My Best Friend
18 Austy, the bear.
Notas iniciais
– Eu gosto da ideia! Para onde vamos?
– Vamos para o seu lugar favorito quando criança...
Sorri apaixonadamente, fazia anos que eu não ia a esse lugar!
– Nós vamos a um...
– Aham, é exatamente onde você está pensando – disse Austin, me interrompendo.
POV Austin
Ally sorria apaixonadamente enquanto olhava para todas as atrações locais. Eu a havia trazido em seu lugar favorito quando criança. Eu a havia trazido a um parque de diversões.
O grande letreiro dizia "Adventure Park". O mesmo era composto por luzes azuis e vermelhos, que piscavam. O parque continha mais de 100 atrações e Ally parecia querer ir em todas elas.
– Austin, em qual brinquedo vamos primeiro? — perguntou como uma criancinha.
– Você é quem decide, Alls.
– Podemos ir à roda gigante? — pediu, calmamente. A animação transparecia em seus olhos.
– Altura? — perguntei meio nervoso... — Claro, claro. Vamos.
Eu sempre tive medo de altura. Ally, apesar de saber disso, sempre tentava me arrastar para os lugares mais altos. Eu tinha certeza de que quando chegássemos lá, ela ficaria com medo também.
– Obrigada! — gritou animada, chamando atenção de algumas pessoas que passavam.
Caminhamos de mãos dadas até à montanha russa, em passos lentos. Entramos na fila e em poucos minutos já estávamos sentados em nossos banquinhos apreciando a linda vista das luzes de Nova Iorque.
– Aqui é meio alto, né? — diz Ally, rindo fraco. A morena agarrou meu braço com um pouco de força e deitou a cabeça em meu ombro.
– Eu deveria estar com medo, não você.
– Eu sei — ela riu — Mas eu sempre fui meio medrosa. Você sabe.
– É, eu sei.
Alguns minutos depois, a roda gigante parou e nós descemos. Ally ainda não havia soltado meu braço e eu não fiz questão de reclamar.
– Aonde quer ir agora?
– Queria ir no carrossel, mas não tenho mais idade — ela riu — Quero um algodão doce — pediu, olhando em meus olhos.
Andamos até a barraquinha de algodão doce, parando somente para conseguir um panda no Tiro Ao Alvo.
– Quer mais algumas coisa? — perguntei
– Eu tenho um panda e um algodão doce! Acha que eu preciso de mais o quê? — perguntou rindo.
– Eu não sei você, mas eu preciso de um beijo — disse segurando sua cintura.
Ally gargalhou, fazendo-me sorrir. Segundos depois, meus lábios estavam colados ao dela.
– Acho melhor voltarmos para o Histon*.
– É, também acho — concordei.
POV Ally
Voltamos para o hotel, caminhando devagar. Austin carregava minha bolsa, enquanto eu segurava meu novo ursinho, o Austy, e comia meu delicioso algodão doce.
Assim que chegamos ao hotel, percebemos que estava tarde, pois não havia ninguém na recepção. Confirmei minha suposição ao olhar para o relógio e notar que já eram 2:15 da manhã.
– Acho melhor não fazermos barulho — disse Austin, quase em um sussurro.
– Também acho. Vamos de escada!
Subimos as escadas tentando não fazer barulho, mas como o universo conspira contra nós, derrubamos o ursinho, o resto do meu pobre algodão doce, o Austin caiu e batemos a porta.
Entramos no quarto, rindo como dois loucos. Éramos, de fato, dois loucos.
Austin tirou os sapatos, assim como eu, e se jogou na cama. Guardei meu urso no cantinho do quarto, ao lado do armário, e me joguei sobre o loiro.
– Ai, sua gorda! Saia de cima de mim! — gritou, fazendo-me rir.
– Nãããão!! — gritei pulando.
– Ally. Você. É. Pesada.
– Sou nada, você é que fraco! — contrariei.
Austin parou de rir e se levantou, atirando-me na cama. Senti seu corpo cair sobre o meu e parei de rir também.
– Vou te mostrar quem é fraco — disse e deu um sorriso malicioso. Eu sabia no que o mesmo estava pensando. Eu ansiava por aquilo.
Austin me beijou loucamente. Sua língua foi de encontro com a minha sem permissão e estabeleceu uma batalha, onde não haveria ganhadores. Sua mão adentrou minha blusa e acariciou minha barriga.
O desejo tomou conta de mim. Eu o queria, ah, como eu o queria!!
Austin pareceu ler meus pensamentos e começou a tirar meu casaco, que em dois segundos, estava jogado no chão do quarto.
Enquanto o loiro brincava com meus seios, sobre o fino tecido branco, comecei a desabotoar sua camisa xadrez.
Ele ficava sexy com ela.
Mas ficava mais sexy ainda sem ela.
A camisa de Austin foi arremessada ao chão quase ao mesmo tempo que a minha. Seus lábios desceram para o meu pescoço e distribuíram beijinhos e mordidinhas ali. Soltei um gemido alto quando o loiro chupou minha clavícula.
Levei minha mão até o cós de sua calça e a puxei para baixo, deixando-o tira-la por completo. O volume em sua cueca vermelha era totalmente visível. E excitante.
– Ally... — sussurrou enquanto lambia minha barriga.
– Ãhn? — gemi em resposta.
– Eu te quero, pequena.
Soltei um suspiro e tirei minha calça. Austin levou sua boca quente até minha intimidade e começou a brincar com ela, ainda sobre a calcinha. Alguns minutos depois, ele a tirou e continuou seu "trabalho".
– Aus... — gemi.
Afastei sua cabeça de minha intimidade, mesmo não querendo. Puxei o meu garoto para mais um beijo, enquanto tomava controle da situação. Fiquei por cima dele e tirei sua cueca, permitindo-me a bela vista de seu membro ereto e latejante. Desci minha boca até o "Austinho" e comecei um vai-e-vem rápido.
Depois de certo tempo, deitei-me ao seu lado e o beijei.
– Eu acho que você é fraco. Quer me provar o contrário? — provoquei.
Austin riu. Antes de subir em cima de mim, pareceu lembrar-se de algo. O loiro levantou e pegou um pacote de camisinha em sua carteira, rapidamente. Austin a colocou e começou a penetrar-me com força. Nós dois gemíamos alto, sem nos importar com a hora. Seguramente, os nossos "vizinhos" já haviam acordado mesmo! Austin e eu chegamos ao ápice juntos e nos deitamos, ofegantes.
POV Austin
A noite de ontem pareceu invadir minha mente durante a manhã. Acho que não existe jeito melhor de comemorar nove anos de amizade do que aquele.
Acordei com Ally espirrando ao meu lado. A morena já estava devidamente vestida. Usava uma blusa vermelha e uma calça jeans. Seus cabelos sedosos caíam sobre seus ombros e seus olhos brilhavam, como sempre.
– Bom dia, meu amor.
– Bom, ATCHIM! Dia... — disse frustrada — Acho que dormir nua não foi uma boa ideia.
– Awn, coitada da minha pequena... — zompei apertando suas bochechas.
– Não aperta minhas bochechas — reclamou, fazendo bico — Vai logo se trocar, estou com fome — reclamou.

Continua...
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