Music can save people.
1 O Início
Notas iniciais
ENTÃAAAAO, PESSOAS!
SEGUNDA FICZINHA FOFINHA, BONITINHA!
Ou não. '-'
Enfim, tudo que eu tenho a dizer é que: é, podem pensar nisso como um suposto "My Chemical Romance", porém, o nome da banda será diferente.
Os nomes, eu botei iguais aos carinhas da banda (♥) porque eu acho eles (os nomes e.e) tão lindos e amáveis e ♥ (tá, mas acho os caras lindos também).
Muita confusão está por vir, folks!
Ah, sim, um pouco dos créditos à linda da minha amiga Bruna Bonnati, que está me ajudando com a fic constantemente e me dando dicas valiosas.
Obrigada, Bruna! ♥
Agora vou deixar vocês lerem, eu sei que falei demais.
Boa leitura!
Talvez aquela fosse a mais louca das ideias, mas como eu ia saber? Apenas tentando.
– Sabe, Matt, estive pensando incessantemente sobre um mesmo assunto – eu havia dito para Matt. – Uma coisa totalmente nova.
Ele me olhou estranho por um momento, porém assentiu para eu continuar.
– Pode mandar – ele respondeu.
– O que você acha se... – me mexi desconfortável no sofá da sala. – montássemos uma banda?
Matt ergueu uma sobrancelha.
– Uma banda? – ele repetiu confuso. – Gerard, uma banda?
– É... – eu respondi, a esperança crescente dentro de mim, que foi quase destruída com as suas próximas palavras.
– E o que te faz pensar que eu concordaria com isso?
Matt era um cara legal, com quem eu podia contar para praticamente tudo, ele era o "cabeça" da nossa dupla. Andávamos sempre juntos, com Mikey sempre ao nosso lado.
Porém, havia alguns pontos ruins em ele ser o mais inteligente – assim ele dizia – de nós dois. Eu, sempre agitado e descontraído, tinha ideias o tempo todo. Matt as ouvia, contudo, devido ao seu bom senso, sempre colocava uma pedra na frente das minhas ideias e uma "lanterna" na frente dos meus olhos.
Pensei um pouco sobre sua pergunta intimidadora, e respondi com o máximo de confiança possível, me ajeitando novamente no sofá.
– Já pensou? Termos a nossa banda. Fazermos a nossa música. Não seria divertido?
– Gerard, você devia se ouvir agora – ele respondeu rindo sarcasticamente. – Uma banda! Ah, realmente seria muito divertido. Mas você pensou nos gastos que isso daria? Você é doido.
– Lá vem você com essa história de gastos, de novo! – eu meio que supliquei para ele. – Matt, por favor.
– Gerard, isso é loucura. Tá, eu até posso aguentar a história de "vamos sair por aí vendendo histórias em quadrinhos sobre um macaco que tem poderes mágicos de fazer as coisas se transformarem em comida para sobreviver", mas isso... é demais.
Bufei sonoramente e cruzei os braços. Matt realmente era muito teimoso.
– Isso pode ser a melhor coisa de nossas vidas – eu murmurei.
– Assim como pode ser a pior! – ele suspirou, me olhando cansado. – Gee, prefiro não tentar.
– Ah, Matt, você se diz o inteligente do grupo mas nunca tenta coisas novas! De que serve a vida, se não podemos aproveitá-la? Vivê-la? Se arriscar? Não é tão ruim assim. Se não der certo, nós tentamos. Se der certo, isso pode ser muito bom para nós!
Matt sabia que eu tinha a razão, porém, nunca desfazeria sua imagem de "aquele que sempre pensa antes de tomar quaisquer decisões" tão facilmente.
– Gerard... – ele começou.
Eu fiz a melhor cara de cão abandonado que um ser humano poderia fazer, torcendo para que funcionasse. Mesmo relutante, Matt fingiu que pensou um pouco, escondeu o rosto nas mãos e murmurou:
– Só não venha me pedir socorro se isso acabar com as suas, digo, nossas economias.
Eu saltei do sofá e o abracei, ou melhor, o amassei.
– Obrigado, cara, obrigado! Não se preocupe, isso vai dar certo. Pelo menos, eu tenho quase certeza de que vai dar – adicionei após pensar por uns segundos.
– Tá bem, tá bem, agora me solte – foi a vez de Matt suplicar. – Gerard – ele disse, me afastando um pouco e olhando nos meus olhos –, você sabe que não vai ser fácil. Temos um monte de coisas para combinar, por exemplo, quem vai fazer parte da banda – ele pensou mais um pouco. – Espero que você sabia que esse ato é voluntário.
Assenti exageradamente várias vezes.
– Sim! Talvez nós pudéssemos coloc...?
Eu diria alguma coisa sobre o assunto, e então discutiríamos mais e mais, mas algo me interrompeu. Antes de eu terminar a frase, senti um cutucão forte na nuca, e me virei murmurando um "ai".
Um ser mais alto que eu, de cabelos desgrenhados e extremamente orgulhoso, com uma pose zombeteira, apareceu no meu campo de visão.
– Banda? Ouvi direito? – Mikey nos interrompeu. – Estou dentro.
Olhei para Matt com a sobrancelha erguida, que me devolveu o olhar. Como eu, meu irmão era um encherido. Eu ia falar alguma coisa – ironicamente, quase nunca termino uma frase em conversas com mais de três pessoas – para quebrar o silêncio, algo sobre a experiência de Mikey em se movimentar sem ser percebido, porém Matt foi o primeiro a se pronunciar.
– Michael, você sabe tocar alguma coisa? – ele perguntou um tanto debochado.
Mikey pigarreou e ajeitou os óculos, abrindo um sorriso largo.
– Vocês dois sabem muito bem que eu posso aprender qualquer instrumento em poucos dias. Do que precisam?
Ui, que metido a sabe-tudo é esse meu irmão.
– Bem, está combinado – Matt me direcionou um olhar decisivo – que Gerard será o vocalista, eu serei o baterista e nosso amigo cabeludo, o Ray, sabe? Ele vai ser o guitarrista. Precisamos de um baixista, não?
Ele fez um movimento amplo com as mãos, como se quisesse fazer aparecer um baixista na sua frente. Mikey logo lançou outro olhar para nós dois.
– Como? Vocês já têm um baixista – ele decidiu, fazendo Matt rir.
– Gerard, ele é totalmente o contrário de você.
– Ora, cale a boca, seu gordo – eu disparei para Matt ficando um pouco vermelho.
– Que ironia, o vampirão balofo falando! – ele retrucou, me fazendo ficar mais vermelho e emburrado, e então mudou de assunto. – Enfim, Mikey, trate de aprender a tocar baixo.
– Ótimo! – ele murmurou com um sorriso triunfal.
– Oh, sim! – Matt voltou a falar quando eu me levantei para sair: – Já ia me esquecendo de uns detalhes. Talvez nós possamos convidar outra pessoa para a nossa banda.
Ele tinha um sorriso malicioso no rosto. Alguma coisa estava aprontando, e eu sabia o que era. Mikey e eu lançamos olhares interrogativos para ele, que respondeu ao nos ver assim.
– Frank Iero.
Meu rosto gelou. Minhas rápidas preces não funcionaram.
Frank, meu amigo de infância e primeira paixão platônica – eu, pelo menos, acredito que tenha sido platônica. É, eu até posso ter uma queda (para não dizer penhasco) pelo Frank, mas, "pfff", convidá-lo para a banda seria...
– Loucura! – Mikey declarou em voz alta, parecendo ler meus pensamentos. – Seria loucura convidá-lo! Porém...
Ele fez uma pausa dramática, e eu parecia saber o que ele ia dizer. Gelei mais ainda. Matt assistia a minha expressão mudar com um certo interesse. Um interesse idiota e debochado, devo acrescentar.
– Loucura faz totalmente o meu tipo!
Só faltava Matt ter pulado e berrado de alegria. Mas não é muito a cara dele.
– É isso aí, Michael! – ele deu uns tapinhas encorajadores no ombro do meu irmão, fazendo-o corar de alegria.
– Pois muito bem! – disse Matt ao ver minha expressão assustada. Eu ainda olhava para o nada com a boca meio aberta, engolindo a ideia de ter minha primeira paixão na mesma banda que eu. – Parece que Gee vai ter que lidar com alguns fantasminhas do passado. Fantasminhas bem pequenos e de aspecto infantil, se me permite dizer.
Me pergunto se esse "amor platônico" que eu sentia pelo Frank ainda me acompanha. E se ainda sinto algo por ele, senão essa vergonha terrível que tenho de dizer o seu nome ou falar sobre qualquer assunto que o envolva.
– MATT! – berrei, passando do intenso frio facial para o próprio inferno no rosto.
Ele levantou as mãos em um sinal de rendição, mas não de desculpas.
– Tudo bem. – Matt olhou seu relógio e seu rosto se tranformou em pura preocupação. – Preciso ir, moças! Aproveitem suas últimas semanas de anonimato. E precisamos decidir o nome da banda, depois.
Ele se dirigiu em direção à porta, virou-se, e acrescentou com um sorriso largo e cansado no rosto:
– Por mais doido que isso tudo seja, é a sua cara, Gerard.
Notas finais
Não sei exatamente quando postarei o próximo capítulo, pois, como está na minha bio, estou com uns probleminhas pessoais aqui. nada que não vá passar, claro².
Então mandem reviews se gostarem, porque isso me inspira, além de me deixar feliz, haha ♥
E eu mereço reviews, povo? SIM, NÉ? NÉEE? ME AMEM ♥ n
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