Notas iniciais
Olá gente! Eu sei que demorei pra postar o capítulo mas eu estava sem idéias. Mas graças a minha amiga, eu consegui escrever o capítulo e terei que dizer que ta meio tenso. Sem mais delongas, vamos ao capitulo.

Sexta-feira, 10:25 da manhã

Narrador Pov

Jade estava sentada no canto do seu quarto se perguntando até quando esse pesadelo com a escola iria acabar. Ela se levantou para ir a cozinha quando escutou um barulho vindo da janela. Foi até lá e viu Cobra jogando pedrinhas na janela. Ela sorriu, e foi até o lado de fora falar com ele. Quando desceu, Cobra perguntou:

– E ai Jade? Está melhor?

– Estou sim. Obrigada pela preocupação. — Sorriu.

– De nada. Então... Eu queria saber se você não quer ir dar uma volta sabe, pra esquecer dos problemas um pouco.

– Ai Cobra, sei lá... Não to afim de sair.

– Ah vai Jade! Se quiser, a gente anda aqui na rua mesmo.

– Ai ta bom! Só deixa eu ir trocar de roupa. Se quiser entrar... Fique a vontade. — Jade deixou um espaço para Cobra passar e entraram.

– Fique a vontade! Estou indo me trocar. — Disse Jade indo em direção ao seu quarto. Cobra ficou andando pela casa quando viu uma mesinha cheia de fotos dela com a família. Então ele pega uma e fica admirando. Ele pensou: "Como pode ser tão linda?". Deixou a foto no lugar e esperou Jade. Cinco segundos depois, ela volta já arrumada. Cobra ficou olhando pra ela de cima para baixo tentando achar algum defeito. Jade ficou meio envergonhada. (Ela estava usando uma regata preta, um shorts jeans, um vans e colocou uma blusa xadrez vermelha pra esconder os cortes). Ela viu que Cobra não parava de olhar e disse:

– Que foi Cobra? To feia?

– Muito pelo contrário. Você está muuuuuito linda. — Disse sorrindo.

– Obrigada Cobra. — Retribuiu o sorriso. — Bom, então vamos?

– Vamos! — E então eles saíram.

Eles se sentaram em um banco que tinha por ali e Cobra a elogiou de novo.

– A cada dia você fica mais linda Jade.

– Ah para. Eu não sou linda.

– Ah é sim! É muito, mas muito linda. — Cobra começou a fazer cócegas nela e os dois começaram a rir. Até que Jade se levanta e começa a correr. Cobra corre atrás dela e começa a fazer cócegas de novo. Eles param no meio da rua e sem querer Cobra empurra Jade que cai no chão. Enquanto Jade se levantava, vinha um carro em alta velocidade e quando ela ficou totalmente em pé, não deu nem tempo de ela ter visto e carro e foi atropelada.

– JADEEE. — Cobra grita. — Jade, acorda Jade por favor. Acorda! — Mas as tentativas foram em vão. Já que Jade não acordou e não tinha ninguém na rua, Cobra pegou o celular dela que estava no bolso e ligou para a ambulância. Depois ligou para Bianca.

– Alô? — Diz Bianca do outro lado da linha.

– Bianca, vem pra casa rápido. — Fala Cobra desesperado.

– Desculpa, mas quem tá falando? — Bianca não tinha reconhecido a voz dele.

– Sou eu Bianca, o Cobra. Vem pra casa rápido. A Jade foi atropelada.

– COMO ASSIM? — Bianca começa a chorar. — Como foi que aconteceu?

– A gente estava brincando, ai veio o carro e atropelou ela.

– Ok, estou indo pra ai. — Bianca pegou suas coisas e saiu correndo pra casa. Karina, que estava com ela, perguntou o que aconteceu. Bianca respondeu:

– A Jade foi atropelada. Eu tenho que ir ver ela mas eu to sem meu carro.

– Eu te levo. — Karina disse e assim elas entraram no carro. Em poucos minutos, elas chegaram e viram Jade toda suja de sangue no chão. Bianca começou a chorar de novo e Karina tentou acalmá-la, sem jeito. Bianca foi em direção ao Cobra e perguntou:

– Como foi que você deixou isso aconteceu.

– Não foi minha culpa. A gente estava brincando e ai a gente foi pra rua já que não passava ninguém. Só que sem querer, eu empurrei ela e ela caiu no chão. Ela levantou e do nada, o carro pegou ela. — Cobra já tinha começado a chorar.

– Escuta aqui Cobra: Se acontecer alguma coisa com a minha irmã, eu te mato. — Disse bianca em um tom de fúria. O médico chegou e disse:

– Vamos ter que leva-lá ao hospital.

– Eu posso ir junto? Sou irmã dela.

– Desculpe, mas não podemos deixar nenhum acompanhante ir junto. — Disse se retirando.

– K, você pode levar a gente até o hospital? — Perguntou Bianca.

– Claro. Cobra, você vem com a gente?

– Lógico. — E assim eles entraram no carro rumo ao hospital.

Notas finais
Bom gente, eu não sei quando vou postar o próximo capitulo, mas vou começar a escrever ele. Comentem, favoritem e recomendem. Beijos!