Mushi Sentai Slyranger

6 Layer 05 – The Spider’s Web (part One)


Notas iniciais
Enciclopédia da Dra.Marie *Há cerca de 2400 espécies de louva-a-deus e quase todas elas habitam áreas tropicais e subtropicais do planeta Terra. A maioria é encontrada na Ásia. *A expectativa média do louva-a-deus na natureza é de 12 meses. *Os principais predadores dos louva-a-deus são as corujas, sapos, macacos e morcegos. *Na Grécia Antiga e no Egito Antigo, o louva-a-deus era considerado um animal com poderes sobrenaturais. *O canibalismo sexual poderá ocorrer no acasalamento entre o louva-a-deus macho e a fêmea. A fêmea pode devorar a cabeça do macho. *Seu nome popular decorre do fato de que, quando está pousado, o inseto lembra uma pessoa orando.

Soya! No capítulo anterior...

— O que você quer? – pergunta Akira.

— Quero que leve isso a sério. – respondia Yuu.

— Como é? – Akira diz não gostando daquilo. – Eu...

— Desde o começo você tem levado as coisas na brincadeira. – cortava Yuu. – Mas isso é sério. As pessoas podem morrer e a raça humana está em perigo real.

Os Slyrangers partem pra cima de Naito e Caraconus, mas os humanos surgem no caminho os segurando.

— Por favor, não façam isso! — dizia YellowHachi. – Nós não somos o inimigo!

— Não adianta! Eles não nos escutam! — dizia BlueChoo.

— Mantenham-se firmes! – diz BlackKuwagatta. – Não podemos deixar isso nos abalar!

— Mas, o que...? – ele dizia confuso quando diante dele aparece um enorme besouro vermelho. – Você! Você é ele, não é?!

O besouro não o responde, não emite um som sequer. De repente, começa a atacar Akira que apenas desvia.

— Mas... O que? O que está fazendo? Não entendo! – ele desvia de um ataque. – Porque está me atacando?

Caraconus se torna gigante e, nesse mesmo instante, um raio atinge o monstro fazendo com que todos voltassem sua atenção para um enorme tanque de combate em forma de um Kabuto.

— Desculpem a demora, pessoal! — diz RedKabuto que pilotava o mecha já transformado.

— Kabuto Senin! Sannnjou! — dizia RedKabuto.

==============================//================================

Já era noite no Japão. Do alto de um prédio, alguém observava a cidade. Ele usava uma roupa ninja cuja pouca luminosidade fazia parecer com branca. Seu rosto era escondido por uma máscara avermelhada e um capuz.

— Agora é a minha vez... — dizia o rapaz com um olhar maligno.

Um vulto parecia ataca-lo quando o rapaz se vira rapidamente e se defende do ataque. Se tratava de Naito. Ele encarava o rapaz sob as sombras enquanto disputava forças com ele num luta de espadas.

— O que pensa que está fazendo? – diz Naito. – Não deveria estar pondo o plano em pratica?

— Não se preocupe. – o misterioso rapaz o respondia. – Amanhã tudo estará feito. – o rapaz se desvencilha da espada de Naito e se afasta. – Os Slyrangers logo cairão em minha teia!

Ele atira uma bomba de fumaça no chão e então desaparece da frente de Naito, deixando o vilão sozinho.

— Assim espero... – ele desaparece em seguida também.

Hironobu parecia extremamente empolgado naquela manhã. Todos acordam com sua histeria.

— Senhor, alguém desliga essa criatura da tomada. – dizia Akira enterrando a cara no travesseiro. Lon estava deitando próximo a cama do rapaz, o cachorro botava as patas sob os olhos, tentando imitar o dono.

— Bom dia, Hironobu-kun! – dizia Lina coçando os olhos e enquanto se aproximava do rapaz. – O que houve que está te deixando tão empolgado assim?

— Isso! – dizia o rapaz mostrando um panfleto. – Fascinante, não acha?

Lina pegava o panfleto para olhar melhor. Nele falava de uma feira de ciências que iria acontecer em dois dias onde os participantes poderiam mostrar toda a sua genialidade criando algo que pudesse revolucionar o mundo.

— Acho que é... Pra alguém como você. – dizia Lina sorrindo pro rapaz. – Está pensando em participar?

— Sim! – ele respondia empolgado. – É o meu sonho!

— Seu sonho vai ter que esperar. – dizia Yuu. – Temos uma missão primeiro.

— Quê?! – diz Hironobu. – Mas uma coisa não impede outra.

O ninja preto coloca suas mãos sob os ombros do rapaz e respira fundo.

— Olha, tente entender. – ele dizia pra Hironobu. – Nossa missão vem em primeiro lugar. Uma feira como essa será uma distração que pode se tornar a brecha perfeita para o inimigo nos atingir.

— Me desculpe... – Hironobu empurrava as mãos de Yuu. – Mas eu acho que sou perfeitamente capaz de lidar com as duas coisas. – ele ajeitava os óculos.

— Hironobu... – dizia Yuu o encarando seriamente. – Isso é uma ordem, como seu líder.

— É mesmo? – o ninja verde indaga com um tom irônico. – Só que eu tenho uma novidade: você não é mais o líder da equipe.

Todos olham para Akira que ainda estava deitado com o rosto enterrado no travesseiro. Lina o cutuca algumas vezes.

— O que diz, Akira-kun?! Hironobu pode participar da feira?

— MmMmM... – ele resmungava algo no que Lina continuava a cutuca-lo. – O que ele quiser! Me deixa dormir!

Yuu ficara indignado com o que Akira dizia. ele pedia a opinião de Naru que apenas dá de ombros dizendo que ele era o líder. Hironobu e Lina comemoravam. O rapaz estava tão empolgado que correra pra começar seu projeto imediatamente. Lina estava tão contente com a empolgação que passara a ajuda-lo. Os dias iam se passando e entre os treinamentos, os dois corriam para adiantar o projeto pra tal feira.

— Os dois estão dando tudo de si mesmo, né? – diz Akira.

— Sim, Hironobu sempre foi fascinado por ciência e tecnologia. – dizia Naru. – Sempre leu muito a respeito enquanto estávamos no dojo do Sensei Mushi.

— Confesso que estou curioso pra saber o que ele está criando. – dizia Akira.

— Ele é o maior gênio que conheço. – comentava Naru. – Certamente será algo incrível.

Yuu os olhava conversando e fazia cara de poucos amigos.

— Ainda acho que deviam estar mais focados nos treinos. – comentava Yuu voltando sua atenção para Simas. – Como estão as coisas na cidade? Algum sinal de Vector?

— Nada. – dizia Simas monitorando. – Nenhuma manifestação. Está tudo calmo.

— Hm... Calmo até demais... – pensava Yuu em voz alta. – O que estarão planejando? – ele levava a mão ao queixo, pensativo.

Finalmente chega o dia da tal feira. Hironobu e Lina estavam dando a ultima conferida na criação. Estava tudo pronto.

— É hoje! – Hironobu respirava nervoso. – Nem acredito!

— Respira fundo e se acalma! – diz Lina. – Vai dar tudo certo, Hironobu-kun!

— Não conseguiria sem a sua ajuda, Lina-chan! – Hironobu a olhava com um sorriso e os olhos lacrimejando. – Obrigado! – ele pega nas mãos de Lina. – Não conseguiria sem você!

Lina ficava corada. Ela puxa sua mão um tanto que sem graça e olhando de canto. Os outros se aproximam deles no mesmo instante.

— Pessoal? – Hironobu estranha. – O que fazem aqui?

— Como assim? – questiona Akira. – Nós vamos à feira com você.

— Isso é sério?! – Hironobu ficava feliz com o que ouvia.

— Claro! – confirmava Akira. – Somos uma equipe, não é? E eu estou muito curioso também.

— Até mesmo você, Yuu? – indagava o ninja verde o olhando ansioso pela resposta.

— Ainda não concordo com a sua participação... – dizia Yuu seriamente. – Mas eu tenho meus motivos.

Hironobu suspirava com uma certa decepção, mas ficava contente que por qualquer motivo que fosse, Yuu também iria. O apoio deles o deixara ainda mais animado. Eles vão até o local da feira que parecia bastante cheia, surpreendendo alguns dos Slyranger. O local parecia enorme e estava realmente cheio, quase lotado. Pessoas andavam de lá pra cá, nerds em sua maioria.

— Nossa, isso aqui está realmente cheio! – dizia Lina com um ar de desagrado enquanto várias pessoas passavam esbarrando nela. – Você já sabe qual é o seu stand?

— Ainda não o encontrei. – diz Hironobu. – Está cheio demais, não estou conseguindo enxergar.

— Hironobu Yasuhiko-san? – diz uma voz vinda de trás dos nossos heróis que se viram. Eles veem um rapaz sorridente de cabelos negros e cheios. Usava três camisas aparentemente – uma preta de manga comprida que era coberta por uma branca com uma estampa preta. Por cima dela, uma camisa social de tom azul marinho. Calça e tênis preto. – Prazer! Sou da organização do evento e estou aqui para leva-lo até o seu stand.

— Oh... Obrigado. – diz Hironobu.

O jovem o leva até o stand e Hironobu coloca o objeto ainda coberto por um pano no mostruário. As mãos de Hironobu suavam frias, o nervosismo lhe abatera. Ele mal podia esperar pra mostrar sua obra. Enquanto todos observavam a feira dali, Yuu decide dar uma volta, algo parecia realmente lhe incomodar. Naru percebe e vai atrás dele.

— O que vai fazer? – ela questiona Yuu. – Não está querendo estragar o momento especial de Hironobu, né?

— Não quero estragar o momento de ninguém. – respondia Yuu enquanto olhava em volta. – Francamente me ofende ver o quão pouco pensa de mim. Eu só não posso ignorar o que meu instinto diz.

— Seu instinto? – questiona Naru. – E o que o seu instinto diz?

— Que algo não está certo. – dizia Yuu. – Você não acha estranho que desde que soubemos dessa feira, o Vector não agiu? Isso não te incomoda?

— Sim, você tem razão. – Naru analizava naquele momento. – Mas temos que tomar muito cuidado, se isso for uma armadilha de Vector, não podemos deixar Hironobu se magoar.

— Eu sei disso. – dizia Yuu concordando.

Os dois começam a observar atentamente o local. De repente, eles observam algumas pessoas com um ar suspeito. Essas pessoas acabam se revelando soldados Kallars que entravam numa área restrita ao pessoal da organização.

— Vector... – dizia Yuu cutucando Naru e mostrando os Kallars. – Eu sabia.

Os dois se olham e concordavam com a cabeça. Eles adentram a área sem serem vistos e rapidamente trocam suas roupas civis por trajes ninjas. Eles se vem em meio a uma escuridão, apenas conseguiam ver a si mesmos, pois estavam um do lado do outro e ainda assim, viam nada além de uma silhueta.

— Naru, não se afaste de mim. – diz Yuu segurando sua mão. – Não podemos nos dar ao luxo de sermos pegos.

— Eu sei disso. – dizia a moça. – Você deve estar adorando isso, não é?

— Acredite, gostaria que fosse em outra situação. – dizia Yuu.

Algum tempo passa e os dois estavam muito calados, especialmente Naru. Ela raramente ficava calada quando estava a sós com Yuu, principalmente depois dele ter se declarado a ela.

— Você está calada... No que está pensando? – pergunta o rapaz sem obter resposta. Aquilo estava muito estranho. Ela não havia sumido, ele podia sentir sua mão na dele. – Naru, está...?

Antes que pudesse completar a pergunta, Yuu é acertado por um golpe e acaba desmaiando. Já fazia algum tempo que os dois se afastaram de Hironobu e os outros, Akira parecia preocupado.

— O que foi, Akira-san? – perguntava Hironobu.

— Yuu e Naru, eles sumiram. – comentava o líder.

— Ah! Não liga pra isso não! – dizia Lina despreocupada. – Eles são assim mesmo, devem estar discutindo a relação. Sabe, eu acho que rola alguma coisa entre esses dois! Tá na cara que Yuu-kun sente algo por ela.

— Você acha, Lina-chan? – pergunta Hironobu.

— Claro! Tá na cara, oras!

— Fascinante! – Hironobu ajeitava os óculos.

— Bom, fiquem aí! – dizia Akira. – Eu vou ver se encontro eles, ok?

Akira sai de lá e vai à procura dos dois. Lina e Hironobu ficam ali terminando de ajeitar as coisas quando o rapaz que os recepcionou se aproxima novamente. Ele parecia realmente interessado na invenção de Hironobu.

— E então, Yasuhiko-san, estou curioso! – ele dizia com empolgação e ansiedade. – Não aguento mais! O que tem pra nós?

— Oh... Claro! – diz Hironobu tremendo. Lina tentava acalmá-lo.

Hironobu finalmente puxa o pano revelando algo que parecia uma aranha dourada com detalhes vermelhos que simulavam os olhos dela.

— Uma aranha? – o rapaz perguntava um tanto surpreso, mas de uma forma que não soava muito bem aos ouvidos de Hironobu.

— Eu sei o que está pensando. – dizia o rapaz ajeitando os óculos. – Mas é mais que isso. É uma nova tecnologia que serve para assistenciar um ninja.

— Um ninja? – o outro volta a se interessar. – Gosto de ninjas.

— Ela possui uma tecnologia avançada que sustenta o peso de uma pessoa e a permite escalar paredes, além de dardos tranquilizantes que podem ser disparados.

— E é um ótimo bracelete, também! – completava Lina.

— Tá aí, gostei! Podemos ver em ação?

Hironobu toca na invenção que se ativa. Ela começa a caminhar com suas patas robóticas e então salta se prendendo ao pulso do organizador que olhava maravilhado.

— Incrível! – diz o organizador impressionado. – Realmente incrível!

— Sério mesmo?! – Hironobu ficava feliz ao ver aquela empolgação e brilho nos olhos do rapaz.

— Você é mesmo um gênio, Yasuhiko-san! Agora me responda... – o olhar de encanto do rapaz muda rapidamente para um olhar frio e amedrontador. – Ele é capaz de me transformar como vocês?

— Como é? – Hironobu ficava confuso.

O organizador aponta o pulso na direção de Lina e dispara um dardo que atinge o pescoço da heroína. Ela então cai desmaiada e em seguida, ele faz o mesmo com o ninja verde. Hironobu recobra a consciência aos poucos ao ouvir a voz de Lina o chamar.

— Hironobu-kun! – ela dizia. – Você acordou, que bom!

— Er... – ele olha para ela e para si e vê que estavam todos presos por fios brancos que pareciam teia. – Mas o que diabos...?

— Hora, hora... Vejo que acordou a bela adormecida. – dizia o rapaz que se passara por organizador da feira.

— O que está acontecendo aqui? – dizia Hironobu se recordando aos poucos. – Porque nos atacou?

— Hora, era muito simples... Porque vocês são discípulos daquele velho horroroso.

— Então foi tudo uma armadilha mesmo? – Hironobu se via decepcionado.

— Mas é claro! E você... – o rapaz o encara diretamente. – Caiu como um patinho ou devo dizer Louva-a-deus? Hahahahahahha!

— Desgraçado... – dizia Yuu que também estava ali junto com Akira e Naru. – Quem é você afinal?!

— Como conhece o Sensei Mushi?! – questionava Naru tentando se soltar.

—Oh? Então aquele velho arrogante não falou de mim? – o rapaz puxa sua roupa revelando um uniforme ninja branco com uma máscara vermelha. No canto do uniforme havia o mesmo símbolo do clã Mushi. – Eu me chamo Takeru e hoje eu só quero mostrar o meu novo poder... – ele olha para Hironobu. – Obrigado, aliás.

— Novo poder?! – Akira tentava se soltar, mas era inútil.

Takeru estala os dedos e os fios se afrouxam soltando os nossos heróis que se veem confusos.

— Estão se perguntando porque os soltei, não é mesmo? – diz Takeru. – Não preciso que fiquem presos porque vocês não são páreos para minha magnitude.

— Como é? – Akira se via irritado com aquelas palavras. – Que cara mais arrogante.

— Na verdade ele me lembra muito você. – comenta Yuu.

— Contemplem, o poder digno de um grande ninja! – diz Takeru tocando o bracelete criado por Hironobu. – Sly Change!

— Espera aí, o quê?! – diz Yuu ficando surpreso de verdade.

— Ele vai se transformar?! – dizia Naru.

— Err... – Lina ficava um tanto sem graça. – Essa era a grande surpresa da invenção... Ele além de tudo poderia se converter num Changer...

Takeru era revestido por uma energia que tomava a forma de um uniforme ninja, mas este era levemente diferente dos demais Slyranger. Além de branco com detalhes dourados, ele possuía uma proteção no peitoral e o lenço em seu pescoço era dourado. O visor era vermelho e acima surge uma placa dourada que lembrava uma aranha.

— WhiteKumo!— ele dizia movimentando os braços à frente e batendo no chão em seguida e fazendo uma pose. – Takeru!

— E-Ele se transformou mesmo! – diz Akira surpreso.

Hironobu não conseguia acreditar no que estava vendo, sua criação nas mãos do inimigo e pra completar, por sua causa. Ele estava irritado, irritado como nunca se vira antes. Ele fecha os punhos correndo na direção de WhiteKumo e ativando seu SlyChanger. O rapaz se transforma rapidamente em GreenMantis e começa a ir pra cima do ninja branco. Os outros se transformam também, mas são interrompidos por soldados Kallars.

— Desgraçado, então ele está mesmo com Vector! – dizia BlackKuwagatta.

— Vai pagar! — diz GreenMantis atacando WhiteKumo com as KusariMantis. – Vai pagar muito caro por ter se aproveitado do meu sonho! Jamais vou te perdoar! Jamais!!

GreenMantis continuava a atacar WhiteKumo incessantemente até conseguir encurralar o inimigo. A vitória estava praticamente garantida.

— Você acha que já venceu essa não é?— dizia WhiteKumo. – Mas a verdade é que você foi enganado de novo.

-Como é? – GreenMantis se vê surpreso e olhando pra baixo.

— KumoBow! — diz WhiteKumo no que o bracelete se abre e toma a forma de uma besta. – MushiNinpou: Bombardeio de Teias!

WhiteKumo dispara pequenas bolas explosivas contra GreenMantis que é lançado contra os seus amigos. Em seguida, o ninja inimigo avança contra os cinco e os atingem com alguns ataques muito rápidos.

— Ele é rápido demais! — dizia BlueChoo.

—É impossível ver seus ataques!— comentava YellowHachi.

— Devo confessar, o velhote treinou vocês muito bem. – dizia WhiteKumo. – Pena que não foi o suficiente!

— Acha que somos fracos, não é?— diz RedKabuto se levantando. – Vou te mostrar quem é fraco aqui!!! Mushi Ninpou: Trovão Escarlate!

RedKabuto manipula a eletricidade existente no ar e então a acumula de forma que se torne visível e tão intensa que ela ganha uma coloração avermelhada. Ele então lança o golpe contra WhiteKumo que tenta se defender mas não consegue totalmente e é atingido.

— Oh... Você é aquele que não foi treinado, não é mesmo? – diz WhiteKumo. – Muito bem, vamos ver do que é capaz na próxima vez que nos encontrarmos...

WhiteKumo joga uma bomba de fumaça no chão e então desaparece do local assim como os Kallars. Na fortaleza voadora Daishini, o Príncipe Eyes não parecia nada contente com a atitude do Slyranger maligno.

— Como ousa deixar os Slyranger vivos?! – dizia o Príncipe. – Não foi esse o nosso combinado!

— Heh... E quem liga para o que combinamos? – diz Takeru. – Eu já tenho o poder que precisava, posso acabar com aqueles inúteis a hora que quiser.

— Se é assim, porque não acabou com eles agora então? – diz Hellofaya.

— Takeru, não deixe que eles o enganem... — dizia o Imperador Vector. – Os Slyranger são mais fortes do que pensa. Eu não tolerarei fracassos.

— Heh, você é tão irritante quanto o velhote, sabia disso? – diz o rapaz encostado em uma pilastra e de olhos fechados. De repente ele os abre. – Aquele líder deles... Quero saber até onde vai o poder dele.

Os nossos heróis retornam para a base Dellux, depois de um bom descanso, estavam prontos para relatar os acontecimentos a Dra.Marie.

— Takeru, vocês disseram huh? – dizia a Dra.Marie. – Hm... e tinha o mesmo símbolo do clã Mushi?

— Sim. – respondia Naru. – Por algum motivo eu tenho a impressão de não ser um nome desconhecido.

— Nem eu. – comentava Yuu também.

Naquele instante, Lina aparece com um papel na mão.

— Gente! Gente! – ela dizia desesperada. – É terrível!

— O que houve, Lina-chan? – perguntava Simas aflito com o desespero da garota.

— É o Hironobu-kun! – ela dizia entregando o papel. – Ele foi embora...

つづく...

Notas finais
Soya! Preparem suas shurikens! Afiem suas Katanas! Nossa próxima missão é... Decepcionado consigo mesmo por ter caído na armadilha do inimigo, Hironobu busca uma forma de se redimir e recuperar o Sly Changer que ele mesmo criara. Layer 06 – The Spider’s Web (part Two)