My Best Friend
36 Night Of Fun
Notas iniciais
Quinto mês de gestação
Dia 01 de julho
POV Ally
Era dia primeiro de julho. Mas, realmente, quem se importa? Estávamos de férias. Isso era o importante.
Eu estava no médico, conversando com o Dr. Marcell sobre sexo.
– Bom, Ally, a gravidez está estável, mas ainda acho que deve evitar alguns movimentos.
– E quais seriam?
– Movimentos bruscos — respondeu, imediatamente — Pode reatar as relações sexuais, contando que tenha cuidado.
– Entendi... Obrigada, doutor.
– Imagina, Ally. Quando precisar, é só marcar horário e voltar.
Dia 07 de julho
POV Ally
Sua língua percorria toda a extensão de meu corpo.
– Austin... — arfei.
Eu estava nua. Totalmente despida. Austin ainda usava sua box. Apesar disso, eu podia sentir seu membro.
Rodeou meu seio esquerdo. Depois o direito. Repetiu o movimento algumas vezes, enquanto eu puxava seu cabelo.
– Por favor, Austin...
– O que você quer? — perguntou, afastando-se.
Olhou-me nos olhos e beijou-me a testa.
– Quero você — ofeguei.
Beijou minha clavícula, então meus seios, minha — grande — barriga e minha intimidade.
– Quer que eu pare? — sussurrou, sem se afastar.
– Por favor, não! Beije-me.
– Onde quer que eu te beije?
Oh, Austin... Você sabe.
– Aus...
Sua língua tocou meu clitóris. Arfei.
– De novo — pedi.
E ele repetiu. Mais uma vez. E outra. Oh, isso era bom.
– Preciso de você — implorei, tremendo.
Austin se afastou, retirou a cueca e penetrou-me, com cuidado.
– Vamos devagar, ok? Sem pressa, Ally.
Assenti e comecei a movimentar-me, junto a ele, lentamente.
Quando havíamos transado pela última vez? Realmente parecia ter acontecido há muito tempo, mas a sensação ainda era a mesma.
Austin movia-se com cuidado, olhando-me preocupado. Essa lentidão toda... Isso estava me matando.
Ah, aquela sensação incrível... Eu estava chegando lá. Arranhei suas costas e Austin grunhiu.
Desmoronei em um orgasmo que há meses não tinha. Austin me acompanhou e caiu ao meu lado, cansado.
– Senti tanto sua falta — murmurou.
– Senti a sua também.
Dia 14 de julho
POV Austin
Ally sorria, tímida, para a câmera fotográfica em sua frente.
– Vamos, Allycia! Sorria!
O fotógrafo tentava fazer Ally rir, mas ela estava envergonhada. Obviamente estaria! Ela usava apenas um top preto e uma saia, da mesma cor.
Estávamos fazendo um book de fotos. Ally, apesar de estar com muita vergonha, saiu extraordinariamente bonita em todas as fotos anteriores.
– Austin não pode tirar fotos comigo? — perguntou, fazendo um biquinho. O fotógrafo Richard aproveitou para bater uma foto.
– Claro, acho que ficaria muito legal — concordou Rich.
Subi no tablado de madeira e abracei Ally por trás. Ela sorriu. Finalmente um sorriso de verdade.
– Perfeito! Beije-a, Austin.
Ainda abraçado a ela, beijei seus lábios. Ouvi diversos cliques e implorei para que, pelo menos, uma das fotos ficasse boa, para que eu pudesse levá-la e enquadrá-la, deixando-a ao lado de minha cama.
– Vocês ficaram ótimos! Ally é realmente mais feliz ao seu lado, Austin.
Fizemos mais algumas poses e encerramos as fotos que tiraríamos dentro do estúdio. As próximas seriam ao ar livre, em um parque.
Dia 23 de julho
POV Austin
Ally gemia de dor. Seu corpo estava tremendo e suado.
– Vamos tomar um banho.
Ela assentiu, com os lábios roxos e entreabertos. Retirei sua camisola e sua calcinha, liguei o chuveiro e entrei com ela, usando apenas a cueca.
– O que houve? — perguntei, alisando seu cabelo, enquanto a água escorria por ele.
– Eu estava deitada, dormindo... — Apesar de ter conseguido falar, sua voz saiu entrecortada — Eu senti uma dor forte.
– Na barriga?
– É. Como uma cólica. Liguei para o meu médico e expliquei como estava me sentindo.
– O que ele disse?
– Que a cólica era normal e que eu provavelmente a teria mais algumas vezes.
Compreendendo o ocorrido, abracei-a, entrando debaixo d'água. A água estava quente, o que fazia seu corpo parar de tremer e seus lábios voltarem ao rosado natural.
Deitei-me ao seu lado na cama, após o banho. Havia vestido em seu corpo um pijama novo, de inverno. Era tamanho G e servia perfeitamente em seu corpo.
Sua barriga... Oh, que coisa mais linda! Nunca pensei que Ally poderia ficar ainda mais bela com uma barriga grande.
Abracei-a e afaguei seus cabelos até senti-la amolecer em meus braços, deitando-se nos braços de Hipto e entregando-se aos desejos de Morfeu.
Dia 30 de julho
POV Austin
Tínhamos uma festa. Uma velha amiga da escola, Steacy. Na verdade, Steacy é uma ex-namorada, mas isso não vem ao caso agora.
Era também, infelizmente, nosso penúltimo dia de férias, e nada como uma boa festa para comemorar.
Saímos de casa, faltando quinze minutos para a festa começar. Não era perto e provavelmente chegaríamos um pouco atrasados.
Ally usava um lindo vestido azul, com uma fita branca acima da barriga. Eu usava uma calça jeans preta e uma blusa xadrez azul. Estávamos combinando e eu gostava disso.
– Austin! Ally! Você vieram! — Teice nos cumprimentou.
– Claro! Não perderíamos essa festa por nada! — Ally sorriu e tirou uma sacola da bolsa — Aqui! Eu fiz alguns brigadeiros...
– Oh, Ally, obrigada! Vamos, entrem! Eu fiz um bolo para cantarmos um parabéns mais tarde! Fiquem a vontade.
– Obrigada.
Ally e eu nos sentamos no sofá, onde algumas pessoas jogavam o famoso e clichê Verdade ou Desafio.
– Vão jogar? — perguntou Dallas.
Oh, isso é quase um déjà-vu.
– Vamos — afirmou Ally, sorrindo.
Dallas sorriu. Na rodinha, estavam Dallas, Elliot, Nick, Carol, Kira, Cassidy, Bruno e Gustavo.
Dallas para Austin
– Verdade ou Desafio?
– Desafio — respondi, convencido.
– Beije a Kira.
– Consequência — pedi, sem pensar duas vezes.
– Conte-nos quantas vezes você e Ally já dormiram juntos.
– Muitas — eu ri — Ela está grávida, né?
Dallas revirou os olhos e girou a garrafa.
Bruno para Kira
– Verdade ou Desafio?
– Verdade.
– É verdade que você e o Austin já transaram?
Kira me encarou e assentiu, um pouco tímida. Acho que não era confortável lembrar disso já que ambos namorávamos outras pessoas agora.
Austin para Ally
– Verdade ou Desafio?
– Verdade — Ally riu.
– É verdade que você quer ter uma noite de diversão após sairmos daqui? — perguntei, arqueando uma sobrancelha, esperando que ela corasse.
– Após sairmos? — ela perguntou — Por que não agora? — sorriu de canto, maliciosamente.
E então, eu corei.
Jogamos mais algumas partidas, cantamos o "Parabéns" para Steacy e subimos para o seu quarto, onde tivemos uma noite de diversão.

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