Mutantes - Interativa
7 Terceira Encontrada
Notas iniciais
Repedindo: Por favor não abandonem essa fic!
Bem... Boa leitura! Espero que gostem desse cap. *.*
Pov.Rose
Vou andando pelo colégio e sinto o olhar de todos voltados para mim, olho ao redor para me certificar de que as garotas estão dando os convites para as pessoas certas. Ao me certificar disso volto para dentro; vou em direção ao refeitório, já que estávamos no tempo livre, mas sou impedida por alguém. Paro bruscamente e olho para quem me impediu. Charlie, o idiota apaixonado.
– Você gostaria de ir ao baile de primavera comigo? – diz ele um pouco desconsertado. Rio sarcasticamente.
– Eu e você? Claro... – o rosto dele se ilumina – que não.
E volto a andar pelos corredores.
[...]
Tudo para minha festa de 16 anos já havia sido arrumado. A gigantesca casa de meu pai está totalmente lotada. Mesmo já estando lotada ainda não terminei de me arrumar. Coloco um longo vestido tomara que caia claro e alguns assessórios. Já toda pronta desço.
Já havia passado uma hora desde que eu desci. Estou ouvindo a banda tocar uma de minhas músicas preferidas, quando sinto alguém me puxar.
– Olá amor. – diz Cal, meu ex-namorado louco.
– Quem deixou você entrar?! – grito, pois da última vez que nos vimos... Bem, não foi um dia muito alegre para mim.
– Não gostou de ver seu namorado, não? Hein, princesa?
– Claro que não gostei! Quem te deixou entrar aqui?! – olho em volta e ninguém liga para mim, nem conseguir me ouvir estão conseguindo por causa das potentes caixas de som.
– Que coisa feia. – ele vira a cabeça para os lados em sinal de negação – Você está precisando de umas coisinhas.
Ele começou a me levar para um lado não muito movimentado da festa. Senti um calafrio passar rapidamente por minhas costas. Tento me soltar, só que ele é mais forte. Olho em volta e vejo que ninguém notou que eu desapareci. Tento gritar só que não ouvem. Olho para Cal e vejo que está me levando para a sala de música.
– Que tal em um lugar novo? – pergunta ele.
– Cal para! – digo firmemente; sempre soube que por algum motivo meu poder não fazia efeito com ele, mas tentar não faria nem um mal.
Entramos na sala, Cal fecha a porta atrais de mim e começa a beijar meu pescoço. Vai subindo e beijando meu maxilar, queixo até chegar a minha boca. Lá ele ataca minha boca, tento não corresponder o beijo, mas ele começa a apertar meu braço; como um aviso de que teria que corresponder. Ele começa a tirar seu paletó, sem interromper o beijo.
Quando começamos a sentir falto do ar, ele para o beijo e começa a beijar meu pescoço novamente. Vou o sentindo procurar o zíper de meu vestido, tento segurar firmemente o vestido ao meu corpo. Já achando o zíper, Cal tenta abri-lo, mas com tanta força que estou colocando entre meu braços e o vestido faz com que ele fique enfurecido tentando abrir o zíper. Já com bastante raiva começa a rasgar meu longo vestido.
Com meu vestido todo trissudado no chão, Cal volta a me beijar. Agora só de lingerie, sinto que Cal aperta minha bunda. Solto um gemido, só que não de prazer e sim por que ele aperta com bastante força. Ouço um barulho vindo de uma das gigantescas janelas, só que presto pouca atenção nisto. Cal vai apertando mais minha bunda.
Nosso beijo é interrompido quando Cal cai no chão. Não consigo ver nada, pois a luz está apagada. Ouço passos e um gemido de dor vindo de Cal.
Pov.Circe
Já era a segunda cidade em que procurávamos e não achávamos ninguém. Estamos em uma estrada para uma nova cidade. Acabamos de parar na frente de um bosque, pois Danny tinha que se ‘esvaziar’. Os meninos aproveitaram e foram se ‘esvaziar’ junto. Estou nem pensando em merda não sabe...
Danny é o primeiro a voltar de dentro do bosque.
– Eu sempre quis fazer isso. – ele diz para si mesmo.
– Ah? – pergunto, olho melhor para o que ele segura e vejo que em uma de suas mãos está uma pá e a outra uma folha.
– Se quiser pode usar também. – ele me oferece a folha e a pá. Pera...
– Que nojo! – grito, já intendendo como ele usou aquilo, e saio correndo.
Já um pouco mais adentro do bosque ouço gargalhadas vindas de onde há poucos segundos estava.
– A pegamos! – ouço entre os risos a voz de May. Há como ela me paga...
Olho ao meu redor a procura de algo que possa usar em minha vingança. Vou olhando até que vejo algo perfeito. Lama. Com uma mão eu pego uma boa quantidade de lama e espalho em minha mão esquerda. Só paro de colocar lama quando noto que já estava bem espalhado e sujo.
Vou a passos lentos até o local onde todos estão conversando. Noto que Call fica olhando para a mata a procura de alguém, mas não ligo. Olho em direção a May, que está sentada em uma grande rocha ao lado da mata. Calmamente vou indo mais perto do local em que ela está – ainda sem sair do bosque. Agacho-me em um arbusto e fico posicionada ao lado da rocha em que ela está sentada – de um modo em que ela não consegue me ver por causa das milhares de folhas que tem aqui.
Com o pé faço alguns barulhos.
– Ouviram isso? – sussurrou May.
– Sim. – diz Danny, que está perto de May.
– O que? – pergunta Ruffy um pouco amedrontado.
Continuo a fazer barulhos, agora bem altiveis. Na hora de mais tensão enfio rapidamente minha mão encharcada de lama para fora do arbusto; ganhando vários gritos de susto e de medo, mas nenhum tão amedrontado do que o de May. A garota pulou de susto e foi correndo até Call, pulando no colo do mesmo.
Todos estavam paralisados esperando que a “mão demoníaca” se mexesse. Começo a mexer meus dedos calmamente. Até chegar à mão paralisada de Danny – que havia se sentado na rocha após ouvir o barulho. Quando mostro que vou pegar a mão de Danny, dou um pulo do arbusto e começo a gargalhar das expressões assustadas e dos gritos de todos.
– Seu demônio! Você quer matar a gente de susto! – grita May saindo rapidamente, e desengonçadamente, dos braços de Call. Vem até mim e começa a me dar tapinhas.
[...]
– Para que pagar logo o hotel? – pergunta Scar – Vamos procurar alguém aqui mesmo, no parque. E se agente...
– ... encontrar alguém nesta cidade vamos logo procurar. – Dylan completa o que Scar dizia.
– Verdade, podemos fazer isso Call? – pergunto.
– Claro. – responde ele, olhando para mim.
Havíamos chegado a uma nova cidade, finalmente em alguma que eu conheça bem o nome; Denver. Estamos no primeiro parque que havíamos visto. Call se sentou em um banco e eu me sentei ao seu lado. May sorriu maliciosamente para mim; rolei os olhos.
Pov.Calleb
Circe sentou-se ao meu lado e fechei os olhos.
Fui passando rapidamente por milhares de pessoas, comércios, prédios... Até chegar a uma gigantesca casa. Aparenta estar começando uma grande festa, pois até segurança tem ali. Fui entrando, até parar em um quarto pelo qual estava saindo da fresta da porta uma luz, colorida. Passo pela porta e vejo uma garota olhando para dentro de um grande closet. Vou até ela para ver seu rosto e vejo que ela deve ter minha idade. Após já ter memorizado seu rosto, abro os olhos.
– Arrumando as mochilas, vamos para a próxima cidade. – ouço Scar mandar.
– Não, espera ele ainda não disse nada. – afirma Circe que se vira para mim – Achou?
– Sim.
Todos começam a pular e se abraçar. Até Scar ficou feliz, só que parou de ficar tão alegre após notar que estava abraçando Dylan. Todos continuam festejando durante alguns minutos.
Havia decorado o caminho. Fomos até nossas motos e subimos. Minha moto é a da frente, pois sou o único que sabe o caminho.
[...]
Passamos pela gigantesca casa e paramos em seus fundos, lá não havia seguranças. No fundo da casa havia um grande jardim e ao lado esquerdo um mato um pouco mais intenso, as pontas do capim batiam em nossas cabeças; fomos por este caminho. Estávamos passando entre os grandes capins e murmurando alguns “Quietos” ou “Se alguém nos pegar eu mato vocês” – esse último era vindo de Scar –; quando Danny me chama e aponta para dentro de uma sala pela qual era cheia de janelas. Demorou um pouco para eu me dar conta no que acontecia lá dentro, mas quando notei fiquei paralisado. Alguém estava beijando a mutante que havia visto hoje, mas ela beijava com contragosto. Olhei melhor e vi que a mutante chorava, e estava apenas de lingerie, enquanto o homem apertava fortemente seu braço.
Pov.Danny
Não sei o que me deu, mas quando vi aquela garota quase sendo estuprada senti meu sangue ferver. Mostrei a Call o que estavam acontecendo dentro da sala e ele pareceu reconhecer a garota. Talvez seja a mutante. Sem ter controle em mim mesmo, vou até uma das janelas e a quebro. O resto do grupo notou o que acontecia e entrou junto, não esperei todos entrarem e já fui em direção ao homem que nem notava nossa presença. Ao chegar atrás dele dou um soco em um lado de sua cabeça, o que o faz cair no chão e gemer de dor.
A menina fica surpresa ao ver o homem no chão, mas ao mesmo tempo vejo que ela relaxou. Claro, quem vai ficar feliz em estar sendo estuprada?
Ela olhou para nós sem saber direito o que fazer. Passou um vento frio pela janela quebrada e seu corpo todo tremeu, pois estava só de lingerie. May pega um vestido longo no chão, que deve ser da garota, e não sabe o que fazer, pois o vestido estava todo rasgado. Um pouco inserta, May dá o vestido para a garota que se encolhe um pouco quando ela chega perto. A mutante tenta colocar o vestido, mesmo todo rasgado ela coloca. Já vestida, ela pergunta fracamente:
– Quem são vocês?
Todos olham para Call que entende o recado e começa a contar tudo.
[...]
Após contarmos tudo à garota, ela soltou um riso fraco.
– Um pouco confuso... – ela pensa um pouco mais – Bem, eu vou ficar, tipo, para sempre com vocês?
– Mais ou menos... Sim. – responde Call.
– E tipo quando vai terminar esse troço de ficar trocando de lugar?
– Isso a gente não sabe.
A garota que agora descobrimos chamar-se Rose, ficou pensando durante um tempo.
– Eu sei que depois vou ficar com raiva de mim mesma... – diz baixinho – Mas eu aceito.
Começamos a ficar felizes por isso. Levantamo-nos – tínhamos nos sentado no chão após Call começar a contar nossa proposta – e fomos em direção à janela. Ouço um gemido e vejo que o homem que até agora havia estado inconsciente, começou a acordar. Vou andando mais rapidamente para que ele não possa saber quem o fez ficar inconsciente.
Todos começamos a correr após ouvir batidas na porta. O que resulta em oito adolescentes correndo mata adentro.
Notas finais
Gente leia a minha outra fic:
http://fanfiction.com.br/historia/354546/High_School_Problems/
E leiam a fic da minha amiga super fofa *.* :
http://fanfiction.com.br/historia/353805/White_Demons_Interativa/
Beijos e
Fantasmas apareçam!
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