My Best Friend

28 Are you pregnant?


Notas iniciais
Hey, pessoal! Bem, queria avisá-los de que demorarei para atualizar a fic a partir de agora, pois 1) Estou extremamente atrasada com os comentários e odeio quando eles ficam uma bagunça, 2) Minhas aulas voltam amanhã e 3) Minha fonoaudiologia e minha psicologia voltam segunda, então... Sem tempo pra nada. Postarei ao finais de semana e, talvez, dependendo da minha lição, durante a semana depois das 17h. Espero que compreendam. Espero que vocês não se decepcionem com o capítulo. Sim, eu enrolei o capítulo todo para contar se a Ally está grávida ou não, porque sou má. Obrigada a: - CqC - Shamara Lynch - lauralynchy - Steacy - Letícia Merlo - veronica lynch - Little Secret - Pequena Miss - Filha de Atena - Vida Brilhante - Any Lynch (Welcome *-*) Não vou mentir: Sinto falta de muita gente nos comentários. Olha, sei que é chato ter que ficar dizendo isso, mas quando você lê uma história, o mínimo que pode fazer é comentar, né... Qual é, gente? Vamos lá! Leitores fantasmas, apareçam! Boa leitura :)

E aqui estou eu.

– Allycia Dawson?

Levantei-me e segui à sala do Dr. Alguma Coisa.

– Bem, Allycia, realizamos alguns exames e já temos a resposta para sua suspeita.

– E então? Eu... Estou grávida? – perguntei, nervosa.

POV Ally

(...)

– Então, Allycia, a resposta para sua pergunta está na página dois desse relatório. Caso queira mesmo que o Austin não saiba da resposta ainda, para não magoá-lo, tudo bem. Mas lembre-se: Ele é o seu namorado, foi com ele com quem teve relações. Este deve saber o que está acontecendo com você.

Assenti, ainda um pouco nervosa. A resposta do doutor me agradara, mas ao mesmo tempo não.

A única coisa que eu quero agora é enrolar o máximo possível para contar a verdade ao Austin.

– Siga meu conselho – disse Dr. Marshall, sorrindo.

– Obrigada, doutor.

– Volte quando necessário – falou, sorrindo contente.

Acenei brevemente e sai da sala, caminhando até a recepção, onde Austin me aguardava esperançoso.

POV Austin

Ally entrou naquela sala há mais de uma hora.

Tia Penny disse que teria de voltar para casa, pois Lester estava a sua espera. Ela insistiu para que eu voltasse com a Ally em seu carro, e disse que voltaria a pé.

Céus, como eu estou nervoso!

Sei que uma criança agora pode ser muito complicado, mas eu adoraria ter uma miniatura de nós dois correndo pela casa.

Mas talvez ela nem esteja grávida.

Ally caminhou em minha direção e eu levantei-me subitamente.

Sua cara não estava a das melhores. Seus olhos estavas um pouco inchados e suas bochechas avermelhadas, como se houvesse chorado recentemente. Ela segurava um relatório.

– E então, pequena? – perguntei, abraçando-a.

Ela deu um sorriso forçado:

– Eu estou bem – garantiu.

– Mesmo?

– Sim, estou bem.

– Tá... E você... está grávida?

Ally desviou o olhar.

– Ally?

– Ahn?

– Eu lhe fiz uma pergunta.

Ela suspirou:

– Podemos conversar sobre isso em outro lugar? – perguntou e eu assenti.

(...)

Ally e eu entramos no carro.

Ela estava muito estranha. Parecia nervosa e pensativa. A única pessoa mais nervosa e pensativa que ela, nesse momento, sou eu. Por Deus, eu posso ser pai!

– Vamos para naquele café perto de casa, pode ser? – perguntei

Ela pareceu incomodada.

– Podemos ir para um lugar... Mais afastado? – perguntou

– Que tal Brownsville? — sugeri

Brownsville é uma cidade vizinha de Miami Beach. Foi em um hotel em Brownsville que Ally e eu demos nosso primeiro beijo.

FLASHBACK ON– POV Autora

“Julius e Melissa, dois irmãos do colégio Marino, resolveram dar uma festa, comemorando o fim do ano letivo, no hotel de seus pais.

Austin e Ally nunca haviam ido sozinhos à festas, mas, depois de muita conversa, Penny e Mimi decidiram que os dois poderiam ir juntos. Nessa época, tinham por volta de 12 anos.

Austin usava uma calça jeans rasgada, uma camiseta branca e seus tênis azuis celeste. Por cima de sua camisa, usava uma camiseta xadrez, no mesmo tom do tênis.

Já Ally usava um vestido de comprimento até um pouco acima do joelho. O vestido era rosa bebê, colado até a cintura e rodado para baixo.

Os dois estavam lindos e muito animados para a primeira festa sozinhos.

Não havia bebidas, nem nada do tipo. Era apenas uma festa no salão do hotel, com música, comida e uma pista de dança, onde tocava músicas selecionadas pelo DJ.

Austin já tinha uma quedinha pela Ally há alguns meses, mas ela não sabia disso.

– E ai, princesa? – perguntou Austin, voltando do pequeno bar com dois copos de refrigerante.

Ally apenas sorriu, agradecida.

– Quer dançar? – perguntou Austin.

– Não, obrigada, aqui está bom.

Ally não sabia, mas Austin ficou realmente magoado com aquele “não”.

– Por favor, Alls, vamos dançar.

– Tudo bem, tudo bem.

Ao chegarem no centro da pista de dança, o DJ começou uma música lenta. Austin agradeceu mentalmente por isso.

– Vish, melhor sentarmos e voltarmos quando essa música lenta acabar – disse Ally, um pouco vermelha.

Austin ajoelhou-se na frente de Ally, estendendo uma mão a ela:

– Quer dançar comigo, princesa?

Ally sorriu travessa, pegando em sua mão.

Uma rodinha em volta dos dois se formou. Austin segurou a cintura de Ally e entrelaçou sua outra mão na da garota.

– Somos os únicos dançando, Aus – a menina sussurrou, corando por ser o centro das atenções.

– Eu sei, Alls, eu sei.

Ambos dançaram até o fim da longa música. Austin não poderia estar mais contente. Ele finalmente havia conseguido uma chance de estar perto da garota.

Ao fim da música, todos começaram a gritar em coro “Beija, beija, beija!”. Ally corara diante aquilo, negando freneticamente com a cabeça.

– Vamos, Ally, é só um selinho – disse Austin, ainda sem soltar sua cintura.

Ally por um momento se esqueceu de todas as crianças gritando. Soltou sua mão entrelaçada com a de Austin e juntou com a outra, em seu pescoço. A mão de Austin encontrou o outro lado de sua cintura.

Ally fechou os olhos, nervosa, mas sentiu quando Austin se aproximou.

– Sabe que eu nunca fiz isso, não sabe? – perguntou Ally, murmurando. A menina sentia um frio na barriga imenso.

– Eu também não. – respondeu Austin, antes de colar sua boca na da garota.

Ally se sentiu a garota mais especial por um momento. Durante os cinco segundos que o demorado selinho durou, a menina sentiu que podia fazer qualquer coisa.

A confissão de Austin deu coragem à menina para tocar seu lábio inferior com a língua. Se ele nunca havia beijado nenhuma garota antes, não notaria caso ela fizesse algo de errado, notaria?

Austin pareceu assustado, mas a felicidade dentro dele, em saber que ela queria mais, fez com que ele correspondesse de imediato.

Austin apenas abriu um pouco mais a boca, permitindo que Ally aprofundasse. A garota não sabia direito o que fazer e Austin percebeu isso.

Puxando a menina para mais perto, Aus tomou controle do beijo e o aprofundou.

Ambos se sentiam nas nuvens, desejando que o momento não terminasse nunca, ou pelo menos, se repetisse mais uma vez.”

FLASHBACK OFF – POV Austin

Ally assentiu, completando:

– Brownsville parece ótimo.

Dirigi por uns quarenta minutos, devido a um pequeno trânsito. No caminho, enviei uma mensagem para Penny avisando que demoraríamos.

Paramos em um café no inicio da cidade.

Ally ainda não havia dito nada. Ela está grávida ou não?

Sentamo-nos em uma das mesas. O local não estava muito movimentado.

– Acho que precisamos conversar – eu disse e Ally assentiu.

– Eu fiz um exame de sangue, e também um ultrassom... E bem, deram que...

– Desculpe-me atrapalhar, o que desejam? – perguntou o garçom.

Ally suspirou aliviada e eu olhei para ela, incrédulo. Ela estava tentando me enrolar?

– Dois cappuccinos. Obrigado – falei rapidamente.

Quando o garçom se retirou, olhei para Ally em procura de respostas.

– Não – soltou de uma vez, desviando o olhar.

– Não? – perguntei, confirmando sua resposta.

Ally olhou para mim.

– Não.

Suspirei. Mas que droga! Eu realmente queria que ela estivesse grávida e agora... Não acredito nisso.

– O que você tem então, minha pequena?

– Apenas uma virose. O médico disse que dores lombares, abdominais, febre, vômitos e náuseas são normais em viroses. Caso eu passe mal de novo, devo retornar para tomar soro.

Assenti.

– Você está bem? – perguntei, preocupado.

– Um pouco nervosa. Sabe, muita coisa pra processar. Uma hora você acha que está grávida, durante os exames acha que não, depois acha que está e descobre que não... é complicado – ela riu fraco.

Ally parecia mal. Parecia estar escondendo algo de mim. Eu sabia disso.

– Não quer me contar o que está escondendo? – perguntei, assustando-a.

– Não estou escondendo nada – desconversou, desviando o olhar.

– Então por que desvia o olhar do meu o tempo todo? Ally, eu sou seu namorado, mas acima de tudo sou seu amigo. Sério, se precisar de mim, não importa pra quê, estarei aqui. Se tiver algo que você queira me contar, peço que vá fundo. Eu não gosto quando você esconde as coisas de mim.

– Não estou escondendo nada, Austin – ela parecia cansada, abatida – Só estou cansada demais. Preciso descansar um pouco. Estarei melhor logo, eu prometo.

Assenti, suspirando derrotado.

Nossos cappuccinos chegaram logo em seguida. Tomamos lentamente em um silêncio desconfortável.

Algo está acontecendo.

Notas finais
Não fiquem bravos comigo, ok? Pensem comigo: A Ally pode não estar grávida agora, mas pode ficar depois... E com isso teremos outro hentai! Nossa, como eu sou boazinha com vocês! De nada, viu? Kkkkk' Sério, nem tudo é o que parece. Muitas coisas ainda acontecerão e ela pode ter um bebê depois, ok? :) Gif de: http://33.media.tumblr.com/664735ff4348b7a404f36e42486d75f3/tumblr_n0xzbfWh4k1s70043o1_500.gif EU AMO ESSE GIF QUASE TANTO COMO AMO COMENTÁRIOS! Então, meus amores, comentem.