabalho com ela, aliais, com os dois.

Dei uma rápida olhada em Jordan, que estava totalmente agitado dentro do carrinho. Ele ainda não aprendeu a andar, mas já engatinha por toda a casa seguindo a irmã.

Fui pega totalmente de surpresa com Stefan beijando minha nuca. Isso fez com que eu ficasse totalmente arrepiada.

- Eu já disse que eu te amo hoje? — pergutou, brincando.

- Bom, hoje não – entrei no jogo dele – Mas você pode falar agora mesmo, eu não me importo.

- Eu te amo, Caroline – me deu um selinho – Eu te amo muito.

Confesso que era mesmo muito bom ouvir aquilo. Stefan e eu comecemos a namorar com 13 anos, fomos o primeiro beijo um do outro e, certamente, perdemos a virgindade juntos dois anos depois. Quando descobri que estava grávida com apenas 17 anos fiquei com medo dele querer me largar, mas não foi isso que aconteceu, Stefan foi um fofo comigo dizendo que assumiria o bebê, ajudaria em tudo que nós dois precisássemos e ainda me pediu em casamento. É claro que eu sabia dos riscos, metade dos casamentos que acontecem por causa de filhos acabam antes mesmo um do primeiro ano, mas ainda estamos aqui, quase cinco anos depois, firmes, fortes e com dois filhos maravilhosos.

- Vamos sentar ali! — ele apontou para o banco de madeira que estava só há alguns metros de nós.

Sentamos e percebi que tinha uma ótima visão de Katherine bem dali.

Nesse mesmo momento, Jordan soltou um pequeno sonzinho e esticou os dois braços, sinal de que queria colo. Estava preparada para retirá-lo do carrinho, quando Stefan fez isso.

- E ai garotão – falou colocando nosso filho sentando na sua perna – Sei que você qeria está no meio da bagunça com a sua irmã, mas aguenta só mais um pouco.

Ver aquela cena era mesmo muito emocionante. Já podia sentir algumas lágrimas se formando nos meus olhos. Eu era uma boba chorona mesmo.

- O que foi, Car? — ele se virou para mim, dando um pequeno sorriso.

- Não é nada – balancei a cabeça negativamente e tentei limpar um lágrima que já estava querenod cair pelo meu rosto.

Vê-los assim, juntos, dava para perceber o quanto Jordan era parecido com Stefan, uma cópia em miniatura do pai. Diferente da Katherine que, apesar de ter o cabelo em um to loiro escuro e um taço ou outro do rosto, era muito mais parecida comigo.

- Sabe, Car, eu sei que não tenho te ajudado com o Jordan tanto quanto eu ajudei com a Kath quando ela nasceu – comentou – E, realmente, sinto muito por isso.

- Não tem problema – disse – Afinal, quando ela nasceu, você ainda estava na faculdade e, por mais que tivesse várias aulas, tinha algum tempo livre e agora você trabalha o dia inteiro e chega em casa cansado.

- Mesmo assim queria ser um pouco mais presente – admitiu – Eu vejo o quanto você fica cansada no final do dia.

- Já que é assim – dei um pequeno sorriso – Vou amar ter a sua ajuda com as crianças.

Ele ainda estava segunrando Jordan, mas, mesmo assim, pegou uma das mãos e colocou sob a minha. Fez eu me lembrar dos nossos primeiros meses de namoro, quando íamos dar uma volta pela cidade ou, simplesmente, íamos para a casa dele depois da aula e fícavamos o resto da tarde namorando.

- Sabe o que eu estava pensando? — ele continuou – Bem que podiamos deixar as crianças com a Elena uma noite dessas e sairmso para jantar. Somente nós dois.

- É mesmo uma boa ideia – concordei – Mas não posso fazer uma coisa dessas com a Lena. Ela já está tão ocupada com o casamento...

- Tenho certeza de que ela vai fazer esse favor para gente, a Elena adora a afilhada – lembrou – Além disso, o Damon pode ajudá-la.

- Vamos falar com ela hoje a noite – sugeri – Se ela disser que não tem problema, então tudo bem.

Foi nesse momento que Kath veio correndo na nossa direção.

- Mãe! Pai! — disse no momento em que parou – Será que eu posso tomar um sorvete?

- Não sei se é uma boa ideia! — respondi – Já está quase na hora do almoço e você vai acabar perdendo a fome.

- Não vou perder a fome, eu prometo – fez uma carinha manhosa, uma das coisas que ela puxou do Stefan.

- Não tem problema, Car – ele interferiu – Estamos aqui meio que de férias, não tem problema ela ficar sem almoçar um dia.

- Está vendo? — ótimo, agora estavam os dois tentando me convencer.

- Então vamos fazer um acordo: Vamos almoçar agora e, depois você pode tomar sorvete, o que acha? — ela balançou a cabeça afirmativamente – Perfeito. O que vocês querem comer?

- Cachorro-quente! — responderam ao mesmo tempo me fazendo rir.

Levantamos e fomos em direção a lanchonete que ficava quase na entrada do zoológico.

Damon

Saímos de casa alguns minutos depois. Fomos até a garagem do prédio pegar o carro cor-de-rosa, super discreto, da Elena.

- Tem certeza de que a sua sogra não achou ruim que tenha vindo com você resolver esses assuntos do casamento? — perguntei quando já estávamos nas ruas de Chicago – Desconfio que ela não gosta muito de mim.

- Pode deixar que com a Esther eu me entendo – garantiu – Vou me casar com o fillho dela, mas ela não tem direito de mandar em mim. Já abri mão de muita coisa por causa desse casamento, mas a minha liberdade não vai ser uma delas.

Aquele comentário da Elena deixou muito claro para mim que ela não estava feliz, fingia estar indifente ao fato de que Klaus não a deixa trabalhar e por também não querer ter filhos. Mas eu conheço a minha melhor amiga e sei o quanto ela está sofrendo por dentro.

- Já que é assim – dei de ombros, mundando de assunto – Aonde é que nós vamos primeiro?

- Na floricultura – disse – Preciso encomendar as flores para a decoração e também o do meu buquê.

Não demorou muito para chegarmos. O lugar não era muito grande, tinha um balcão em um dos cantos e o resto do espaço era preenchido com vários tipo de flores.

- Posso ajudá-los? – o vendedor disse assim que entramos.

- Meu nome é Elena Gilbert, minha sogra, Esther Mikealson, ligou ontem – explicou – É a respeito das flores do casamento.

- Oh sim! — acentiu com a cabeça pegando um papel e colocou em cima do balcão – Ela já deixou as quantidades: 1000 flores para decorar o altar e os bancos em que os convidados vão sentar durante a cerimônia, 1000 para decorar a recepção e para mesa de comida, mais 500 para os arranjos e 20 para o buquê. Agora disse que os tipos de flores ficam ao seu critério.

- Certo! — colocou a mão no queixo, pensativa – As flores para a decoração, vou querer mil rosas brancas e mil rosas em tom de pêssego, assim poderemos intercalá-las, já nos arranjos, quero só rosas brancas. E no buquê, podem ser...

- Margaridas – sugeri – Você ama margaridas. Não pode faltar no seu casamento de jeito nenhum.

- Sim, eu amo margaridas – virou-se para mim e sorriu – Não acredito que você ainda se lembra disso.

- Você é a minha melhor amiga, Lena – disse – Lembro de que cada mínimo detalhe da sua vida.

Passei a mão em seu rosto. De repente era como se só tivéssimos nós dois no mundo, estávamos em nossa própria bolha particular.

- Então ficou assim! — o vendedor disso, nos interrompendo do nosso “transe” — São 1500 rosas brancas, 1000 rosas pêssego e 20 margaridas.

- Isso mesmo! — Elena concordou – Minha sogra de passou o endereço e o dia da entrega das flores?

- Sim! — respondeu – A entrega será no sábado a minha equipe já deixará tudo pronto no jardim.

Nos despedimos dele antes de saírmos de dentro da floricultira.

- Eu pessoalmente achei um exagero de flores – comentei quando caminhávamos em direção do carro – Você não?

- Precisa de muito flor para a decoração – deu de ombros – Ou então vai ficar muito estranho.

- Só espero que não chova de sábado para domingo – lembrei – Ou vai estragar toda a decoração.

- Damon, não fala essas coisas que atraem – deu um tapa de leve no meu braço – Bom, agora vamos até a doceira para ver como estão indo os doces e o bolo.

- Opa, agora me interessei – fingi estar mais animado – Sabia que você não ia só me meter em roubada hoje.

- Bobo – fez uma careta.

Cerca de vinte minutos depois chegamos ao nosso novo destino. Dessa vez não era uma loja e sim um apartamento. Elena tocou a capainha e não demoraram muito para atender.

- Olá, senhorita Gilbert – a mulher a abraçou – O grande dia já está chegando, não é?

- Sim! — concordou com a cabeça – E acredite, estou cada vez mais ansiosa.

- Imagino – sorriu antes de se virar para mim – E esse daqui é o seu noivo. Muito prazer em, finalmente, conhecê-lo.

- Não, ele não é o noivo – explicou. Era impressão minha ou ela tinha ficado vermelha de vergonha? — Esse é Damon, meu melhor amigo e padrinho de casamento.

- Oh, sinto muito – pareceu mesmo muito sem graça pela confusão – Mas entrem, por favor.

Ela nos levou até o sofá.

- Bom, o bolo eu só vou preparar na sexta-feira, mas os docinhos já comecei a preparar – avisou – Vou trazer alguns para vocês provarem.

Ela nos levou um docinho de cada para podermos experimentar. Estavam mesmo uma delícia.

- Está mesmo tudo maravilhoso – Elena comentou.

- E o bolo vai ficar mais perfeito ainda – comentou – Três andarer, sabor chocolate com recheio de brigadeiro e uma cobertura branca em volta dele todo.

- Bolo de chocolate com recheio de brigadeiro – não pude deixar de sorrir – Por que será que isso não me surpreende?

- Eu podia fazer de morango ou de nozes como costuma ser em casamentos – deu de ombros – Mas então não seria eu.

- Tem razão! — dei um beijo no topo da sua cabeça – E é isso que eu adoro em você, Lena.

- Que amizade linda a de vocês dois – a mulher comentou, parecendo, mesmo, totalmente maravilhada.

- Conheço a Elena desde que éramos pequenos – expliquei – E ela não vai se livrar de mim tão cedo.

Percebi que minha amiga tinha ficado envergonhada mais uma vez. Mas era tudo verdade, a nossa amizade é muito especial para mim e quero que ainda dure anos e anos...

Elena

- E agora? — Damon perguntou quando estávamos de volta ao meu quarto – O que ainda precisamos resolver para o seu casamento?

- Mais nada – disse – Pensei que poderiamos almoçar e depois irmos ao cinema, o que acha?

- Parece perfeito para mim – concordou – Só tem um problema, no cinema eles não passam aquelas velharias que você gosta de assistir.

- Engraçadinho – mostrei a língua para ele em um gesto bem infantil – Pensei em assistirmos a um filme atual.

- Elena Gilbert assistindo a um filme colorido – me olhou como se fosse uma alienígena – Esse mundo está mesmo mudado.

- Vamos logo antes que eu mude de ideia – liguei o carro e sai da vaga em que estava.

Assim que chegamos ao shopping nem pensamos duas vezes, fomos direto para o McDonalds. Pedimos duas promoções do Big Mac e fomos nos sentar. De onde estávamos dava para ver a bilheteria do cinema, o que significava que poderiamos escolher o filme que iriamos ver.

- O que acha de vermos As vantagens de ser invisível? — sugeri – Eu li o livro e estou doida para assistir ao filme também.

- Gostei, li uma crítica na internet e parece ser muito bom – ele concordou – Sabe, aquela atriz que faz o papel da irmã do protagonista? Ela se parece muito com você.

- A Nina Dobrev? — o olhei sem conseguir deixar de rir – Você está ficando doido, ou então cego. Não me pareço nem um pouco com ela.

- Se parece sim, ainda mais com esse cabelo – garantiu, enquanto segurava uma mecha do meu cabelo – Vocês poderiam se passar por irmãs gêmeas. Ou, melhor ainda, você poderia ser a doppelganger do mal naquela seriado dos vampiros.

Revirei os olhos ignorando os comentários dele e continuando a comer o meu sanduíche. Assim que terminamos fomos comprar os ingressos e também compramos alguns doces antes de entrar na sala de cinema.

Klaus

No momento em que fechei a minha mala ouviu o barulho da porta do quarto sendo aberta. Koll tinha acabado de voltar, ele foi até o seu apartamento buscar algumas coisas.

- O que você está fazendo? — perguntou olhando de mim para a mala em cima da cama.

- Liguei para o meu pai e começou a me perguntar um monte de coisa sobre as reuniões, ele está começando a desconfiar mesmo que eu não estou na Caroline do norte – expliquei – Acho melhor eu voltar logo para Chicago antes que a coisa fique feia para o meu lado.

- Mas você disse que só voltava na véspera do casamento — ele lembrou – Não acha que seu pai vai ficar mais desconfiado ainda.

- Digo que terminei o trabalho antes – dei de ombros, sabia muito bem como enrolar a minha família, já fazia isso há anos.

Ele se sentou em uma ponta da cama e apoiou a cabeça com as duas mãos. Parecia chateado por eu estar indo embora mais cedo que tinha planejado.

- O que acha de ir para Chicago comigo? — sugeri – Podemos dar uma volta no meu barco, sei que ficou interessado quando eu falei.

- Oh sim, é a ideia perfeita – comentou, irônico – Chegamos juntos em Chicago e você me apresenta para a sua família e para a Elena. Não é mais fácil cancelar o casamento logo de uma vez?

- Calma, acho que eu não expliquei direito – continuei – Eu vou hoje e você aparece por lá daqui a dois dias. Eu digo que você é um dos advogados com quem estamos fazendo negócios e que eu esqueci de assinar algum papel. E eu, é claro te convido para ficar até o casamento, pois seria grosseria da minha parte não fazer isso.

- Parece uma boa ideia – concordou – Tem certeza de que vai dar tudo certo? Sua família não vai desconfiar de nada?

- Vai dar tudo certo – garanti – Pode confiar em mim.

Então era isso. Chegaria em Chicago, no máximo, amanhã pela manhã. De lá compraria uma passagem para Koll e nos encontraríamos lá. Não tinha como dar errado.

Notas finais
Comentem ;D