My Best Friends Wedding
32 Capítulo 31 - My sweet little doll
Notas iniciais
aaahhh amores, obrigada pelos comentários... ^^
Damon
Ah Damon seu inútil o que você pensa que está fazendo? Para de ser tolo, ela não merece sofrer, ela é tonta de fazer as coisas pelos outros... Mas ela é a mulher que eu amo. Peguei meu casaco e fechei a porta de meu escritório, passei por Alice que para variar lixava as unhas sem parar.
—Hey Damon, saindo antes das dez da noite—Alaric me provocou enquanto eu apertava o botão do elevador várias vezes com muita pressa
—Você está certo cara... Eu não posso perder Elena de novo!—Ele sorriu e o elevador abriu, pulei para dentro e ele acenou até a porta fechar. Peguei meu celular e liguei para Klaus.
—Nicklaus falando
—Oi, é o Damon... Bom... Sabe me dizer qual hotel a Lena está?—ele se assustou ao ver que era eu mas depois de um longo silêncio respondeu.
—Toronto's Off Pallace... Damon, por favor... Não fale nada demais para ela, não a culpe... me culpe, eu fui um idiota, mas não a machuque
—Klaus, fique tranquilo... Eu vou fazer da Lena a mulher mais feliz desse mundo
Assim que parei o carro no hotel, sai feito um louco em busca dela, queria abraçar ela e beijar muito aquela barriga, ah meu Deus uma filha minha e a mulher que eu amo. Na recepção do hotel uma loira que estava vestida de vestido cinza e uma plaquinha dourada sorriu ao me ver.
—Elena Gilbert está em qual quarto?—Ela vasculhou e sorriu ao ver o número do quarto
—A mulher que vai ter um bebê... Ela fez o maior escândalo aqui na recepção, apertou a perna da arrumadeira quando na verdade ela pediu calma, ela é temperamental né?
—Com certeza é a Elena—sem olhar ou agradecer corri para o quarto, me lembrei, voltei correndo—Sabe onde ela estar?
—No Saving Hope
—Obrigado—voltei ao carro e corri pelo caminho mais perto, quando viro a esquina a alguns metros de distância percebo um engarrafamento... Sério Toronto, você é tão calma e hoje você me dá uma dessa? Estaciono o carro na frente de um bar e saio correndo pelas calçadas molhadas de chuva fria, depois de muito correr chego no hospital. Quase sem fôlego pergunto por Lena para a recepcionista
—Por... Favor... Elena... Gilbert?—ela procura e logo acha
—Ah sim, ela passou por uma cesariana de urgência... Está em anestesia...
—E ela?
—Suba até o terceiro andar e fale com o Doutor Gubert — ela me entrega um crachá de visitante e eu faço o que ela me disse, assim que chego no corredor o médico está sendo elogiado pela ótima cesariana, e então uma morena sorri ao falar "Doutor Gubert, foi maravilhoso".
—Doutor Gubert—grito
—Sim...—Ele me olha
—Elena Gilbert... Como ela está?
—Você é o papai da Holly?—Sem dúvida era a nossa filha
—Sim... A Holly—sorrio bobo
—Ela é a coisa mais linda... Lena está bem, só dormindo e muito... Quando chegou aqui ela chorou demais por estar sozinha e o único que importava que estivesse ao lado dela não estava... Ela é muito corajosa, medrosa e valente demais. Gritou com um enfermeiro para que parasse com a dor dela—sorriu e ele ri ao lembrar da cena—Ela chamou por Damon várias vezes enquanto estava inconsciente, disse que o amava demais.
—Eu fui um tolo... Se eu tivesse feito diferente horas atrás estaria aqui com ela segurando sua mão.
—Não pense quão diferente o passado seria, e sim diferencie o futuro fazendo com que seja único. Meu jovem, pare de falar com um velho bobo e vá ver sua pequena. É a de rosa cheia de pompom algo que Elena não abriu mão, chegou com a manta na mão.—sorri e ele me deu um tapinha amigável no ombro e saiu. Fui até o fim do corredor e dentro de um vidro cheio de bebês Holly era a protagonista do meu filme. Uma enfermeira negra de cabelos cacheados parou sorridente e eu apontei Holly, ela a levantou e eu sorri feito um bobo, ela me fez sinal para entrar, corri até a porta e coloquei a roupa de hospital.
—Olha que menina mais linda, é uma bonequinha—sorriu boba
—Sim, é a minha bonequinha... e de luxo—sorri, ela tinha a pele branca e os olhos grandes, cabelos pretos e nariz igual o da Lena, a boca era a minha sem dúvida, as mãozinhas delicadinhas e o chorinho fino, aninhei ela meio sem jeito e beijei o topo de sua testinha.— Meu amor, papai ama você... Prometo que vou cuidar das duas mulheres da minha vida! Olha quanto garoto te rodeando... Pode parar dona mocinha... Você vai casar com quarenta e oito anos. Ok, exagerei, pode ser quarenta e seis—sorri—te amo minha pequena demais—olhei no relógio e observei que eram duas e quarenta e nove da manhã, Klaus devia saber. Liguei para eles e depois de um grande grito em conjunto ele me disse que estaria aqui pela manhã, deixei minha linda com muito custo com a enfermeira e fui até a sala de recepção que estava vazia, a anestesia de Lena acabaria pela manhã, me aconcheguei na poltrona e então dormi.
—O dorminhoco, acorda... Lena está acordada e vão levar a bonequinha para ela mamar, que lindo seria se você a levasse—Era Kol e sua voz fina irritante
—Ela está bem—me agitei na cadeira, estava com a gravata frouxa e a camisa aberta, o terno era aminha coberta.
—Ela sim, mas você cruz credo hein! Ela nem imagina que você eu ou Klaus estamos aqui, pedi para não contar... Vem deixa eu te arrumar
—Sai, eu me viro—o afastei, tirei a gravata e ajeitei a camisa—Cadê o Klaus
—Oi Damon, estava pegando café... Quer? Trouxe um sem chantily, não sabia se gostava
—Obrigado, só quero ver a Lena
—Está na hora da Holly mamar, quer levar ela—A mesma enfermeira de ontem sorria para mim com meu bebê no colo, a peguei. Klaus e Koll estavam encantados com ela e nós três ali bobos para uma pequena que estava de macacão de veludo rosa e toquinha rosa claro de ursinho. Fui até a porta do quaro e a enfermeira abriu—Holly vai mamar mamãe—Elena sorriu e eu entrei com Holly no colo, ela me olhou incrédula
—Queria ter passado a noite aqui dentro mas queria fazer uma surpresa... Ela é linda Lena
—Damon, eu não sei o que dizer. — a coloquei na cama do nosso lado e me aconcheguei perto de Lena—Eu estava sozinha, você me renegou e—a beijei antes que a discussão começasse
—E?
—Você percebeu o que...—encostei meus lábios nos seus e minha língua invadiu sua boca, ela relutou mas no fim cedeu me abraçando
—Já chega de brigas pequena, me perdoa. Eu amo você
—Eu amo você, me perdoa meu amor.
—Claro minha linda, olha que boneca—a peguei e encostei nossos rostos no dela que nos olhava mexendo a língua—Nossa bonequinha de luxo
—Sim nossa bonequinha... Princesa, vem com a mamãe—falou como criança—Hora de mamar, é mamar mamãe, a minha pequena saltitante aqui está você, fala pro papai como você era agitada fala.—sorri com o modo maternal dela e as abracei. Elena tirou um seio para fora e ela pegou faminta Lena fazia cara de dor e isso me deixou mal.
—Tudo bem pequena?
—Sim, só dói um pouco— nesse momento Klaus e Koll entraram com balões e muitos ursos, Elena sorriu quando Koll a abraçou.
—Ela é linda minha Best, igual você, nossa pequena saltitante—sorri ao ver o carinho dele com ela
—Sim ela é linda
—E vocês dois?—Klaus nos olhou
—Juntos—disse a abraçando—Para sempre, os três, quem sabe quatro, cinco—Elena me olhou torto e eu sorri abertamente
—Depois a gente discute isso!
—Só viemos ver você e deixar os presentes—Koll falou—Estamos indo... Amo você Best
—Te amo também Best Forever—sorriu e eles fecharam a porta. Holly dormiu e Lena a tirou do peito, voltando na camisola, a colocou na cama e eu me aninhei do lado delas, Elena se aninhou em meu peito e senti uma lágrima escorrer em minha camisa.
—Pequena, o que foi?
—Nada, só esses hormônios...
—Fala princesa eu te conheço
—Eu fiquei com tanto medo, de te perder, de perder Holly de ficar sozinha, eu te amo tanto, mas tanto que chega até doer.
—Eu te amo também, eu nunca te deixaria sozinha, eu ia vir atrás de você, só queria ser o durão, mas não dá... Sabe porque?
—Porque?
—Porque quando se trata de você, eu perco a cabeça, eu saio de mim, eu me transformo em um cara seu que você comanda, sempre foi assim, mas não sabia que era amor.—Ela sorriu e se aninhou mais ainda, afaguei seus cabelos e a abracei até chegar na Holly que dormia docemente ao lado da mãe.
Notas finais
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